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Tendências e debates

A violência nos trotes

5/02/2010 | Enviar | Imprimir | Comentários: 51 | A A A

Comente hoje nesta matéria e participe da Promoção Sexta-feira Premiada, que nesta edição oferece os seguintes livros:


O Apanhador No Campo De Centeio , de J.D. Salinger

A importância de ser prudente“, de Oscar Wilde
Geraçao Devassa“, de Aldous Huxley

Todo início de ano a mesma história se repete nas universidades brasileiras. Estudantes abusam de calouros em trotes de “boas vindas”. A vítima deste ano foi um jovem, que não quis se identificar, do curso de veterinária da Universidade Camilo Castelo Branco, em Fernandópolis. Segundo o jovem, ele foi forçado a beber álcool combustível e foi agredido com tapas pelos estudantes. No entanto, outras universidades mostram todos os anos que a prática pode ser pacífica e uma forma de integrar os calouros à vida acadêmica.

Praticamente toda universidade tem em sua história um caso emblemático de abuso nos trotes. O mais marcante continua sendo a morte do calouro de medicina da USP Edison Tsung Chi Hsueh, em 1999. O estudante morreu afogado após ser jogado na piscina da Associação Atlética Acadêmica Oswaldo Cruz, como parte de um trote violento. Edison havia avisado que não sabia nadar.  Os quatro estudantes acusados de homicídio pela morte do estudante não foram condenados por falta de provas.

Os políticos parecem empenhados em acabar com essa tradição, que muitas vezes vira violência e humilhação. Em fevereiro de 2009, a Câmara aprovou um projeto de lei que visava “disciplinar” o trote universitário. De acordo com a lei, ele passaria a ser responsabilidade da universidade, mesmo que acontecesse fora do campus. O projeto foi atacado por ser considerado falho, afinal os estudantes são maiores de idade, e a universidade não pode ser responsável por suas atitudes.

O trote é uma tradição que remete aos tempos medievais, quando as primeiras universidades europeias passaram a existir. Os estudantes eram obrigados pelos veteranos das instituições a rasparem a cabeça e queimar suas próprias roupas, para evitar a proliferação de doenças comuns na sociedade da época. Desde então, o corte de cabelo se tornou uma espécie de rito de passagem, enquanto outros foram incorporados ao que se tornaria o trote atual.

A tradição dos trotes mudou nos últimos anos com a introdução do “trote solidário”, ou “trote cidadão”. Estes em geral abdicam dos rituais típicos, como pintar os calouros, em nome de atividades comunitárias, como doação de sangue. Uma destas iniciativas está sendo feita pelo Centro Universitário Cândido Rondon. Os calouros não serão pintados neste ano, mas sairão às ruas pedindo alimentos e água para as vítimas do terremoto no Haiti.

Caro leitor,

Dada recorrência de trotes violentos, a prática deveria ser proibida?

O trote solidário é uma saída possível?

Por que estudantes acabam praticando violência em um rito que deveria ser de confraternização?

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51 opiniões para o artigo: A violência nos trotes

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Opinião de Angélica Pereira Santos (Belo Horizonte, Minas Gerais)
Na data: 17 de março de 2010 as 13:17

sou contra trotes todos calouros deveriam tomar vergonha na cara!!!!!!!
temos q lutar pela justiça !!!!
ok!!!!!!!!!!!!

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Opinião de Angélica Pereira Santos (Belo Horizonte, Minas Gerais)
Na data: 17 de março de 2010 as 13:15

Isso é uma falta de vergonha!!!!!!!!!!!

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Opinião de Joao Neto
Na data: 24 de fevereiro de 2010 as 1:47

O trote é uma manifestação pequeno-burguesa IDIOTA, que tinha sumido no meu tempo de Universidade.
Agora essa prática idiota e sem graça apareceu novamente, e cada dia mais violenta.
É comum parar em um sinal de trânsito e ver calouros BABACAS que se prestam ao papel de se submeter a trotes mais BABACAS ainda e pedir por exemplo dinheiro para pegar ônibus.
São pequeno-burgueses exercitando o seu humor mais sem-graça possível.
ACORDEM JOVENS!!! Esses trotes são insignificantes perante o que Vocês podem ser para Vocês, para seu EGO mesmo e para suas FAMÍLIAS.
Deixem a babaquice de lado !
ABAIXO O TROTE !!!

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Opinião de Sylvia
Na data: 11 de fevereiro de 2010 as 16:58

O “trote” aplicado ao calouro é uma prática ridícula–às vezes grotesca e humilhante– quando não ocorre violência. E é óbvio que trata-se de um crime quando ocorre. Os responsaveis devem ser punidos de acordo com a lei.

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Opinião de Deise
Na data: 11 de fevereiro de 2010 as 13:03

Esses trotes para calouros já deveriam ter acabado há muito tempo. Não dá para aceitar que estudantes em preparo para se formar pratiquem violências com os que chegam. Isto demonstra com que pouca seriedade eles encqaram os estudos.

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Opinião de David
Na data: 11 de fevereiro de 2010 as 11:00

Eu sou contra qualquer tipo de trote. Que haja uma substituição: ao invés desses trotes sem sentido, façamos uma festa para arrecadar dinheiro para pessoas que precisam. Não humilha ninguém, não mata ninguém e ajuda muita gente que realmente precisa.

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Opinião de simone Araujo da Silva
Na data: 10 de fevereiro de 2010 as 16:37

Olá, meu nome é Simone. Acabei de ingressar na faculdade. Sou contra o trote violento. No meu ver, o trote solidário , seria uma ótima opção. É sempre bom poder ajudar alguém. Violência pra quê??? Se há tantos motivos para se praticar o bem, com alegria. Já não basta a violência que existe no mundo???

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Opinião de ale
Na data: 9 de fevereiro de 2010 as 12:46

A começar pelo nome da prática, “trote”, percebe-se que há alguma coisa de errada nela…

trote
tro.te
sm (der regressiva de trotar) 1 Maneira de andar de cavalos e de outros quadrúpedes, entre o passo ordinário e o galope. 2 Intriga, indiscrição ou zombaria feita por mascarado no carnaval, ou em qualquer outro dia, pelo telefone, por pessoa que disfarça a sua identidade. 3 Flauteio, troça, vaia, zombaria. 4 Troça ou vaia que estudantes veteranos impõem aos calouros. T. áspero, Equit: trote de grande elevação e muito incômodo. T. de peludo, Reg (Rio Grande do Sul): excesso de ocupação ou trabalho. T. rasgada, Equit: trote largo; grande trote.

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Opinião de Marcos
Na data: 9 de fevereiro de 2010 as 12:29

Trote é uma agressão e deve ser proibida, pois é a porta de entrada para a violência, onde jovens à usam para subjulgar novos estudantes, em muitos momentos se acham com direito de obrigar, é revoltante, devemos cortar esse mal.

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Opinião de Gabriela
Na data: 9 de fevereiro de 2010 as 10:36

Os mesmos que aplicam o trote violento, num futuro próximo, entrarão no mercado de trabalho com possíveis cargos de gerência e supervisionamento. Ou seja, podem ter cargos privilegiados e seus abusos serão institucionalmente protegidos, infelizmente a faculdade os ensinou assim. Isso me assusta!

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Opinião de Ariel
Na data: 9 de fevereiro de 2010 as 9:10

Tenho uma opnião formada sobre isso no meu blog. dá uma lida lá.

http://www.arielcanal.com.br

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Opinião de Roberto ( Empresário)
Na data: 9 de fevereiro de 2010 as 1:00

Bom Dia, a minha opiniao seria o seguinte. primeiramente uma bobagem este trote, pois quem passa no vestibular fazem festas agressivas e umilhantes em tão passar numa faculdade não siguinifica emprego garantido,fazem tanta festa e ainda vai parar em fila em busca de empregos, se conquistar um bom emprego aí sim seria motivo de festejar mas de forma descente.

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Opinião de vanderlei
Na data: 6 de fevereiro de 2010 as 20:33

Acredito que os trotes deveriam ser banidos das universsidades,quem quizer fazer trote cidadão que faça por vontade própria.
Ninguém tem o direito de subjulgar outra pessoa,estas que promovem tais eventos são pessoas sedentas por violência,este sentimento esta camuflado dentro de cada um,por isso não deve ser avivado.
Devemos passar sempre o bom exmplo,as pessoas fazem aquilo que lhe é mostrado,infelizmente.

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Opinião de Vera Lucia
Na data: 6 de fevereiro de 2010 as 19:00

Está na hora do Brasil amadurecer… que cultura é essa? Cultura de morte num sistema de morte? Esses jovens, infelizmente estão aprendendo essa sub-cultura desde os desenhos animados (violentos), seguidos de jogos igualmente violentos. Nossa sociedade não se mobiliza! A tendência é piorar. Não sou contra o Carnaval, é nossa raiz. Mas vamos abordar esses temas sim; é possível. Eles não abordam temas como a escravidão de maneira sublime, então? Criatividade nós temos, falta CONSCIÊNCIA!!!

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Opinião de Aureliano
Na data: 6 de fevereiro de 2010 as 9:49

Como começa a matéria, mais uma vez a história se repete: violências, humilhações, abusos… Apesar desta origem medieval do trote, por que ele ainda continua e é alimentado desta forma? Penso que não adianta proibir o trote se em sua vida o jovem é formado por diversas instâncias para ser inconsequente e irresponsável. Talvez estes abusos nem sejam vistos como violência pelos próprios jovens, já que estão “acostumados”, principalmente os homens, a serem viris e abusadores em outros setores de suas vidas. E temos aqui também uma questão de classe, são jovens ricos ou de classe média que entram nas universidades públicas e apenas continuam ali o que faziam antes na rua. Um dos exemplos disto é que universidade, festa e cerveja estão virando sinônimos. Não quero ser moralista, também gosto de cerveja, mas a questão é outra: a formação e o estudo muitas vezes não são prioridades e o mundo do trabalho nem ao menos é pensado como possível após a formatura.
Trotes solidários são muito interessantes, mas se não houver uma mudança anterior à universidade trotes violentos ocorrerão fora dos muros das instituições de ensino superior.

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Opinião de James
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 22:29

Trote é ato covarde, porque grupos coagem um ou uns poucos à práticas incomuns e até nocivas às vítimas a título de “diversão”, jamais como boas vindas ou de integração social.
Deve ser banido o trote nas faculdades, penalizando os responsáveis com expulsão e enquadra-los na forma da lei penal no que couber.
Edson Tsung Chi Hsue foi assassinado; os responsáveis se socorreram com advogados e pelos artifícios legais sairam incólumes; cada um deles sabe a culpa que carregarão por toda a vida, o que infelizmente não corrige o crime cometido; não ficarão impunes perante a Lei Maior.
Quem pratica ou participa de trote contra calouros, provavelmente futuros colegas, são psicológicamente desajustados. no mínimo necessitam tratamento psiquiátrico.
É necessário que o Órgão Federal competente, legisle no sentido de coibir e penalizar a Faculdade onde ocorrer o trote e os que o praticarem.
James.
6a.05/fev/10; 23h28m
james.as@ig.com.br

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Opinião de Ligia Maria Heyerdahl
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 20:04

As universidades precisam lançar campanhas reformulando o conceito do “trote”, creio que demandará o tempo necessário para que absorvam uma prática solidária e participativa na sociedade.
Como sempre é uma questão de cidadania e humanização.

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Opinião de Ana Claudia
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 20:01

Deveria ser limitada , até porque nós jovens gostamos de ultrapassar os limites , trote solidário é muito bom e possível sim mais não executado até porque quando se é pra fazer o bem aos outros cansa né ( ignorancia nossa ), pq se pratica a violencia em trotes pq eles sabem que não irá acontecer nada com eles , se houvesse uma lei séria sobre isso já tinha acabado há mto tempo

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Opinião de Thiago Monteiro
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 19:08

Não há como proibir o trote. Se você impede que se faça dentro da universidade, faz-se fora, e pior, pois vem junto a sensação da liberdade de fazer o que quiser já que não há ninguém para impor limites.
O trote é uma espécie de rito iniciador, uma cerimônia onde o iniciante tem que pagar uma tarefa, “um sacrifício”, que cumprida o atestará membro do grupo, um batismo onde só um banho d’água não cumpre o que se almeja, a humilhação do calouro.
Os calouros querem se sentir parte daquilo. Vêem tudo de forma segura, sem questionar, não medem os riscos, pois pensam que todos já passaram e deu certo. O importante mesmo é fazer parte da turma do curso, e para isso não há limites, nem para os calouros e muito menos para os veteranos.
O trote solidário não resolverá porque eles vão cumpri-lo às vistas de todos, mas para encobrir o que mais tarde será o trote que realmente valerá, o da humilhação. E os calouros não questionarão, pois não querem ser a carta fora do baralho, o ser humano é um ser social e qualquer pequeno sentimento de exclusão não será por ele aceito, assim participará do trote.
Quando se está na direção dos trotes é notória a sensação de poder, uma verdadeira subjugação àqueles de grau menor na hierarquia acadêmica. Para se exceder nas brincadeiras basta uma dose de falta de bom senso e um submisso disposto a tudo.
A saída todos nós estamos calejados de saber, é por meio da educação, não só para reprimir trotes bárbaros como o do jovem Camilo, mas minimizar os acessos de violência que hoje banham nossa sociedade. Numa sociedade educada, a violência passa a ser exceção e não uma regra como hoje estamos vivenciando. Para mim passamos por uma época difícil por conta de décadas de descaso com a educação, tenho certeza que a violência que hoje toma vários setores de nossa sociedade não será reprimida com leis ou proibições, mas com um sólido embate de idéias.

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Opinião de Elcio Rice
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 18:52

Tem de tudo um pouco.
Há os que realmente permitem ter seus cabelos cortados ou pintados, farinha e ovos, etc. Pra esses é a glória mostrar que venceram, foram aprovados num vestibular, em um país onde isso é para a maioria apenas sonho, e há os que nem sonham com isso, tamanha a alienação de que são vítimas. Há os que passaram, mas não querem participar e simplesmente faltam nos primeiros dias de aula, esperando a coisa se acalmar em sua faculdade se lá ocorrem os trotes, mesmo os mais simplórios, sem falar nos violentos.
E há sem dúvida os que precisam ser combatidos, seja por sanção disciplinar adotada pela escola, seja por aplicação da lei para apuração de responsabilidades. É terrível quando você é arrastado contra a vontade, sofre agressão física, não tem a quem recorrer e não tem forças para se desvenciliar das garras dos violentos; se você tivesse um revolver, atiraria com certeza. As campanhas perenes e a educação certamente estão entre os meios para se chegar a um fim proveitoso desse “ritual de passagem”

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Opinião de Eduardo
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 18:48

Sim…Trote é coisa de animal, cavalos e muares para ser mais explicito, mas nestes casos o trote é uma forma de locomoção do animal de forma compassada e elegante. No outro tipo de trote praticado também por “animais” que se acham racionais é uma forma de menosprezar quem esta começando uma vida de sonhos, numa clara forma de imputar a estes uma supremacia bestial e criminosa.
Quanto ao “trote” solidário, acho eu que não deveria haver também, visto que ninguém deve ser obrigado a participar de atos que não são desejados e que possam ser impostos por quem quer que seja…
As universidades deveriam a cada início de ano letivo fazer, elas instituições, uma festa de boas vindas aos jovens calouros, que muitas vezes passam até fome para poder atingir o objetivo de entrar em seus quadros de alunos, visto a concorrência nos vestibulares. Tenho comigo que as instituições deveriam ser responsabilizadas por todos os atos cometidos por seus alunos, sejam eles veteranos ou não, pois são elas que os premiarão com o DIPLOMA DE CURSO SUPERIOR, e pelo que temos visto ano após ano, tem muito “doutor” com as mãos e conciências sujas, por atos de selvageria e menosprezo para com semelhantes.

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Opinião de Vera Lúcia Meira de Britto
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 18:01

Abaixo este estado de opressão. A liberdade descrita na Constituição é efrontada com esta imposição de sofrer o trote como forma de integração. Absurdo uma sociedade de valores decadentes e capengas permitir que jovens desorientados se apoderem de um outro jovem que na dependência de uma situação nova( direito a estar em sala, numa Universidade) seja obrigado a se submeter a atrocidades em nome desta “integração”, que podemos chamar de terrorismo. Integração a quê? Passamos a vida escolar toda entrando em colégios diferentes; cada ano em sala diferente, com colegas diferentes e nos integramos sem precisar passar por trotes humilhantes e atrozes. Qual o rito de passagem que justifica este comportamento? Quem deu aos já cursando, o poder de subjugar aquele que passou num vestibular e quer fazer seu curso?Onde está posto que aquele que chega tem a obrigatoriedade de ceitação deste comportamento? São muitos os questionamentos sobre o tema que vira manchete todo início de semestre numa tradição cada vez mais homicida, que obriga os novatos a, sem opção, passar por um corredor polonês, ou seja ou passa e cursa ou não passa e volta para casa.É isso? Ou não se submete e morre? Ou pode morrer de qualquer jeito, dependendo do grau de insanidade do grupo de veteranos da Universidade que escolheu para cursar o seu terceiro grau?
E onde fica a responsabilidade das Universidades em garantir a integridade dos seu alunos? Onde fica a responsabilidade dos pais destes vândalos que praticam estas atrocidades? Criaram pequenos monstros? Onde fica a sociedade, o poder de polícia, os dirigentes da sociedade que discutem, discutem, todo ano e a ação continua a acontecer e os monstrinhos saem impunes, sempre impunes por falta de provas. E como fica este jovem com suas cicatrizes morais, físicas e emocionais? Como ficam os pais destes jovens, vendo sua cria ser atormentado para poder usufruir de um direito líquido e certo, que devia ser garantido por lei?
Dar aos jovens que adentram todos os semestre nas Uiversidades o direito a sua integridade física, mental e moral é um desafio para as Unversidades,poder público, pais e sociedade. Basta, chega, é preciso dar limites se quisermos ter orgulho e não medo quando nossos filhos passam no vestibular. Outrora motivo de festa, hoje, uma roleta russa, a festa pode ser logo substituida por cenários de cemitério, hospitais, páginas de jornal, busa por psiquiatras, psicanalistas, etc.
Acorda Brasil! Uma sociedade sem limites, sem valores éticos, sem valores morais, sem valores humanitários, não há de ser orgulho para ninguém.

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Opinião de Vera Lucia
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 16:04

Violência o que podemos fazer!? Já não basta perdermos TANTOS jovens com drogas, tráfico e acidentes? Temos que mudar esses cenários!!!!

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Opinião de Anália Maia
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 15:30

Estamos vivenciando a Era da Violência. Os jovens universitários não tiveram a oportunidade de exercitar a reflexão. O ensino, fundamental e médio a que tiveram acesso, é precário. Na escola (com raras e dispendiosas exceções)a criança vê depositada em seu sentir apenas as impressões externas, pré estabelecidas, aprendem a escrever e a ler, mas não tem acesso à interlocução textual. Na realidade rituais medievais é a única referência que ainda possuem com a sua humanidade ancestral.
A proibição nunca foi eficiente, tudo o que se proibe tende a ser valorizado, não só pelos jovens, mas pelo homem médio. Proibir o trote não irá resolver o problema, que a bem da verdade é muito triste.
A única saída possível é a educação, o berço, desde à tenra idade. O problema não é o trote, não é a violência, estes são reflexos de um desafio muito maior, mais profundo. Nossas famílias precisam dar o exemplo, precisam parar de agredir o outro no transito, provocar o vizinho, desrespeitar as regras básica de convivência. Seus filhos observam, aprendem a agir do mesmo modo e assim ensinarão aos seus filhos.
Precisamos nos humanizar. Como consequência natural virá a harmonia e o respeito pelo semelhante.

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Opinião de diego strauss
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:57

é basicamente uma sensação de poder, q mostra a cada um de nós, o que as pessoas que se dizem estar em um nível “acima” do nosso pode nos proporcionar.
nos dá um panorama da intelectualidade nacional. e sou obrigado a concordar com o mestre Olavo de Carvalho. – quanto mais instruídos, maior o aumento da violência.

acabei de ingressar na faculdade de engenharia, e mesmo sabendo da proibição, faltei nos primeiros 3 dias, para não correr risco de acontecer nada mais grave, pois mesmo não querendo, o respeito tb não seria a fagulha de sensatez naquela situação. estando eu fazendo a faculdade junto com a minha esposa, na mesma sala, tinha absoluta certeza q essa informação na hora de um trote poderia se virar contra mim.

atenciosamente,

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Opinião de Jorgiano Barbosa
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:39

Sou estudante de Direito de uma faculdade privada, ja pregamos diversos trotes em calouros, mas nem um que atingisse a integridade física ou moral de algum calouro, certa vez me fizeram ser o professor, do tipo rigido que não aceitava nem piscada nos olhos, metada de sala saiu da sala para reclamar na coordenação do curso, quando o coordenador chegou foi revelado o trote! Nesse momento a aula virou uma imensa confraternização entre veteranos e novatos, apartir dali entendi que o espirito do trote e realmente esse o de confraternizar sem agredir, o de criar laços eternos de amizade!

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Opinião de kátia leite
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:37

Assino embaixo a opinião do Markut.Como em qualquer outra situação que envolva pessoas maiores de idade e vacinadas, a responsabilidade civil precisa ser lembrada, seja numa situação de pitiboys criminosos em saída de boate, num tiroteio no morro ou num resultado ruim de um trote violento. Também tive meus tempos de trote, que naquela época já existiam desde meu saudoso Pedro II.Se bem me lembro, esses, bem menos violentos que os atuais, também foram reprimidos, e com sucesso. Nada justifica a violência. Gosto muito de relembrar uma frase muito em voga em minha época de faculdade: “As crianças aprendem o que vivem”. Se os pais não foram suficientemente responsáveis para ensinar ética e rspeito aos seus fihos, que a Lei o faça.

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Opinião de Tatiana Tenuto
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:25

Muitos universitários calouros dizem que o trote é um ritual “obrigatório”, pois passar no vestibular é um momento marcante. Eles fazem questão de serem sujados com tinta, ovos e farinha, de rolarem na lama, etc.
Entrei na universidade aos 16 anos, meus pais morriam de medo que eu passasse por trote violento. Só que eu não fui educada para aceitar ou praticar uma atrocidade dessas. Passar no vestibular é um momento marcante, mas não são as marcas de violência e humilhação que eu queria como lembrança. Uma vaga em universidade pública é uma vitória, uma conquista, deve ser celebrada como tal.
O primeiro evento do semestre foi o “café dos calouros”, regado a cachaça, pinga que mais parecia álcool 96, às 10h da manhã. Os veteranos levaram os calouros para o estacionamento da universidade; os seguranças faziam vista grossa. Foi uma sexta-feira e o “evento de recepção” durou até 14h. Na segunda, encontrei várias amigas queimadas de sol, que me relataram os ritos de baixaria a que vários calouros foram submetidos.
Eu fiquei em casa naquela sexta-feira. Não tinha medo de “represália”, pois tinha a convicção de que não iria subverter meus princípios para “ser aceita”. Hoje estou no quinto semestre, conheço calouros, veteranos, professores… ninguém me rotulou como “a garota que não participou do trote”.
Se de uma vez por todas os estudantes assumissem uma postura digna ao ingressar na universidade, essa palhaçada de trote violento já teria acabado há muito tempo.

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Opinião de MARIA NEUSA DOS SANTOS
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:23

Eu considero o Trote coisa medieval mesmo como foi falado.Ensino em uma instituição de ensino e lá o trote passaou a ser nas salas de aula. Os membros dos D.As e D.C.E, vão as classes fantasiados e fazem sorteios, brincadeiras com os calouros. Já houve coisas horríveis,mas agora é assim e todos os aprovam.

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Opinião de Rosangela Friedrich Camara
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:12

Tudo que é proibido aguça a imaginação, assim, a prática dos trotes só mudará com educação, conscientização, respeito e cidadania, que é ao que nos remete o trote solidário ou trote cidadão. Este pode, sem sombra de dúvida, ser uma saída, embora não a garantia de que não haverão mais trotes violentos.

Penso que somente a educação, no seu sentido mais amplo, pode resolver este problema que favorece a explosão de instintos animalescos de que são dotados alguns de nossos jovens.

Meninos e meninas que não entendem o verdadeiro sentido de frequentar o mundo acadêmico, que tomam este momento que deveria ser um dos mais importantes para seu crescimento, como uma forma de se engrandecerem por ter uma condição privilegiada (de poder frequentar uma universidade), com direito à humilhar àqueles que iniciam sua vida acadêmica, quando não são mortos ou violentamente atacados.

Que profissionais serão no futuro? Provavelmente um destes que não passam no exame do C.R.M, C.R.E.A, e tantos outros C.R.´s, que matam ao fazer uma cirurgia ou ao construir um prédio, uma ponte, que “deseducam” nossa crianças e assim por diante?

Passei pelo trote quando entrei na faculdade, mas era divertido, alegre, sem humilhações. Hoje, a agressividade, violência, ostentação, vaidade e outros sentimentos menores, parecem fazer parte da vida destes meninos e meninas, como forma de expressar algo que eles mesmos não sabem dizer por que sentem. Será falta de berço, família, carinho, LIMITES ???????????????

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Opinião de Dorly Neto
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:11

É abominável que ainda existam trotes no século XXI. Mesmo nos considerando seres evoluídos, ainda perpetuamos a ignorância e a falta de bom-senso, inclusive nas Academias do Conhecimento, que são nossas faculdades.

Portanto, eu seria bem radical: acabar o trote. Nada de veterano gritando com calouro, o humilhando – mesmo que seja verbalmente – sem máquinas para cortar cabelos e nem “pedágios” nas ruas, para trocar dinheiro por bebidas alcoólicas.

Porém, entrar na faculdade é um rito de passagem. Uma nova fase na vida, novas dificuldades e desafios da vida adulta cada vez mais se aproximando. Essa transição precisa ser saudável, e o trote solidário é a melhor saída para a integração entre alunos.

Não conheço nenhum “calouro” que se sentiu orgulhoso ou integrado ao ser humilhado no trote, ele apenas pensou: “Ano que vem sou eu que vou descontar tudo que fizeram comigo!”, e assim a barbárie e a exploração se perpetuarão.

É um mito dizer que “só leva trote quem quer”. No meu caso, tive que faltar o primeiro dia e ainda por cima me esconder nas outras semanas, para não ser pego.

As universidades precisam agir ativamente em prol do trote solidário, só assim teremos uma festa saudável e uma transição memorável.

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Opinião de Mária S. Neves
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 14:04

Para falar sobre o assunto, volto ao meu primeiro dia dentro da universidade, no ano de 1981. Eu estava saindo de uma escola de certa forma acolhedora para entrar numa cidade universitária. Trocava uma vida relativamente “protegida” por outra onde seria mais cobrada, julgada e instigada. Tinha só 17 anos.
Se naquela época essa passagem já era difícil, hoje, mais ainda. Apesar de toda informação, liberação de costumes e mais diálogo dentro de casa, sinto que nossos jovens estão mais imaturos do que nunca. São meninos e meninas que, aos vinte anos, ainda não sabem bem o que querem. Limitam sua vida a grupos de amigos, possuem poucos ideais e até mesmo pouco preparo diante do mundo. E é nesse momento de virada que entram na universidade. Mal saídos da adolescência, um tempo onde o que mais se quer é “aproveitar a vida”, são levados a um lugar onde é preciso pensar, questionar, competir. Um espaço de estudos, de preparação, de motivação, porém, muito pouco, de acolhimento e proteção. Ao contrário dos grupinhos do Ginásio (hoje Ensino Médio), começa a fase do “cada um por si”. Um ambiente competitivo, crítico e até mesmo cruel. Portanto, o primeiro contato com esse ambiente será crucial para o futuro desses alunos.
Um trote violento, sádico, humilhante , ao invés de ser um rito de passagem, torna-se uma experiência perene para muitos. Remete ao famoso bullying, tão degradante e covarde, que deixa marcas que não se apagam.
Sou totalmente contra os trotes. Não considero que humilhar, maltratar, debochar, submeter alguém, com a desculpa de que é “uma brincadeira”, seja natural nem aceitável. Entendo, sim, que é uma válvula de escape para instintos violentos, que podem acabar, como já acabou em acidentes e até morte.
Defendo, assim, a fiscalização e, até mesmo, a expulsão do aluno que promova trotes dessa natureza, como forma de se combater e banir a prática no meio universitário. É um limite que somente a universidade pode demarcar. Afinal, não é ali que estamos preparando nossos futuros adultos? Que sociedade estamos ajudando a formar, quando jovens que, em breve, estarão no comando, já começam se dividindo em duas classes reprováveis: os carrascos e as vítimas?

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Opinião de LUIZ ANTONIO VIEIRA BARBI
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 13:41

FEITO ESTÁ NO ARTIGO, TROTE É UMA PRÁTICA MEDIEVAL, QUANDO AS PRIMEIRA UNIVERSIDADES PASSARAM A EXISTIR…ALGO MUITÍSSIMO OBSOLETO!!! HOJE EM DIA, EM QUALQUER RINCÃO REMOTO TEM UMA ESCOLA DITA DE NÍVEL SUPERIOR, ALÉM DOS CURSOS VIA INTERNET…PORÉM, SEMPRE EXISTEM OS PALHAÇOS, OS FRUSTRADOS, OS QUE ACHAM QUE ESTAR EM UMA UNIVERSIDADE É UMA COISA MÁGICA QUE OS DISTINGUE DA ” RALÉ “, ETC…ETC…A QUESTÃO DO TROTE PARECE SER MESMO UM ETHOS CULTURAL TERRÍVELMENTE INCRUSTADO..´.

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Opinião de Nelson de Souza
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 13:33

A entrada de um novo aluno, na universidade é um passo importante para a vida deste elemento, ali ele vai buscar aperfeiçoamento, aprimoramento, uma escolha, uma profissão, um desejo algo melhor, sério e oportuno pra ele
e para sua família ter um futuro melhor, da sua escolha afetará a vida de muitas pessoas ex: Um Médico, então como pode, se ali naquela entidade
que ele julga ser o melhor, o bem estar e a felicidade que todos sonham, de repente ele se depara com seres anormais, fazendo loucuras;
para se dizer que são maiorais que são espertos e que tudo sabem, agridem físico e moral os novos estudantes, já no mesmo instante da agressão o aluno se decepcionara de sua escolha por ter escolhido aquela universidade e ver que ali onde pensava encontrar pessoas legais de bom costumes e atos de sabedoria, encontrou baderna, balburdia e atrocidades e pergunto como os estudantes vão ixigir melhor comportamento da sociedade e dos políticos se eles que deveriam ser o futuro e ter melhor consciência
agem como irracionais e incompetentes para a formação de novos grupos. o Trote do bem até seria aceitável mostraria sabedoria, inteligência, ótimo raciocínio, comprometimento e aí sim diríamos ali encontra-se jovens de talento e ótimo futuro, fazendo o contrário só se pode esperar trapalhadas e fracasso. obrigado a quem ler
e principalmente quem atender.

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Opinião de Guilherme Vergueiro
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 13:31

É horrível. Entrar na Universidade deveria ser um momento feliz, e quem entra não deveria ser alvo de marginais que já estão lá. Os trotes deveriam ser engraçados, criativos e sem ferir a honra e o mérito de quem entrou. Deveria ser um ato de confraternização, amizade e boas vindas. Pedir dinheiro nas ruas por exemplo, todos pintados para arrecadar dinheiro para se comprar bebidas e vermos mais tarde todos bêbados pelas ruas cometendo vandalismos é ridículo. Se fosse ao menos para contribuir para instituições que cuidam dos menos favorecidos, comprovadamente, eu até contribuiria, mas do contrário … imaginem minha reação. E são esses que dão os trotes que serão nossos futuros advogados, médicos, engenheiros, jornalistas, marketeiros … Pode uma coisa dessas? Que vergonha …

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Opinião de Edvardes Luiz Pessoa
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 12:34

Nao sou especialista em segurança mas é possivel que no periodo das comemorações dos calouros nas univercidades do Brasil sejam contratados seguranças, que a imprensa escrita,televisiva estejam presete desde o abrir dos portos ate o enceramento.
Isto se justifica por causa do jogo de sena, vejam bem as instituiçoes dezem que os jovens sao maiores de idade e isto na maioria das veses e verdade.
É impotante resaltar que quando um jovem vai para sua aula inaugural seus pais acreditam estar em um ambiente saudavel, com o desencadear das comemoraçoes com ezageros e possivel estar criando um futuro pisicopata.
Lebrem se do estudante que disparou varios tiros em um cinema de uma grande cidade Brasileira.
portanto é salutar que medidas urgentes sejam implementadas pelos nossos legisladores.
Atenciosamente.
Edvardes Luiz Pessoa

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Opinião de Reginaldo Nunes
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 12:12

Viva o Pais de Geyse, Geysa e Afins!

Há pouquíssimo tempo atras tivemos o caso que teve sues “15 minutos” de fama, não desprezando de forma alguma o acontecido, tivemos o que disso tudo? As alunas da UNB fazendo um protesto com a demonstração de que seus corpos a elas pertencem, apoio totalmente e só!Mas do que isso alguns ou outros debates em alto nível ou não mas existiram.A Universidade onde ocorreu investiu uma verba bem grande em publicidade e por ai ficou.
Dizer qu etoda ano o trote isso ou aquilo, legal bacana, mas qual é o tema central disso tudo?O que realmente representam essas manifestações de violência e barbarie?

A meu ver representam a inteira falta de EDUCAÇÃO dessa parte qu efaz muito barulho nas ditas UNIVERSIDADES, pois são áreas de livre comércio de animais irracionais ao final, pois do que podemos classificar seres que impõe tamnha violência a seus companheiros em local onde a vida intelectual deveria ser o objetivo?

Dai vem algum Deputado salvador da Pátria com a solução magica da canetada, proibe , regulamenta ou tipifica .
Acordem, o sistema de ensino e familia( que é a principal responsavel pela educação de seus filhos ) estão em regime falimentar, isso é apenas reflexo e continuará pois não há ninguém defendendo algo na resolução, esta apenas se mostrando o que estamos cansados de ver, esse filme não é novo.
Eu sou Reginaldo Nunes

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Opinião de vitor
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 11:50

Esse ano eu cusarei geografia na universidade estadual de londrina(uel), bom as aulas começam dia 1 de março e dizem que a uel não deixa fazer trote, porém as pessoas fazem tudo fora da instituição.
É delicada a questão do trote, eu particulamente não liguei quando rasparam minha cabeça, me pintaram e tal, mas nem todos admitem esse tal comportamento. Esse mesmo ano aconteceu um caso com um jovem calouro que passo na federal do paraná em geografia e fizeram ele ingerir bebidas destiladas e acabo em coma algoolico.
Os trote com bebidas e violência tem que acabar, afeta a saúde fisica e mental da pessoa, apoio os trotes solidarios e feito por amigos assim todos se divertem sem nenhuma consequecia.

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Opinião de valter zanim
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 9:58

tem que ter gente com coragem para proibir este ato de marginalidade e um absurdo isto ainda esta acontecendo acorda brasil

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Opinião de Márcia Regina Santos
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 9:54

O trote é um símbolo de passagem da entrada na universidade, mas o que percebemos é que essa passagem muitas vezes é feita de maneira violenta desde era medieval até os dias atuais. Como uma tradição, não deveria ser proibida, mas sim reavaliada como uma possibilidade de inclusão a cidadania onde os jovens podem fazer dessa passagem um ato de pura conscientização dos seus atos e o que isso refletirá na sociedade. A tradição dos trotes mudou nos últimos anos com a introdução do trote solidário, trote comunitário, ou trote cidadão, isso é forma de pacífica de fazer o trote onde um objetivo maior por trás desse ritual de passagem e com certeza o trote solidário é uma saída eficaz na conscientização da cidadania de um indivíduo. Quanto as práticas de violência dos estudantes, a maioria praticante o trote violento para mostrar poder superioridade diante do calouro é o que acontece tanto em universidades como em outras instituições a questão de quem tem mais influencia, ou mais poder, mas essa é visão que deve ser avaliada e não para sair por ai denegrindo moralmente e fisicamente uma pessoa. De fato o trote deve sofrer modificações até porque não estamos mais na era medieval, mas também não deve ser banido.

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Opinião de Zaira Mattos
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 9:35

Esta prática abominável não deveria apenas ser banida como também fiscalizada com rigor. É crime! O ser humano se aproveita de todos os artifícios possíveis para dar vazão à sua natureza extremamente violenta. O trote é apenas uma desculpa respaldada pelo costume acadêmico para que crimes hediondos sejam cometidos. Estas práticas absurdas infringem as leis de nosso código penal em vários artigos: lesão corporal, assédio moral, assassinato. A sociedade não pode permitir que criminosos mascarados de universitários continuem ceifando o sonho acadêmico de tantos jovens sérios e comprometidos com o verdadeiro ideal estudantil: alcançar conhecimento e progresso para si e para a sociedade onde se encontra inserido.

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Opinião de Fábio Barbosa
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 9:20

Acredito que não deveria ser proibida, pois se vier à proibição os trotes vão piorar.
Acho que a faculdade deve deixar claro que se houver alguma ação desrespeitosa, dependendo da gravidade o aluno que praticou ou o grupo poderá ser expulso do complexo.
Na faculdade que estudo está proibido os trotes mesmo tendo avisos pela faculdade isso não inibiu os veteranos.
O trote solidário deveria sim, ser uma prática adotada por todos complexos educacionais. E que fosse feito um estudo indicando locais a serem ajudados.
E os calouros acabam praticando violência por entusiasmo do momento e as vezes pelo mesmo já ter passado por situações iguais, e enxerga isso como uma forma de vingança.
O que eu considero um absurdo.

Abs

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Opinião de Markut
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 8:53

Como rito de passagem, o trote pode ser aceitavel, desde que ele não se torne uma válvula de escape para trazer à tona o lado negro de algumas personalidades que se aproveitam dessa oportunidade, para extravasar tendências sadistas, exacerbadas pela droga e a bebida que, quase sempre , acompanham o evento e com o seu devastador efeito manada.
Muitos deles, adultos na idade civil e irresponsaveis , como crianças, na idade mental.
Sofrí o trote há 60 anos atrás e , embora houvesse tambem personalidades sádicas, no conjunto, não se via a violência e estupidez atuais, fruto, naturalmente, das próprias condições sociais que todos estamos vivendo, no chamado mundo moderno.
Não deixa de ser intrigante imaginar que daí surgirão os profissionais do amanhã, que ocuparão cargos de responsabilidade, nos mais diversos setores.
Confesso que este sinal dos tempos não me deixa muito confortavel, quanto à repeitabilidade e equilíbrio desses futuros profissionais.
Seria necessário que, de alguma forma, as palmadas virtuais no bum bum dessa criançada fosse possivel de ser aplicada, hoje, apesar de termos a desfavor, nós, a atual geração dirigente,a dificuldade de exibir muitos exemplos edificantes, que servissem de paradigma.

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Opinião de JOSE GRANGEIRO SOBRINHO
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 8:30

O trote nas Universidades, da forma como seus interlocutores o conduzem(trotes violentos), deveriam ser abolidos de vez. Mas, se o modelo de transformar os violentos, em de solidariedade, merecem aplausos. Ou seja, tudo que vier em nome da solidariedade para com situações de emergências, calamidades públicas, etc, sempre será bem vinda, quer de onde parta. Se se levar em consideração que o trote é uma forma do jovem estravasar suas energias, não poderia ter uma forma melhor, do que ajudando a pessoas com necessidades, sejam elas qual forem.

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Opinião de Daniela Macedo
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 8:11

Mesmo que haja trotes realmente comemorativos, e é claro que há; mesmo assim, a legislação não pode permitir algo que limite a liberdade humana. Afinal, qual a vantagem em se manter uma tradição, que hoje, humilha, constrange e pode levar à morte? Qual a vantagem em um ritual que obriga, força calouros a participarem de uma certa “comemoração”?

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Opinião de Enos Mendes
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 7:22

O trote solidário é uma maneira não-violenta e excelente meio par mostraràs outras pessoas que há um trote no qual inguém se humilha ou é ferido; apenas é mais um ingresso pacífico ao meio universitário…

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Opinião de Marília Pacheco Ribeiro
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 7:15

Acho lamentável esses trotes violentos!! revoltante mesmo!!
Um momento em que deveria haver alegria,comemoração e entrosamento se transforma num palco violento e sem sentido.Demonstração de alegria??? Não,nada disse,prá mim é um filme de horror que deveria ser tirado de cartaz imediatamente.

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Opinião de Célia Costa
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 6:47

Somente o banimento do trote deverá por fim a essa prática medieval, visto que as tentativas de trote solidário não obtiveram resultado desejado, a cada ano ficamos sabendo de mais trotes violentos em uma escalada de violência.
A punição deveria ser a expulsão da universidade/faculdade e responsabilidade criminal.
Acredito que trotes violentos ainda sejam praticados por inúmeros motivos,entre eles certamente o fato de não haver punição para esses crimes, veja o caso do jovem Edison Tsung-Chi Hsueh que morreu afogado em 1999, completará agora dia 22/02 11 anos, repito, 11 anos que ninguém foi responsabilizado pelo que aconteceu !
O trágico é que o pai de Edison, faleceu em 2008 vitimado por uma grande depressão que fragilizou sua saúde, quando o caso foi arquivado em 2006.
Isso para citar apenas um exemplo dentre tantos outros.
Existem também questões psicológicas envolvendo o calouro, o veterano e a relação deste último com a universidade que precisam ser trabalhadas em conjunto.

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Opinião de Mayre
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 6:05

Na maioria das vezes os estudantes são obrigados pelos veteranos das instituições a rasparem a cabeça. Desde então, o corte de cabelo se tornou uma espécie de rito de passagem, enquanto outros foram incorporados ao que se tornaria o trote atual.

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Opinião de Mayre
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 6:03

Eu acho que estes em geral abdicam dos rituais típicos, como pintar os calouros, em nome de atividades comunitárias, como doação de sangue.

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Opinião de caetano
Na data: 5 de fevereiro de 2010 as 5:36

se não ouver punição severa, como por exemplo espulção da universidade! Esta pratica não acaba, temos que deixar de sermos ipócritas.
Punição severa já! Isto é crime.esta turba não pode continuar dentro das universidades!

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Atualizado 08/09/2010 10h45