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Drogas

Veja os maiores países usuários de ópio

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De acordo com o Relatório Mundial sobre Drogas da ONU, a produção de ópio aumentou para quase 9 mil toneladas em 2007 — o nível mais alto em anos. Os opiáceos continuam a ser as drogas mais problemáticas em termos de tratamento.

Mas, ao mesmo tempo que há motivo para alarme, a situação não está tão ruim como costumava ser. Em 1909, cerca de 16,4% da população de Cingapura utilizava ópio, e em Hong Kong e Macau mais de 8% da população consumia a droga. Hoje, o único país do mundo que utiliza mais ópio do que há um século é os EUA.

Há quase cem anos, o alarde internacional para pôr fim ao então livre e legalizado comércio de drogas culminou em um encontro da Comissão Internacional do Ópio em Xangai para buscar soluções.

Economist

Fontes:
Economist - Drugs -- Down pipes

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1 Opinião

  1. Cézar Henrique disse:

    A matéria adiante tem muito a ver com o aumento do consumo de drogas; inclusive, o fato dos verdadeiros assassinos – os traficantes – ainda não terem sido presos, mostra a força do tráfico.
    Dizer, depois do acontecido, ‘eu disse que ia acontecer’ não combina comigo.
    Vamos lá.
    A incomPeTência [somada com esperteza desonesta] com que o assunto PRESENÇA DO EB na ‘segurança’ de um projeto eleitoreiro [cimento social] foi tratado pelo senhor Lula, pelo general GENÉRICO Jobim e a concordância descuidada dos comandantes do EB e do CML com a vontade dos dois chefões, teria que resultar no ‘alopramento’ que estamos vendo.

    O próprio presidente do STF é favorável a que as Forças Armadas sejam usadas na segurança pública.

    Existem alguns detalhes constitucionais que podem ser, em benefício da coletividade, facilmente atendidos e quando contornados permitem que as Forças Armadas sejam usadas na manutenção da segurança pública.
    Mas tem que haver firmeza, decisão em tal uso e uma vez determinado NADA nem NINGUÉM pode impedir.

    Quando o senhor Lula determinou ao general GENÉRICO Jobim o emprego de tropas para ajudar na execução do projeto CIMENTO SOCIAL e o genérico procurou os dois comandantes foi alertado para o risco da presença de tropas federais guarnecendo canteiro de obras civis.
    Mesmo assim, Dom Luís Inácio manteve sua decisão e os comandantes optaram por obedecer – seria o momento de dizer que não cumpririam aquela ordem e ver o que aconteceria = absolutamente NADA.

    Mas concordaram e tropas do exército passaram a exercer a função de vigias.

    Naturalmente a presença dos militares prejudicou os ‘negócios’ do tráfico que começou a pressionar a comunidade para expressar por manifestações, de inicio sutis, discretas, contra a presença do EB no morro. A hostilidade dos moradores – determinada pelos traficantes – contra os militares foi sempre aumentando, até que os TRÊS SOLDADOS DO TRÁFICO, cumprindo ordens dos chefes do tráfico e que são os controladores do ‘comércio’, partiram para ofensa aos soldados, foram detidos e a imprudência de um jovem segundo-tenente [recém egresso da AMAM]– com grande aptidão para exercer a função precípua das FF AA = guerra = se precipitou e no afã de obter uma punição aos malfeitores que o comandante da operação, capitão Ferrari havia, de forma precipitada e permissiva, determinado que fossem soltos [quando o correto seria encaminha-los a uma delegacia policial e atua-los por desacato] teve a má idéia de entrega-los para aos traficantes do morro da Mineira para um disciplinamento.

    Deu no que deu.
    Surgiu, de imediato, a oportunidade desejada pelo tráfico para incrementar as ações de protesto contra a presença dos militares e foi determinado aos moradores da Providência que realizassem manifestações, passeatas, EXIGINDO a retirado do EB.

    O “Nosso guia”, como lhe é habitual, ficou perdido e o general GENÉRICO preocupado em prometer punição e tomar cafezinho com os favelados.

    O Apedeuta não satisfeito e seguindo uma regra do seu (des)governo – indenizar bandidos – imediatamente prometeu indenização aos familiares dos três ‘soldados’ – depois recuou, receoso de abrir um precedente para que parentes das centenas de vítimas do tráfico também pedissem indenização.

    Entrou em cena uma Juíza Federal que determinou a retirada do EB, sua substituição por tropas da Força Virtual (ops…Nacional)de Segurança Pública – FNSP, estabeleceu multa a ser paga pelo EB no caso de eventual descumprimento.
    Embora entenda que decisão judicial não deve ser discutida, não posso deixar de registrar que a digníssima Juíza simplesmente considerou que tropas da FNSP estão disponíveis em prateleiras e o necessário para a substituição era ‘pegar’ algumas dezenas de soldados em uma prateleira e coloca-los no morro.

    Felizmente, o TRF – 2ª Região teve habilidade e bom senso para cassar a liminar e determinar uma solução intermediária.
    Aí já caberia ao Comandante do Exército lembrar que a saída das tropas seria desmoralizante para a Instituição EXÉRCITO BRASILEIRO e por extensão para suas coirmãs Marinha e Aeronáutica e não aceitar a ordem de desmobilização; ao contrário, deveria deslocar mais efetivos para os dois morros e realizar, com o auxilio da PM e Polícia Civil, uma grande operação – sufocar mesmo o tráfico, limpar a área.

    Nada disso foi feito e a única saída para o Apedeuta, talvez orientado pela saber jurídico do general GENÉRICO, foi apelar para as habilidades do ex-ministro da Justiça e ex-defensor criminal do (des)governo, jurista Márcio Bastos, que negociou uma saída ‘honrosa’ para o ‘buraco’ em que a vaidade e incomPeTência do senhor Lula colocou o glorioso Exército brasileiro, que foi: se valer da Legislação Eleitoral.

    Oportunamente surgiu uma denúncia anônima e um Juiz Eleitoral corajosamente determinou a suspensão das obras.
    Suspensa as obras, perdia sentido a permanência das tropas federais no morro da Providência, o EB sairia por falta de objeto para cumprimento da missão e ficava tudo bem – mais uma manobra aloprada do governo (?) Lula.

    Só foi esquecido um detalhe: os traficantes.
    Por uma atitude comum em bandidos sentiram necessidade de aproveitar a retirada do EB para voltar a ocupar as ruas da favela da Providência e deixar bem claro que eles estavam mandando e para tanto se valeram das pixações, da exibição de bandidos armados e coisas do gênero.

    Só vejo uma solução para o EB transformar o limão que o senhor Lula deu em uma limonada: a realização de uma operação militar com força total pelo menos nos dois morros (providência e mineira).

    Colocar tropas – especialmente da Infantaria – cercando os acessos aos dois morros, ao tempo que outras unidades vão ocupando pontos estratégicos nas duas localidades e a PM junto com unidades especiais da Polícia Civil – sem aquele delegado falador, o Dominguez – procedem, uma varredura, casa por casa, em toda a área.
    Se a Justiça Militar expedir um mandado de busca e apreensão, ótimo; caso contrário, um bom substituto será as coronhas dos FAL e chutes com coturno.
    Feito isso o EB voltará aos quartéis e deixará bem claro, junto a TODOS os traficantes do Brasil, quem manda. Com certeza vão cessar os roubos de armas, invasões a quartéis e outros atos desrespeitosos as Instituições militares.

    Se isso não for feito, os traficantes assumem com mais desenvoltura as funções de POLÍCIA e JUSTIÇA na favela da providência, moradores vão ser julgados, queimados e ninguém vai piar.

    Blog da UNR
    http://www.blogdaunr.blogspot.com

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