Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
Lucia Hippolito analisa a trajetória do PT da sua origem no sindicalismo ao governo Lula
Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
Veja o artigo de Paulo Rabello de Castro publicado no site do Instituto Millenium
Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
O comercial da Brahma, patrocinadora oficial da Copa 2010, em que o técnico da seleção brasileira, Dunga, fala como um guerreiro, traz à tona uma mistura que não combina: esporte e bebida alcoólica. Apesar de ser quase uma tradição do setor de propaganda, em especial no período de Copa do Mundo, vincular a prática de esportes ao consumo de álcool é uma antítese no dia-a-dia e para a saúde.
Na prática, os jogadores que estão no torneio e atletas em geral são recomendados a não consumir bebidas alcoólicas durante os treinos e as competições. Regra aplicada, até mesmo, por Dunga. A medida é para não prejudicar o desempenho físico. Apesar disso, muitos jogadores brasileiros cedem suas imagens aos anúncios de bebidas, em especial aos de cerveja, que associam o consumo do produto à vitória e a superação no esporte. Um verdadeiro contrasenso.
Copa estimula o consumo
O Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) constatou que a venda de cerveja no período da Copa tem um aumento significativo. O órgão avaliou o período de junho a julho de 2010 como um mês extra de verão nos rendimentos dos fabricantes. Ou seja, o povo bebe em 30 dias o que normalmente seria consumido em 60.
A indústria do tabaco no passado também já usou a dobradinha esporte e cigarro para passar uma imagem positiva, mesma estratégia que as cervejarias e outras bebidas alcoólicas adotam. Aparentemente, com o apoio dos grandes atletas a recomendação “beba moderadamente”, veiculada no final dos anúncios, deve ter pouco efeito nessa época de Copa.
Caro leitor,
Qual a sua opinião sobre a associação entre esporte e bebida alcoólica?
Como você avalia a vinculação da imagem de atletas aos comerciais de bebidas alcoólicas?
Como você analisa as propagandas e marcas que usam esta associação para estimular o consumo?