Embora os EUA tenham a maior participação no mercado da educação internacional, com 22% do total, ela ainda é considerada pequena em relação a seu potencial. Apenas 3,5% dos estudantes das instituições de ensino superior norte-americanas são estrangeiros. Isso não se deve à qualidade do ensino oferecido, que geralmente é excelente.
Um dos motivos é a forma com que as universidades dos EUA evitam os agentes internacionais de recrutamento, cujos serviços são utilizados pela maioria dos universitários que querem estudar no exterior. A consultoria de recrutamento ICEF afirma que dois terços dos estudantes que vão para o exterior — e quase todos os provenientes da Ásia — procuram esses agentes para encontrar uma universidade fora de seus países de origem.
No entanto, muitos acreditam que se trata de algo ilegal e antiético.A expectativa é de que essa posição mude nos EUA com a criação de uma organização sem fins lucrativos, a American International Recruitment Council, formada por um grupo de instituições educacionais. Para aderir, os agentes terão que aceitar um código de trabalho e participar regularmente de treinamentos.Trinta e cinco universidades norte-americanas já se convenceram da qualidade do serviço. Estima-se que, em breve, cem universidades participem da organização.

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