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Eleições no Reino Unido

Reino Unido vai às urnas nas eleições mais acirradas em décadas

Candidatos dos partidos Trabalhista e Conservador aparecem empatados nas pesquisas. Previsão é que ambos terão de negociar com legendas menores para formar um governo de coalizão

Reino Unido vai às urnas nas eleições mais acirradas em décadas
De acordo com pesquisas, Ed Miliband (esquerda) e David Cameron tem um terço dos votos cada (Foto: Montagem/Wikipédia)

As eleições parlamentares britânicas acontecem nesta quinta-feira, 7, mas a expectativa é que nenhum partido obtenha uma maioria dos votos. Ao fim do dia, as urnas não devem apontar um claro vencedor, e a expectativa é de semanas de negociações até que se estabeleça algum tipo de aliança partidária capaz de governar o país. Trata-se das eleições mais acirradas em décadas no Reino Unido. A possibilidade de uma segunda eleição logo após a primeira não está descartada.

No fim, são dois os prováveis desfechos: ou o conservador e atual premier David Cameron permanecerá no cargo, ou seu rival do Partido Trabalhista Ed Miliband assumirá em seu lugar. Os rumos econômicos do Reino Unido, seu futuro na União Europeia e sua posição como uma potência global dependerão do resultado.

Do início ao fim da campanha as pesquisas de opinião praticamente não mudaram, mostrando os partidos Conservador e Trabalhista com cerca de um terço dos votos cada e o restante distribuído entre os partidos menores.

As últimas projeções indicam que o Partido Conservador terá mais assentos no Parlamento. De um total de 650 assentos, os conservadores devem ficar com 280 e os trabalhistas com algo entre 265 e 270. Os trabalhistas, porém, tem mais aliados potenciais entre os partidos menores, os quais devem conquistar uma parcela recorde de assentos, colocando Ed Miliband em uma posição melhor para formar um governo de coalizão composto por uma maioria dos assentos, o verdadeiro teste para saber se um partido será capaz de governar.

 

 

 

 

 

Fontes:
The Washington Post - Uncertainty: The only sure thing in Britain’s too-close-to-call election

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