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O PIB americano cresceu 3,5% em termos anualizados no terceiro trimestre do ano. Os mercados financeiros, com foco cada vez mais imediatista, celebraram a notícia. O S&P 500 subiu quase 2%, enquanto o Ibovespa recuperou a queda do dia anterior, subindo quase 6%. A imprensa declarou o fim da recessão. Mas será que não está cedo demais para soltar fogos de artifício?
Os gastos das famílias com bens duráveis cresceram 22,3% em taxas anualizadas. O incentivo fiscal para a troca de veículos antigos foi decisivo para esta forte expansão. A produção da indústria automobilística contribuiu com praticamente metade do crescimento do PIB no trimestre. Outra contribuição expressiva veio dos investimentos residenciais. O crédito fiscal do governo para a compra do primeiro imóvel e as compras do Fed de títulos das agências federais de crédito imobiliário foram fundamentais para esta recuperação.
Quão sustentável é este crescimento dependente de estímulos do governo? Os investimentos em capital fixo das empresas caíram 2,5% em taxa anualizada. Uma economia que aumenta consumo com base em expansão de crédito e gastos fiscais, sem investir em capital fixo, está condenada a ajustes dolorosos à frente. Algo análogo a um bêbado que tenta manter o clima de euforia com mais bebida, apenas agravando sua ressaca posterior.
A economia americana cresceu bastante entre 1934 e 1936 ancorada em gastos do governo e partindo de uma base aviltada. Não era sustentável. Em 1937, o país experimentou uma nova depressão, e a bolsa caiu 40%. O desemprego em 1938 ainda estava acima de 17%. Os estímulos do governo salvaram mesmo a depressão? Para Einstein, “insanidade é fazer tudo igual e esperar resultados diferentes”. Estão novamente tentando curar uma recessão necessária para ajustar os excessos de crédito frouxo com mais crédito. Assim caminha a insanidade…