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Pablo Neruda

Em 23 de setembro de 1973, morre Pablo Neruda, um dos principais poetas da língua espanhola e do Chile

Pablo Neruda
Neruda recebeu o Prêmio Nobel da Literatura em 1971, dois anos antes de morrer (Foto: Wikimedia)

No dia 23 de setembro de 1973, morre Ricardo Eliécer Neftalí Reyes Basoalto, mais conhecido como Pablo Neruda. Nascido no dia 12 de julho de 1904, em Parral, Chile, ele foi um poeta chileno, considerado um dos mais importantes da língua castelhana no século XX. Recebeu o Prêmio Nobel de literatura em 1971 e foi ainda cônsul do Chile na Espanha e no México.

Filho de José Del Carmen Reyer Morales e Rosa Basoalto Opazo, ele perdeu a mãe quando tinha apenas um mês de vida. Na adolescência adotou o pseudônimo Pablo Neruda, que mais tarde foi modificado como seu nome legal.

Morou em Temuco com o pai, onde estudou no Liceu de Homens. Lá publicou seus primeiros textos e chegou a ficar em terceiro lugar nos Jogos Florais de Maule, com o poema Noturno Ideal.

Em 1921, terminou seu curso de pedagogia em francês na Universidade do Chile. Sua carreira diplomática começa seis anos depois, ao ser nomeado cônsul em Rangum, na Birmânia. Em 1936, era diplomata na Espanha, quando a guerra civil eclodiu. Foi destituído do cargo e fez um poema sobre o país, intitulado Espanha no coração.

Em 1945 foi eleito senador e, em uma visita ao Brasil, lê para cem mil pessoas no estádio do Pacaembu, um poema em homenagem ao comunista Luís Carlos Prestes. Oito anos depois recebeu o Prêmio Lênin da Paz.

Neruda já havia publicado centenas de poemas quando recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford, na Inglaterra. Seis anos mais tarde, em 1971, recebe mais uma premiação, o Nobel de Literatura e foi convidado por Salvador Allende para ler um de seus textos no Estádio Nacional do Chile, lotado com 70 mil pessoas. Neruda morreu dois anos depois, no dia 23 de setembro de 1973, de câncer de próstata.

Fontes:
UOL-Pablo Neruda

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2 Opiniões

  1. Carlos Cunha disse:

    Quão bom são os dormentes que sustentam os trilhos por onde correm os vagões que são arrastados pela Locomotiva que é alimentada pelas lenhas que se apanham pelas mãos dos nobres homens de bem. Nas mãos do Carteiro os poemas do sonhador descrevendo a trajetória do Salvador e sua nobre arte de amar. Nas chamas do amor acatamos a sua instrução e ensino. Com 12 anos nas sinagogas promovia a arte de amar. Colocou nos lábios de seus discípulos a sua instrução e nas mãos de seus poetas a unção para escrever versos e canções O Carteiro e o Poeta é uma obra de arte e o menino Chileno viveu para ver que haveria de vir tempos de alegria e paz. Corre o ano de 1973 e Pablo perto de 70 anos da as boas vindas a ultima página de sua vida. Setenta Carteiros e 12 distritos postais estavam no numero 1270 da Avenida Afonso Pena entendendo que tudo encerra com um belo poema. Veio a anistia do ano de 79 e precisávamos urgentemente encontrar uma saída, precisávamos urgentemente ter Jesus em nossas vidas. A revelação vem na esquina da Rua Fides numa clara manhã na esquina da Rua Dona Clara. No radio a menina Clara Nunes da os primeiros passos e na esquina das tecelões o encontro de poetas, amigos e canções. A anistia ampla, geral e irrestrita do General tem prazo de validade, mas a anistia do General Eterno é um novelo sublime unindo a porta sublime do amor. Nos dedos do poeta estão impressas sabias palavras do Mestre que nos prometeu vida eterna e paz. Coisa linda são as emoções vividas e que a paz que excede a todo entendimento nos revele a grandeza de amar. Nos acordes de um violão, nos versos da canção, uma sublime revelação:
    ‘ se me cerras os lábios sobra a minha mente e voo mais,
    E saberei o que estas a esconder nos olhos teus,
    Se me bate a face o corpo todo sentira e saberá o que mal ocupa o teu coração,
    E mesmo assim eu vou cantar, e mesmo assim eu vou te amar,
    Além do mar um grito ecoa e a multidão estenda as mãos,
    A paz e o amor a quem ouvir vira então.
    Revi os meus feitos e não foi direito o que eu fiz, pedi perdão,
    Chorei então e hoje caminho para Deus.
    Porem te convido a estrada santa do Senhor,
    Oh meu irmão..caminhamos juntos para a imensidão.
    E mesmo assim eu vou cantar e mesmo assim eu vou te mar,
    Alem do mar um grito ecoa e a multidão estenda as mãos,
    A paz e o amor a quem ouvir vira então.

  2. Vitafer disse:

    Todo mundo um dia vai.

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