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Roche encerra produção de medicamentos no Brasil

Grupo farmacêutico planeja fechar sua fábrica no Brasil em até cinco anos. Sede administrativa e centro de distribuição serão mantidos

Roche encerra produção de medicamentos no Brasil
Segundo a nota, o fim da fábrica está 'em linha com sua estratégia global de inovação' (Foto: Wikipédia)

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O grupo farmacêutico Roche decidiu encerrar sua produção de medicamentos no Brasil. A empresa planeja fechar a fábrica, localizada em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, em até cinco anos.

A Roche Farma Brasil, subsidiária da Roche, manterá apenas sua sede administrativa em São Paulo e o centro de distribuição em Anápolis, Goiás também será mantido.

A empresa afirmou em um comunicado à imprensa que o fim da fábrica está “em linha com sua estratégia global de inovação e com as transformações do seu portfólio de medicamentos”.

A Roche ressaltou que os medicamentos que não serão mais produzidos já estavam no fim de seu ciclo, tornando a fábrica “pouco sustentável”, e que irá “concentrar os esforços em produtos inovadores de alta complexidade e baixo volume de produção”. Além disso, afirmou que não há uma previsão sobre a redução do quadro de funcionários, que tem atualmente 440 empregados.

“Nossos colaboradores receberão o melhor suporte possível, com tratamento transparente e respeitoso, ao longo deste período de transição”, disse o presidente da Roche Farma Brasil,  Patrick Eckert.

Os medicamentos que a Roche produz no país (Bactrim, Bonviva, Cymevene, Dilatrend, Dormonid, Lexotan, Prolopa, Rivotril, Rocaltrol, Rohypnol e Valium) são produtos de alto volume e baixa complexidade, tornando a operação pouco sustentável.  

Em nota, a Roche afirmou que “reforça seu compromisso de continuar abastecendo os pacientes com os medicamentos de alta qualidade hoje fabricados no Rio”.

Fontes:
G1-Farmacêutica Roche decide encerrar produção de medicamentos no Brasil
Exame-Farmacêutica Roche vai fechar fábrica no Brasil

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1 Opinião

  1. VINNY VIEITES disse:

    A necessidade da interferência do Estado nas relações contratuais foi justificada pela total ausência de negociação entre os contratantes na maioria dos contratos celebrados. Os institutos jurídicos contratuais foram desenvolvidos e aplicados para a proteção do aderente contra as cláusulas abusivas e para assegurar o equilíbrio contratual. O Direito cria normas de proteção ao economicamente mais fraco para compensar sua desvantagem. Na visão neoliberal, a liberdade de contratação escraviza o mais fraco, cabendo ao Estado libertá-lo por meio do dirigismo contratual.

    O Código Civil de 2002 apresenta importantes traços neoliberais, caracterizando-se por apresentar dispositivos que permitem ao Poder Judiciário restabelecer o equilíbrio entre os contratantes e interpretar as cláusulas contratuais em prestígio aos interesses da parte mais fraca. Nesse sentido, o art. 421 limita a liberdade de contratar ao atendimento da função social do contrato, exige dos contratantes na conclusão e na execução do contrato o atendimento aos princípios da probidade e da boa-fé (art. 422), prevê interpretação mais favorável ao aderente nos contratos de adesão que apresentem cláusulas ambíguas ou contraditórios (art. 424). A ROCHE NUNCA SE ENCAIXOU DENTRO DO DIREITO NATURAL BRASILEIRO ENTRE AS QUESTÕES DE ORDENAÇÃO NATURAL REPROVADA EM 27 TESTES.

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