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Vendas de grandes jatos comerciais estão em plena expansão

As vendas de grandes jatos comerciais estão a pleno vapor e as empresas de fabricação de aviões se preparam para outro aumento de produção

Vendas de grandes jatos comerciais estão em plena expansão
A Airbus e a Boeing, as duas empresas que dominam o mercado, receberam muitas encomendas de aviões (Foto: Wikipedia)

Havia menos aviões no Salão Internacional de Paris, a maior exposição aeroespacial internacional do mundo inaugurada em 15 de junho, do que há dois anos. Talvez houvesse 120 aviões e outras inovações aeroespaciais este ano na mostra, em comparação com 150 em 2013 (o salão é realizado na Inglaterra nos anos alternados à exposição em Paris). Mas isso não significa um sinal de recessão no setor de aviação civil. As vendas de grandes jatos comerciais estão em plena expansão e as empresas de fabricação de aviões estão se preparando para outro aumento de produção.

A Airbus e a Boeing, as duas empresas que dominam o mercado, receberam muitas encomendas de aviões. A Airbus com sede em Toulouse, França, prevê que fabricará cerca de 32 mil aviões com capacidade de 100 passageiros nos próximos 20 anos. Os 6.400 aviões que estão sendo fabricados sob encomenda têm um prazo previsto de dez anos de entrega. A produção dos 5.800 aviões da Boeing demorará oito anos. E mais encomendas foram feitas durante o Salão Internacional de Paris. Porém essa expansão rápida é arriscada. Os gigantes do setor aéreo terão de entregar os aviões no prazo previsto. E o mercado precisará absorver essa nova produção.

Mesmo assim, as duas empresas podem acelerar sua produção sem problemas. Os jatos de curta distância serão um grande investimento do setor de aviação. A Boeing anunciou que irá aumentar a produção do 737 de 42 aviões por mês para 52 em 2018. A produção da família A320 Airbus aumentará de 42 aviões por mês para 50 em 2017 e, talvez, para 63 em 2018. No total as empresas terão um aumento de 20% entre 2014 e 2018 na produção de aviões, depois de terem um aumento, com muita dificuldade e um custo considerável, de 40% de 2010 a 2014, de acordo com as informações do Bank of America Merrill Lynch.

Fontes:
The Economist-Keep seatbelts fastened

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