Início » Exclusiva » Os jogos de azar devem ser legalizados no Brasil?
TENDÊNCIAS E DEBATES

Os jogos de azar devem ser legalizados no Brasil?

Após 70 anos da lei que proibiu os jogos de azar no Brasil, Congresso discute o Marco Regulatório dos Jogos de Azar, que propõe a legalização de todas as modalidades de jogos

Os jogos de azar devem ser legalizados no Brasil?
Desde a época do Brasil Império os jogos de azar se alternam entre a legalidade e a clandestinidade (Foto: Flickr/Lisa Brewster)

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

A fachada é discreta, nada diferente de um endereço comum em um bucólico bairro de classe média carioca. Mas no interior, a atividade é intensa, composta por um grande grupo, a maioria acima dos 60 anos. Locutores anunciam bolas sorteadas por uma máquina, enquanto dezenas de idosos tentam completar suas cartelas. Trata-se de um bingo clandestino.

Em condição de anonimato, um grupo de frequentadoras confidencia torcer pela legalização dos bingos, pois não veem motivo para a prática ser ilegal. Para elas, o lugar é uma fonte de lazer. “Precisa legalizar, cada um sabe o que faz com seu dinheiro. Ninguém está se aproveitando de mim.”, defende uma. “Venho aqui para me divertir, encontrar amigas. Melhor do que ficar em casa vendo televisão. O bingo é a ‘social’ do idoso”, brinca outra, fazendo referência à gíria que os jovens usam quando se referem a festas.

Proposta visa legalizar todas as modalidades de jogos (Foto:Flickr)

Proposta visa legalizar todas as modalidades de jogos (Foto:Flickr)

Se estiver com sorte, o grupo de idosas pode realizar seu desejo ainda este ano. Tramita no Congresso o Marco Regulatório dos Jogos de Azar no Brasil. A proposta visa legalizar e regularizar o funcionamento de cassinos, bingos, caça-níqueis e jogo do bicho. O principal argumento para a medida é a receita que será gerada com o jogo legalizado.

A proposta será votada pela Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional do Senado. Por ser de caráter terminativo, se aprovada, ela seguirá direto para apreciação na Câmara.

Caso seja aprovada, ela pode legalizar, mais uma vez, os jogos de azar no país. Desde a época do Brasil Império eles se alternam entre a legalidade e a clandestinidade. Legalizados por Getúlio Vargas em 1938, foram novamente proibidos em 1946, por Eurico Gaspar Dutra. A proibição foi fruto de uma intensa campanha da primeira-dama Carmela Dutra. Conhecida como “Dona Santinha”, Carmela era uma católica fervorosa. Ela considerava os cassinos antros de perdição e convenceu o marido a bani-los com a ajuda de uma série de reportagens do jornal Globo. Disponíveis no acervo digital do jornal, elas retratam cassinos como “fábricas do vício”. Chocado pelas reportagens, em abril de 1946 Dutra emitiu o decreto que proibiu a exploração de jogos de azar no país. Agora, 70 anos depois, os jogos voltam ao centro do debate em Brasília.

Um dos maiores defensores da legalização é Magnho José, jornalista e presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal (IJL). Nos últimos 17 anos, ele esteve engajado na campanha pela legalização dos jogos. Ex-assessor da Lortej, ele fundou em 2001, junto com a sócia Elaine Cardoso, o Boletim de Notícias Lotéricas (BNL), o maior banco de dados do setor de jogos do país.

Em 2014, o setor global de jogos movimentou US$ 488 bilhões (Foto: Wikipedia)

Em 2014, o setor global de jogos movimentou US$ 488 bilhões (Foto: Wikipedia)

Em entrevista ao Opinião e Notícia, ele explica que o Brasil tem um atraso histórico em relação à regulamentação dos jogos, além de ter uma das legislações mais atrasadas do mundo para o setor. Segundo José, a questão dos jogos deve ser discutida, pois a clandestinidade não anula a prática. “No caso do jogo só temos duas opções: jogo legal ou ilegal. A opção ‘não jogo’ é impossível, pois mais de 20 milhões de brasileiros jogam todos os dias no ‘brasileiríssimo’ jogo do bicho, sem falar em outras modalidades. Depois de 70 anos da última lei, ainda não enfrentamos a questão da atualização do marco regulatório para esta atividade.”

Segundo estimativa do IJL, em 2014, o setor global de jogos movimentou US$ 488 bilhões. No Brasil, as apostas ilegais ficaram em R$ 19,9 bilhões. O valor é maior do que o total de R$ 14,2 bilhões movimentados pelas apostas legais (Loterias Caixa, Loterias Estaduais e jóqueis clubes). “Um estudo do BNL estimou que o potencial do mercado de jogos de um país equivale a 1% do PIB. O Brasil teve no ano passado um PIB de R$ 5,521 trilhões. Se considerarmos 1% do PIB, o potencial mercado do jogo no Brasil é de R$ 55,2 bilhões anuais. Como a média da tributação mundial do jogo gira em torno de 30% (somados todos os tributos incidentes sobre estas operações), neste caso o Brasil deixa de arrecadar anualmente cerca de R$ 16,5 bilhões em tributos com este setor.”

Risco de corrupção e vício

Críticos contrários à legalização dos jogos têm como principal argumento o risco das casas de aposta se tornarem ferramentas de lavagem de dinheiro. Eles também afirmam que jogos de azar podem tornar as pessoas viciadas compulsivas em apostas.

Estes dois pontos são refutados por José. Segundo ele, hoje, casas de aposta do mundo todo dispõem de tecnologias que permitem um rígido controle sobre as receitas locais, impedindo o uso da verba arrecadada para fins ilícitos.

Comissão deve votar a proposta na quarta-feira, 9 (Foto: Flickr)

Comissão deve votar a proposta na quarta-feira, 9 (Foto: Flickr)

“Discursos contrários que usam a patologia, lavagem de dinheiro e ausência de controle como argumentos fazem parte do lobby dos que pretendem manter o jogo na ilegalidade. Estas questões podem ser facilmente superadas com as melhores práticas adotadas por dezenas de países que regulamentaram este setor. Os contrários à legalização profetizam que os jogos são propícios à lavagem de dinheiro, mas nunca foi explicado como seria esta operação e as respectivas vantagens em lavar dinheiro com o jogo. Uma análise nos percentuais dos tributos demonstra que estão profetizando uma grande bobagem, já que existem atividades prestadoras de serviços em que o ‘lavador’ pagará apenas 16,33% em pagamento de tributos. Além disso, a legislação brasileira obriga que prêmios acima de R$ 10 mil sejam informados pelos operadores de jogos e loterias ao Conselho de Controle de Operações Financeiras – COAF, órgão vinculado ao Ministério da Fazenda e responsável pela fiscalização sobre lavagem de capitais no país. Portanto, lavar dinheiro em jogo é caro e arriscado.”

Quanto à questão do vício, José afirma que em vários países existem políticas eficazes de prevenção e combate à compulsão em jogos de azar, como a ‘autoexclusão’, usada em alguns países da União Europeia e da América do Sul. “Este mecanismo permite ao familiar do jogador e ao próprio ludopata (nome dado aos jogadores compulsivos) se inscrever em um cadastro no qual fica impedido de jogar durante um mandato de dois anos. No Brasil não existem dados seguros sobre a situação devido à clandestinidade, mas o comportamento patológico não é privilégio dos jogos de azar. Pesquisadores estimam que de 1 a 3% da população têm uma relação doentia com jogos.”

Para José, a votação do Marco Regulatório dos Jogos dá ao país uma chance para amadurecer e enfrentar a questão do jogo de forma pragmática, sem envolvimento de questões de ordem moral ou religiosa. “É necessário legalizar e regulamentar, pois a proibição leva ao jogo clandestino e o jogo clandestino leva à corrupção. Além disso, com o jogo legal ganham Estado e sociedade.”

Enquanto o debate continua, o grupo de idosas segue jogando, migrando de bingo cada vez que a Polícia Civil fecha uma casa clandestina. “Eu digo que nós somos as mariposas. Você já viu quando uma mariposa entra em casa, você apaga a luz e ela vai para outro cômodo. É assim.”

 

Caro leitor, você acha que a legalização dos jogos de azar será benéfica para o país? 

 

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

24 Opiniões

  1. André Luiz D. Queiroz disse:

    Sout totalmente a favor da legalização dos jogos de azar! Vivemos uma hipocrisia governamental quanto a essa questão; afinal, por que cassinos e bingos são proibidos, mas as apostas em corridas de cavalos não são?!… Aí já cai por terra o argumento de “proteger a população” do vício…! E, afinal de contas, o que não falta é jogatina ilegal por aí.
    Na realidade, quem realmente não quer a legalização são os banqueiros do jogo (do bicho)! Legalizado o jogo, passam a ter que pagar impostos!, e o escrutínio oficialm sobre a atividade passa a ser maior!
    Além do mais, os cassinos poderiam ser um atrativo turístico a mais para várias regiões do país, com potencial para criação de muitas vagas de trabalho em torno de todo esse mercado: tanto nos cassinos em si quanto na infraestrutura hoteleira e de espetáculos, a exemplo de Las Vegas. É muita riqueza (e arrecadação tributária!), não pode ser desprezada por “pruridos moralistas” anacrônicos!
    Eu penso assim!

  2. Sergio Mesquita disse:

    Sou totalmente a favor da regulamentação dos jogos, lazer não pode ser proibido, se jogo vicia, as loterias do governo deveriam fechar, se lavagem de dinheiro é desculpa para não liberar o jogo num todo, as loterias do governo também servem para isso, então também não podem funcionar, quanto a vício, teremos então que acabar com as fábricas de cigarros, fábricas de bebidas alcoólicas, acabar com corridas de cavalos e muitas outras coisas que viciam, muita bobagem se fala, portanto chega de hipocrisia e vamos todos ao jogo legal !!!!

  3. juan muinos disse:

    Já passou da hora, totalmente a favor, até porque o jogo esta ai, clandestinamente, fomentando a corrupção das instituições da segurança pública, explorando os funcionários e não agragando nada para a economia do Brasil, legalizando, vai gerar arrecadação de tributos, empregos formais, aumentar a arrecadação de vários outros setores de serviços…….
    Em relação, ao vício, de novo, ele já existe e o pior, sem controle, as casas de jogos clandestinas não temos como levantar uma informação oficial, sobre a quantidade de jogadores compulsivos….., legalizado, vamos poder criar mecanismos para cadastrar e até se for o caso, proibir o individuo de jogar……, resumindo, sou a favor principalmente, porque defendo o LIVRE ARBÍTRIO, ou seja, o cidadão tem o direito de gastar seu dinheiro como quiser………

  4. Marcia disse:

    Sim, sou a favor da legalização ! O jogo deve ser legalizado no Brasil : o jogo gera emprego e deve gerar arrecadação tributária ! Jogo vicia ? Tanta coisa vicia e faz mal ! O Jogo é necessário até para gerar riqueza e turismo pro nosso país …que tanto precisa !

  5. Ludwig Von Drake disse:

    Benéfica, porque liberar o jogo significa diminuir a tutela do Estado sobre a autonomia da vontade dos cidadãos, algo fundamental.
    O que gera riqueza é a mais-valia aplicada às commodities. O que gera prosperidade é a mentalidade de um povo aplicada ao trabalho.

  6. Roberto1776 disse:

    Em Porto Alegre, em frente ao mercado público, dezenas de vendedores comercializam uma arapuca conhecida como TRILEGAL sob o manto pseudo legal de ser um plano de capitalização (mas nem mencionam isso em suas agressivas propagandas na televisão de modo que ninguém irá se lembrar de resgatar o dinheiro “aplicado”) sob o olhar complacente das autoridades. Se uns podem, porque não abrir geral? Além disso o governo federal é o maior banqueiro de jogos de azar do país, cujos prêmios geralmente têm um destino esquisito.

  7. Julio Guatelli disse:

    Legalização dos Jogos ou CPMF
    Passamos por tempos de grande turbulência institucional. O povo clama por justiça e moralidade do trato público. O país, até então tido como tropical, vive hoje a efervescência política e econômica, até então já mais vista. Em meio a este clima destemperado, surge como “salvação da lavoura” a ideia de se ressuscitar a enfadonha CPMF, que, em tese, evitaria o naufrágio da “nau sem rumo”. A sociedade, já vacinada desta dose cavalar, a rejeita veementemente. Então, o quê fazer diante deste “estado falido”, onde as contas públicas não suprem as necessidades desta sociedade ¿
    Alternativas existem, tais como o “estado” cortar na própria carne, os gastos que mantém de forma leviana, a máquina estatal. Com um pouco de criatividade, vontade e bom senso, outras alternativas poderiam ser implementadas. Pois vamos citar uma delas :
    A Legalização Dos Jogos no Brasil.
    Projetos muito bem elaborados, circulam pelo congresso nacional. Projetos estes, que se bem implementados, garantiriam a total transparência e controle dos jogos, de modo a pôr fim a qualquer dúvida quanto a possibilidades de fraudes e lavagem de dinheiro.
    Teríamos uma arrecadação de impostos, que em muito, se aproximaria aos valores obtidos com a implantação da já morta e enterrada CPMF.
    A legalização dos jogos, em todos os seus modelos, geraria uma enorme demanda de mão de obra, proporcionando várias oportunidades de emprego em diversos segmentos.
    Deixaríamos de gastar nosso dinheiro em outros países onde o jogo é normalizado, bem como traríamos divisas, através do turismo.
    Por isso, deixemos a hipocrisia de lado com relação a este assunto, e aprovemos , de forma imediata, a Legalização dos Jogos no Brasil.
    by Julio Guatelli

  8. Renato Cesar disse:

    Sou a favor da implementação dos jogos no Brasil, desde que sejam controlados por órgão oficial.Dessa forma pode-se garantir que o trato do dinheiro seja de forma legal, garanta retorno mínimo ao jogador e propicie empregos num momento de uma profunda crise que vivemos além é claro do lazer, principalmente para a terceira idade que adora bingo. Acredito que a união, estado e município terão desta forma mais uma fonte de renda e assim promover seu desenvolvimento, evitando os jogos clandestinos que não revertem em impostos e a saída de divisas do país daqueles que optam em jogar fora do país.

  9. helo disse:

    Jogo não!

  10. Sidinei Tadeu disse:

    O jogo de forma clandestina nunca deixará de existir, pois a demanda é grande. Logo, é sensato regulamentar com critérios sérios, e estabelecer uma fiscalização criteriosa para que a coisa não descambe para o obscuro.
    O País não aguenta mais impostos nem falcatruas, então porque desperdiçar a possibilidade regulamentar uma atividade como essa, que além de arrecadação pode gerar milhares de empregos.

  11. Ana Claudia Pessoa disse:

    Sou a favor da legalização dos jogos no Brasil. Gera impostos, empregos e lazer. O jogo assim como a bebida e o fumo vicia e nem por isso a bebida e o fumo são proibidos. Existem meios de controlar e não permitir a presença de jogadores compulsivos nos ambientes de jogos, basta querer fazer. Essa é a hora. O Brasil precisa da arrecadação desse imposto e o povo precisa de emprego. O jogo nunca deixou de existir no nosso país. Legalmente ou na clandestinidade ele está aí, somente fomentando a corrupção. Chega de tapar o sol com a peneira. Só não vê quem não quer. Hipocrisia!!!
    JOGO LEGALIZADO JÁ!!!

  12. Ana Claudia Pessoa disse:

    Sou a favor da legalização dos jogos no Brasil. Essa é a hora. O Brasil precisa aumentar a arrecadação tributária sem prejudicar ainda mais o brasileiro e o povo precisa de emprego. O jogo, assim como a bebida e o fumo vicia e nem por isso a bebida ou o fumo são proibidas. Existem meios de não permitir ou proibir a entrada de jogadores compulsivos nesses ambientes, basta querer fazer.
    O jogo no Brasil, legal ou na candlestinidade sempre existiu e vai continuar existindo. A ilegalidade só serve para fomentar ainda mais a corrupção no nosso país. Não adianta mais tapar o sol com a peneira. Fingir que não vê. É a hora de darmos um passo à frente e de acabarmos com essa hipocrisia.
    JOGO LEGAL JÁ!!

  13. LEONATDO GUS disse:

    TEM QUE LEGALIZAR, O BRASIL ESTÁ PRECISANDO DE POSTOS EMPREGOS. NOS DIAS DE HOJE, COM TODA INFORNAÇÃO QUE TEMOS, DEIXAR O JOGO NA ILEGALIDADE É HIPOCRISIA E IGNORÂCIA. PORQUE FALAR QUE VAI VIRAR LAVAGEM DE DINHEIRO, ISSO É CONVERSA DE DESCONHECEDORES DA CAUSA, RESUMINDO: MARIA VAI COM AS OUTRAS. FALAR DE VICIO, ME DESCULPE NÃO É MOTIVO PARA DEIXAR O JOGO ILGAL. OS BENEFICOS COM A LEGALIZAÇÃO É AS MELHORES POSSIVEIS, PRIMEIRO EMPREGO EM TODOS OS NÍVEIS, EM TODAS AS ÁREAS ETC. SEGUNDO O GOVERNO ARRECADAR EMPOSTOS, A PREVIDÊNCIA ARRECADAR TAMBÉM, ETC. E EM TERCEIRO O TURISMO QUE O BRASIL NÃO TEM, O TURISTA QUE GOSTA DE JOGAR E OS SERVIÇOS INDIRETOS QUE SERÃO GERADOS EM TODAS AS ÁREAS PARA DAR SUPORTE AS NECESSIDADES QUE AS CASAS DE JOGOS VÃO GERAR. PROBLEMAS SEMPRE TEM E SEMPRE VAI TER E LEGALIZAR É O PRIMEIRO PASSO PARA COMESSAR A RESOLVER OS PROBLEMAS NO QUE SE DIZ RESPEITO AO JOGO. TUDO QUE É LEGAL, TRANSPARENTE É MAIS FÁCIL DE SE CORRIGIR E PUNIR OS ERROS. TEM QUE LEGALIZAR SIM!!! ACORDA BRASIL!!! LEGALIZE JÁ!!!

  14. Edila disse:

    Ufff legalizar logo cartoons 😡

  15. francisco ramiro dos santos disse:

    Sou organizador de Bingos de Rua,já realizei grandes bingos e não tive nem uma reclamação, pelo contrario muita gente estão esperando mais bingos de nossa equipe.
    Só que o Brasil está cheio de picaretas querendo fazer bingos e para isso não tem nem uma fiscalização, os bingos são coisas decentes, e se legalizados o Brasil é quem ganha.

  16. carlos henrique joppert disse:

    Sou a favor de abrir Cassinos,veja a riquíssima LAS VEGAS que para milhões de dólares ao Governo Americano com impostos
    Estamos perdendo tempo
    Abra totalmente os jogos no Brasi
    lUrgente

  17. Sergio Fernandes disse:

    Que venham os jogos!
    A tão aguardada legalização dos jogos que será uma das salvações e retomada de crescimento que esse país em decadência tanto precisa!
    Me perdoem aos que são contra, mas não se pode dar espaço pra tanta hipocrisia, falsidade e ‘ingenuidade’ por não saberem do tema ou fingirem que não sabem, pois, milhares de casas clandestinas, sim, CLANDESTINAS!!! São fechadas diariamente pela Polícia Militar aos montes e aos quatro cantos do país!
    Não se pode negar o fato que o jogo existe, tá aí, debaixo dos panos e só um imbecil pra negar, e sobre o jogo do bicho, então?! Dizem que existem mais de 350mil pontos pelo Brasil e o jogo online?! Mais de 10 bilhões de reais só em 2015 jogados online e tudo lá fora…
    Com os jogos, virão MILHARES DE EMPREGOS, hotéis, restaurantes, mercearias, padarias, empregos informais, indiretos, “freelancers”… O dinheiro voltando a girar, empregos criando e empregos COM CARTEIRA ASSINADA!!!
    Vamos acordar de vez, deixar a hipocrisia e a imbecilidade de lado e sejamos todos A FAVOR DA LEGALIZAÇÃO DOS JOGOS de uma vez por todas ou senão pagaremos por menos de 1% que são boçais e ficam argumentando as mesmas babaquices de décadas que nem vale a pena repetir…

    Que os doentes viciados se tratem, busquem tratamento assim como os viciados em bebidas, cigarros, drogas… Os que são contra que continuem frequentando suas igrejas em paz, mas que não NOS TIRE O DINHEIRO DE GASTAR NOSSO DINHEIRO COMO BEM QUEREMOS, DESDE QUE NÃO HAJA IMORALIDADE NEM FAVORECIMENTO AO NARCOTRÁFICO, PROSTITUIÇÃO E ETC…

    É JOGO! SOMENTE JOGO! SÓ ISSO! Se eu quiser gastar e torrar meu salário, problema meu!
    Não me impeça de gastar como eu quiser!

    QUE VOLTEM OS JOGOS, JÁÁÁÁÁÁ!
    \o

  18. Professor Francisco Marcos de Moraes. disse:

    Quando os BINGOS estavam disponíveis, viam-se varias SENHORAS, em idade avançada, cheias de VITALIDADE. Tomavam o “CHÁ DA TARDE”, que em todos os BINGOS era de lei. Dava gosto ver a alegria e a socialização dessas SENHORAS. Muitas, brincando, diziam que quem bancava o seus gastos eram os filhos, pois preferiam gastar com o BINGO do que com médicos e remédios. Portanto, LIBEREM logo os BINGOS E CASSINOS no Brasil. Estou com saudades de ver a JUVENTUDE dessas SENHORAS.

  19. miucha disse:

    Sou totalmente a favor da legalização….

  20. alcides wetzel disse:

    o
    jogo esta liberado ou nao

  21. Tania Barbosa disse:

    SIM ! com certeza . O jogo LEGAL, seria fonte de renda para a economia do país além de trazer empregos diretos e indiretos, desde a alimentação, Músicos, Shows, Segurança e Nosso país Clama por EMPREGOS!
    Votem Congressistas! Aprovem os jogos ( Claro com toda a regulamentação rígida).
    O Brasileiro sai daqui para jogar lá fora, como no Uruguai , Estados Unidos e Caribe e ate em Cruzeiros!

    A União Precisa de Receita e aqui estaria uma fonte imensa de receita e Impostos!

  22. Leo disse:

    Como se todos os tipos de jogos fossem resolver os problemas doBrasi!! Só de juros o Brasil paga 1 trilhão de CABS (custo abusivo Brasil)!!!uma gota no oceano!!!

  23. Gloria de Castro disse:

    LIBERAÇÃO DO JOGO NO BRASIL.

    Tenho lido nos jornais a opinião do antigo Sérgio Ricardo de Almeida – presidente da Loterj, sobre a liberação do jogo no Brasil e concordo plenamente com ele.

    Minha opinião é que hoje perde-se muito dinheiro com a falta da liberação do jogo no Brasil para o implemento do turismo, e com isso só lucram os contraventores de sempre.

    Os cassino foram fechados, pelo menos o da Urca, pelo Presidente Dutra, a mando de sua mulher, católica, carola e desconhecedora do tamanho do Business que é o jogo. Foi um desastre para muitos artistas, pois os grandes shows apresentados nos cassinos possibilitavam um bom sustento financeiro para todos os seus funcionários, assim como para diversos tipos de artistas, como cantores, atores, bailarinos, vedetes, etc…

    A legalização dos jogos no Brasil poderá movimentar cerca de R$ 55 bilhões e arrecadar 16 bilhões por ano para os cofres públicos. Gostaria de salientar que o Brasil é um dos raros países das Américas a proibir o jogo, fomentando assim todos os tipos de jogos ilegais.

    Acabei de receber um e-mail mostrando um shopping enorme em Macau (China) com diversos cassinos belíssimos e super movimentados. Macau era um lugar totalmente morto e agora recebe milhões de visitantes por ano, faturando um absurdo de dinheiro.

    Por que nosso Senado – que não presta para nada – não faz alguma coisa que preste e libere o jogo e os cassinos para as cidades turísticas do Estado do Rio de Janeiro e, claro, as outras do restante do Brasil ? Até porque, só quem ganha com a proibição do jogo são os bandidos (os de colarinho branco e os outros menos chiques), os donos de caça-níqueis, de pontos de bicho, etc…

    E haja dinheiro para reprimir o jogo, os bingos, cassinos clandestinos, haja policiais para fazer o combate de algo que é escolha pessoal de cada um: jogar ou não jogar. Não é da alçada do Governo se alguém quer jogar ou não. Ou será que a cúpula do País não sabe o quanto se ganha com o turismo em Las Vegas, Baden-Baden (Alemanha), Monte Carlo, e por aí vai…

    Entre as cidades turísticas onde o jogo deveria ser liberado está Petrópolis e o Quitandinha, o Castelo de Itaipava, o Cassino da Urca, vários outros locais na cidade do Rio de Janeiro, Búzios, Angra, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Penedo, Petrópolis, Teresópolis, Friburgo, etc…

    No Brasil como um todo, o Castelo de Lambari, locais em Campos do Jordão, Araxá, Poços de Caldas, Gramado, Canela, Caxias do Sul, Pousada do Rio Quente, São João Del Rey, Tiradentes, cidades turísticas de São Paulo e as praias da Rio-Santos, além de outros locais do País afora que também podem usufruir desta abertura.

    Jogo é emprego, é turismo, é fonte de renda, e todos ganham com isso, não só meia dúzia de gatos pingados e contraventores…. Tudo bom sempre para os mesmos: a mesma corriola. Precisamos urgentemente de emprego para todos, devidamente uniformizados, sindicalizados, trabalhadores do Brasil.

    O Governo do Brasil deveria fazer uma pesquisa e ver a quantidade enorme de brasileiros que viaja pelo menos quatro vezes por ano para jogar no exterior e, nós aqui, comendo mosca, perdendo todo essa dinheirama, deixando-se evadir estas divisas.

    Ou então que se faça como em Buenos Aires, que tem um cassino flutuante, que funciona em um transatlântico, atracado no porto, onde o jogo é liberado.

  24. Renato Jordão disse:

    Somente os cassinos, instalados em regiões que precisam de estímulo ao desenvolvimento devem receber suas instalações, regiões como agreste nordestino, selva amazônica, regiões do interior do nosso país onde temos abundância de belezas naturais devem recebê-los. Regiões Sul e Sudeste não devem ter cassinos. A indústria dos cassinos traz um rápido retorno de benefícios facilmente calculados como: Desenvolvimento urbano planejado, infraestrutura, emprego para mão de obra com baixa qualificação técnica, retenção humano na região. Cassinos contribuem expressivamente com impostos, não precisam de benefícios como isenções ou subsídios fiscais e tributários, empregam milhões de pessoas pelo mundo! É a única saída para o Brasil em função da indústria 4.0 e, das belezas naturais que temos! Em 05 anos nosso país terá um acréscimo de 1 milhão de trabalhadores neste segmento direto e mais 5 milhões em indiretos, além de aumentar nosso PIB em mais de 1 trilhão de reais ao ano!
    Serão necessários hotéis, redes de esgoto, tratamento de água, estradas, aeroportos, conexões com turismo marítimo, aeroviário e rodoviário, hospitais, escolas, segurança, informática etc…
    Chega de bajular indústrias que tungam a nação pela isenção e subsídios, que nos matem reféns com empresários que só querem mais uma boquinha para poder morder!
    Macau é o principal centro de jogos do mundo,[8] possuindo 30 cassinos, explorados pelos titulares de seis concessões e subconcessões de jogo atribuídas pela Região Administrativa Especial de Macau. A cidade tornou-se altamente turística e desenvolvida após a reforma feita no setor, introduzida a partir de 2001-2002 pelo governo da região, e que lhe permitiu desbancar Las Vegas como “capital mundial dos cassinos”

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *