Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
As perspectivas são sombrias para a maior das minorias européias sem pátria. Para a maior parte deles, a vida é ser colocado em assentamentos onde ficam física e psicologicamente à margem do mundo, vendo o fosso entre eles e a modernidade aumentar, e não diminuir.
As estimativas sobre os números de ciganos na Europa variam entre quatro milhões e 12 milhões. As estatísticas a seu respeito são chocantes: segundo um relatório de 2005 produzido pelo Unicef, 84% dos ciganos na Bulgária, 88% na Romênia e 91% na Hungria viviam abaixo da linha da pobreza.
O principal problema dos ciganos é a ausência de educação, o que os mantêm longe dos postos de trabalho. Soma-se a isto a hostilidade dirigida a eles pela maior parte da população dos países europeus e a apatia dos governos no que diz respeito à sua situação.
