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Opinião Pública

Leitor comenta possível ‘mercado de órgãos’

A Opinião Pública da semana é de Thomas Korontai. Participe também!

Leitor comenta possível ‘mercado de órgãos’
Thomas Korontai fala sobre venda de órgãos

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Thomas Korontai comentou a matéria “O ‘mercado’ de rins, fígados e pulmões” e foi escolhido a Opinião Pública da semana. E você? Já deu sua opinião?

As pessoas têm receio de comentar o tema. Preferem ficar na hipocrisia do altruísmo, que nem todos estão dispostos – e tem todo o direito de assim proceder, afinal, cada um é dono do seu corpo.

Falta sangue por exemplo. Se fosse permitida a venda, sobraria sangue no mercado e salvaria muitas vidas. O esforço para que pessoas doem sangue tem dado poucos resultados diante das demandas.

Quanto à venda de órgãos, particularmente não vejo nenhum problema, desde que feito de forma ética e isso sim, deveria ser fiscalizado. Se adotaria procedimentos que evitariam, em tese, que espertalhões se aproveitem dos mais fracos, como descrito no artigo. Mas não creio que seja interessante o governo intermediar isso, apenas acompanhar, para que as coisas transcorram dentro da ética. Tenho certeza de que até as doações voluntárias aumentariam. E muitas vidas seriam salvas, ajudando ainda famílias de pessoas pobres, que tomariam o cuidado para vender os órgãos de algum ente que tenha morrido.

Solução definitiva? Obviamente que não! Não existe nada perfeito e sempre vai ter um ou outro que vai dar um jeito de subverter tais regras, de “levar vantagem”, afinal, essa é a sina humana. Desde que tenha legislação firme e efetiva, as coisas podem funcionar razoavelmente. Aliás, está aí uma regra que poderia ser debatida e votada em cada estado… afinal, isso seria uma Federação de verdade. Ou não?

Mais fácil, mais adequado às peculiaridades culturais locais, mais justo e ético, do que tentar decidir tais assuntos em Brasília para os brasileiros ou Washington para os gringos (aliás, eles, bem mais federalistas do que nós, erraram feio nesse tema). Algo a se pensar objetiva e rapidamente, pois tem gente morrendo todos os dias por falta de uma solução objetiva.

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4 Opiniões

  1. Beatriz Antonieta disse:

    Muito bom o enfoque de Thomas Korontai ao tema ‘doação/venda PERMITIDA de órgãos e de sangue! Certamente muitas vidas seriam salvas sim! Mas como coibir os abusos? Este controle não pode ser através do governo… a ‘equipe governamental’ já “suga nosso sangue” imagine se puder vender!
    O controle teria que ser rigoroso, pois, caso contrário até crimes poderão ser cometidos, na ‘busca de órgãos’. Recordo há muitos anos um crime cometido na região sul, que foi retirado TODOS os órgãos (cirurgicamente) de uma mulher. Nunca soube o resultado deste caso, mas pergunto novamente:
    Como controlar e regular isto?

  2. Áureo Ramos de Souza disse:

    Meu prezado amigo Thomas tu não sabes a gravidade deste sua possamos chamar idéia pois quantas familias pobres seriam esploradas para venderem seus orgão para melhorarem de vida é bom se pensar vai a frente lá no congresso com congressistas sérios.
    Áureo – Recife – PE

  3. SID OLIVEIRA disse:

    FELIZ NATAL.
    VAMOS FAZER O SEGUINTE,PENA DE MORTE PARA ESTUPRO E SEQUESTRO SEGUIDO DE MORTE,ASSALTOS E ROUBOS SEGUIDOS DE MORTE,. E SE APROVEITA OS ORGÃOS,SE É QUE COM ESTE DNA VAI DAR PARA APROVEITAR ALGUM .

  4. Ricardo Rocha disse:

    Se a moda pega, ter dois rins ou os dois pulmões seria, num futuro próximo, simbolo de status, porque só de classe média para cima para manter o corpo inteiro. Os pobres venderiam o “excedente” na bacia das almas por preço vil da mesma forma que vendem a sua mão de obra. Já imaginaram uma pagina de classificados:preço de ocasião, vende-se um pulmão de não fumante de trinta anos por R$ 200 mil. Pequena entrada e o resto em 60 meses.
    Não perca, oportunidade única.
    Falar com Clodovildo no n.50 da Rua 2 em Rio das Pedras.
    Faça-me o favor.

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