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Made in China

Os riscos do novo grande negócio da China: exportação de alimentos

Invasão de comida asiática faz países da Europa dispararem alerta. No Brasil, consumo ainda é pequeno

Os riscos do novo grande negócio da China: exportação de alimentos
Fabricantes chineses vendem produtos contaminados e com altas doses de substâncias tóxicas (Reprodução/Internet)

Made in China. Estamos acostumados a ver esse selo em roupas, brinquedos, produtos eletrônicos e badulaques. Mas, agora, o país busca deixar a sua marca também no setor de alimentos, cujas exportações quase dobraram entre 2005 e 2010, chegando a US$ 41 bilhões.  O mundo, no entanto, olha com ressalvas o movimento. Vozes de alerta surgiram na Europa por conta do nível de contaminação e pela falta de controle adequado.

No início de outubro, mais de 11 mil estudantes alemães tiveram diarreia e vômitos depois de ingerirem alguns morangos chineses contaminados com norovírus, um tipo vírus que pode ser transmitido através da ingestão de alimentos crus manipulados por mãos infectadas.

Até o mês passado, 262 avisos foram registrados em Bruxelas, onde são emitidos alertas para a toda Europa sobre produtos contaminados, relativos a produtos chineses. Entre eles estavam massas infestadas de vermes, camarões contaminados com antibióticos, amendoins com mau cheiro e frutas cristalizadas contendo enxofre em excesso.

Fabricantes chineses já venderam ervilhas tingidas de verde que perdem a cor quando cozinham, orelhas de porco falsificadas e azeite usado de restaurantes, coletado em drenos de reprocessamento e reengarrafados. O jornal estatal “China Daily” informou até mesmo a existência de ovos de galinha falsificados. Difícil é imaginar o que isso quer dizer.

Mas, o maior problema envolvendo produtos alimentícios chineses é mesmo a carga de substâncias tóxicas devido ao uso de pesticidas ou de doses excessivas de antibióticos na criação de animais. Em 2008, um produto químico, a melamina, prejudicou a saúde de 300 mil crianças. O composto – que, entre outras coisas, causa danos aos rins – foi encontrado no leite, em pó e líquido. A substância foi acrescentada ilegalmente para disfarçar a diluição em água e elevar o nível de proteína da bebida.

Foi por conta desse episódio que, conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) explicou ao Opinião e Notícia, naquele ano foi feita uma restrição aos alimentos chineses de origem láctea que continua valendo até hoje.

De acordo com o Ministério da Agricultura, a pauta de importações de alimentos do Brasil oriundos da China é variada, porém envolve  quantidades módicas ou pequenas. Segundo um relatório do ministério, o montante mais que duplicou entre 2009 e 2010, passando de US$ 239 milhões para US$ 481,9 milhões. “O robusto crescimento nas aquisições de produtos agrícolas chineses ocorreu, principalmente, em função da elevação das importações de alho, que passaram de US$ 61,7 milhões para US$ 140,8 milhões, e filés de peixe congelados, que subiram de US$ 11,4 milhões para US$ 65,3 milhões”, diz o estudo, que explica, no entanto, que o que se observa é que houve um forte aumento do preço do alho chinês, pois a quantidade importada só aumentou 5,74%. O relatório aponta ainda na pauta de importações de produtos agrícolas chineses, rações para animais domésticos (US$ 53,8 milhões), feijões secos (US$ 28,8 milhões); produtos hortícolas, leguminosas, raízes (US$ 27,1 milhões) e bacalhau (US$ 20,1 milhões).

A Food and Water Watch, uma ONG com sede nos Estados Unidos, publicou um relatório sobre os impactos de uma década de importação de alimentos chineses nos EUA. Os dados mostram que, por exemplo, em 2009, 70% do suco de maçã, 43% dos cogumelos processados e 78% das tilápias que os americanos consumiam eram da China. Segundo o estudo, entre 2007 e 2008, 14% de toda a rejeição do FDA (o órgão dos Estados Unidos responsável pelo controle dos alimentos) a importados chineses foi devido a níveis elevados de resíduos de drogas veterinárias em pescado e frutos do mar. Mesmo drogas veterinárias banidas pelo governo chinês, como clembuterol, administrado para os animais apresentarem carne mais macia e pele mais rosada, ainda são usadas. Em 2007, o FDA baniu a importação de camarão, enguias, bagres e carpas da China após ser detectada nesses produtos, por várias vezes, a presença de antibióticos não autorizados e drogas veterinárias e químicas.

Na Europa, a supervisão de alimentos vegetais é considerada frouxa. Na maioria das vezes, produtos importados entram na União Europeia sem ter qualquer controle, exceto por um pequeno número de itens especiais que foram problemáticos no passado ou estão atualmente sob suspeita, como amendoim, soja, arroz e massas.

A China se adaptou rapidamente às necessidades do mercado, fornecendo ingredientes processados, como o salmão defumado, e pré-embalados, tais como os 10 quilos de morangos picados que foram para as cantinas escolares alemãs. No ano passado, o país importou mais de 31 mil toneladas de morangos processados da China a um preço médio de 1,10 euros por quilo. E o que faz o valor ser tão atrativo? As fazendas chinesas são imensas, além, é claro, da grande oferta de mão de obra barata.

Fora isso, a variedade de mercadorias parece quase ilimitada. O país tornou-se o maior exportador de mel do mundo. O alho chinês também já é consumido nos cinco continentes. E até pizzas congeladas já chegam ao mercado mundial.

Apesar dos problemas, a lei chinesa é dura e contempla até a pena de morte para casos que afetem a saúde nacional. Em 2009, o governo chinês introduziu uma nova lei de segurança alimentar e em 2010 criou uma comissão exclusiva para tratar do assunto. E ainda há uma proposta para que, no futuro, os consumidores que denunciarem práticas ilegais recebam uma recompensa.

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18 Opiniões

  1. Afonso Schroeder disse:

    O pioneirismo com capacidade do povo (Chinês), procurando mostrar ao mundo que com vontade e capacidade- política se consegue caminhar para inovações, lugar que o Brasil devia estar buscando, somos um País com dimensões continentais e terras onde tudo que se cultiva rende bons frutos, é de lamentar, pois priorizamos as indústrias, mas em áreas equivocadas, onde a concentração da riqueza fica nas mãos de poucos, esquecendo que podíamos ser o celeiro do mundo em plantio e industrialização dos mesmos, oxalá que Deus de entendimento aos homens que pensam que sabem e tem o dever de conduzir a sociedade para um caminho melhor, pois nunca é tarde começar introduzindo novos costumes e conceitos de convivência em sociedade.

  2. Mauricio Fernandez disse:

    SÃO ALTÍSSIMOS OS RISCOS PARA A SAÚDE DO BRASILEIRO IMPORTAR DETERMINADOS ALIMENTOS ASIÁTICOS. A PROVA DISSO É UM PEIXE QUE ESTÁ SENDO COMERCIALIZADO EM DETERMINADOS SUPERMERCADOS. APRESENTA UMA APARÊNCIA EXCELENTE. CARNE QUE PROPORCIONA UM FILÉ GENEROSO E BEM BRANQUINHO. É SERVIDO EM MUITOS RESTAURANTES HOJE EM DIA ATÉ EM ALGUNS METIDOS A BESTA. O NOME DO PEIXE É “PANGA” MUITO BARATO. TÃO BARATO QUANTO NOCIVO A SAÚDE. PROIBIDO EM DIVERSOS PAISES ENCONTROU NO BRASIL UM ESTUÁRIO PRÓSPERO PARA SUA PRODUÇÃO. É O TERROR DOS RIOS. UMA ESPÉCIE DE LIMPA ESGOTO DOS RIOS QUE DESTROI TUDO EXTERMINANDO INCLUSIVE OUTRAS ESPÉCIES. A CARNE É SATURADA EM METAIS PESADOS E VERMES DE TODAS AS ESPÉCIES. UM CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA. NÃO SOU EU QUEM ESTOU DIZENDO. EXISTEM DOCUMENTÁRIOS SOBRE A ESPÉCIE DE PEIXE E SUAS PROIBIÇÕES. QUEM TIVER INTERESSE É SÓ PESQUISAR.

  3. Roberto Santiago disse:

    Para Afonso Schroeder:

    Caro amigo, isto que vc alude, que deveria ocorrer no Brasil, é um sonho. As ONG’s não deixam! Os “movimentos sociais” e os ECOCHATOS não permitem. Quer um exemplo? A Amazônia é, sistematicamente, policiada por esses organismos, para se manter “intacta”, aguardando que os países hegemônicos venham ocupá-la. Aí, sim, irão aproveitar (para eles!) os recursos da região, os quais podem, e devem, ser aproveitados pelos próprios brasileiros.

  4. André Luiz Duarte de Queiroz disse:

    @Mauricio Fernandez,
    Referente ao peixe ‘panga’ (Pangasius hypophthalmus): em verdade, a história alardeada na Internet não passa de mais um ‘hoax’ (uma história falsa, uma”lenda urbana”), como explanado já há algum tempo. Vide

    Entretanto, o alerta para um controle sanitário mais rigoroso de alimento em geral importados da China (que não tem boa reputação em termos de controle de qualidade de seus produtos em geral…) é bem vindo.

  5. Carlos U. Pozzobon disse:

    Falsificação de orelhas de porco e de ovos de galinha? Como será que os chineses fazem para falsificar um ovo de galinha? É tudo muito decepcionante nestas notícias, pois parece que estamos condenados a morrer por um ato inescrupuloso de algum vigarista metido na produção de alimentos. Como evitar isso? Voltando à moda dos produtos coloniais dos anos 70? Da alimentação Hippie dos anos 60? Ms não se iludam: desde os anos 30 estes descalabros vem sendo denunciados. A desgraça não é nova: http://lobatoessencial.blogspot.com.br/2011/12/fraude-bromatologica.html

  6. André Luiz Duarte de Queiroz disse:

    Apenas complementando meu comentário anterior, onde o ‘link’ para o artigo explicando sobre o hoax do peixe panga não foi exibido:
    http://www.quatrocantos.com/lendas/581_peixe_panga_pangasius_hypophthalmus.htm

  7. Djalma Gomes disse:

    Isso aí é uma via de duas mãos, o medo é proporcional à disposição se criar tecnologia de ponta para produzir nossos próprios alimentos em larga escala evitando assim importá-los. Eu não vejo a necessidade de o Brasil importar alimentos, quando as dimensões territoriais são fantásticas ao ponto de ainda termos uma Amazônia virgem, se é que me faço entender. Mas o Oriente plantou esse “terrorismo” econômico no Ocidente, tomou conta de todo o mercado ocidental e o abacaxi terá de ser descascado com muita urgência pelo mundo ocidental para não ficar de fato, eternamente, refém da China. Imaginemos o caos que será para o pequeno agricultor concorrer com os produtos chineses. Para o consumidor será ótimo, pois os preços serão bem menores, sem ddúvida nenhuma. O Exemplo disso é o mercado de Auto Peças que de 2006 para cá só faz abaixar preços. Estou falando de algo grande, tipo um produto custar R$ 1.500,00 anterior ao fenômeno China, e hoje, o mesmo produto, seis anos depois, custar R$ 200,00. Não vejo muito problema para países celeiros como Brasil e Índia, mas para a Europa e Estados Unidos o Problema é maior que se possa imaginar.

  8. Áureo Ramos de Souza disse:

    Agora o que vemos é que noticias como estas não vemos em nossos telejornais, a sorte é que temos Opinião & Noticia. Agora lhes digo que sou nordestino mais não sou ABESTADO e nunca me interessei por mercadoria de outros países. Depois ainda FALAMOS sempre AQUELE JEITINHO BRASILEIRO, mero engano agora é aquele jeitinho Chinês e a presidente está entusiasmada com as importações chinesas e exportações brasileiras entre os dois países. Já gostei de beber mais nunca gostei de uísque, gostava mesmo era da cachaça de Vitória de Santo Antão onde fiz visita e ví seus alambiques e na ocasião bebí a cachaça fresquinha. Produtos bons são os brasileiros e comprado no mercado perto de minha casa onde conheço o dono e dialogo a respeito do produto que ora compro. Comer escorpião, largata, cachorro ECA isso não dá e o Ministério da Saúde deve ficar em alerta quanto ao que acabei de ler e compatilharei no Facebook.

  9. jose fernandes disse:

    Os negócios chineses tem preferencia (sejam eles quais forem) em todos os mercados do planeta. Os chineses tem como chave para abrir portas muito,muito dinheiro e mão aberta para colocá-lo ao alcance dos chefões de partidos políticos de todas as nações.Isso abre ou escancara as alfandegas tanto do Brasil ,como da Argentina,Equador e todos os outros clientes da America do Sul,em contrapartida eles despacham tudo e muito mais que tudo que produzem para nossos paises das americas e para todos os continentes.E tudo passa batido.

  10. Mauricio Fernandez disse:

    Caro Senhor André Luiz Andrade de Queiroz, agradeço suas observações. No entanto, para “muitos” a ocupação da amazonia por um grande número de ONGS não passa de um hoax. Quanto ao peixe panga, foi alvo na tv a cabo de um programa conceituado de um debate com pesquisadores americanos. Não tenho interesse algum em desmerecer o produto asiatico. Faço apenas um alerta em nome da saúde pública. Cabe a cada um aceitar ou não o alerta e investigar.
    Meus sinceros cumprimentos.

  11. André Luiz Duarte de Queiroz disse:

    @Maurício Fernandez,
    Existem os fatos, e existem os boatos. Sobre a presença de ONGs estrangeiras na Amazônia por interesses que contrariam a soberania nacional, já ouvi sobre isso em primeira pessoa, de amigos militares e outros que conhecem a fundo a realidade daquela região e que confirmam haver sim muitos estrangeiros lá. Ou seja: nesse caso específico, apesar dos exageros e falsidades dos inúmeros ‘hoax’ que vagam na Internet, existe fundo de verdade.

    Voltando ao caso do peixe panga: se houve tal programa na TV a cabo com um debate com pesquisadores americanos, a título do interesse público peço que divulgue exatamente: qual programa?, em qual canal?, quais pesquisadores?, e quando foi televisionado?… O problema com os ‘hoax’ é que eles seguem exatamente este modelo de propagação de informação, que nunca é completa nem exata: “cientistas estrangeiros descobriram…”, mas nunca há referências precisas e verificáveis! Não desmereço seu interesse, mas é necessário que tenhamos senso crítico e uma boa dose de ceticismo antes de aceitar como verdade isso ou aquilo que seja divulgado na mídia.

    De resto, concordo totalmente com sua colocação de que, em nome da saúde pública, devemos estar alertas à qualidade dos alimentos, principalmente me se tratando de produtos importados, como evidenciado no artigo comentado.

    Um abraço!

  12. Glauciaw disse:

    E as pílulas da juventude, feita com fetos e crianças que foram encontradas na alfândega de um país europeu? Vou passar a observar os rótulos dos produtos. E o pior é que ainda pagamos caro por essas porcarias.

  13. Leonel Neide Ferreira disse:

    Para mim foi uma surpresa saber que a China ,apesar de 1,3 bilhões de habitantes , exporta tantos alimentos.Apesar das críticas à qualidade dos produtos, este fato deveria servir de exemplo para muitas nações ,onde milhôes de pessoas morrem de fome, e se não fossem ajudas externas o problema seria pior.A questão de interferência nos mercados internos,ocorre em todas as áreas da economia.Na questão da conservação de alimentos, ficou claro que usar produtos para conservar, poderá haver intoxicação.Caso não haja aplicação de conservantes, poderá haver ccntágio e doenças.Antigamente dava status comprar produto estangeiro mais caro.Hoje,com a concorrência de mercado, muitas pessoas compram exportados devido ao baixo preço.Antes da China, os japoneses descobriram que para ganhar mercados era necessário ter qualidade e preço baixo nos produtos.A China ,agora segunda economia mundial, se esforça para ganhar mercados.O mais curioso nesta história, é que muitas multinacionais da América do Norte instalaram filiais na China e hoje estão favorecendo a balança comercial chinesa,contra os próprios americanos.A verdade é que o consumidor pensa no seu próprio bolso quando vai comprar um produto.Daí, a dificuldade do governo controlar a econimia informal, o contrabando ou a concorrência estrangeira.Poucas pessoas deixam de comprar produto importado pensando em proteger o mercado interno.O pior, é que este consumidor não é mal esclarecido.Senão, nem a União Européia nem a América do Norte estariam sofrendo consequências da invasão de produtos estrangeiros.

  14. Leonel Neide Ferreira disse:

    Para mim foi uma surpresa saber que a China ,apesar de 1,3 bilhões de habitantes , exporta tantos alimentos.Apesar das críticas à qualidade dos produtos, este fato deveria servir de exemplo para muitas nações ,onde milhôes de pessoas morrem de fome, e se não fossem ajudas externas o problema seria pior.A questão de interferência nos mercados internos,ocorre em todas as áreas da economia.Na questão da conservação de alimentos, ficou claro que usar produtos para conservar, poderá haver intoxicação.Caso não haja aplicação de conservantes, poderá haver ccntágio e doenças.Antigamente dava status comprar produto estangeiro mais caro.Hoje,com a concorrência de mercado, muitas pessoas compram exportados devido ao baixo preço.Antes da China, os japoneses descobriram que para ganhar mercados era necessário ter qualidade e preço baixo nos produtos.A China ,agora segunda economia mundial, se esforça para ganhar mercados.O mais curioso nesta história, é que muitas multinacionais da América do Norte instalaram filiais na China e hoje estão favorecendo a balança comercial chinesa,contra os próprios americanos.A verdade é que o consumidor pensa no seu próprio bolso quando vai comprar um produto.Daí, a dificuldade do governo controlar a economia informal, o contrabando ou a concorrência estrangeira.Poucas pessoas deixam de comprar produto importado pensando em proteger o mercado interno.O pior, é que este consumidor não é mal esclarecido.Senão, nem a União Européia nem a América do Norte estariam sofrendo consequências da invasão de produtos estrangeiros.

  15. Mauricio Fernandez disse:

    A China desenvolveu uma grande habilidade para colocar seus produtos no mercado sem uma consideração minima de qualidade.Me pergunto qual será mesmo éssa habilidade!

  16. servicoaoclientebol disse:

    Se os produtos da China são tão ruim assim, cheios de material tóxico (uuuaaaaahhhh !!). Porque na China não morre tanta gente contaminada, com câncer, com todo tipo de doença cancerígena ou coisa e tal e pelo contrário, aumenta tanto que o governo de lá permite um filho por casal? Será o povo da China são tão ricos qus só usa OURO FINO? E se o governo de lá quer controlar o aumento populacional, porque então não investe nesses materiais pesados para matar um bocado? Então será que de tanto usarem já se tornarem imunes às substancias tóxicas?

    Oh! povo alienado… acreditam em tudo sem fazer uma crítica às informações que ouvem.

    Huuuummm…..

  17. Thel disse:

    Eu venho alertando ás pessoas desde muito tempo a não comprar nada fabricado na China.
    Essa reportagem só veio confirmar o que eu já vinha falando.
    Morre muita gente na China por causa de falsificação de medicamentos, alimentos, etc, mas como TODO GOVERNO COMUNISTA a verdade nunca é revelada ou o impacto é diminuído.

    A pior besteira do Brasil foi abrir a economia para a China, porque eles compram da gente uma mixaria e vende para a gente somente porcaria e produtos falsificados, que tem prejudicado a saúde das pessoas e tem prejudicado o mercado interno brasileiro.

    O próximo governo tem é que acabar com essa parceria nefasta com a China!

  18. Rafael disse:

    Eu ñ sabia disso

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