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Letônia: Sigulda

A bucólica cidade de Sigulda é considerada a Suíça do Báltico

Letônia: Sigulda
Cidade oferece trekking em meio à paisagens fantásticas! (Reprodução/Fernanda Costta)

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Às sete da manhã o trem deixa a estação de Riga, na Letônia. O outono mal começou no norte da Europa e uma fina camada de gelo já se forma sobre os trilhos. No caminho, as paisagens se alternam entre vilarejos e florestas até que uma hora depois se avista a cidade de Sigulda, considerada a Suíça do Báltico.

A bucólica Sigulda tem 15 mil habitantes e talvez 1 milhão de Pinhos de Riga. É a maior concentração desta espécie, que, por ser valorizadíssima no meio decorativo, transformou a região em área protegida sob o título de parque nacional. Tanta árvore concentrada e ainda, em meio a rios, lagos, castelos, ruínas, igrejas medievais só poderia criar um cenário perfeito para trekking. E é isso que Sigulda oferece: trekking em meio a paisagens fantásticas!

O passeio começa pela avenida principal, que desemboca na estação. Ao longo da caminhada, o aspecto urbano – ainda que singelo – vai dando lugar a um cenário mais natural. Se tiver fome, esbalde-se com as maçãs ou frutas vermelhas variadas, colhidas diretamente no pé.

Mais adiante chega-se no bondinho que leva a Krimulda. A vista aérea do vale revela o que está por vir. Paisagens ainda mais deslumbrantes e muita natureza. Saindo do bondinho, siga as placas e não esqueça o mapa da região. O ponto de partida são as ruínas do antigo castelo de Krimulda.

Dali até Turaida é uma caminhada agradável de uma hora – talvez puxada para quem não está acostumado. Turaida significa “Jardim dos Deuses” e teve seu castelo erguido em 1214 para controlar a região pelos bispos de Riga. A construção em tijolos vermelhos possui uma torre de 42 metros de altura, que oferece uma bela vista do Vale de Gauja.

Deixando o castelo para trás, siga o curso natural das ruas até ser levado de volta a Sigulda. No caminho, a ponte sob o rio revela a curiosa tradição local dos casais apaixonados: eternizar o amor em cadeados trancados às grades da ponte.

Para finalizar, delicie-se com as guloseimas letãs no café em frente à estação. Depois de um dia de muitas caminhadas, nada como encerrar com um belo café mocha acompanhado dos quitutes locais.

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