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Sexta-feira Premiada -- 12 de dezembro

Vote agora no melhor comentário! Participe!

O Opinião e Notícia chegou aos três finalistas desta Sexta-feira Premiada. Agora, você escolhe o grande vencedor. O público escolheu o leitor Celso Rodrigo Branicio.

Para participar, basta fazer parte de nossa comunidade "EU LEIO O OPINIÃO E NOTÍCIA", do site de relacionamentos Orkut, onde será realizada a eleição. Não esqueça: os votos só poderão ser efetuados até 11 horas da manhã da próxima segunda-feira, de acordo com o regulamento.

Confira a matéria:

A crise, o bolso e a exortação de Lula ao consumo

Confira, portanto, os três melhores candidatos e vote em nossa comunidade.

Celso Rodrigo Branicio, 12/12/2008 – 01:11:51

Eu percebo que o presidente Lula não esta falando a mesma língua de sua equipe econômica que tem idéias de momento um tanto quanto divergente, eles não querem que o PIB cresça muito rapidamente, para poder dar mais estabilidade no crescimento e quer desta forma segurar a economia com os juros altos.
Quanto ao presidente ele sempre teve tendências populistas e isto é sua marca registrada, ainda que tenham convencido ele de que o melhor no momento é ser prudente ela realmente agiria assim, até em consideração a possíveis crises de desemprego ainda maiores, desta forma é normal esta reação dele, que não podemos esquecer que ele foi eleito presidente por ter sido um trabalhador e sindicalista onde defendia nada mais nada menos que os direitos dos trabalhadores que em sua maioria o elegeram duas vezes, e seu carisma é tão grande que mesmo estando em um partido execrado ainda assim conseguiu vencer seus adversários.
Para mim acredito que o correto seria um meio termo, nem gastar demais que, aliás, uma pessoa sensata e organizada não o faria em nenhuma circunstância e nem também entrarmos nesta verdadeira neurose de crise econômica, afinal estamos sim sentindo seus efeitos e podemos sentir mais, mas dificilmente se tornará em um grande problema no Brasil, nossa realidade é diferente do problema americano, aqui as coisas ainda estão sobre controle e mesmo no mundo, tirando os Estados Unidos os demais países e investidores principalmente tem agido muito mais por pânico e poucas vezes de forma racional, comportamento típico de manada, possivelmente em um ano tudo isto estará mais calmo.
Minha atitude pessoal diante deste problema é o de sempre gastar menos do que eu ganho e comprando o que é necessário, temos apenas de tomar um pouco mais de precauções este ano e arriscar menos, usar menos o crediário, mas não entro nesta neurose, mesmo porque como disse quem sempre comprou de forma consciente e organizada supera este problema com facilidade, por outro lado quem tem de tomar cuidado são os consumidores compulsivos, pois se antes levavam prejuízos agora os riscos serão maiores, mas temos de na medida do possível evitar piorar esta situação radicalizando e não comprando nada só por medo e agindo assim de forma covarde.
CELSO RODRIGO BRANICIO – BARRETOS-SP
(Estudante de Educação Física da Universidade de Brasília pelo sistema Universidade Aberta do Brasil – Pólo de Barretos-SP)

Gesiane, 12/12/2008 – 08:46:51

Os veículos de comunicação utilizam as matérias "frias" nas datas comemorativas como no caso do natal, as matérias são sempre as mesmas. Com o atual cenário econômico encontramos especialistas que falam sobre comprar produtos a vista, emagrecer a ceia do natal, mas não sejamos tolos, todos os anos especialistas aparecem falando sobre economia. As Tvs, os jornais tem interesse em manter o consumismo, para que os anunciantes continuem gastando milhões em propagandas. O governo quer que o pobre continue com carnes de várias parcelas por causa dos empregos, mas as empresas anunciam demissões o que compromete esta teoria. Chego a seguinte conclusão, a crise chegou, a mídia continua a manipular e o governo continua hipócrita.

Paula Vilhena, 12/12/2008 – 09:38:27

Olá,
bem realmente acho complicada essa atitude do governo, pessoalmente estou apreensiva, não quero angariar dividas e hoje até o governo disse que o IR vai reduzir, mas acho que o brasileiro tem tantos outros encargos diários que só pequenas reduções realmente não vão surtir efeito algum na maneira de consumir.
O consumidor está atento e cauteloso.Eu também.

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