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Mutilação genital feminina

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertam para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já tenham sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corram o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.

A remoção do clitóris é comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS há breves explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino – o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.

Os grupos de combate a essa prática enumeram complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.

No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.

A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja. No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.

Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.

A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Um outro olhar

Helen Caroline Negrão, de 26 anos, cursou Relações Internacionais e decidiu fazer seu trabalho final de curso unindo o que estudou na faculdade às áreas de Direitos Humanos e Antropologia Cultural, mais especificamente o caso da mutilação genital. Eu me interessei por esse assunto por vários motivos e o primeiro deles trata do etnocentrismo, que é a uma visão do outro a partir de nossos modelos, nossos valores, e, particularmente, do eurocentrismo, da visão salvadora que a cultura européia tem sobre o continente africano de modo geral desde a colonização. Meu maior sonho era poder entender um pouco mais sobre isso de modo imparcial, conta.

Em seu trabalho acadêmico, Helen compara a mutilação genital a práticas que fazem parte da cultura ocidental, e levanta questionamentos sobre o fato de muitas vezes as mulheres optarem pela excisão, em vez de serem obrigadas, como se costuma interpretar através das colocações da mídia. Nossa sociedade também tem os seus costumes. Poderia citar como um deles o caso de tratamento de crianças que nascem sob a condição de intersexuais. Como pode um exame de sangue determinar se aquela pessoa terá realmente o sexo que sua 'genética' ou seus pais determinaram? Não é um crime extirpar um órgão saudável e não fornecer a chance de a pessoa optar por ela mesma se ela quer ou não ter aquele órgão?, questiona.

Quando indagada a respeito da maneira como os grupos em que a Care atua têm recebido o trabalho da organização – se eles não estariam se sentindo invadidos ao notar que pessoas de fora da comunidade estariam tentando modificar suas tradições, crenças e costumes -, a especialista Susan Igras mostrou concordar, afirmando que esse é um dos obstáculos enfrentados no combate à mutilação, já que ela está arraigada nesses grupos.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Muitas vezes as informações estão contaminadas por impressões e valores etnocêntricos que inviabilizam a compreensão do significado para as pessoas e grupos sociais envolvidos com a prática em questão, analisa. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam – os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.

Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.

A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei

Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.

Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.

O sofrimento e o ato de tortura associados à mutilação levaram à condenação, a dez anos de prisão, de um imigrante da Etiópia morador dos Estados Unidos, pai de uma menina de sete anos de idade que a submeteu a uma mutilação genital quando ela tinha apenas dois anos. A mãe da menina, já separada do pai e que não concordou com a atitude dele, ajudou a passar uma lei na Georgia contra a mutilação genital – que já era considerada ilegal em 16 estados norte-americanos e proibida para menores de 18 anos por lei federal desde 1997 no país. Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.

Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.

O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura. (LEIA MAIS)

O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta. Em outros países, também com grande número de imigrantes vindos de comunidades em que a excisão é praticada – Austrália, Noruega, França, Suécia e Canadá – já adotaram lei específicas contra a prática.

Segundo dados do Fundo para a População das Nações Unidas (UNFPA), dos 28 países africanos em que ocorre o ritual apenas 12 têm leis ou recomendações relacionadas à mutilação.

O Sudão foi o primeiro Estado africano a interditar a excisão, em 1946 – mas somente em sua pior forma, continuando a permitir o corte simbólico do clitóris. O novo Código Penal, de 1993, no entanto, não faz qualquer referência à mutilação.

No Egito, um decreto presidencial de 1958 proibiu a excisão. Em 1996, o Ministério da Saúde acabou com as licenças para os excisadores, interditando a atividade. Um ano depois, um tribunal revogou a decisão.

As leis do Gana, Guiné-Conacri, Burkina Faso, República Centro-Africana, Costa do Marfim, Djibuti, Senegal, Tanzânia e Togo condenam a mutilação, com penas que vão de seis meses de reclusão à prisão perpétua. No Quênia, um decreto presidencial desaconselha a prática. Porém, até Junho de 2000, ocorreram detenções somente no Burkina Faso, Gana, Egito e Senegal.

Na Guiné-Bissau, uma proposta de interdição da mutilação genital apresentada em 1995 foi rejeitada. No entanto, o Parlamento aprovou a recomendação de julgar os responsáveis pela prática se esta resultasse na morte das excisadas. Uma nova lei está em cima da mesa no Parlamento.

Este site é contra a mutilação genital em suas diversas formas, pois acredita que não existe crença, ritual ou tradição cultural ou religiosa capaz de justificar a exposição da saúde a danos tão sérios, e até mesmo ao risco de morte, além de inúmeros problemas psicológicos. Dê a sua opinião sobre o tema.

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

60 Opiniões

  1. Paulo Lamothe disse:

    A mutilação genital é grave e repulsiva; mas considerando aspectos religiosos e sociais, é preciso cuidar e coibir, urgente e decididamente, da falta de assistência médica nessa prática. Ela tem que ser obrigatória, onipresente mesmo.

  2. Edson Monteiro de Oliveira disse:

    As mutilações desse porte, tem que ser crime, e quem obriga as crianças e mulheres a fazerem isto, tem que ir para prisão e jogar a chave fora.

  3. Bruna C. dos Santos disse:

    Existe violação maior dos direitos da mulher do que isso? Para que dificultar a vida sexual delas? Tudo já é tão complicado na África e eles ainda complicam mais e mais…

  4. LAILTON ARAÚJO disse:

    A EDUCAÇÃO É O CAMINHO DA TRANSFORMAÇÃO?

    A educação dos humanos é o fator que mais caracteriza o grau de evolução da espécie Homo sapiens. Quando o ser humano não recebe as informações mínimas para seu desenvolvimento intelectual ou quebra as regras básicas de convívio em sociedade (ou ecossistema), é grosseiramente chamado (por alguns) de animalesco; condição bem inferior às outras espécies de mamíferos.

    As crianças nascem brutas e com os mesmos instintos selvagens de outros bichos. Esses instintos ou impulsos primários permanecem inalterados em algumas pessoas nas diversas fases da vida, e independe de classe social, mostrando que evolutivamente, o ser humano é complexo e sua personalidade dependerá ou não, da qualidade ou quantidade de informação recebida. Qualquer cérebro não ativado diariamente pode cair no desuso ou atrofiar! Alguém duvida?

    Falsos conceitos de individualidade, coletividade, inferioridade, superioridade, repressão ou liberdade sem limites geram seres humanos anti-sociais, adaptados ou não, aos ecossistemas da espécie Homo sapiens.

    A educação é o caminho da transformação?

  5. jerferson marques santos disse:

    tenho.28,anos acho isso uma barbaridade, ainda bem que existe pessoas como voces para alertar populacao sobre essa criminalidade com as mulheres

  6. Well disse:

    Mutilação sem o consentimento do próprio é um crime inadmissível em qualquer circunstância.

  7. Eduardo disse:

    Algumas comunidades tendem a crescer e a multiplicar-se, e adotar bons hábitos higiênicos é uma das condições primordiais. Outra condição importante é a igualdade de direitos entre todos da comunidade.
    Outros povos se lixam para esses conceitos e praticam mutilações e outras barbaridades nojentas usando o argumento da tradição secular ou mesmo assumindo, com toda cara de pau, que a mutilação é uma forma de subjugar as mulheres. Para esse tipo de gente, as leis da seleção natural funcionam, e eles tendem a se extinguir. Até hoje não vi ação humana que conseguisse reverter essa ordem natural das coisas.

  8. Chico Poeta disse:

    Quando se fala que temos que modificar o mundo pela educação, nos sugere que primeiro temos que cuidar da educação dos adultos e das suas culturas.

  9. Sarah Dellorto disse:

    Como internacionalista penso que cada sociedade tem seus costumes e crenças e que estes não podem e não devem sofrer interferências. Pensamos como ocidentais e eles pensam e agem como suas respectivas culturas. Quanto à questão da saúde quantas pessoas não morrem por motivos banais no próprio ocidente e nenhum organismo internacional tem se mobilizado para mudar esse cenário.
    Sou contra qualquer intervenção que venha a ser feita nesses países. Eles são vistos desde o período colonial como atrasados e “coitadinhos” e que precisam do ocidente para se desenvolver, ou melhor, para EVOLUIR. Cada povo tem direito a ter uma cultura da maneira com que foi construída.

  10. Pati disse:

    Essa é uma questão bem complicada. Pois a intervenção é ruim e a não-intervenção é pior. A discussão, para mim, gira em torno de até onde podemos interferir em culturas, sociedades e povos. Seria um pensamento egoísta deixar que cada povo viva como quiser…seria como se algum povo ou sociedade descubrisse algo bom para o homem, mas guardasse segredo e deixasse que cada um que descubra. É bem complicada essa questão. Mas acho que o melhor caminho é o da Liberdade! Deixar que as pessoas escolham o melhor para suas vidas. Sou a favor da liberdade. Essas mulheres precisam de liberdade para decidir se querem ou não passar por esse tipo de mutilação. Mas a liberdade só vem com o conhecimento. As pessoas só podem decidir se possuem informação das opções. Pois se conhecem apenas uma opção não podem decidir nada.

  11. dina disse:

    a ignorancia destes povos
    a falta de educação
    se a mulher nasce com o clitóris e porque e enssencial ao organismo Deus deu a mulher clitóris quem se acha mais perfeito? para chamar a deus imperfeito e uma crueldade que devia ser punida severamente se deus entendeu que tanto homen como mulher terem direito ao prazer quem se acha superior para desfazer o que deus fez

  12. daniela disse:

    acho um trabalho muito interessante, mas para alem disso devia ter mais imagens, acerca deste mesmo assunto.

  13. Igor disse:

    Só gostaria de ressaltar que essa não é uma prática islâmica,tendo suas origens em alguns países da África central.A mutilação genital feminina NÃO É UM PRINCÍPIO DO ISLAMISMO,e esse é um argumento preconceituoso e ignorante que é usado na propaganda anti-muçulmana de hoje.Isso é uma vergonha!!!
    E eu também sou contra a mutilação,pois acho que ninguém merece ser submetido a um tratamento tão desumano e machista como esse…

  14. joão mpaca disse:

    esto na verdade é um problema em africa sobre o coito genital, tendo em conta a agresão sexual que se faz sentir em zonas ruras principalmente.eu sou um professor da zona rural numa das provincias de angola mi deparei com este grande problema.

  15. monstrex disse:

    Sr Paulo Lamothe… o senhor ainda considera que “isto” deve ter apoio médico?!?!?
    Isto não devia sequer era ser permitido? E se fosse no seu pénis? Queria apoio médico?
    “Ela tem que ser obrigatória”… a presença médica… está a promover a excisão.
    Elimine o seu post se ainda lhe resta um bocado de decência.

  16. Reni Duarte da Silva Costa disse:

    Estou abismada com isso que acabo de ler, e minha opiniao é o seguinte: Nao existe lei, povos, costumes, credos,enfim, nao pode deixar que nada disso interfira em algo criado por Deus, que é o ser humano e seu corpo. O clitóris na mulher é a chave principal do seu prazer, o resto é só dor e desprazer, se tirar isso dela, aproveite e mate-a para que seu pecado seja maior, porque voce vai pro inferno de qualquer jeito. E tem mais,nao sou feminista, mas as mentes machistas e ignorantes desses povos, sao de dar nojo, e ainda por cima fazer isso sem assistencia medica e sem anestesia?Como disse o colega, prende na prisao e joga a chave fora. Tem de morrer lá dentro.Porque eles podem ter prazer e a mulher nao? Corte a cabeça do pênis deles e vamos ver se a coisa vai funcionar como eles imaginam. Vai ser chumbo trocado.FANÁTICOS, BANDIDOS, MONSTROS E BURROS.

  17. sergio ferreira disse:

    Isso pra mim é uma coisa absurda, pois eu acho um egoismo da parte do homem. Eles gostam de trair e tem medo de ser corno, pôxa não precisava fazer uma maldade dessa com as mulheres só pra elas ser fiel. Eu acho uma sacanas e ficam iventando que é normal…. sai fora……

  18. MARIA CARREIRO CHAVES PEREIRA disse:

    CREIO QUE É LAGO MUITO SÉRIO, POR QUE ESTÃO SUBMETENDO MULHERES E MENINAS A ALGO TOTALMENTE CONTRÁRIO AO PROPÓSITO PARA O QUAL DEUS CRIOU A MULHER: ESTAR LADO A LADO COM O HOMEM. ELA FOI FEITA DA COSTELA PARA ESTAR AO LADO DELE, NÃO ABAIXO. SE FORAM CRIADOS PARA SEREM IGUAIS, O DIREITO QUE O HOMEM TEM AO PRAZER, A MULHER TEM TAMBÉM. EM NOME DE UMA CULTURA PERVERSA, AINDA, FAZEM COM QUE ELAS PENSEM QUE SE NÃO FOREM SUBMETIDAS A MUTILAÇÃO GENITAL ESTARÃO EM PATAMAR DE INFERIORIDADE COM AS OUTRAS. É UMA ABERRAÇÃO ESSE TIPO DE CULTURA!

  19. MARIA CARREIRO CHAVES PEREIRA disse:

    CREIO QUE É LAGO MUITO SÉRIO, POR QUE ESTÃO SUBMETENDO MULHERES E MENINAS A ALGO TOTALMENTE CONTRÁRIO AO PROPÓSITO PARA O QUAL DEUS CRIOU A MULHER: ESTAR LADO A LADO COM O HOMEM. ELA FOI FEITA DA COSTELA PARA ESTAR AO LADO DELE, NÃO ABAIXO. SE FORAM CRIADOS PARA SEREM IGUAIS, O DIREITO QUE O HOMEM TEM AO PRAZER, A MULHER TEM TAMBÉM. EM NOME DE UMA CULTURA PERVERSA, AINDA, FAZEM COM QUE ELAS PENSEM QUE SE NÃO FOREM SUBMETIDAS A MUTILAÇÃO GENITAL ESTARÃO EM PATAMAR DE INFERIORIDADE COM AS OUTRAS. É UMA ABERRAÇÃO ESSE TIPO DE CULTURA!

  20. Koppe disse:

    Uma pergunta: no Brasil existe alguma lei que proíba esse absurdo?

    Se não houver, devemos imediatamente pressionar os legisladores para que façam isso o mais rápido possível.

  21. Koppe disse:

    Uma pergunta: no Brasil existe alguma lei que proíba esse absurdo?

    Se não houver, devemos imediatamente pressionar os legisladores para que façam isso o mais rápido possível.

  22. gustavo disse:

    eu gustavo achei muito interresante

  23. heloisahelena de oliveira silva disse:

    Excisão, é uma violência ao gênero feminino, a qual precisamos estarmos atentas ,pois na era da globalisação se esses contumes , práticas que são expostas as mulheres como ato sublime a nível religioso ou social,virarem ação desse sistema, estaremos ameaçadas a sofrermos o processo de sermos postas em extinção.

  24. Steve Trevor disse:

    Deviam pegar a Sra. Sarah Dellorto à força e arrancar suas partes íntimas com lâminas não muito bem afiadas (em muitos lugares isso é feito com faquinhas de ritual, semelhantes a bisturis, usadas há muitas gerações e com o fio já gasto, afiado em pedras que deixam a lâmina com um serrilhado que deve causar dores indescritíveis ao cortarem a parte mais sensível do corpo da mulher) e sem anestesia, para depois sabermos se ela ainda iria continuar defendendo esse tipo de tortura.

    Só tenho pena se ela vier a ter uma filha, pois é possível que queira que cortem pedaços da menina…

  25. Alexandre Magno disse:

    A tomada de consciência das mulheres vitimas é necessaria, porém nossa tomada de consciência e solidaridade tambem tem que se fazer presente e ouvida.Todos conhecemos essas praticas que já o são tipificadas como crime ediondo, vamos sim sensibilizar pessoas aqui no Brasil por palestras informativas e assim providenciar um abaixo assinado para ser enviado a União Africana. Com isso, mostrar nossa solidariedade e ciência do problema que atinge principalmente mulheres africanas.

  26. vera regina cardoso disse:

    A mutilação genital é grave e repulsiva sim, e na minha opinião, não existe aspecto religioso, cultural ou social que justifique sua prática, principalmente em crianças indefesas e sem direito de ter uma vida sexual saudável e prazerosa.

  27. Anderson Carlos Estanislau C disse:

    Concordo com o Sro Steve Trevor,faço das dele as minhas palavras,não a nada que justifique este tipo de brutalidade,uma criança em ipotese alguma pode sofrer este tipo de violência!tudo bem que cada povo tem suas crenças e costumes ,mas isso deveria ser interfirido pelas organizações competentes,uma vez que dói só de ler uma materia como essa,imagine o sofrimento da pessoa que sofre com este tipo de "violência"é uma pena que nada seja feito para acabar com essa brutalidade.A nós resta expressar solidariedade a essas vitimas ,e não apoiar sertos tipos de costumes né Sra sarah!

  28. cristina mara de souza bolleta disse:

    MAIS UMA VEZ VEMOS MUTILAÇÕES PRATICADAS EM NOME DO ISLAMISMO RELIGIÃO ESSA QUE PARA MIM SIGNIFICA SINONIMO DE IGNORANCIA,FANATISMO,TERRORISMO, RADICALISMO,AUTO FLAGELO E ETC. INFELIZMENTE ESSES FANATICOS MUÇULMANOS SÃO A CAUSA DO TERRORISMO E INSEGURANÇA MUNDIAL.

  29. Sheila Borges disse:

    "A mulher precisa decidir se quer ou não ser MUTILADA?"(SIC)!Isso é um absurdo, um total desrespeito. Que mulher em sã consciência admitiria a mutilação do seu corpo? Alguma mazoquista eu suponho. Acredito que antes de sermos Ocidentais, pretos, azuis ou amarelos, somos humanos e uma atrocidade dessas não deveria sequer ser discutida e sim banida. Nós devemos intervir sim na cultura de outros povos, quando se trata de assuntos bizarros como este… ISLÃMICOS SÃO MACHISTAS E IGNORANTES… UMA CULTURA MUITO POBRE E DESUMANA! GRAÇAS À DEUS EU NÃO NASCI EM MEIO A ESSAS CRIATURAS!

  30. meu deus! disse:

    Diante de assuntos absurdos e desumanos como este que eu me pergunto até que ponto não vai o machismo e a ignorância do mundo Islãmico?

    Em que provérbio do alcorão diz que os homens devem cortar a vagina da mulher?

    "A MULHER PRECISA DECIDIR SE QUER OU NÃO SER MUTILADA?"

    Que mulher em sã consciência admitiria a mutilação do próprio corpo?

    Alguém precisa cortar a vagina da Sarah Dellorto, com um canivete sem anestesia, quem sabe, assim, ela aprende que mazoquismo é quando uma pessoa gosta de ferir a si mesma, e crime é quando uma pessoa féri ao próximo. Antes de sermos Ocidentais ou Orientais, somos humanos e práticas machistas e bizarras como essas não deveriam sequer serem discutidas, mas sim punidas com severidade, pois isso é um CRIME HEDIONDO! A LEI DOS DIREITOS HUMANOS ESTA ACIMA DA "CULTURA" ou da "bárbarie" como preferir…

  31. Wesley S Bueno disse:

    Quando tive conhecimento do assunto, fiquei completamente chocado com há crueldade que impõem a essas crianças, que pagam por erros de fanáticos relígioso com uma crença sem fundamentos e de culturas sociais que fogem da compreensão humana e de Deus.
    Espero que os lideres mundias tomem as devidas providencias e resolvam esse assassinatos em massa que estão ocorrendo no oriente.

  32. Wildson disse:

    Essa "cultura" deve ser proibida e reprimida, pois ao meu ver, se resumo a abuso sexual. O que me deixa preocupado é a forma como os governos, nos países que a praticam, se mostram imparciais, ou quase.

  33. Joao Laura disse:

    Acho essa pratica uma grande barbaridade e um autententico extreminio a mulher adolescente. Porque para alem de se tornar um perigo para existencia da humanidade deixa de fora as mulheres submetidas a tal pratica a um dois maiores prazer da vida, que é fazer sexo e atingir o orgasmo.
    ASSASSINOS.

  34. Arthur de souza disse:

    eu vejo essa pratica como uma grande tolice, que causa muitos danos as mulheres que são praticamente"obrigadas" a fazer esse tipo de coisa, a começar pela serie de doenças que elas correm o risco de pegar,pelos incomodos que isso causa,não vão vivenciar as suas sexualidades ao maximo,e essa pratica pode levar ate a morte das mulheres que são submetidas a ela.
    eu acho que isso é uma forma de querer mostra que as mulheres são "inferiores" aos homens, e acho tambem que deveria existir uma lei, que impedice isso passando por sima de "cultura e crenças religiosas" que apoiam a mutilação genital femina, pois isso é uma agressão as mulheres…

  35. Carlos Alam disse:

    Resumindo. . .
    Isso é algo inaceitável,Regimes e Valores antigos e antiquadros demoram para se dispersar :/

  36. Afonso Palácio disse:

    Resumindo, com outro ponto de vista…
    Cabe a nós interferir em outras culturas? Não discordo que é um ato brutal, mas "(…) A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio,(…)" Até que ponto, portanto, existe uma soberania estatal? Uma soberania de um povo em sua fronteira… Eurocentrismo, ocidentalismo se sobrepõem sobre outras culturas "mais atrazadas"?

    obs:nao discordo que é um ato brutal!

  37. Luiz Antonio Pessoa disse:

    A mutilação genital é de origem cultural e principalmente religiosa, é uma questão de fazer da mulher um ser de total inferioridade, que ALÁ tenha misericordia dessas pessoas.

  38. zilda assunção disse:

    Embora se diga que é resultado de tradição cultural e religiosa, nada disso justifica colocar em risco a vida do ser humano. É uma atitude perversa, desumana que está arraigada na cultura de origem machista.

  39. Ana Lira disse:

    Nenhuma cultura ou crença justifica uma agressão; Acredito que a prática é originária do machismo que resiste fortemente em muitos países! Sou totalmente a favor da diversidade cultural, mas a agressão e a falta de escolha dessas mulheres de forma alguma;também não deve ser comparada a cultura e sim a maldade implantada na mente desse povo!

  40. luci alves disse:

    INDEPENDENTEMENTE DE SER UMA QUESTÃO CULTURAL, É UM ATO DE MACHISMO QUE ESTÁ ENRAIZADO NO PLANETA TERRA, O MUNDO INTEIRO É MACHISTA,NÓS MULHERES TEMOS QUE GRITAR SEMPRE, NUNCA ACEITAR ESSE TIPO DE COISA, PORQUE A MULHER NÃO PODE TER PRAZER SEXUAL? PORQUE NÃO MUTILAM O ORGÃO MASCULINO DE UM ESTRUPADOR? AO CONTRÁRIO, EM MUITAS CULTURAS É PERMITIDO SER ESTRUPADOR, É UM ABSURDO, QUE MUNDO PODRE É ESSE?

  41. vilma ap do carmo disse:

    Entendo que mesmo sendo uma questao de cultura, temos que fazer estas pessoas mudarem suas praticas.Afinal nao podemos nos calar sabendo que varias crianças sao mutiladas e mesmo levadas a morte por nada, ou a meu ver por puro machismo.Claro que nao vou pregar a mutilaçao aos homens, afinal sou contra qualquer tipo de violencia e a meu ver nao resolveria o problema.Enfim nao posso entender uma Cultura que agride o corpo de um ser Humano.

  42. Marcos P. disse:

    Por favor… apelar ao Bom Deus para defender uma posição cultural é, no mínimo, ridículo. Tenho formação em história e apreciei, desde o início, a corrente de pensamento culturalista. Entretanto, não pude considerar de bom gosto o infame relativismo cultural que nos ata as mãos diante de práticas como a MGF. Indico para leitura os trabalhos de Bruno Latour, Walter Mignolo e Boaventura de Sousa Santos (alguns dentre os melhores) que procuram pensar o problema do universalismo ocidental x localismo cultural em novos termos. Uma prévia: aos nossos olhos essa tal de MGF é uma desgraça, agora, leia a carta do cacique Seattle e faça um exercício de empatia. O modo de vida do "cara pálida" era uma desgraça aos seus olhos. Nossa forma de nos relacionar com o meio ambiente, assim como com nossos semelhantes, é uma trajetória traçada rumo à insustentabilidade. A grande questão que se coloca é a seguinte: em que medida podemos ensinar uma melhor forma de vida aos "outros" sem estarmos comprometidos com uma revisão de nossa própria cultura? Isso demanda comprometimento, quem está disposto? O mais fácil é simplesmente impor, em nome dos bons constumes, da moral, ou do bom deus cristão (argumentos de pura justificação ideológica) o que julgamos ser Humano. O foda é que nossa "cultura", além de trabalhar com a idéia da exacerbação genital feminina desde cedo, por meio da mídia e da reprodução de estereótipos e clichês (transformando mulheres nas "popozudas" ou "cachorras"), é caracterizada por sempre tomar o caminho mais fácil! Ou seja… vamos levar os "Direitos Humanos" através da força da pólvora aos povos neo-colonizados cujos Estados não são reconhecidos por sua própria população pelo simples fato de serem arcaicas estruturas de dominação herdadas da época colonial por segmentos sociais moldados pelos valores consumistas. Ninguém possui o direito de dizer o que é certo ou errado. Essas categorias só podem ser construídas dialogicamente dentro de um quadro antropológico simétrico, a partir da tradução cultural e da constatação de que nenhuma (NENHUMA!!!!!!!) cultura é definitava e acabada, todas estão em transformação, em contato. Os rumos que tomam essas transformações dependem de como agiremos…

    Cortar a vagina de uma mulher é tão monstruoso e repulsivo quanto transformá-la numa grande representação sexual!!! Problemas culturais? Também temos. (Mas como ocidental reconheço que essa merda de mutilação me parece 10.000 vezes pior! hehehe…)

  43. Mariana disse:

    Isso é dominação masculina. Tudo é cultura. As mulheres que apanham no Brasil, também é cultural. Então pra que a Lei Maria da Penha? Ah! Mas quando se trata da África, é cultural. Deixa lá as criaturas se acabarem é melhor para o mundo, menos negros. Racismo e Machismo pode ser cultura, mas nós não podemos aceitar. Respeito a cultura desde que respeite o ser humano.

  44. Marcelo disse:

    Não parece existir dúvidas de que se trata de uma forma de subjugação e inferiorização das mulheres e portanto, algo a ser combatido sem hesitações, mesmo que aparente ser "arbitrário", "legalista" ou politicamente incorreto para alguns. Também sou formado e leciono História. Minha visão é bem distinta do colega Marcos. O chamado relativismo cultural, a antropologia culturalista entre outros, são instrumentos intelectuais importantes para a compreensão de outras sociedades distantes no tempo e no espaço ou mais contemporãneas. Parece que apreciar o Relativismo denota certa "sofisticação teórica", espírito de "tolerância" frente à outras concepções que, no + das vezes são mostradas de forma esteriotipada…Como se, por ex. afirmar-se universalista fosse algo "burguês", "conservado" Há relativismos e relativismos, cultural, moral, cognitivo… Culturas e tradições são elementos dinâmicos e sujeitos a constante mudança e reelaboração.Portanto, criações humanas, falífeis e imperfeitas. A coisa complica na questão normativa, na aplicação de leis, na defesa dos direitos humanos. Aí, acredito que o papel das ciência humanas pode ser ambíguo. Simplesmente pode justificar violências por supostamente tratarem-se de resistências culturais (conceito de uso muito banal e pouco compreendido). Gostemos ou não existem critérios básicos sobre a dignidade humana que não dá para serem olvidados. Afirmar que ninguém pode definir o que é certo e o que é errado, justo e injusto, é temerário pois simplismente afirma que tudo é subjetivo e não há perspectiva de diálogo. Comparar quem combate a MGF com a atuação de emissários do imperialismo(do séc XIX ou atual) é muito infeliz, como o fez a antropóloga da PUC-Rio e outros citados no texto. No mais parece ser uma crise de identidade de nós, ocidentais. Uma má consciencia, demonizamos tudo que nós realizamos durante ´seculos e milênios, sem observar o que temos de bom. E que pode ser apresentados a outros povos,devidamente contextualizado, negociado, sem imposições. E vice-versa. Vale lembrar que o revisionismo histórico, o negacionismo (do Holocausto) é tb uma forma de relativismo. Tb bem deplorável.

  45. Caroline disse:

    Não há sombra de dúvidas ,de que não importa se é crença ou religião,a mulher jamais deve ser multilada dessa forma.Isto me assusta,pois estamos no século 21 e um tipo de ação como essa é inaceitável.Não só por sermos conscientes dos direios de todos,mas sim por sabermos que este tipo de ação é uma agressão ao ser humano com um todo.A mulher tem o direito de ser respeitada,e o que me deixa mais indignada é saber que isto não acontece somente em países africanos,que infelizmente é o continente em que há mais pobreza e doenças,por falta de informação à sua população.Mas que tem presença no mundo todo,o que é inaceitável,pois podemos julgar a África por ter altíssimos níveis de pobreza e desigualdade,mas esquecemo-nos de que moramos em países mais desenvolvidos,onde existem muito mais leis,informações e proteção à mulher.Isso mostra apenas que a violência contra a mulher predomina por todas as partes do mundo e que não se trata de falta de informção,mas sim violência exessiva e falta de justiça ao nosso favor.Não devemos questionar apenas a multilação genital,existem milhares de multilações que não são levadas em consideração.A violência contra a mulher existe em toda parte,aqui no Brasil milhares e milhares de mulheres são espancadas todos os dias por seus companheiros.Ou seja,as mulheres são agredidas todos os dias por aqueles que escolheram dividir sua vida e seu amor.Isto é inaceitável devemos sim declarar guerra à essa multilação genital,que esta sendo exercida em muitos países,mas devemos declarar guerra todos os dias à violência contra a mulher,em qualquer lugar que seja,no Brasil,nos EUA,Na Europa ou em qualquer outro lugar do mundo.A violência deve ser banida!Nós temos o direito e a obrigação de intervir.Pensamos apenas no que pode acontecer às outras,no que pode acontecer a qualquer uma de nós.Eu tenho 15 anos,talvez para muitos seja cedo para me preocupar com o que acontece ao mundo,mas o meu futuro quem escreve sou eu,somos todos nós e se nós mulheres conquistamos muito até hoje,nós conquistaremos a nossa liberdade e o direito de não sofrer mias violência.

  46. Rivanilde Ramos disse:

    Isso é um absurdo uma violência imperduavél, além da dor física e riscos, destroi os valores femininos, todas essa pessoas que obrigam e ou submetem-se a esse ato considero-os como loucos. Isso não pode continuar tem que haver uma maneira de acabarcom essa loucura punindo rrigorosamente os resposáveis.

  47. Eliane disse:

    Para mim, é um desrespeito o que se faz as mulheres…de facto nas sociedades em que a circunsicao feminina é uma pratica normal, deveria ser considerada um crime, e assim sendo punivel pela lei!

  48. LUCINEI SOUZA disse:

    Tá na hora de acabar com essa crueldade, ser-humano algum jamais deveria passar por isso.
    Chega já naõ dá mais para finjir que não estamos vendo.

  49. Murilo Alvares daSilva disse:

    Essa gente é louca!! Puritanismo no século XXI? Daqui a pouco vão canonizar Torquemada!

  50. simone disse:

    Meu nome é Simone e eu concordo plenamente com esse Site .se eu podesse também de alguma fora fazer alguma coisa para acabar de uma vez por todas com essa prática,como um abaixo assinado eu também assinarei com certeza.

  51. Simone Cristina Santana da Silva disse:

    Voltando ao comentário eu concordo com o leitor Alexandre Magno que da mesma forma que eu pensa em um modo de acabar e punir severamente como a prisão perpétua para quem tal ato obrigar a ser feito e para quem também consentir com a pratica e para quem fizer a mutilação.Principalmente quando se trata de meninas.

  52. Tatiana Pacheco disse:

    Nossa,estou fazendo um trabalho sobre a mulher na Africa, o site é maravilhoso,e contribui para o meu trabalho, é duro essa realidade.

  53. Amanda Paganini Beckhauser disse:

    Fico chocada como ainda nos dias de hoje confundem uma violência perversa dessas com tradição cultural.

  54. PAULO COELHO disse:

    LINDA SÃO AS MULHERES QUE POR SI TEM O GRANDE PRAZER DO SEXO. NÃO PODEMOS PRIVALAS DE TER ORGASMO. SOU A FAVOR DAS MULHERES COMO VIERAM A NATUREZA.

  55. DEBORA disse:

    ISTO É UMA CRUELDADE QUE FAZEM COM AS MENINAS QUE SÃO UMAS INOCENTES SEM PODEREM TER DIREITO A ESCOLHA ALGUMA QUE MUNDO É ESTE PARA MIM ELES SÃO UNS TERRORISTAS TEM QUE TER UM JEITO DE ACABAR COM ,ALGUEM QUE PODE E TEM PODER DEVERIA VER ESTE CASO COMO DE SUMA IMPORTANCIA ELES ALEGAM QUE NÃO PODE FAZER NADA QUE UMA TRADIÇÃO DE RELIGIOSIDADE MAIS DEVERIAM VER OU FAZER UMA LEI QUE NÃO ACEITASSEM COISAS QUE COLOQUEM EM RISCO A VIDA DE MULHERES COMO MUITAS JÁ MORRERAM SANGRANDO COM ESTA MUTILAÇÃO ESTA TRADIÇÃO A DA MUTILIÇÃO TEM QUE SE FAZER ALGO PARA QUE ISTO ACABEM DE UMA VEZ PELO MENOS ISTO.

  56. Zach Aaron Erenberg disse:

    Debora, sendo ou não uma partidária do movimento sionista radical, não tente associar a prática do terrorismo ao ato da mutilação da genitália feminina. É óbvio que a sua intenção é promover uma campanha de difamação do Islamismo visto que o artigo coloca, erroneamente, que a prática do Islamismo em determinadas regiões da África e do Oriente Médio, induz, mesmo que indiretamente, a realização deste ato repugnante que é a mutilação da genitália feminina (MGF).
    Ao contrário do que foi relatado neste artigo, a MGF ocorre devido a tradições culturais locais, sobretudo, e Não provém de bases religiosas. Essa mutilação não possui um caráter religioso. Afirmar que esta possui, é como dizer que soldados israelenses matam crianças muçulmanas em Gaza por serem judeus. A sua afirmação e esta possuem altos níveis de inadequação. Nas regiões onde a sharia é amplamente estudada, a MGF não ocorre. Pode ser, no entanto, que hajam outras violações às mulheres como pode ocorrer em Israel, por exemplo.

  57. Fernando disse:

    Essa estúpida barbarie, não garante nada, somente garante crueldade e dor atroz contra jovens meninas inocentes. Como se comentou, “é uma dor que não passa nunca mais”.
    este ritual somente revela ignorancia ante um procedimento anti-natural !
    Não garante sequer, pretensa fidelidade ou pureza, visto que o ato insano é jeito sem qualquer assepcia ou higiena, provocando inicio de disturbios e doenças a jovem mulher !
    sufoquem essa cultura da “excisão”, por favor, em nome do criador !

  58. MILENA DO NASCIMENTO DE SOUZA disse:

    QUE TRISTE CREIO QUE É UMA COISA INCRIVEL E SUPRIENDENTE O QUE O HOMEM PODE CHEGAR A ESSE PONTO DE MALDADE E CRUELDADE . DESEJO FELIZMENTE QUE ISSO ACABE .

  59. Ingrid Menezes disse:

    Como se relatou no texto, as visões orientais é muito divergente das ocidentais. Creio que os Direitos Humanos devem mesmo intervir, pois este ato fere a dignidade da mulher no âmbito físico e psicológico de forma irreversível, a mulher é coisificada e isto é uma crueldade.

  60. thais disse:

    Eu gostaria de fazer um site promovendo uma reforma religiosa de todas as fés mundiais
    pois até a biblia e o proprio livro alcorao depreda a mulher.

    biblia: I Timóteo 2:11 A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão.
    I Timóteo 2:12 E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade de homem; esteja, porém, em silêncio.”

    “I Coríntios 11:7 Porque, na verdade, o homem não deve cobrir a cabeça, por ser ele imagem e glória de Deus, mas a mulher é glória do homem.
    I Coríntios 11:9 Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher, por causa do homem.”

    e muitos outras partes da biblia são machistas, a pior historia biblia é a de Adão e Eva, que foi uma historia inventada na idade média que descreve o pensamento da época, o homem colocava a culpa de todos os seus pecados na mulher, portanto quem inventou o pecado foi a mulher perante a biblia, e jesus cristo não tinha nenhum apostólo mulher, pq a mulher nao tinha direito a falar, só a submissao….
    Se levarmos em conta somente discursos de Jesus e de Maomé para fazer uma reforma nos livros religiosos iamos tirar todos esses discursos machistas, pq esses discursos machistas contradis os proprios discursos de maome e jesus, Maomé dizia que a mulher tinha que ser tratada como igual

    “A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do lado para ser igual, debaixo do braço para ser protegida e do lado do coração para ser amada.”

    mas quem me apoiaria a isso?

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