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Polêmica

Tanzânia prende mais de 200 ‘feiticeiros’ por assassinatos de albinos

Assassinato de albinos ocorre devido à crença de que partes de seus corpos são fonte de sorte e saúde

Tanzânia prende mais de 200 ‘feiticeiros’ por assassinatos de albinos
O assassinato de albinos já foi descrito pelo presidente Jakaya Kikwete como uma 'maldade' que envergonha o país (Reprodução/Milliyet Daily/AFP)

Em uma ação para reprimir o assassinato de pessoas albinas, mais de 200 supostos feiticeiros e curandeiros foram presos na Tanzânia. A informação é da AFP.

Esse distúrbio congênito é conhecido pela ausência de pigmentação na pele, no cabelo e nos olhos das pessoas. Os albinos estão sendo mortos no país africano por conta de uma crença de que partes de seus corpos são fonte de saúde e sorte. Feiticeiros e curandeiros são quem propagam essa crença e chegam até a encomendar mortes.

O assassinato de albinos já foi descrito pelo presidente Jakaya Kikwete como uma “maldade” que envergonha o país. De acordo com a ONU, cerca de 80 albinos foram mortos no país desde 2000. Na Tanzânia, os albinos são particularmente frequentes, com um a cada 1.400 pessoas — uma proporção bem maior do que a de um por 20 mil, em países ocidentais.

Segundo a Cruz Vermelha, feiticeiros pagam até US$ 75 mil (cerca de R$ 210 mil) pelo “conjunto completo” de partes do corpo de um albino. De acordo com a AFP, a polícia do país prendeu 225 curandeiros sem licença pelo país.

Fontes:
O Globo-Governo da Tanzânia prende mais de 200 'feiticeiros' por assassinatos de albinos

1 Opinião

  1. Renato Fregapani disse:

    Em muitos países africanos feitiçaria é crime. No Brasil podemos fazer feitiços a vontade que ninguén nos levará a sério.

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