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Vaticano reconhece oficialmente o Estado de Israel

Israel e Vaticano aprovaram um histórico “acordo fundamental" que incluiu o reconhecimento diplomático mútuo assim que este fosse assinado por ambas as partes

Vaticano reconhece oficialmente o Estado de Israel
Durante a ida de João Paulo II a Israel, houve outras atitudes importantes para a relação diplomática entre os países (Reprodução/Internet)

No dia  28 de dezembro de 1993, Israel e Vaticano aprovaram um histórico “acordo fundamental” que incluiu o reconhecimento diplomático mútuo assim que este fosse assinado por ambas as partes, no dia seguinte, em Jerusalém. O acordo foi comemorado por diplomatas como o passo mais importantes nas relações entre a Santa Sé e Israel desde a fundação do Estado judeu, em 1948, e uma mudança de rumo em 2000 mil anos de um frequentemente tenso relacionamento entre católicos romanos e judeus.

O acordo reconheceu “as características singulares e o significado universal da Terra Santa”; estabeleceu que os dois Estados trocassem representantes especiais a serem substituídos por embaixadores quando o acordo entrasse em vigor, após a ratificação pelo parlamento israelense; instituiu que Israel respeitasse as outras religiões e seus fiéis, assim como a garantia de liberdade religiosa aos católicos apostólicos romanos; fez garantir que as duas partes lutassem contra o anti-semitismo, racismo e intolerância religiosa; e, por último, fez com que ambos prometessem respeitar e proteger lugares santos católicos e promover peregrinações de católicos à Terra Santa, na esperança de melhorar a compreensão entre as religiões.

Durante a ida de João Paulo II a Israel, houve outras atitudes importantes para a relação diplomática entre os países: o Papa visitou a Yad Vashem, o Museu do Holocausto e o Muro das Lamentações. Em outra ocasião, João Paulo II pediu perdão, em nome da Igreja Católica, pelas perseguições ao povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial.

 

Fontes:
Oi Educa

1 Opinião

  1. olbe disse:

    Cada vez mais, com as perseguições aos cristãos por parte do Islã, os católicos constatam que e os judeus são seus melhores amigos. Em Israel, na Terra Santa os cristãos podem professar sua fé com toda a segurança que o Estado Judeu lhes oferece e preserva seus lugares sagrados. Já imaginaram se estas terras caíssem em domínio dos fanáticos do Islã? Eles não deixariam pedra sobre pedra e a primeira coisa a fazer seria destruir todos os vestígios da passagem de Cristo por estes lugares.O Papa Francisco , antes de ser Papa já era amigo dos judeus, na Argentina. Ele é um homem de estudo e de ética e sabe muito bem quem são seus verdadeiros amigos, afinal Jesus era JUDEU!

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