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Feliz 2010

| 19/11/2008 | Enviar | Imprimir | Comentários: 25 | A A A |
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Pode ser uma piada antiga desejar "Feliz 2010" no final de 2008, como se o ano de 2009 já estivesse comprometido e sem solução; ficamos na dúvida entre a oportunidade da piada ou o risco de perder o leitor por alastrar o desânimo, mas vale a pena chamar a atenção para aspectos mais amplos neste momento de perplexidade.

O economista Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia em 2001, fez previsões sombrias em sua visita ao Brasil este mês, afirmando que, na melhor das hipóteses, se tudo for feito corretamente para corrigir os rumos, a desaceleração da economia americana pode durar até 18 meses. Torcendo pelo acerto, é oportuno lembrar que não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe. Assim, pelo menos, já teríamos um horizonte pela frente, com a expectativa razoável de que a recessão não seja tão profunda e disseminada por todos os setores.

Seria o aumento da renda, entretanto, a única condição indispensável para melhorar a qualidade de vida da população? É assim que vem sendo tratada a discussão sobre a recessão, que não necessariamente precisará agravar a "infelicidade nacional bruta". Nosso presidente, com a verborragia solta que o caracteriza, tem sempre mencionado "um Natal melhor", referindo-se exclusivamente ao lado material da data, desprezando significados espirituais, não obstante o beija-mão recente com o Papa. Será esta a única dimensão possível?

Para a população do primeiro mundo que superou a barreira da subsistência, como ocorre aqui com as classes média e alta, tornar as pessoas mais felizes não tem necessariamente uma relação direta com o nível de renda. Pelo menos é o que diz um dos mais renomados economistas ingleses, Richard Layard, em seu livro "HAPPINESS – Lessons from a New Science" (publicado em português pela Editora Best Seller, 2008, com o título "Felicidade – Lições de uma Nova Ciência").

O estudo foi comentado na página de economia e investimentos do New York Times, numa coluna habituada a discutir os melhores retornos de aplicações financeiras, onde se registrava a opinião paradoxal de Layard de que “dinheiro não traz a felicidade”, para usar um ditado brasileiro.

Layard faz um vasto uso da teoria econômica, de pesquisas e levantamentos para provar que nos últimos 50 anos a renda de alguns dos países mais ricos mais do que dobrou o que, entretanto, não tornou as pessoas mais felizes. Como assim, é possível dizer se as pessoas estão mais ou menos felizes? Através de diversos coeficientes bem formulados, é possível medir o nível de felicidade das pessoas, seja em pequenos grupos ou na dimensão nacional. Desde enquetes que perguntam diretamente se as pessoas se sentem “muito felizes, razoavelmente felizes ou infelizes”, até medições avançadas de ondas magnéticas cerebrais em tomografias, que diferenciam se há mais atividade do lado esquerdo ou direito do cérebro, até como funciona o mecanismo da busca de status, isto é, do sentimento advindo da comparação da posição de cada indivíduo em relação ao seu grupo.

Uma das pesquisas reveladoras correlaciona as atividades eleitas como as mais prazerosas do ser humano (sexo, amizade, lazer e alimentação) e as menos agradáveis (trabalho – em certas circunstâncias, afazeres domésticos, transporte urbano) com o tempo despendido por dia em cada uma destas ações, isto é, quanto se dispõe ao longo do dia para as atividades boas e quantos momentos nas tarefas consideradas aborrecidas.

A ânsia pelo status fica evidente na enquête que fez a seguinte indagação: você prefere ganhar R$ 50 mil por ano, enquanto seu grupo de amigos ganha R$ 25 mil, ou prefere ganhar R$ 100 mil por ano, enquanto os outros ganham R$ 250 mil? Por incrível que pareça, a maioria prefere a primeira situação, em que recebe a metade em valor absoluto, mas o dobro relativamente.

As pesquisas concluem que, nas Olimpíadas, os atletas ganhadores de medalhas de bronze são mais felizes do que os premiados com as medalhas de prata: os de bronze se comparam com os atletas que não alcançaram nenhuma medalha: os de prata, se sentem infelizes porque não mereceram o ouro. Outro exemplo mostra que, com a unificação da Alemanha, os alemães orientais melhoraram seu padrão de vida, mas não ficaram mais felizes, pois passaram a se comparar com os alemães ocidentais mais ricos e não com seus vizinhos de países do antigo bloco soviético. Um dos segredos da felicidade estaria, assim, em aproveitar o que temos, mas sem comparar com situações melhores.

Layard ressalta os aspectos psicológicos ou sociológicos com o drama do desemprego, que estaria associado não só ao crescimento econômico do país e a perda ou diminuição real de renda das famílias envolvidas, mas também considerando que as pessoas se sentem infelizes por se sentirem excluídas e não estarem contribuindo para a sociedade, em prejuízo da auto-estima e dos relacionamentos pessoais associados a seus trabalhos.

Parte dos brasileiros excluídos e semi-alfabetizados está ainda distante destas inquietações mais sofisticadas, mas que valem a pena ser levadas em conta aqui: afinal, uma das conclusões de Layard é de que um pequeno aumento de renda causa muito mais felicidade aos necessitados do que aos que estão na faixa de consumo médio. No momento atual, vamos testar o que acontece com os registros de felicidade numa fase de redução de renda, ainda que certamente temporária.

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25 opiniões para o artigo: Feliz 2010

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Opinião de Kelly Moreira Diniz
Na data: 27 de abril de 2009 as 20:39

@MARI, Características da crise atual

Antes de se constituir numa teoria, a crise do sistema capitalista-imperialista é hoje uma realidade à flor da pele de todo o mundo. Ela se manifesta, entre outras formas, através do desemprego em massa, da tendência à estagnação econômica, da instabilidade monetária internacional – traduzida nos intermitentes terremotos cambiais que vêm abalando diferentes nações ao longo dos últimos anos.

Também não me parece exagerado classificar como crítico o cenário geopolítico, caracterizado pela decadência e crescente agressividade da potência capitalista hegemônica, cuja política está produzindo um visível acirramento das contradições interimperialistas – como se pode deduzir das tensões entre EUA e União Européia decorrentes da guerra no Golfo Pérsico -, sendo igualmente flagrante o aguçamento do choque de interesses entre o centro e a chamada periferia do sistema.

Os movimentos sociais, e em particular o movimento operário, ainda carecem de uma análise consensual sobre as características e perspectivas de evolução desta crise, embora haja uma convergência de opiniões em torno de importantes questões relacionadas ao assunto.

A observação de alguns fenômenos em curso sugere que a crise em tela, na qual se entrelaçam aspectos econômicos e políticos (1), está em larga medida globalizada e poderia, por conseqüência, ser classificada como crise geral, estrutural ou sistêmica, conforme propõem diferentes observadores. Não será difícil notar, ainda, que ela exibe particularidades históricas novas, diferenciando-se em muitos aspectos de outras crises verificadas ao longo da história do capitalismo (incluindo a dos anos 30 do século passado), embora carregando muitas características daquelas e expressando as contradições históricas fundamentais do capitalismo, derivadas da forma de propriedade, da oposição entre produção e consumo e da crescente incompatibilidade entre as relações de produção burguesas e as forças produtivas modernas.

Com a compreensão de que nossa análise deve ter como ponto de partida e de chegada a realidade histórica objetiva e concreta, enumero a seguir alguns fenômenos que, a meu ver, demonstram a existência da crise e constituem provavelmente suas principais formas de manifestação (2):
1- Redução progressiva das taxas de crescimento econômico, sugerindo uma tendência à estagnação
2- Desemprego massivo e estrutural, que decorre tanto do crescimento medíocre quanto do avanço da produtividade do trabalho nas condições do capitalismo
3- Instabilidade monetária mundial, que se desdobra em recorrentes crises cambiais e financeiras
4- Declínio do poderio econômico relativo dos EUA e decomposição do padrão dólar, fenômenos estreItamente associados à instabilidade monetária, que podem se desdobrar em grave crise geopolítica.

Essas caracteristicas mostram que o capitalismo desmedido é a principal causa da crise que atualmente estamos atravessando, e o que nos mostra também que está crise não começou agora, mais sim a muitos anos, onde os lideres foram apenas emendando. Claro que assim como tem muito tempo que esta tempestade vem se formando, ainda custará a cessar.

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Opinião de MARI
Na data: 22 de abril de 2009 as 16:34

GOSTARIA DE SABER QUANDO COMEÇOU ESTA CRISE ECONOMICA? COMO FAZ PRA ACABAR ESTA CRISE…

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Opinião de luana da silva carneiro
Na data: 17 de abril de 2009 as 9:32

@Bruno, oi gostei muito da sua opinoão e muito expresiva você fala tudo o que sente em palavras lindas muito interessante

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Opinião de luana da silva carneiro
Na data: 17 de abril de 2009 as 9:25

bom é muito bonito falar da crise mundial muitos falam mais não tem coragem de dizer a verdade o texto se parece com uma poesia porque se retrata sobre a felicidade mais as vezes temos que rir não adianta chorar se nos não pensarmos juntos a crise esta ai se o presidente de cada país de cada cidae fizer a sua parte nos moradores também podemos fazer com que mundo seja um lugar melhor mais não adianta tem alguns paises que estão na cise mais não estão caidos e sim muito bem levantado mais e outros por que não ajudar a quem precisa claro o dinheiro esse e uma problema que todos so pensam em dinheiro ate o proprio Layard não descreve exatamente mais e so isso que todo mundo pensa

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Opinião de Jeferson Soares
Na data: 15 de abril de 2009 as 11:04

@Arthur Cavalcanti, o presidente falou que o Brasil nao foi atingido diretamente, pois o Brasil se salvou dessa crise antes memo de chegar aos EUA…

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Opinião de Jeferson Soares
Na data: 15 de abril de 2009 as 10:59

bom o nosso futuro ta garantido…nao posso dizero mesmo dos EUA…

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Opinião de nino
Na data: 14 de abril de 2009 as 12:03

muito bom para leitura poetica!

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Opinião de Arthur Cavalcanti
Na data: 12 de abril de 2009 as 16:23

è um absurdo o presidente chamar de marolinha a crise, diz ainda q o brasil não foi atingido pelos efeitos da mesma, se milhares de brasileiros perderam seu emprego, até os catadores de materia prima reclamam pela queda dos preços das materias !

O presidente deu uma nova entrevista sobre a crise..leiam

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Opinião de marquinhos
Na data: 10 de abril de 2009 as 16:53

éé…dizem que todo império tem um fim…
chegou a horas dos EUA…

sei lá…essa crise vai durar alguns meses…os preços vão subir, mas depois vai voltar tudo ao normal…

na verdade tou achando até positiva essa crise…
está distribuindo melhor o “dominio econômico” do mundo, e acho que até alguma nações (inclusive Brasil) vão crescer com essa crise.

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Opinião de marquinhos
Na data: 10 de abril de 2009 as 16:41

Você pode se perguntar em que uma recessão nos Estados Unidos pode interferir na economia brasileira e mundial. Na verdade, ninguém pode dizer com exatidão em que medida a situação norte-americana pode provocar estragos em outros países.

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Opinião de Jessica e Fr@n
Na data: 7 de abril de 2009 as 10:34

é um absurdo essa MAROLINHA né pessoal!?

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Opinião de Hemelly Moreira De Souza
Na data: 5 de abril de 2009 as 13:24

Orrrível pois Lula só fala e ainda fala que isso é uma MAROLINHA maolinha porque não afeta a ele

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Opinião de Antonia Carvalho
Na data: 3 de abril de 2009 as 9:15

a crise pune os trabalhadores, por que não se punir os que acumularão a riqueza e ñ souberão administra la, os banqueiros e as multi- nacionais? Para se repetir os mesmo feitos de outrora no sistema capitalista tentam hoje refinanciar o velho sistema, será? vamos cair no mesmo engodo? porque ñ começar a rever as taixas de juros de todos os contratos atuais do sistema financeiro.

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Opinião de maria de fátima
Na data: 1 de abril de 2009 as 11:24

Muito bom.. somente que pessismismo nessas horas só atrapalha, Crise se vence com muito trabalho e determinação.. Nossos amigos japoneses estão afundados nela atualmente .. mas, com certeza serão os primeiros a dar a volta por cima da recessão.. Assim teremos que aprender a tal fato.. otimismo, cuidados e muita força de trabalho nos garantirá com sucesso. O problema dos 18 meses é lá.. no tio Sam… rsrs Plantando é que se colhe e nos brasileiros levamos anos p entender isso: nossos avós, pais.. mas, podemos começar a mudar esse cenário pros nossos netoss!!!Mentalidade e trabalho.. é tudo.. podemos nos restringir a muitas coisas.. pois começa pela frase um Natal melhor??Para MIM nATAL É NASCIMENTO DE cristo!! o que tem a ver com crise está na nossa cabeça viu?? Pois amar a Deus e seu filho que veio ao mundo.. não precisa de dolar nem reais..

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Opinião de prazeres jaime tome
Na data: 19 de março de 2009 as 5:54

partes dos angolanos excluidos e semi-alfabetizados esta ainda distante desta inquietacao mas sofisticada.mas que valem apena ser levadas em conta aqui ,porque um pequeno aumento de renda causa muito mais felicidade aos necessitados do que aos que estao na faixa de consumo medio. esta e a minha opiniao.

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Opinião de Daniela
Na data: 11 de março de 2009 as 1:30

bom artigo, a única coisa a que me admira é que pessoas resistiram à grandes guerras, enfretaram situações muito complicadas, e nós não conseguimos enfrentar a iminência de uma recessão econômica.

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Opinião de giovanna
Na data: 10 de março de 2009 as 10:56

Bom artigo,Seria o aumento da renda, entretanto, a única condição indispensável para melhorar a qualidade de vida da população? É assim que vem sendo tratada a discussão sobre a recessão, que não necessariamente precisará agravar a "infelicidade nacional bruta". Nosso presidente, com a verborragia solta que o caracteriza, tem sempre mencionado "um Natal melhor", referindo-se exclusivamente ao lado material da data, desprezando significados espirituais, não obstante o beija-mão recente com o Papa. Será esta a única dimensão possível?

Para a população do primeiro mundo que superou a barreira da subsistência, como ocorre aqui com as classes média e alta, tornar as pessoas mais felizes não tem necessariamente uma relação direta com o nível de renda. Pelo menos é o que diz um dos mais renomados economistas ingleses, Richard Layard, em seu livro "HAPPINESS — Lessons from a New Science" (publicado em português pela Editora Best Seller, 2008, com o título "Felicidade — Lições de uma Nova Ciência").muito bom mesmo me ajudou bastante!!!!!!!!!!!!!

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Opinião de Paulo César
Na data: 21 de fevereiro de 2009 as 11:21

Bom artigo, apesar de seu um pouco pessimista.

Porém não foge muita a nossa realidade atual.

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Opinião de Emilio Mendonça
Na data: 18 de janeiro de 2009 as 21:19

Não tenho disposição alguma para já declarar guerra vencida, simplesmente desconsiderar um ano que mal começou.
Ora, se pensarmos desse jeito, provavelmente o mais encorajador seria nos matarmos logo de vez, porque esse não é o primeiro momento difícil que vive a humanidade e também não será o último.
O que me admira é que pessoas resistiram à grandes guerras, enfretaram situações muito complicadas, e nós não conseguimos enfrentar a iminência de uma recessão econômica.
Não concordo com os que dizem que o Brasil está fora de perigo, mas é bem verdade que sofrer antecipadamente não só nos desgasta mais, como pode aumentar os efeitos da crise.

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Opinião de Camilla Parkinson
Na data: 13 de janeiro de 2009 as 17:17

O autor é pessimista e deveria acreditar mais em nosso grande líder Lula da Silva, que garante que tudo fará para que o Brasil continue crescendo embora o mundo esteja explodindo. Vamos de Dilma Rousseff de plástica nova, quem sabe menos feia fica aceitável. Por falar nisso, se ela for presidente, teremos um primeiro-marido? Respostas urgentes para a redação. A Marta adorou saber qual a situação conjugal do Kassab, agora está na hora de saber quem é o marido da Dilma.

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Opinião de GELL
Na data: 7 de janeiro de 2009 as 13:07

BRASIL, BRASIL, BRASIL

Coitados dos meus netos!!!!!

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Opinião de Bruno
Na data: 7 de dezembro de 2008 as 11:44

Com certeza em 2009 crise deve se agravar. Acho que o Iran deve acreditar em Papai Noel, só pode, não tem outra explicação.
Tanto a Vale, com Fiat e outras montadoras já começaram suas demissões e a tendência e de mais demissões em 2009.
O presente de Natal que muitas pessoas vão ganhar esse ano é o desemprego, infelizmente.
O dólar subindo, bolsa em queda, indústrias reduzindo a produção; acho que 2009 não será nada bom!

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Opinião de Iran Pimentel
Na data: 1 de dezembro de 2008 as 10:07

Feliz 2010 ?.

Neste Brasil num momento para o outro ficamos alarmados com qualquer cenario que surge a nivel internacional, e lógico que devemos nos precaver, mais chega-se ao absurdos de comecarem as demissões em massa e outras atitudes.
Esta na hora de trabalhar, trabalhar, vencermos os desafios, o Governo buscar alternativa e não ficar nessa cortina de fumaça ou jogando o lixo pra baixo do tapete.
feliz 2009 sim, vamos trabalhar, ser concientes com as nossas atitudes.
Que o nosso presidente viaje menos e olhe para os problemas internos deste Brasil, aliás o aerolula já se tornou um governo intinerante só que fora do Brasil.
Feliz 2009 Para Todos, que sejamos firmes nas nossas atitudes e coragem para vencermos mais esta crise.

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Opinião de Francisco Marcio
Na data: 22 de novembro de 2008 as 13:11

Muito bons os artigos desse economista — ele podia escrever toda semana, seria interessante.

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Opinião de Ursula Andrews
Na data: 22 de novembro de 2008 as 9:24

Pelas notícias atuais não seria melhor desejar logo Feliz 2011 (pelo menos o Lula não estará mais aí!!!)

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Atualizado 12/03/2010 17h15