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OPINIÃO PÚBLICA

Leitor comenta o atentado ao jornal ‘Charlie Hebdo’

André Luiz Queiroz é o Opinião Pública da semana. Participe você também!

Leitor comenta o atentado ao jornal ‘Charlie Hebdo’
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André Luiz Queiroz  comentou o artigo “‘Eu não sou Charlie Hebdo’, diz artigo do ‘NYT'” e foi eleito o Opinião Pública da semana. E você? Já deu a sua opinião hoje?

Um artigo difícil, e que vai causar ainda um bocado de polêmica. Concordo com uma coisa: que a morte dos cartunistas — agora meio que transformados em Mártires da liberdade de imprensa — não muda o fato de que o humor do Charlie Hebdo, com sua sátira ofensiva às crenças religiosas, é na verdade também um discurso de intolerância e xenofobia, principalmente quando o alvo era o Islã.

Há aquele ditado: “quem fala o que quer, ouve o que não quer!“, e acho que isso se aplica bem a essa situação. Não deve haver censura, mas há de se ter antes de tudo bom senso quanto ao que se fala (publica) e faz, pra evitar criar situações desnecessárias.

5 Opiniões

  1. Fábio Nascimento disse:

    O extremismo islâmico não vai ao encontro do que prega o verdadeiro islamismo. O assassinato dos cartunistas franceses só reproduz um ideal: o terrorismo como resposta. Do outro lado, há que se dizer o seguinte: liberdade de expressão não pode ser confundida com abuso na sua utilização. Os cartunistas da Charlie Hebdo, reconhecidamente, pegavam pesado na criação dos seus cartuns. Lamento pelo que aconteceu. Mas fica a pergunta: vale a pena usar criatividade para zombar da espiritualidade humana?

  2. Ludmila Lofiego disse:

    Um ensinamento pode ser tirado: Há que se procurar algo mais útil para fazer com a “liberdade de expressão”, do que ficar enchendo o saco dos outros.

  3. Vitafer disse:

    Sensato o Sr. Jayme Endebo.

  4. jayme endebo disse:

    O pessoal do Charlie Hebdo eram todos esquerdistas e debochavam dos judeus, islamicos e cristãos como também dos políticos de direita mas em nenhum momento debochavam ou criticavam a corja esquerdistas da familia Castro, Stalin, Chaves e outros lixos políticos, eram críticos do viés direita e religião ocidental.
    A sua tiragem era pequena e seu público também e era o equivalente ao nosso Pasquim que só sobreviveu em cima da ditadura e quando esta acabou eles faliram, matar estes “críticos” não é somente um crime como uma burrice sem igual pois prejudicou os islamicos mais do que “puniu” com a setença de morte.
    Os islâmicos tinham que aprender com os judeus de não reagir com violencia e sim com ações jurídicas ou com as mesmas ferramentas deles, com ideias.

  5. Joma Bastos disse:

    Eu não gosto particularmente dos desenhos do Charlie Hebdo, mas o alvo da sua cultura satírica eram todas as religiões, desde os judeus, passando pelos islamistas e incluindo todos os cristãos.
    Quem não conhece a cultura francesa, há que visitá-la ou ler sobre muito sobre a vida multicultural desse país, não deveria fazer um julgamento sobre a sua liberdade de pensamento, liberdade religiosa e liberdade de expressão.
    Por aqui no Brasil tudo pode censurado, desde o humor satírico à crítica política nos mídia… infelizmente!

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