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Sob ameaça

Estados Unidos ampliarão segurança de edifícios federais

Ataques de extremistas ao Parlamento do Canadá motivaram o governo americano

Estados Unidos ampliarão segurança de edifícios federais
O secretário de Defesa, Jeh Johnson, não revelou quais os prédios terão a segurança reforçada (Reprodução/Internet)

Segundo o último comunicado do Departamento de Segurança Doméstica dos Estados Unidos, o país irá ampliar a segurança de seus edifícios federais ante as “ameaças de ataque por parte de uma organização terrorista”.

“Considerando os eventos ao redor do mundo, a prudência nos leva a adotar uma vigilância reforçada na proteção de instalações do governo americano e de nossos funcionários”, afirmou em nota o secretário de Defesa, Jeh Johnson.

O secretário não revelou quais os prédios terão a segurança reforçada ou quais estratégias de segurança serão implementadas pelo Serviço de Proteção Federal – organismo responsável pela proteção de 10 mil unidades federais.

No comunicado, Johnson mencionou que os recentes ataques no Canadá também motivaram as novas medidas que, segundo ele, serão “continuamente” reavaliadas.

Na Alemanha, situação crítica

Para o ministro do Interior da Alemanha, Thomas de Maizière, o ISIS representa uma ameaça “crítica” à segurança do país. Na última terça-feira, 28, ele afirmou que o número de pessoas capazes de realizar ataques no país atingiu um nível recorde.

Além do retorno de jihadistas alemães da Síria, existe o risco iminente de confrontos violentos entre grupos extremistas rivais nas ruas de seu país, um reflexo dos conflitos  no Oriente Médio, afirmou Maizière, durante uma conferência de segurança.

“A situação é crítica. O número de indivíduos ameaçadores nunca foi tão alto quanto agora”, disse. “Representamos a liberdade, e por isso somos alvo de ódio”, acrescentou.

Cerca de 450 pessoas deixaram a Alemanha para se unir ao Estado Islâmico, e cerca de 150 retornaram. Autoridades alemãs vêm monitorando um total de 225 suspeitos supostamente capazes de lançar ataques dentro do país. Em anos anteriores, estes eram 80 ou 90, conforme Maizière.

Embora não esteja diretamente relacionada aos ataques aéreos liderados pela coalizão americana, a Alemanha concordou em enviar armas às forças curdas no norte do Iraque, para ajudá-las a se defender dos militantes radicais.

 

Fontes:
O Globo-EUA reforçarão segurança de prédios federais

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