Comente hoje nesta matéria e participe da Promoção Sexta-feira Premiada, que nesta edição oferece os seguintes livros:
“Uma Gota de Sangue“, de Demetrio Magnoli
“Cartas Na Mesa“, de Fernando Sabino
“Cronicas Da Guerra Na Italia“, de Rubem Braga
O governador de São Paulo, José Serra, tem aproximadamente 40% das intenções de voto para as eleições à presidência em 2010. Seu governo é bem avaliado nas pesquisas e ele conta com uma invejável biografia política, que inclui exílio durante a ditadura militar, carreira ilustre de economista e uma disputa eleitoral contra Lula em 2002. No entanto, tanto o PSDB quanto o governador não parecem ainda saber qual será sua bandeira para as eleições.
De acordo com o professor Eurico Figueiredo, coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências Políticas da UFF, o partido não poderá atacar o governo como gostaria. O presidente Lula tem altos índices de aprovação, e seus programas sociais também. O Mensalão petista e o apagão de novembro de 2009 estarão velhos em 2010. Além disso, “seria o roto falando do esfarrapado”, afirma Figueiredo.
O partido parece perdido, de acordo com o professor de Ciência Política da Unicamp Valeriano Costa. A defesa da ética se tornou frágil com o caso do senador Eduardo Azeredo (PSDB), que teve denúncias contra ele acatadas no Supremo Tribunal Federal. Para piorar, o principal aliado do partido, o Democratas, perdeu o governador José Roberto Arruda, no que foi nomeado “Mensalão do DEM”.
Valeriano acredita que o governo leva vantagem em uma campanha propositiva, apesar de muitas de suas obras não terem ainda saído do papel. “Há um altíssimo risco de rejeição, mas terá que ser uma campanha negativa, baseada na desconstrução de Dilma Rousseff”, afirma. Desvincular a ministra como sucessora de Lula pode ser vital para a vitória. Para o cientista político, a maior fraqueza do governo foi a nomeação da petista, uma candidata sem experiência política em eleições.
Neste quesito, o governador tem vantagem sobre a ministra-chefe da Casa Civil. Figueiredo afirma que provavelmente será uma campanha baseada em marketing, e não em confronto de ideias. De acordo com o professor, um marqueteiro habilidoso pode transformar a biografia de Serra em um diferencial político em relação à petista.
Um problema seria comum aos dois partidos: candidatos antipáticos. Tanto Serra quanto Dilma correm o risco de sofrer um destino parecido com o da candidata para o governo do Rio de Janeiro em 2006 Denise Frossard. “Ela tinha bons índices, mas quando começaram os debates e aparições públicas, ela mostrou seu ranço autoritário e antipatia, o que custou votos”, analisa Figueiredo. Para ele, um candidato não correria este risco: o mineiro Aécio Neves, que decidiu, nesta quinta-feira, 17, não concorrer à presidência, o que consolida o governador de São Paulo como candidato do partido.
Outro problema do PSDB é o potencial de crescimento de Serra. Valeriano afirma que a margem de manobra do governador é muito pequena. Seus índices são bons nos grandes centros urbanos, mas o candidato precisa crescer ainda nas regiões pobres, normalmente redutos do PT. Apesar do baixo índice de rejeição, 25%, não será tarefa fácil. “A perspectiva é de um confronto político duríssimo”, especula Valeriano.
Caro leitor,
O PSDB deve atacar o governo Lula?
A antipatia pode custar a presidência para Dilma ou Serra?
No que o PSDB deve apostar em 2010, em propostas ou na construção da imagem de seu candidato?



SERÁ QUE OS PETISTA SABEM QUE OUTROS GOVERNANTES EMERGENTES, TEM GRANDE APRO
VAÇÃO??????????????????????????????????
ACREDITEM OS PETISTA ACHAM QUE SÓ O BRASIL PAGOU O FMI rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrrsrsrs
ACORDA BRASIL
LULA NÃO O CARA NO BOM SENTIDO
É SIM O CARA QUE NÃO FEZ O QUE TINHA QUE FAZER
POR ISSO TANTAS MORTES EM NOSSO PAÍS
O presidente do Chile, Sebastián Piñera, disse ao Estado na madrugada de ontem, em São Paulo, que tem lições a dar ao pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, sobre como derrotar o PT nas eleições de outubro.
“Há uma coincidência entre nós. Eu competi contra uma presidente muito popular (Michelle Bachelet, que encerrou seu mandato no Chile com 81% de aprovação). Serra terá de competir com o PT, cujo presidente (sic) é muito popular. Há nisso coincidências que podem render boas lições”, disse ele depois de um jantar na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).
O BRASIL FEZ POUCO PELA DESFAVELIZAÇÃO
O número de brasileiros que moram em favelas caiu 16% entre os anos de 2000 e 2010, afirma relatório da UN-Habitat, agência da ONU (Organização das Nações Unidas) para assentamentos humanos. Esse percentual representa uma redução de 10,4 milhões de pessoas vivendo em regiões da cidade sem urbanização.
Com a redução, caiu de 31,5% para 26,4% os habitantes de áreas urbanas carentes. Mesmo assim, ainda há 54,6 milhões de pessoas vivendo em favelas no país.
De acordo com o relatório há várias razões para essa diminuição ter ocorrido nos últimos dez anos, como “políticas econômicas e sociais que melhoraram a renda dos lares pobres urbanos”, redução da taxa de crescimento populacional, diminuição da migração, urbanização de favelas, regularização fundiária e novas habitações populares.
Apesar do bom desempenho do Brasil, Argentina e Colômbia foram os países latino-americanos mais bem sucedidos ao reduzir em dois quintos sua população favelada.
Apesar dos números, os moradores de favelas aumentaram de 776,7 milhões, em 2000, para cerca de 827,6 milhões em 2010, ou mais 55 milhões de pessoas morando em locais sem urbanização.
Regionalmente, diz o relatório, a África Subsaariana tem a maior população de favelas, com 199,5 milhões de pessoas, ou 61,7% de sua população urbana. Ela é seguida pelo sul da Ásia, com 190,7 milhões (35%), Ásia oriental, com 189,6 milhões (28,2%), América Latina e Caribe, com 110,7 milhões (23,5%), sudeste asiático, com 88,9 milhões (31%), Ásia ocidental, com 35 milhões (24,6%), e norte de África, com 11,8 milhões de pessoas (13,3%).
ESSE E O GOVERNO LULA
Marolinha’ custou ao país R$ 186 bilhões no ano de 2009
João Wainer/Folha
O PIB brasileiro encolheu 0,2% no ano da (des)graça de 2009. Foi a primeira retração na economia brasileira desde 1992.
O nível de investimento foi o pior dos últimos 14 anos. Tomando-se apenas o setor industrial, o recuo foi de 5,5%.
O PIBinho abaixo de zero foi um mal inevitável. Que o governo se esforça para transformar num bem.
Lula ficou “satisfeito”. O ministro Guido Mantega chamou de “razoável” a taxa de -0,2%. Já cuida do PIB de 2010. Estima que heverá crescimento de 5,7%.
1. PIB de 2009 desce à crônica econômica nacional como o pior resultado em 17 anos, a quinta marca negativa da série série histórica.
A última vez que a economia brasileira ficara no vermelho foi em 1992, sob Fernando Collor. Naquele ano, o PIB reacuara 0,54%.
2. A “marolinha” produzida pela crise financeira internacional custou ao Brasil algo como R$ 186 bilhões.
É quanto o país teria produzido se não tivessem sido conspurcadas as previsões do PIB de 2009, que rumava para os 6% antes de ser atropelado pela crise.
3. Considerando-se o G-20, o PIB brasileiro foi o sexto melhor do G20 entre os países do grupo.
O Brasil foi à foto de 2009 em pose menos constrangedora, por exemplo, que a dos EUA (queda de 2,4%) e do Japão (tombo de 5%).
4. Tomando-se apenas os Brics, porém, o Brasil ficou na penúltima colocação. Superou apenas a Rússia (tombo de 7,9%).
Ficou longe da China (crescimento de 8,7%). Não chegou nem perto da Índia (crescimento de 5,6%).
5. Entre mortos e feridos, o Brasil salvou sua posição no ranking das economias mundias. Permanece como a 9ª maior economia do planeta.
O Brasil já roça os calcanhares da Grã-Bretanha e da Rússia, os dois países que estão imediatamente à sua frente.
6. E quanto ao futuro? Bem, como na letra do samba, esse ano não vai ser, para a economia brasileira, igual aquele que passou.
A economia roda, desde o final do ano passado, em ritmo de retomada. Cresceu 2% no último quadrimestre de 2009. Porém, a taxa de investimento ainda se encontra aquém do desejável.
7. Para que o crescimento fosse consistente, a taxa de investimento teria de ser de 25% do PIB. Hoje, está em 16,7%, a menor taa desde 2006.
Para Virene Matesco, economista da FGV Management, a economia brasileira realiza no momento um vôo de galinha:
“A galinha não voa porque não tem sustentabilidade. E com a taxa de investimento que o Brasil tem, não há como mudar esse cenário. Sem investimentos, não há como ter um crescimento sustentado”.
Conclusão: o Brasil não chegou a fazer feio na crise. Nem por isso o mal, necessário e até inevitável, tranformou-se em um bem. Continuamos sendo um país à espera de ser feito.
SEGUE ABAIXO A TABELA DE IMPOSTO COBRADO PELO LULA
CLIQUEM E SAIBA QUANTO SE PAGA PELA CACHAÇA NO BRASIL!!
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/impostos-no-brasil/impostos-no-brasil.php
Uma novidade. O CésarMaia bolou tabela “crescimento do PIB 2003-08″.
O Brasil do Lula&PT ficou na rabeira:
Argentina 63,58%
Panamá 57,19%
Uruguai 51,87%
Venezuela 50,89%
Peru 49,23%
Costa Rica 41,31%
Colômbia 38,71 7%
República Dominicana 38,55%
Honduras 38,37%
Equador 34,02%
Chile 32,59 %
Paraguai 30,67%
Bolívia 29,33%
Brasil 26,44% … <——— 14
Guatemala 26,24%
Nicarágua 23,84%
El Salvador 21,00%
México 19,35%
Agora/2010 é tudo com o Lula: deverá dar conta da herança que deixará.
O Lula tem a sua obra: 2003-10.
O Lula já está sendo cobrado pela sua obra.
O Lula não se deu conta – nunca se deu conta – que sempre chega o dia do juízo?
O Lula sempre levou uma vida descompromissada com o desfecho?
Seus sustentadores nunca cobraram nada dele; como cobrar dum sem estudos?
Um “triste fim de Lula” estaria previsível por Lula não se preparar para o desfecho?
O Lula leva 2010 como se nada o esperasse lá no final?
O Lula não teria consciência sobre o que o espera em 2011?
As capitais mais violentas(taxa de homicídio)
30-01-08, 12:54 #1
Cidade Taxa
Maceió 104,01
Recife 90,89
Vitória 88,62
Porto Velho 71,78
Curitiba 49,33 —— a cidade modelo
B. Horizonte 49,16
João Pessoa 48,98
Aracaju 46,05
Salvador 41,81
Cuiabá 41,73
Florianópolis 40,70
Macapá 39,62
Rio Branco 39,18
R. de Janeiro 37,73 ————
Goiânia 36,39
Porto Alegre 36,33
Fortaleza 35,44
Teresina 35,17
Belém 34,73
Manaus 34,68
Campo Gde 28,90
São Luís 27,78
São Paulo 23,66 ——————
Natal 21,09
Palmas 17,33
Boa Vista 5,07
iMPOSTOS DO BRASIL
Cachaça 83,07% Álcool 43,28% Cobertor 37,42%
Cigarro 81,65% Amaciante 43,16% Milho Verde 37,37%
Forno de Microondas 56,99% Ventilador 43,16% Sapatos 37,37%
Cerveja (lata) 56% Garfos / Facas 42,70% Margarina 37,18%
Gasolina 53,03% Sabão em Pó 42,27% Óleo 37,18%
Shampoo 52,33% Sabonete 42% Molho de Tomate 36,66%
Vídeo Cassete 52,06% Pasta de Dentes 42% Café 36,52%
DVD 51,59% Aparelho de Barbear 41,98% Toalha de Banho 36,33%
Casa Popular 49,02% Brinquedos 41,98% Travesseiro 36,00%
Desodorante 47,25% Telefone Celular 41% Xarope para Tosse 36%
CD 47,25% Sabão em Barra 40,50% Ervilhas 35,86%
Refrigerador 47,06% Saponáceo 40,50% Macarrão 35,20%
Condicionador 47,01% Detergente 40,50% Farinha 34,47%
Refrigerante 47% Açucar 40,50% Telha 34,47%
Telefonia 46,65% Papel Higiênico 40,50% Tijolo 34,23%
Torradeira 45,89% Fogão 4 bocas 39,50% Chocolate 32%
Energia Elétrica 45,81% Automóvel 1.0 39,29% Contas de Água 29,83%
Tinta 45,77% Biscoito
SUSTENTAR O PT NÃO E BRINCADEIRA
olá,celia eu e meus amigos continuamos com a Dilma melhor opção para o Brasil.
Datafolha: Serra tem 38% das intenções de voto; Dilma 28%
Plantão | Publicada em 17/04/2010 às 07h23m
O Globo
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RIO – O candidato a presidente da República José Serra (PSDB) tem 38% das intenções de voto segundo Pesquisa Datafolha que sai publicada neste sábado na Folha de S. Paulo, e mostra Dilma Roussef (PT) com 28% das intenções de voto. Esta é a primeira pesquisa feita depois que Serra lançou sua candidatura, no sábado passado, dia 10 abril. No fim de março, Serra e Dilma tinham, respectivamente, 36% e 27%. A pesquisa, registrada sob o número 8.383/2010, foi feita nos dias 15 e 16 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
PORQUE QUE O BRASIL FICOU ATRAZ DA CHINA E INDIA
Em comum, os depoimentos têm a ênfase em apontar o custo
econômico do populismo assistencialista e os prejuízos causados pelo que
um deles define como “capitalismo de compadrio”. Essa distorção protege
grupos econômicos ineficientes e impede a abertura e o florescimento de
forças inovadoras na economia. Como era de esperar, o tamanho do Estado e
o excesso de burocracia e de regulamentação também foram apontados como
entraves graves ao desenvolvimento. Curiosamente, nenhum deles apontou os
juros elevados ou a infra-estrutura precária (diagnósticos mais freqüentes
no debate nacional) como causas basais do baixo crescimento do país. Como
disse, em um de seus parcos acertos, o economista alemão Karl Marx
(1818-1883), os países – e também as pessoas – não são aquilo que pensam,
mas, sim, como eles são observados. Os depoimentos dos economistas ouvidos
para esta reportagem têm o valor intrínseco de ser fruto da observação de
mentes poderosas e carregam ainda o valor de terem largo poder de
influência sobre os investidores e agentes de mercado.
O BRASIL PODE MAIS!!
Sandra
16/04/2010 11:24
Por que o Brasil não cresce como a China e a Índia?
Sete ganhadores do Prêmio Nobel de Economia dizem, em entrevistas exclusivas a VEJA, quais são as amarras que impedem o país de crescer como os gigantes asiáticos
Em seus depoimentos eles se limitam a apontar as medidas, atitudes e reformas que ajudaram outros países em estágio de desenvolvimento semelhante ao brasileiro a acelerar a modernização de sua economia e aumentar dramaticamente o padrão de bem-estar de seus habitantes. Em comum, os depoimentos têm a ênfase em apontar o custo econômico do populismo assistencialista e os prejuízos causados pelo que um deles define como “capitalismo de compadrio”. Essa distorção protege grupos econômicos ineficientes e impede a abertura e o florescimento de forças inovadoras na economia. Como era de esperar, o tamanho do Estado e o excesso de burocracia e de regulamentação também foram apontados como entraves graves ao desenvolvimento.
FHC x Lula segundo a PNAD: quem fez mais para melhorar a vida dos brasileiros
Veja os numeros
Crescimento anual Comparação
Domicílios com 1993-2002 (FHC) 2002-2008 (Lula) FHC x Lula
Material durável 0,15% 0,07% FHC fez 2,3 vezes mais que Lula
Superlotados – 0,64% -0,65% Empate
Energia elétrica 0,38% 0,19% FHC fez 2 vezes mais que Lula
Água encanada 0,63% 0,38% FHC fez 1,7 vez mais que Lula
Esgoto 0,71% 0,57% FHC fez 1,2 vez mais que Lula
Coleta de lixo 0,94% 0,35% FHC fez 2,7 vezes mais que Lula
Fogão 0,04% 0,01% FHC fez 4,6 vezes mais que Lula
Geladeira 0,93% 0,52% FHC fez 1,8 vez mais que Lula
Maquina de lavar 0,84% 0,97% Lula fez 1,1 vez mais que FHC
Rádio 0,16% 0,11% FHC fez 1,5 vez mais que Lula
Telefone celular 2,76% 4,56% Lula fez 1,6 vez mais que FHC
Televisão 0,86% 0,48% FHC fez 1,8 vez mais que Lula
TV a cores 2,35% 0,86% FHC fez 2,7 vezes mais que Lula
Computador* 1,40% 2,39% Lula fez 1,7 mais que FHC
Computador + internet* 1,64% 1,98% Lula fez 1,2 mais que FHC
Internet 2,89% 0,34% FHC fez 8,4 vezes mais que Lula
Leia mais sobre a evolução dos indicadores da PNAD no site Brasil de Verdade:
A Casa do Brasileiro: PSDB deu a arrancada das melhorias sociais
Nos últimos anos, vem caindo a participação da União no financiamento público da Saúde –e aumentando os aportes de Estados e de municípios. Em 2002, segundo o Ipea, 52,9% dos gastos eram da União, contra 63% em 95. O aumento de recursos públicos gastos na Saúde tem ocorrido à custa dos governos estaduais e municipais. Em 2002, esse valor chegou a R$ 232,4 per capita.
“Em países da América Latina e Europa, a participação de recursos públicos é acima de 70%. O Brasil está abaixo e quer ser um sistema universal [o atendimento é garantido a todos, sem distinguir pobres e ricos]“, diz Piola.
O financiamento do SUS será um dos principais temas de simpósio organizado pelo Conselho Nacional de Saúde e pela Câmara dos Deputados no próximo mês.
Gasto federal com Saúde cai na gestão Lula
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FABIANE LEITE
da Folha de S.Paulo
A fila não anda, não há atendimento, o remédio acabou. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada ajuda a explicar a realidade de quem busca o sistema público de saúde brasileiro: o governo federal gastou em 2004 com ações e serviços do setor, por cidadão, R$ 189,5, uma queda de 11% em relação ao valor per capita de 1995, primeiro ano da consolidação do SUS (Sistema Único de Saúde).
Ainda segundo dados do Ipea, órgão vinculado ao Ministério do Planejamento, o primeiro ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva, 2003, teve o menor gasto em Saúde per capita desde 1995, R$ 176.
Nesses dois anos de Lula, os valores per capita foram menores do que em todos os anos anteriores, ainda a partir de 1995. Os dados ainda serão publicados.
O Ministério da Saúde afirma que considera o levantamento “válido”, mas criticou o índice utilizado para medir o impacto da inflação no período, o IGP-DI (Índice Geral de Preços do Mercado -Disponibilidade Interna), medido pela Fundação Getúlio Vargas (leia texto nesta página).
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CRISTOVAM BUARQUE: Criei o programa Bolsa-Escola em 1987, implantei-o teoricamente na Universidade de Brasília, em minhas aulas. Escrevi um livro, publicado em 94, mas com idéias divulgadas antes, no qual o Bolsa-Escola era a primeira proposta para mudar o Brasil. O livro se chama “A Revolução nas Prioridades”. Em 95, fui o primeiro a implantá-lo, mas não apenas no tempo. Fui diferente de outros que também o implantaram. Por exemplo, os programas tinham viés assistencialista e eram administrados pela Secretaria da Assistência Social. O meu foi pela Secretaria da Educação. Não fiscalizavam com rigor a freqüência às aulas. Eu fiscalizava. Como criador do Bolsa-Escola, que depois lutou para que Fernando Henrique o levasse ao Brasil inteiro, o que durou quatro anos, eu não vou acabar com um programa de transferência de renda vinculado à educação, mas como está hoje, ele não cumpre esse papel.
Minha proposta é levar a sério o que está na lei: a criança tem de ir à escola. Para isso, tem que se investir muito na educação. A revolução na educação que proponho tem o Bolsa-Família como parte do projeto. Não é um projeto à parte. Proponho como mudança manter o programa administrado pelo Ministério da Educação, não pelo Ministério da Assistência Social, e anexar a ele o programa Poupança-Escola, que implantei no meu governo do Distrito Federal. A mãe recebia a bolsa, mas a criança, se passasse de ano, recebia um dinheiro que só poderia retirar da caderneta de poupança no dia em que terminasse o segundo grau. Um programa barato, que reduz o custo da repetência, que no Brasil, hoje, chega a bilhões. Trata-se de um dinheiro que a princípio é escritural, você tem de anotar no banco estatal que esse dinheiro estará à disposição da criança. No dia em que ela terminar o segundo grau, o valor será muito maior, de R$ 1.100, mais os juros.
Eu vou mudar também o nome para Bolsa-Escola, porque o nome escola cria o vínculo com a educação. A mãe da Bolsa-Escola, quando recebia o dinheiro, pensava: “Eu recebo esse dinheiro porque meu filho estuda e vai sair da pobreza.” Agora, a mãe da Bolsa-Família diz: “Eu sou pobre, e se sair da pobreza, vou perder esse dinheiro.” Para quem não tem filhos em idade escolar, a gente vai manter a transferência de renda, mas exigindo algo em troca. Por exemplo, prestar um serviço civil-militar especial: os jovens ficariam seis meses aprendendo um ofício, fazendo ginástica, sendo disciplinados e arranjando amigos fora das ruas. E, sobretudo, ficando fora das ruas. O jovem dessas famílias pobres vai receber o dinheiro, porém terá de ficar no serviço. Alguns homens e mulheres sem filhos receberão o dinheiro, mas terão de trabalhar em programas de água e esgoto. A pessoa vai receber mais do que a Bolsa-Família, talvez não a tenha o ano inteiro. Talvez tenha um salário mínimo por quatro, seis meses. Isso vale mais do que uma Bolsa-Família de R$ 63 o ano inteiro. Ninguém vai perder o valor da bolsa, mas vai ter de dar algo em troca.
mposto sobre telefone chega a 62,9% e é o maior do mundo.
Impostos sobre telefone chega a 62,9% e é o maior do mundo.
Com a conversa de que os impostos são para “combate à pobreza” (alguém acredita?), o imposto é de 2 a 3 vezes maior que o do segundo colocado (Argentina). Veja a seguir uma tabela comparativa com alguns outros países:
Serviço telefônico é serviço público de primeira necessidade! Algum dos políticos em quem V. votou está se esforçando para baixar tais impotos?
BRASIL 49% A 62,9%
ARGENTINA 21%
FRANÇA 19,6%
INGLATERRA 17,5%
PORTUGAL 17%
VENEZUELA 16,5%
ALEMANHA 16%
ESPANHA 16%
MEXICO 15%
AFRICA DO SUL 4%
AUSTRALIA 10%
EUA 10%
CANADÁ 7%
O QUE ADIANTOU O FHC PRIVATIZAR, PARA MELHORAR E LULA PENALIZAR COM ESSE
IMPOPSTO VERGONHOSO.
E AINDA DIZ QUE O BRASIL E UM PAIS DE
TODOS(OS PETISTAS LARAPIOS)
ACORDA BRASIL!!
SERRA URGENTE!!!!
Para os que acham que o psdb vendeu o brasil vai uma dica
Vale do Rio Doce: a verdade é a kriptonita do PT
segunda-feira, 17 de setembro de 2007 | 15:10
Tire cópia.
Guarde na carteira.
Use como uma arma da inteligência contra a empulhação.
Estou me referindo ao artigo que Eduardo Graeff escreve hoje na Folha (“Lula e seus militantes amestrados”) sobre essa conversa mole da privatização da Vale do Rio Doce (íntegra aqui). Sempre que um petista, com a fala perturbada e o olhar esgazeado pela ideologia bananeira, babar números inconseqüentes, vocês devem fulminá-lo com a verdade. A verdade é a kriptonita do petista.
A gestão da Vale foi, felizmente, privatizada, sim. E, por conta disso:
1 – Em seis anos, ela recebeu US$ 44,6 bilhões em investimentos: nos 54 anos de estatismo, foram US$ 24 bilhões;
2 – Em 1997, inteiramente estatal, empregava 11 mil pessoas; hoje, 56 mil;
3 – Como estatal, produzia 35 milhões de toneladas de ferro; hoje, são 300 milhões;
4 – Em 1997, exportou US$ 3 bilhões; em 2006, US$ 10 bilhões (mais de um quarto do saldo positivo da balança comercial);
5 – Se a empresa realmente vale hoje US$ 50 bilhões, TRATA-SE DA VALE INTEIRA; em 1997, venderam-se se por US$ 3 bilhões APENAS 42% das ações ordinárias;
6 – Quem continua a ser o verdadeiro “dono” da Vale? O fundo de pensão do Banco do Brasil e o BNDES: eles detêm dois terços do capital da empresa;
7- O outro terço se distribui entre Bradesco, a japonesa Mitsui e mais de 500 mil brasileiros que aplicaram parte do FGTS em ações da companhia.
Isso que vai acima é a verdade. Não a cascata que está sendo contada nas igrejas por padres que entendem de economia o que tendem dos Evangelhos: NADA!!! Eis a verdade, não o que os bispos brasileiros permitem que se fale nos púlpitos. Se quer entrar nesse mérito mundano, que nada tem a ver com Deus, dom Odilo Scherer deveria levar a boa-nova a seus fiéis, em vez conspurcar o altar com a urna da mistificação.
A mentira é coisa do demônio, bispo!
A verdade sobre a Vale também é a verdade sobre as outras empresas privatizadas, especialmente no setor de telefonia. Ou daquela que é hoje um caso de sucesso global: a Embraer, que foi da falência certa a um caso formidável de sucesso.
Vocês conhecem a capacidade da esquerda de contar mentiras. Mais do que isso: ela acha que a mentira é moral se for para garantir o que entende ser o bem da humanidade. Ela não tem qualquer receio de fraudar, de trapacear, de enganar se for para ver triunfar a sua verdade particular. Também é capaz de matar. Em proporções industriais. Não! Em proporções que faria Homero corar.
Lembram-se do post sobre a entrevista de Marxilena Oiapoque à revista argentina Debate? Ela admite que o PT meteu a mão na sujeira, mas diz que seu maior patrimônio é a “ética na política”. E isso significa que ela não distingue a fronteira entre a verdade e a mentira.
Não permita que a baba hidrófoba se espalhe por aí. Contra ela, use apenas a verdade.
VAMOS BRASILEIROS E BRASILEIRAS COM A DILMA ELA É O MELHOR PARA O BRASIL NAÕ VAMOS VOLTAR
AO PASSADO(FHC)DEIXA ESTE PAÍS CONTINUAR NO RITIMO DO GOVERNO LULA.
Duas tragédias, apagão aéreo e corrupção na
Infraero. Compadre de Lula ganhou milhões
Antes mesmo da primeira tragédia aérea da era Lula, na qual perderam as vidas todos os 154 passageiros e tripulantes do avião da empresa Gol que caiu no Mato Grosso em 29 de setembro de 2006, a crise no setor da aviação já incomodava o governo do PT. E não por conta dos problemas no controle do tráfego aéreo, uma das possíveis causas do desastre com o avião da Gol. Era por corrupção. O TCU (Tribunal de Contas da União) divulgara, quase um ano antes, relatório com irregularidades em contratos de publicidade e informática da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), a estatal federal encarregada de administrar 67 aeroportos no País.
Em 2002, no último ano do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), os dispêndios da Infraero com propaganda foram de R$ 2,5 milhões. Dois anos depois, já nos tempos de Lula, a gastança alcançou os R$ 15,3 milhões. Técnicos do TCU identificaram contratos sem licitação e ausência de pesquisas de preço para evitar superfaturamento nos serviços. A agência de publicidade encarregada dos trabalhos, a Signo Comunicação, era de Anderson Pires, conhecido pelas ligações com o partido do presidente da República. Ele recebeu R$ 10 milhões para fazer a propaganda da Infraero. Após assinar o contrato com a estatal, aliás, Anderson Pires foi trabalhar na campanha do candidato petista Avenzoar Arruda à Prefeitura de João Pessoa.
A crise nos aeroportos chegou a tal ponto que a oposição apelou ao STF (Supremo Tribunal Federal) para constituir a CPI do Apagão Aéreo em março de 2007, tantas foram as manobras da base aliada de Lula para impedir os trabalhos de investigação. A CPI acabou instalada, mas em setembro daquele ano a tropa de choque que defendia os interesses da administração do PT impediu a quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-presidente da Infraero, Carlos Wilson, um ex-senador do PTB, amigo de Lula, que se transferira para o PT e fora eleito deputado federal. Ele era suspeito, entre outras irregularidades, de envolvimento no superfaturamento de obras no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o mais movimentado do País.
Quando Lula assumiu, em 2003, os gastos federais com a Infraero eram inferiores a R$ 400 milhões por ano. Três anos depois, já beiravam os R$ 900 milhões. O temor pelos desdobramentos da CPI, entre outros motivos, vinha da eventual exposição do advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, que trabalhava para empresas do setor aéreo. Motivos não faltavam.
Lula antes de ser presidente
Lamentavelmente no Brasil o voto não é ideológico, lamentavelmente as pessoas não votam partidariamente, lamentavelmente você tem uma parte da sociedade que, pelo alto grau de empobrecimento, ela é conduzida a pensar pelo estomago e não pela cabeça. É por isso que se distribui tanta sexta básica, é por isso que se distribui tanto tíquete de leite. Porque na verdade, isso é uma peça de troca em época de eleição e despolitiza um processo eleitoral”.
Esta fala foi dada pelo atual presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, em um depoimento gravado no ano 2000. Lula critica os programas sociais assistencialistas de combate a fome e a pobreza semelhantes ao Bolsa Família. No depoimento ele diz que essas práticas se assemelham a forma como Cabral tratou os índios para conquistar confiança, mas ao invés de tentar trocar espelhos e bijuterias, trocam alimentos. “Você tem como lógica manter uma política de dominação que é secular”, concluiu assim a sua declaração.
O vídeo abaixo fala do Bolsa Família, nas palavras de Lula, antes e depois dele ser presidente. Qual dos dois pensamentos você acha que é mais coerente?
Pesquisa Fresquinha: FAVELA e VIOLÊNCIA no Brasil aumentaram 50% depois que o presidente LULA assumiu o PODER?
Recife, 15 de Janeiro de 2010
UNÂNIME PESQUISAS – Boletim 324
Sobe para 100 Milhões o Número de Brasileiros Vivendo Em Favelas
Nos anos da DITADURA MILITAR foram construidos cerca de 5.000 COHABS em todo o país. Nesses conjuntos populares bem estruturados moram aproximadamente 10 milhões de pessoas. Do Regime Militar em diante, os governos democráticos não deram continuidade ao projeto de habitação arrojado das COHABS, fazendo com que o povo se espremesse em FAVELAS, criando legiões de individuos desorganizados – o que favoreceu ao crescimento da criminalidade.
1990 – FAVELAS 35% / HABITAÇÕES DIGNAS 65% / assassinatos 25 para cada 100.000 hab.
2000 – FAVELAS 40% / HABITAÇÕES DIGNAS 60% / assassinatos 32 para cada 100.000 hab.
2005 – FAVELAS 50% / HABITAÇÕES DIGNAS 50% / asassinatos 35 para cada 100.000 hab.
2009 – FAVELAS 62% / HABITAÇÕES DIGNAS 38% / assassinatos 38 para cada 100.000 hab.
FAVELAS em 2010 – por regiões
NORDESTE 80% da população
NORTE 70% da população
CENTRO-OESTE 65% da população
SUDESTE 35% da população ( SP – 10% / MG 20% / ES 40% / RJ 75% )
SUL 25% da população
MENTIRA:
“Na verdade, agora sabemos todo o modelo de privatização [da Telebrás] é uma grande negociata” (Deputado federal José Genoino, réu no Mensalão do PT, em Brasília, 16/11/98.)
A VERDADE:
Não houve negociata, apenas benefícios para a população com a mudança do modelo de telefonia no país feita pelo governo do PSDB. Doze anos depois das falsas denúncias do PT, a Justiça decidiu que não houve ilegalidade na privatização da Telebrás e inocentou da acusação de improbidade administrativa os envolvidos no processo, que foi arquivado. Em sua sentença, o juiz Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal, negou também o pedido para anular o leilão. Os recursos recordes obtidos no leilão – U$ 30 bilhões – serviram para abater a dívida pública e garantir a estabilidade econômica e os gastos sociais. O setor recebeu, em dez anos, mais de U$ 140 bilhões de investimentos, melhorando a expansão do sistema e os serviços, valor impossível de ser alavancado pelo Governo. Em dez anos, passamos de 20 milhões para 40 milhões de aparelhos fixos. E de 7,4 milhões para 121 milhões de celulares, 72 milhões nas classes C, D e E.
Em uma reunião com artistas no Rio de Janeiro, o candidato à reeleição à presidência da república ouviu algumas manifestações de apoio incondicional, segundo a revista VEJA desta semana.
O compositor WAGNER TISO disse a seguinte pérola:
“Não estou preocupado com a ética do PT, nem com qualquer tipo de ética.
Para mim, isso não interessa.
Eu acho que o PT fez um jogo que tem de fazer para governar o país.”
O ator PAULO BETTI enriqueceu a “aula” de ÉTICA dizendo uma lapidar frase:
“Não dá para fazer política sem botar a mão na merda!”
Traduzindo para bom português, as declarações acima “podem” querer dizer o seguinte:
“Roubou sim, e daí???”
O candidato que já se declarou o “cidadão mais ÉTICO do BRASIL” deve ter gostado!
Mas muita gente não gostou!
AGUINALDO SILVA, dramaturgo autor de novelas da TV GLOBO declarou:
“O Paulo Betti e o Wagner Tiso estão falando besteira.
Eles estão se envolvendo com a merda e quando você se envolve com a merda você acaba sujo!”
Muitos artistas que eram esperados na tal reunião, entre os quais CHICO BUARQUE, não compareceram.
Não devem estar a fim de se sujar com MERDA!
Que país é esse???
O VOX LIBRE se lembra de uma velha piada sobre a criação do Mundo:
O Criador planejava o que seria o mundo espalhando catástrofes em vários países e regiões do globo.
Furacões, vulcões, terremotos, nevascas, tsunamis, pragas de gafanhotos, guerras, et coetera…
Até que um arcanjo interferiu e perguntou:
“Ó Criador de todas as cousas!
Nesse país aqui, o BRASIL, o Senhor não está colocando nenhuma dessas catástrofes, por quê?”
Ao que o Criador respondeu:
“Espera só para ver o povinho que eu vou botar lá!!!”
Se o tal “cidadão mais ÉTICO do BRASIL” for reeleito para mais 4 anos de governo, todo o castigo para esse povo será pouco!!!
http://voxlibre.blogspot.com/2006/08/aulas-de-tica.html
terça-feira, 4 de maio de 2010
Jobim critica PT, que foi contra Lei de Responsabilidade Fiscal em 2000
Ministro da Defesa participou de evento em Brasília em comemoração aos 10 anos da LRF
Célia Froufe e Renata Veríssimo no estadao.com.br
Em evento para celebrar os 10 anos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o ministro da Defesa, Nelson Jobim, não poupou críticas ao comportamento do Partido dos Trabalhadores (PT) durante o processo de aprovação da LRF, em 2000. Segundo ele, o PT foi contra o conteúdo do texto enviado ao Congresso, bem como um de seus integrantes, o ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci. “O PT foi contra o texto, Palocci também foi. Está vendo como é bom ter memória?”, indagou. De acordo com o ministro, é importante rever os erros do passado no presente para que não se cometam os mesmos erros no futuro.
Jobim lembrou que a LRF foi aprovada em 4 de maio de 2000, mas que em junho do mesmo ano o PT e outros dois partidos entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF). “Entendiam que teria havido alteração no Senado e que o projeto deveria ter voltado à Câmara”.
O ministro salientou que a LRF já tem 10 anos, mas o mérito da Adin no Supremo ainda não foi julgado. “A composição do Supremo mudou substancialmente. Dos ministros daquela época, não resta mais ninguém, é tudo gente nova”, comparou. Para ele, os problemas prosseguem e, muitos deles, estão no Judiciário.
Na avaliação de Jobim, falta aos integrantes do Poder Judiciário uma formação na área econômica. “O Judiciário tem dificuldade com questões financeiras e econômicas”, resumiu, atribuindo essa dificuldade à defasagem que prejudica a compreensão do texto.
Além disso, segundo o ministro, há problemas de comunicação entre os partidos. “Não obstante as políticas que são absolutamente legítimas, um dos problemas que vivemos é que os partidos não têm capacidade de arbitrar seu dissenso e colocam um terceiro poder para arbitrar esse dissenso”, afirmou. Para ele, é preciso retomar a capacidade de diálogo dos partidos. “Deputados e senadores não se acertam”.
Jobim fez estas afirmações durante o Seminário “10 anos de Lei de Responsabilidade Fiscal: Histórico e Desafios”, organizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e pela área de projetos da Fundação Getúlio Vargas (FGV Projetos), em Brasília.
Eu vou colar essa entrevista do Jose Serra
em Minas com relação aos municipios
http://www.youtube.com/user/amigosdoserra#p/u/2/RX7TN7lnfIY
O BRASIL É O PAIS MAIS DESIGUAL DA AMERICA LATINA
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u711962.shtml
LEIAM COM ATENÇÃO!
Governo Lula gasta mais de R$ 2 bi em propaganda
Publicado em 12/05/2010 pelo(a) wiki repórter josefn, Lajeado-RS
É amigo leitor, enquanto faltam verbas para a saúde, caótica em todo o País, enquanto faltam verbas para a educação que o governo Lula vem retirando uma substancial parte destas verbas para outras áreas, enquanto faltam verbas para a segurança, onde muitas delegacias não tem um efetivo satisfatório, são mal equipadas e policiais são mal pagos. Enquanto faltam verbas para socorrer os desabrigados das enchentes que se repetem a cada ano, parece não faltar verbas para as mentirosas propagandas em horário nobre na TV e em muitos jornais e revistas deste país.
O valor torrado pelo governo Lula em publicidade em 2008, ficará perto de R$ 1 bilhão. Os gastos em patrocínio federal no ano passado bateram em R$ 918 milhões. Dois buracos negros ainda persistem nessa área. Não se sabe o volume aplicado em publicidade legal nem o custo de produção das peças publicitárias. Esse último é um segredo nunca revelado pelo governo nem pelas agências acostumadas a mamar nas tetas generosas de Brasília. A estimativa para as despesas com publicidade gira em torno de R$ 250 milhões a R$ 350 milhões por ano. Tudo considerado, a administração federal consome anualmente, por baixo, R$ 2,2 bilhões com ações de propaganda e marketing. É dinheiro em qualquer lugar do mundo.
O que dizer das infindáveis e inúteis viagens internacionais, todas com viés ideológico com pouco ou nenhum proveito para a economia do país. Lula custa caro ao Brasil porque viaja muito. Para viajar com mais conforto ao exterior, sem muitas escalas, Lula gastou quase R$ 200 milhões para comprar o Air Force 51, mais conhecido como “Aerolula” – valor que daria para construir 5 hospitais. O custo das viagens de Lula passam de 1 bilhão de reais.
Em julho de 2008, a SECOM – Secretaria de Comunicação da Presidência da República, chefiada por Franklin Martins, com status de ministro, contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença.
Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” para elevar o prestígio. Este ano, o que prova que grande parte dos R$ 15 milhões está sendo paga lá fora, a CDN cobrou apenas R$ 6,4 milhões do Governo Federal, até novembro.
Mas os resultados foram simplesmente espetaculares. Em 2009, Lula concedeu 114 entrevistas, das quais 43 exclusivas para as maiores redes de comunicação internacionais e para os maiores jornais e revistas, oferecidas tanto no Brasil quanto no exterior. Frente a tudo isso, fica fácil entender a razão pela qual o premiadíssimo Lula, no ano da grande crise, saiu maior do que o Brasil, em termos de imagem internacional. A pauta era essa mesmo.
Mercador de ilusões
Os países que mais incensaram Lula foram os Estados Unidos da América, onde Obama o chamou de “meu cara”. A Espanha, cujo maior jornal elegeu o presidente brasileiro Homem do Ano, assim como a França, onde o periódico mais importante escolheu Lula como o personagem de 2009. E também teve a Inglaterra, onde o Financial Times identificou o brasileiro como um dos líderes que moldaram a década. Graças ao apoio à Ahmadinejad, até a Al Jazeera trombeteou que Lula resolveu os problemas das favelas do Brasil.
Haja espaço para a arrogância e o narcisismo de Lula. Mas em termos práticos, o que o Brasil ganhou com isso? Os Estados Unidos compraram 45% menos produtos e serviços brasileiros no ano que passou. A Espanha reduziu as suas compras em 34%. A França importou menos 33%. E a Inglaterra cortou em 9% as compras do Brasil. O resultado final é que os países que transformaram Lula em sucesso global compraram U$ 15 bilhões a menos em 2009.
Lula dispõe de uma nova aeronave, o Embraer 190, que será utilizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para pequenas viagens internacionais na América do Sul e no interior da Europa. Adquirida da brasileira Embraer ao custo de R$ 87 milhões, o novo avião, que tem autonomia de voo de 5,3 mil km, substituirá o Boeing 737-200, há 33 anos em utilização pelo governo brasileiro.
Lula custa caro ao Brasil porque criou vários ministérios inúteis, com o único objetivo de empregar a companheirada (pelegos bolchevistas) que havia sido derrotada nas eleições de 2002, a exemplo de Olívio Dutra. Custa caro ao País sustentar Lula porque permitiu que o PT tomasse de assalto o Estado brasileiro, criando mais de 2.000.000 novos cargos de confiança para petistas e aliados, chegando perto do astronômico número de 50.000 cargos (os EUA têm somente 4.000 cargos semelhantes).
Lula custa caro ao Brasil por remeter farto dinheiro aos terroristas do MST, para que continuem o esbulho no campo, o assalto de caminhões nas estradas, a invasão de prédios públicos. Há muito tempo o setor público no Brasil investe muito pouco. Há anos em que não se chega a 1% do PIB, e isso não mudou no governo Lula. Definitivamente, não estamos vivendo um novo Brasil, áreas essenciais da administração pública e também a área social estão sendo negligenciadas em favor das perdulárias e mentirosas propagandas deste governo.
overno agora planeja privatizar a Infraero
Cristiano Romero
28/02/2008
Encarregado pelo governo de elaborar um plano para a Infraero, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estuda a privatização da estatal, que administra 67 aeroportos no país. O plano inicial era abrir o capital da empresa e vender 49% das ações ordinárias, mantendo-se o controle nas mãos da União. A estratégia mudou porque o banco e o governo foram informados de que a manutenção do controle estatal desestimularia a atração de investidores privados, inviabilizando a reestruturação da empresa.
Numa reunião recente, em Brasília, com a participação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, empresários interessados em investir na Infraero explicaram que, dado o histórico de corrupção da companhia e a interferência política em sua administração, apenas a venda do controle despertaria o interesse do setor privado. Dilma, segundo apurou o Valor, teria, então, autorizado o BNDES a estudar a privatização da Infraero.
“É um negócio que pode render bilhões de dólares ao Tesouro”, disse uma fonte do governo. A Infraero administra 67 aeroportos, 80 unidades de apoio à navegação e 32 terminais de logística de carga. Possui 26,5 mil funcionários, entre servidores de carreira e terceirizados. Dos 67 aeroportos, apenas dez – entre eles, os de Congonhas, Galeão, Guarulhos, Viracopos e Santos Dumont – são considerados lucrativos.
A reformulação da empresa terá três etapas: a reestruturação, a abertura de capital e a venda de 51% das ações. O BNDES, que conduzirá todo o processo, já procura, segundo informou um assessor graduado do governo, “um novo CEO” (sigla em inglês para presidente executivo de uma empresa) para a Infraero. O executivo, que substituirá o atual presidente da empresa, Sérgio Gaudenzi, tocará o processo de reestruturação.
O governo terá que superar obstáculos técnicos e políticos para levar adiante o plano de privatização da Infraero. Embora a estatal tenha uma estrutura grande, os aeroportos pertencem à União, portanto, não integram seu patrimônio. Como apenas 15% da operação da empresa hoje é rentável, o BNDES terá que estudar uma fórmula que assegure a lucratividade e, ao mesmo tempo, garanta o funcionamento e os investimentos nos aeroportos não-lucrativos.
Um modelo já mencionado, nas primeiras reuniões sobre o assunto, vem de fora, especialmente dos Estados Unidos e de países asiáticos. Lá, as receitas obtidas com o funcionamento de shopping centers chegam a responder por 70% do total arrecadado pelos aeroportos. Uma parte dessa experiência foi adotada durante o governo Fernando Henrique Cardoso, na gestão de Fernando Perrone à frente da Infraero. As receitas dos aeroportos onde isso foi feito aumentaram, mas, segundo os críticos, a empresa teria relegado a segundo plano, por exemplo, os investimentos em segurança e duplicação de pistas de pouso.
No plano político, o desafio será superar a resistência do PT, o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e dos representantes das centrais sindicais que hoje têm cargos no governo. Há ainda a oposição de setores das Forças Armadas, contrários à privatização, e de partidos da coalizão governista, interessados em deter cargos na estatal. A reestruturação da empresa envolverá, como já deixou claro o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o enxugamento do quadro de pessoal.
Há resistência, à venda do controle da Infraero, em outros setores do governo. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, defende a manutenção do controle nas mãos da União, que venderia apenas 49% das ações. Um assessor direto do presidente Lula também acha que esse modelo seria o mais viável do ponto de vista político.
“Seria um processo semelhante ao ocorrido na Petrobras, onde o capital é aberto, ações são vendidas no mercado, mas o governo continua majoritário e mantendo o controle”, explicou o auxiliar. O BNDES trabalha pela privatização. Acha que a melhor solução de saneamento e de fortalecimento da Infraero passa pelo mercado de capitais. Empresários ouvidos pelo governo são favoráveis a um modelo de concessão.
Mesmo com uma possível privatização, o modelo em estudo pelo BNDES faria o governo manter sua influência nos destinos da Infraero. Para isso, deverá criar uma “golden share”, uma ação especial que lhe permitirá vetar algumas decisões, como a venda do controle para grupos estrangeiros. O mesmo mecanismo foi utilizado na privatização da Embraer e da Companhia Vale do Rio Doce.
As 12 brasileiras entre as 100
Quais são as empresas do país apontadas como desafiantes globais no estudo da Boston Consulting Group
Embraer (aeroespacial)
Lidera o mercado mundial de jatos de porte médio. Firmou joint ventures em Portugal e na China
Vale do Rio Doce (mineração) Maior produtora mundial de minério de ferro, a empresa opera em 18 países de cinco continentes diferentes
Natura (cosméticos)
Além de uma loja em Paris para divulgar a marca, tem operações no México, Peru, Argentina, Chile e Bolívia
Votorantim (cimento)
Controla 46 unidades de cimento e concreto nos EUA e no Canadá. Investiu 1,2 bilhão de dólares
Coteminas (têxtil)
É líder mundial no setor de têxteis para cama, mesa e banho após a fusão com a americana Springs
Perdigão (alimentos)
Exporta mais da metade de sua produção para 110 países. Tem escritórios na Holanda, Inglaterra e Emirados Árabes
Embraco (engenharia industrial)
Maior fabricante mundial de compressores, possui unidades industriais na Itália, Eslováquia e China
Gerdau (siderurgia)
Um dos maiores fabricantes mundiais de aços longos, opera 19 usinas em sete países
Braskem (petroquímica)
Associada à venezuelana Pequivesa, erguerá duas fábricas ao custo de 2 bilhões de dólares
Sadia (alimentos)
Exporta mais da metade da produção. Associou-se à russa Mirartog para produzir carne na Rússia
Petrobras (petrolífero)
Maior estatal brasileira, opera em 15 países espalhados por três continentes
WEG (motores industriais)
Um dos três maiores fabricantes mundiais de motores industriais, possui unidades na Argentina, China, México e Portugal
Olha a posição da PETROBRAS!!
Recado para o Mercadante do PT:
Meu nome e Ilma e tenho 25 anos de Id.Moro em Goiania. La vai meu recado sobre o candidato Tiririca,é melhor um palhaço do que pessoas que tem a cara seria. Sempre votamos em candidatos serios e não temos visto grande melhora, agora quem sabe se votarem em um palhaço ele faça o que os cara seria nao faz. Nao é critica e opinião. Abraços, ILMA.
vocês poderiam fazer uma matéria sobre os dois principais governadores, deputados, senadores… como a que fizeram falando do plano de governo dos tres principais candidatos á presidencia, gostei muito da matéria… seria muito interessante se tivesse outra falando resumidamente o plano de governo dos outros principais candidatos. obrigada.
Imagem não se recupera,mesmo porquê as aparências se enganam,e que o candidato faz e fala,é o que na verdade está dentro dele,e isso impede qualquer justificativa………
BANDEIRA DOS PAVÕES DEMOTUCANOS: “ROUBA MAS FAZ. (PARA OS AMIGOS E SEU BANDO)”