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Novos remédios

Uma nova geração de fármacos biológicos

Uma série de novos remédios biológicos beneficiará as empresas farmacêuticas, mas prejudicará os orçamentos do setor de saúde

Uma nova geração de fármacos biológicos
Nos próximos cinco anos, uma nova geração de fármacos biológicos usará um vírus para provocar uma “terapia genética” (Reprodução/Dave Simonds)

O século XX foi a época da molécula diminuta para a indústria farmacêutica. O setor prosperou com a identificação de um fluxo constante de compostos relativamente simples, que foram usados no tratamento de muitas pessoas, e enriqueceram as empresas com o registro da patente desses novos compostos. Mas no início do século XXI a indústria farmacêutica está enfrentando dificuldades para descobrir novos remédios, que possam substituir rapidamente os medicamentos cujas patentes estão expirando.

Muitas indústrias farmacêuticas, algumas antigas e outras recém-criadas, procuraram uma solução na c — a adaptação ou exploração de processos internos de organismos vivos. Assim como em outras áreas da pesquisa farmacológica, houve retrocessos e sucessos. Porém o projeto de criar “biofármacos”, ou seja, medicamentos que consistem em moléculas gigantes, centenas de vezes o tamanho de uma molécula de um remédio convencional, produzidas dentro de células de animais ou de microrganismos, como uma bactéria, tem progredido. Em 2015 uma nova série de remédios biológicos deve ser aprovada para uso de médicos de clínica geral.

Nos próximos cinco anos, uma nova geração de fármacos biológicos usará um vírus para provocar uma “terapia genética”, com a substituição de um gene defeituoso nas células dos pacientes por uma cópia sem o problema original.

Fontes:
The Economist-Going large

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