Início » Internacional » Síria pede à ONU para evitar ‘qualquer agressão’ contra o país
Intervenção militar

Síria pede à ONU para evitar ‘qualquer agressão’ contra o país

Pedido foi feito após Obama defender ataques punitivos contra o Exército sírio

Síria pede à ONU para evitar ‘qualquer agressão’ contra o país
Destruição na Síria (Fonte: Reprodução/AP)

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

A agência de notícias estatal SANA revelou nesta segunda-feira, 2, que o embaixador da Síria nas Nações Unidas, Bashar Ja’afari, fez um pedido ao “secretário-geral da ONU para assumir sua responsabilidade de prevenir qualquer agressão contra a Síria e que pressione para que se alcance uma solução política para a crise” no país.

O pedido foi feito após o presidente dos EUA, Barack Obama, defender no último final de semana ataques punitivos contra o Exército sírio em função da suposta ação com armas químicas levada a cabo no país há cerca de duas semanas.

Uma eventual intervenção militar dos EUA na Síria será colocada em votação no Congresso norte-americano.

A Rússia, que é aliada da Síria, rejeita as acusações dos EUA contra o regime de Bashar al-Assad. A inteligência norte-americana afirma que o governo sírio usou armas químicas contra civis há cerca de duas semanas, matando mais de 1.400 pessoas.

Neste domingo, 1º, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, afirmou que amostras de cabelo e sangue das vítimas do massacre deram resultado positivo para gás sarin.

A imprensa francesa revelou, também neste domingo, que os serviços de inteligência do país têm provas de que o regime sírio tem mil toneladas de armas químicas e agentes tóxicos.

Fontes:
Estadão - Síria pede à ONU que detenha ataque dos EUA
Veja - Rússia rejeita acusações americanas contra o regime sírio

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

2 Opiniões

  1. Roberto1776 disse:

    E quem garante que as armas químicas não foram usadas pelos oponentes de Bashar Assad, tais como a Al Qaeda?
    Bombardear a Síria agora só iria aumentar a matança.
    A intervenção no Iraque adiantou alguma coisa? Não, não adiantou absolutamente nada.
    Temos que compreender que a lógica reinante no Oriente Médio não é a nossa lógica.
    Israel devolveu o Sinai para obter paz. Conseguiu? Podem até dizer que conseguiu durante alguns anos, mas hoje seria muito mais importante ter uma “buffer zone” no Sinai do que ter que lidar com muçulmanos (desculpe o pleonasmo) fanáticos, estacionados na fronteira e cavando tuneis para abastecer a Faixa de Gaza com bombas e “otras cositas mas”.

  2. Regina Caldas disse:

    Advertencia feita hoje por Assad….” O Oriente Médio é um barril prestes a explodir”…..

    Bachar el-Assad, ce lundi 2 septembre.

    INTERVIEW – Notre envoyé spécial à Damas Georges Malbrunot a intervieé en exclusivité mondiale le président syrien Bachar el-Assad. Retrouvez ici des extraits de cet entretien.

    LE FIGARO. – Pouvez-vous nous démontrer que votre armée n’a pas recouru aux armes chimiques le 21 août dans la banlieue de Damas lors d’attaques qui ont tué plus de 1000 personnes, comme vous en accusent Barack Obama et François Hollande?
    BACHAR EL-ASSAD. – Quiconque accuse doit donner des preuves. Nous avons défié les États-Unis et la France d’avancer une seule preuve. MM. Obama et Hollande en ont été incapables, y compris devant leurs peuples. (…) Je ne dis nullement que l’armée syrienne possède ou non de telles armes. Supposons que notre armée souhaite utiliser des armes de destruction massive: est-il possible qu’elle le fasse dans une zone où elle se trouve elle-même et où des soldats ont été blessés par ces armes, comme l’ont constaté les inspecteurs des Nations unies en leur rendant visite à l’hôpital où ils sont soignés? Où est la logique?
    Quelle sera votre riposte en cas de frappes militaires contre votre pays?
    Le Moyen-Orient est un baril de poudre, et le feu s’en approche aujourd’hui. Il ne faut pas seulement parler de la riposte syrienne, mais bien de ce qui pourrait se produire après la première frappe. Or personne ne peut savoir ce qui se passera. Tout le monde perdra le contrôle de la situation lorsque le baril de poudre explosera. Le chaos et l’extrémisme se répandront. Le risque d’une guerre régionale existe.
    La France est-elle devenue un pays ennemi de la Syrie?
    Quiconque contribue au renforcement financier et militaire des terroristes est l’ennemi du peuple syrien. Quiconque œuvre contre les intérêts de la Syrie et de ses citoyens est un ennemi. Le peuple français n’est pas notre ennemi, mais la politique de son État est hostile au peuple syrien. Dans la mesure où la politique de l’État français est hostile au peuple syrien, cet État sera son ennemi. Cette hostilité prendra fin lorsque l’État français changera de politique. Il y aura des répercussions, négatives bien entendu, sur les intérêts de la France.

    Retrouvez l’intégralité de l’interview exclusive de Bachar el-Assad à partir de 22h dans notre édition digitale abonnés et demain matin dans l’édition imprimée du «Figaro».

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *