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FUNDADOR DO WIKILEAKS

Promotora sueca pede detenção de Assange por suposto estupro

Suécia reabriu na semana passada a investigação sobre o suposto estupro

Promotora sueca pede detenção de Assange por suposto estupro
Fundador do WikiLeaks nega a acusação (Fonte: Reprodução/Flickr)

A promotora sueca que está à frente de uma investigação contra Julian Assange sobre o caso de 2010 de suposto estupro fez nesta segunda-feira, 20, uma solicitação formal de detenção do fundador do WikiLeaks.

Caso o pedido seja concedido, a ordem judicial seria o primeiro passo em um processo para que Assange seja extraditado do Reino Unido, onde foi condenado a 50 semanas de prisão por violar uma medida de coação.

A Suécia reabriu na semana passada a investigação sobre o suposto estupro. O caso começou a ser investigado em 2010, mas o processo foi arquivado em 2017 após Assange se refugiar na embaixada do Equador em Londres.

O fundador do WikiLeaks, que nega a acusação, foi preso em Londres no mês passado após passar sete anos na embaixada do Equador.

“Solicito ao tribunal a detenção de Assange em sua ausência por suspeita de estupro”, anunciou nesta segunda em um comunicado a vice-promotora sueca, Eva Marie Persson.

A vice-promotora afirmou que emitirá uma ordem de prisão europeia para que Assange seja entregue à Suécia caso o tribunal decida detê-lo.

A decisão da Suécia de reabrir a investigação sobre o suposto estupro levanta dúvidas sobre o destino de Julian Assange. Autoridades americanas já buscam sua extradição por acusações de conspiração relacionadas a um dos maiores vazamentos de informações confidenciais da história.

Assange, que é um cidadão australiano, se refugiou na embaixada do Equador em Londres após lutar, sem sucesso, para evitar sua extradição para a Suécia.

Os tribunais britânicos terão que se pronunciar sobre os pedidos de extradição da Suécia e dos EUA.

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