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“Como ter preconceito no Brasil?”, perguntou Camila Pereira, 22, uma das sócias do restaurante Nonno Paolo. O restaurante, no bairro do Paraíso, na Zona Sul de São Paulo, foi acusado por um casal de espanhóis de expulsar, no dia 30 de dezembro, o filho deles, um menino negro de seis anos, adotado na Etiópia. Segundo os pais, ele foi segurado pelo braço e levado até o lado de fora do restaurante, onde foi encontrado, aos prantos, pelo casal.
Existem muitas versões para o caso do Nonno Paolo. Não se sabe se o – agora afastado – funcionário que tirou o menino do restaurante de fato o segurou pelo braço (a versão de Camila conta que a criança, que não fala português, teria se assustado ao ser abordada, e saído por conta própria). De acordo com o delegado Márcio de Castro, da 36ª DP (Vila Mariana), tudo indica que a expulsão foi “em decorrência das características da criança, configurando em tese o delito de preconceito de raça, pois impediram o acesso da criança ao local por causa da sua cor”. Segundo a polícia, na ocasião, um homem que se apresentou como gerente teria confirmado que tirou a criança do local, alegando que a confundiu com um morador de rua.
O caso, e a frase da sócia do restaurante, reabriram a discussão sobre o racismo no Brasil. Apesar de questões como as cotas raciais nas universidades, e as infelizes declarações do deputado federal Jair Bolsonaro (que afirma ter entendido mal uma pergunta da cantora Preta Gil no programa CQC da Rede Bandeirantes) trazerem o assunto à tona de tempos em tempos, o Brasil ainda é visto como uma nação onde a miscigenação conseguiu evitar que o racismo se instalasse de maneira marcante na sociedade (o que não evitaria as eventuais manifestações individuais de racismo que todos conhecemos).
É verdade que no Brasil não há grupos de extrema-direita pregando reduções dos direitos dos negros; que os neonazistas do país não passam de meia dúzia de acéfalos com um bocado de tempo livre; e que, nos anos 1960, quando Martin Luther King falava sobre seu “sonho”, as crianças brasileiras nos mais variados tons de peles já iam à escola juntas há décadas. Diferentemente de locais como o sul dos Estados Unidos, no Brasil nunca houve assentos especiais para negros nos ônibus, ou estabelecimentos com placas proibindo a entrada de negros, ou nada próximo do que se viu no regime do apartheid sul-africano.
É verdade também, segundo pesquisas anuais, que os negros no Brasil recebem salários menores, e formam a maior parte dos desempregados do país. No entanto, esses dados são contestados pela afirmação de que isso acontece não por motivos étnicos, mas sim porque os negros formam a maior parte das classes D e E, e, portanto, são menos escolarizados e menos qualificados para o mercado de trabalho, o que nos levaria de volta ao velho argumento de que o preconceito no Brasil não seria racial, e sim social. Essa afirmação, por sua vez, também é contestada: que motivo – senão o racismo – haveria para que negros formassem a maior parte das camadas menos favorecidas da sociedade?
Ontem, hoje e amanhã existirão pessoas racistas, em todo e qualquer segmento de toda e qualquer sociedade. A pergunta que não quer calar é se casos como o do restaurante Nonno Paolo são expressões individuais de racismo ou se são, de fato, representações significativas da sociedade brasileira. E não há momento melhor para se fazer essa pergunta, do que o atual: o Brasil, esse enorme país povoado por gente de todas as cores, pela primeira vez na história tem uma maioria de negros e pardos, de acordo com o censo oficial. Se somos, de fato, uma sociedade racista, o momento para reverter esse cenário, e criar anticorpos para o futuro, é este.
Caro leitor,
O Brasil é um país racista?
O preconceito existente no Brasil é mais racial ou social?
Os sócios do restaurante Nonno Paolo deveriam ser punidos pela expulsão de um menino negro confundido com menino de rua?
Opa! Sou do RS e sou meio índio, branco e negro (Como muitos da Etnia Gaúcha). Aqui no sul é comum entre pessoas da minha Etnia (Gaúcha), ter “preconceitos” contra negros (Escuros), já com pessoas “morenas” ou chirús, não há este preconceito, apenas por ser mais claro. No entanto, ao ver algum cerne negro de pilcha (Roupa tradicional dos Gaúchos), qualquer Gaúcho (Rio-grendense ou da Etnia Gaúcha de fato) se admira e acha lindo. Logo, concluo que o preconceito é muito mais social do que propriamente racial, ao menos aca, em minha experiência.
Não acho que o Brasil é um pais racista. Há casos isolados e isso, vai continuar tendo, infelizmente.
Questão de Cultura.
Geralmente quando uma pessoa carrega alguma característica que ‘lembra’ algo não muito bom ou que desperta algum eventual risco e dependendo do ambiente, ela pode sofrer esses tipos de agressões.
Isso é um problema de difícil solução uma vez que todos os envolvidos são pessoas e como pessoas, desconfiam uma das outras.
Veja só: Entre numa concessionária de veículos mal vestido pra ver se você logo é bem atendido!?!
Infelizmente, ainda a sociedade brasileira é racista, ou seja, não conseguimos (enquanto pessoas civilizadas) apagar os resquício do período colonial, o qual pré-jugava a sobreposição racial.
Precisamos lutar pela vedadeira democracia de classe social e, sobretudo, a racial.
Com certeza sou negra e sei, que chegamos a sofrer 16 vezes crimes de racismo por dia!!!! Piadas de mal gosto, intolerancias etc. E o estado do Ceará é o mais racista do pais.
Reafirmando que nosso país é racista vemos pelo entendimento de um PM na USP em dias atrás entendeu que uma pessoa negra, em dependência estudantil na USP, não poderia ser estudante, exigiu a sua identidade estudantil, como ele se negou a apresentar, esse policial agiu co0m truculência e imbecilidade chegando até a sacar sua arma, a cena foi gravada e esta em todas as redes da Internet, estes casos são somente os que são divulgados pela midia, mas como somos um País racista temos até aqueles casos de racismo cometidos, também, por alguns negros contra a própria raça, em estabelecimento comerciais, onde a gestão é feita por afrodescendentes que agem como capitães do mato do Século 21. Fui vitima por incrivel que pareça em, por ironia do destino num Supermercado chamado NEGREIROS NA ZONA LESTE DE SÃO PAULO. A punição deverá ser exemplar, inclusive pecuniária.
O Brasil não é um país racista, basta ver todas as constituições republicanas e principalmente a Constituição de 1988. Nem temos racistas. O que temos é, ainda, muita ignorância em todas as etnias e classes sociais.
sim devem ser punidos.
Bom dia. Nosso pais não é racista.
Mas temos o pais rodeado de racista.
Isso sim é a mais dura realidade.
Para um povo com tantas opiniões.
Os sócios deferiam ser punidos. O gerente deu esta desculpa falando que confundiu o menino com um morador de rua para não assumir o seu erro, o seu preconcieto. Se fosse uma criança branca de olhos claros com certeza ele teria perguntado a ela onde estariam seus pais, mas se tratava de uma criança negra. Este gerente foi racista e desumano. Que a justiça faça alguma coisa. Assim todos esperam.
SÓ A AUTOESTIMA DARÁ IDENTEDADE AO POVO BRASILEIRO
O Brasil pode ser as duas coisas; pode ser uma das duas coisas; tanto quanto pode não ser nenhuma delas. O Brasil é, apenas, um país sem consciência crítica para quase tudo. Para certas coisas muito mais. Pode ser comparado a uma criança que ao ganhar uma calça jeans longa se considera um adolescente. O que no fundo dá no mesmo. Ao crescer assim,, fará parte do grandes grupos de eleitores que elegem candidatos corruptos, ininterruptamente, por não ter a consciência da importância do voto. Apenas, por achar que “todos os candidatos são iguais”. Porém, jamais raciocinam no sentido de que em cada eleição poderia ser eliminado um grande contingente de corruptos.
A tradição racista do Brasil não tem origem na nossa cultura. Não é ensinada na escola e, muito menos, na Constituição. Portanto, não faz parte do ensino institucional de formação da cidadania. O racismo no Brasil é, apenas, uma forma inconsciente de algumas pessoas se aparecerem por vias tortas. Além de grande demonstração de falta de talento. Ao tentar crescer como pessoa, caba se diminuindo. É como se um homem de baixa estatura, se sentisse inseguro a ponto de pagar pela amizade de um grupo de anões, não pelo valor da amizade, mas, por fazê-lo se sentir mais alto. Mesmo sem crescer. Assim, como auto-afirmação dos ricos fazendeiros de outros tempos, o racismo veio a ser praticado no Brasil. E a nossa elite, arrogante e exploradora, aproveitou para prevalecer-se das condições precárias até dos pobres nativos, fossem eles negros ou não; e o fazem até hoje. Não podemos ignorar a presença dos emigrantes europeus, cujas origens racistas não escondem – aliás, o termo racista parece inadequado, diante da teoria da evolução. Referir a uma raça de origem no macaco como humana, seria um contra senso. Nesse caso, somos um país com racistas pela ignorância. Ou, pelo menos conivente com ela.
Como sempre descuidado, o Brasil deve ter tido a pretensão de achar que todos os que para cá viessem, obrigatoriamente, teriam de se adaptar aos nossos usos e costumes, deixando rolar; um erro. O Brasil era considerado, apenas, um país de oportunidades, não uma grande nação. Quando se dignou a proibir o racismo é como se não o tivesse feito. Independentemente do fator cor, muitos brancos são discriminados e escravizados a despeito de não serem negros, apenas por serem pobres e analfabetos. Muitos negros vieram da África à força, onde viviam na miséria, sob o jugo de colonizadores estrangeiros. Vítimas da ausência de Estado e de governo, não tinham respeitada sua dignidade de cidadãos, são obrigados a vir ao Brasil vendidos como gado. No Brasil, esses emigrantes tinham contra si, a sua própria cultura composta de outros valores; os estranhos idiomas de seus países de origem, que se desdobravam em dezenas de dialetos tribais. Talvez, isso tenha prejudicado sobremaneira uma comunicação mais civilizada entre brasileiros e emigrantes africanos.
Em contra partida, atualmente no Brasil, não são raros os casos de famílias brancas que sofrem com discriminação até dos próprios filhos. Que, conforme vão fazendo amizades com pessoas de nível econômico elevado, para a nossa cultura o mais importante, às diferenças vão ficando expostas. O jovem ou a jovem é forçado pela cultura local a sentir vergonha da pobreza, começando pela própria família, a ponto de negar que seus pais sejam verdadeiramente seus pais.
Muitas pessoas, apenas por terem comprado um carro novo ou uma casa, geralmente o primeiro bem, chegam ao absurdo de deixar de se relacionar até com os amigos de infância. A não ser para exibir o objeto de desejo, em troca da idolatria digna dos ídolos chinfrins.
Tais conseqüências vão se multiplicando. Os recentes festejos de Natal e fim de Ano foram sintomáticos desse exibicionismo idiota, até mesmo em se tratando de animais. Inúmeros foram os animais de exibição de famílias que durante os feriados ficaram sem ração, sem água, presos em casa ou na corrente, enquanto seus donos viajavam. Em muitos casos os vizinhos se condoeram e acudiram os pobres animais. Em Curitiba, depois do Ano Novo, desesperado, um cachorro pulou do terceiro andar. Felizmente, foi acudido por vizinhos. O que leva a pensar que, afora o papel de objeto de exibição, o cãozinho de luxo submetido a costumes que contrariam sua natureza, não serve para mais nada. De repente, é o anúncio de que a onda de modismo que inclui animais de exibição pode estar acabando. Há um grande problema de identidade de alguns brasileiros menos avisados que, na impossibilidade de ser norte- americanos ou europeus, se contentam em imitá-los até na estupidez.
A atual evolução econômica da sociedade brasileira em vários segmentos, poderá não representar declínio da discriminação. Mas, um acirramento classista entre os já estabelecidos e os emergentes. Um lado poderá achar que alcançou o mesmo “nível” de importância da outra, por isso deve se misturar; o outro, poderá se sentir invadido pelos novos ricos. Seria de bom alvitre que as autoridades se lembrassem de promover o Brasil com suas belezas e riquezas, principalmente suas culturais, também para os brasileiros. É necessário reascender o nosso espírito de brasilidade, o orgulho por nosso país, nos dando motivo para lutar e nos libertar de todas essas mazelas. Devemos crescer como pessoas livres da corrupção, da violência, da falta de credibilidade das instituições, da falta de solidariedade entre os cidadãos, restabelecendo uma justiça que não deixe dúvida. Assim sendo, não sobrará tempo para alguns brasileiros se perderem em mesquinharia.
Nada que uma boa escola que promova verdadeiramente uma boa educação não resolva. Não podemos crescer como nação, apenas do ponto de vista econômico. É necessário que tenhamos autodeterminação, independência, sem a necessidade de imitarmos quem quer que seja. Principalmente, se o “quem quer que seja” for desprovido de valores éticos e morais.
…Não o Brasil não é um país racista, até porque somos todos uma mistura de tudo que é sangue, somos o planeta dentro de um país, temos é meia dúzia de hipocritas que se acham superiores, nos tornando a todos como alemães no tempo de hitler(minuscula mesmo, não merece o H maiusculo), pois este sendo Austriaco, levou o povo alemão a ruína com a afirmação de serem de “Raça Pura”, não seria melhor ser o que era sem ter tudo destruido?
… Não existe proconceito nem racial nem social, e sim moral, pois mesmo sendo alguns mais privilegiados pela sorte, nada da a estes direitos sobre outrem, e nesta afirmação tanto faz se branco, negro, asiático, indio…é só ter um pouquinho mais que acham ser mais, e poder mais.
… Não deveriam ser punidos porque um restaurante deve estar atento para segurança de todos os seus frenquentadores, e numa cidade onde existe local de uso de drogas com sol a pino, onde adolescentes, homens, mulheres se suicidam voluntariamente é de se temer pela invasão de pessoas que não irão ajudar em nada a rotina do estabelecimento, como “moradores de ruas” filhos de irresponsáveis que jogam nas costas da sociedade o peso de seus atos, acusando quase sempre a esta sociedade de ser a causadora de todas a atrocidades por eles cometidas, esquecendo que por mais que se dê bolsa familia, educação, saúde, não adianta nada se o individuo não fizer a parte dele que é correr atras e medir suas atitudes.
Eu, jornalista profissional, já enviei mianha opinião a respeito da classificação da humanidade em raças pela cor no site de Opinião e Notícia, na página da Biografia de Ary Barroso, certo? E novamente eu tenho de lembrar o que sempre pensei sobre terrível classificação. Somos todos de uma raça só – a raça humana e não tem ninguém branco ou negro. Nossa pele, sob a luz solar escurece pela melanina que nos protege. E como afirmava o grande compositor e advogado brasileiro (de Minas Gerais) somos todos marrom, marrom claro e marrom escuro ou bege, bege claro ou bege escuro. Isto que ocorre em nosso País nos deixa em grande depressão. Em todo o mundo todos pensam assim – a maioria é racista. Será que as pessoas acham que são brancas, da cor de uma folha de papel branca? Quando a humanidade vai raciocinar?
Existe e existirá sempre no Brasil porque a população branca sempre se julgou superior.
A Bahia, estado com o maior contingente de negros é profundamente racista, infelizmente.
Quero render um preito de respeito e admiração ao Prof. MILTON SANTOS, negro inteligente e orgulho dos brasileiros que reverenciam a sua passagem brilhante com GEOGRAFO e PALEONTOLOGISTA, reverenciado em todo o mundo.
E tantos outros negros brilham em todas as profissões e atividades em nosso pais RACISTA. Somos a favor de um processo contra os donos de NONNO PAOLO em nome do respeito ás leis e aos direitos brasileiros.
Mario Camões
QUANTO À DIFERENÇA DE ESCOLARIZAÇÃO DOS AFRODESCENDENTES ASSIM COMO A CLASSE POBRE BRANCA NO SUL ISTO SE DEVE MAIS À FALTA DE INTERESSE OU DE TREINAMENTO DE SEUS PAIS NA COBRANÇA DE RESULTADOS DE SEUS FILHOS E DE SUAS ESCOLAS.(no Sul, branco, também tem favelas e brancos morando lá, vcs sabiam?)
Em Barra dos Coem poristo houve diferença perceptível em seu aprendizado já que os alunosqueiros- Sergipe, e em outras 100 cidades do Brasil Lula, em sua campanha para Dilma distribuiu um computador por aluno e internet grátis. Nem por isto houve melhoria sensível na escola pública já que os alunos usam seu tempo mais em sites de relacionamento pessoal do que em estudos ou pesquisas.
Enquanto os pais de alunos mais pobres, sejam quais forem suas etnias, não cobrarem dos filhos e das escolas resultados melhores, estes serão os perdedores na corrida pelo emprego e renda.
PADRE VIEIRA EM SEUS DISCURSOS, PELOS IDOS 1600, JÁ DIZIA QUE O BRASIL TINHA MAIS PRECONCEITO SOCIAL DO QUE DE COR.
Embora o preconceito de cor se manifestasse como reflexo do preconceito de classe já que os negros libertos e bem sucedidos em seus afazeres mercantis passavam a ser chamados de “aquele senhor moreno ou aquele senhor de cor”.
Nos dias de hoje vemos as lourinhas pejorativamente chamadas de “maria chuteiras” assediam os jogadores de futebol e artistas sem nenhuma preocupação com sua origem ou sua cor.
Um louro de sandálias havaianas pode sofrer um preconceito maior do que um moreno dirigindo um carrão. Além disso, o preconceito nem sempre é racial como relatou o artista DJAVAN em entrevista na tv que teria pedifo um pedreiro para seu sítio/casa em Niterói e o profissional ao chegar r à entrada da propriedade teria falado:ô moço, vá chamar seu patrão!
Assim, até os morenos de classe social mais baixa manifestam uma expressão de preconceito social que pode se refletir no trato da polícia com os cidadãos afros assim como certa dúvida quando a maioria dos cidadãos de uma determinada categoria são relacionados pela mídia como bandidos ou como miseráveis. O programa do célebre humorista Chaves denuncia o preconceito social quando a viuva namorada do professor chama os mais pobres de canalha e este desabafa no menino de rua que ninguém tem par defendê-lo.
A sociobiologia, por seu turno, mostra que os preconceitos são programas ou raciocínios automáticos que nos fazem reagir ao perigo por amostragem estatística antes de analisarmos nossas ações. Se um colelho não pulasse automáticamente, ao balançarde um galho, preconcebendo um predador, e fosse analisar o perigo para depois decidir, já não haveria mais coelhos ou seres humanos se não fossem os reflexos condicionados.
O preconceito nada mais é do que um raciocínioautomático ou reflexo condicionado.
Se a polícia, por exemplo, não fosse condicionada a tomar atitudes defensivas automáticas antes de abordar um suspeito nas ruas, talvez já não tivéssemos policiais.
Muito destes treinamentos usados no momento ou na pessoa errada podem ser chamados de preconceito. Numa rua escura, quem diz não ter preconceito não vai dialogar com alguém que estatisticamente está gravado em sua mente como potencialmente perigoso e sim, afastar-se depressa dele e do local e depois, em segurança, talvez dialogar.
Sr. J MENDES, parabéns pelo seu texto, falou tudo, falou sem mentiras e hipocrisias. Está absolutamente certo. E é o mesmo que eu penso.
PARABÉNS.
O Brasil é um país racista, e a falta de discussões mais sérias sobre o tema turva o pensamento das pessoas, de modo a propiciar a abertura da ideia de cotas, que por si só é auto-preconceituosa.
A condição social é outro tipo de preconceito, distinto e que igualmente deve ser discutido e combatido, contudo usa-se erroneamente essa situação como análoga e, o que é pior, tratam-na como sinônimo do racismo. Que os sócios do referido restaurante devem ser punidos, não há dúvida. Uma boa ideia seria colocá-los em sala e ensinar-lhes sobre a trajetória histórica do racismo.
Somos racistas sim e pior, hipócritas.
E não há como deixar de ser (pelo menos inconscientemente), pois nos foi ensinado por séculos que o negro é uma raça inferior.
Não é por acaso que a grande maioria é pobre, com baixa escolaridade e estão em maior numero nas prisões.
No caso citado faltou atenção do funcionário na entrada dos clientes e um mínimo de bom senso para certficar-se se o garoto era ou não um cliente.
Resta apenas saber até que ponto ele estava cumprindo ordens da proprietaria ou foi só por prepotencia.
Tem um erro no quarto parágrafo, onde ele relata que no Brasil nunca houve estabelecimentos proibindo entrada de negros.
Lembro-me ainda na adolescência que havia na minha cidade e em outras vizinhas o “salão dos morenos”, onde brancos também não entravam.
Não creio em racismo geral no Brasil. Existem sim rascistas, e de ambas as partes.
Na maior parte das vezes a exclusão não é pela cor e sim pela condição social. Nos estados do Sul é comum negros casarem com loiras, mas geralmente são do mesmo nível social.
O que tem de mais detestável por aqui é essa discriminação sócio-econômica, onde as pessoas são mais valorizadas pelo que tem do que pelo que realmente são.
Valendo ainda que a raça negra hoje está numa posição privilégiada. O maior jogador do é negro, o presidente da maior potencia do mundo é negro, o melhor corredor de formula Um é negro, o cantor mais famoso do mundo e que vendeu mais disco apesar de ser preconceituoso é negro, em quase todos os setores a raça negra supera-se mostrando sua capacidade sem precisar dessa porcaria de benefícios seja em qq grau. Somos negros e não deficientes, para receber benefícios. Devemos é tomar vergonha na cara e parar de ser nos mesmo os preconceituosos. Lembro ainda que a maioria da população brasileira é negra.
O Brasil é um pais de racista e de problema social. Sou pardo neto de negro (meu avô), tenho uma filha negra muito linda. Vamos analisar a questão sem radicalismo, falar o que ninguém tem coragem. Em primeiro lugar facilidades para negros em estudos ou outro aspecto qq é que é racismo. Discuto muito com meus amigos que a culpa de nosso país não progredir mais rápido em relação ao preconceito racial infelizmente é nossa mesma ou seja dos negros. 95% dos negros casados com negra qd ainda são pobres e de repente ficam ricos, largam a mulher negra e casam com branca (louras) principalmente. Pelé, Alexandre Pires, Maguila, Netinho, Dudu Nobre, Jair Rodrigues, quase todos jogadores de futebol negros no sucesso casam com branca, quase tds os artistas qd ricos e são negros casam com brancas. Os meus irmãos da raça nunca prestigiam a própria raça, ainda tentam desmoralizar as nossas negras. No momento só sei de um negro rico que continua com a esposa negra tb é o presidente dos Estados Unidos, por enquanto. Portanto para elevar nossa raça negra, precisamos delapidar a mente dos próprios negros, que agem de maneira preconceituosa. A verdade é essa, reclamam, mas qd enriquecem desmoraliza a própria raça trocando a mulher pobre negra pela branca. Aí fica difícil companheiros estamos dando tiro no próprio pé.
O que ocorreu no restaurante Nomo Paolo, não resta a menor dúvida, foi um caso de racismo típico da sociedade brasileira. Se o menino fosse branco jamais seria retirado a força daquele território que seria seu por direito. No inconciente de nossa sociedade racista o menino negro so poderia ocupar esse espaço pedindo resto de comida e não sentado a mesa se alimentando de iguarias fresquinhas diretamente da cozinha do restaurante. O casal de espanhóis levou um susto, considerando que o Brasil é uma “democracia racial”. É neste momento que tenho vergohna de ser brasileiro
Pra mim esse é somente só mais um caso de ignorancia e falta de discernimento. Bastava ao funcionário ter prudência, se baseando nas atitudes da pessoa ao invés de agir generalizando sem ter provas como ele fez, onde julgou pela aparência. Esse funcionário deveria ter saido do seu mundinho de pessoas finas e saber que na realidade, as pessoas de boa e má indole estão em todas as classes.
O Brasil não é um País racista.
Preconceito não existe no Brasil.
O funcionário do Restaurante foi despedido e os donos, sim, deveriam ser punidos também.
Por quê? Porque o que existe no Brasil é “ignorância” e o funcionário é “funcionário” faz o que lhe é determinado pelos patrões.
O que falta é Respeito para com as pessoas independente da sua cor. Nas residências de muita gente existem funcionários também, e muitos deles não são brancos, mas e daí? Ai sim não existe preconceito não é? E eles tem entrada e saida livre nas casas dessas pessoas. Ou será que não?
O Brasil é o país com a segunda população negra do mundo, pois foi o país que mais recebeu negros do Continente africano, o que exite mesmo no Brasil é o preconceito social e a chamada xenofobia.
HÁ POUCOS MINUTOS,PARA EXCLARECER 19:00, EM BÚZIOS VI,E PRESENCIEI UM SR, SE É QUE PODE SE CHAMAR DE SR,OPTAR PASSAR A VEZ PARA OUTRA PESSOA NO SUPERM PRINCESA. SÓ PELO FATO DO ATENDENTE SER NEGRO,CORRENTE DE OURO NO PESCOÇO,CORRENTINHA DE OURO NOS PULSOS,ELE QUERIA SER ATENDIDO PELO BRANCO,O NEGRO NÃO.DETALHE O DESGRAÇADO QUERIA EXPERIMENTAR TUDO QUE IA COMPRAR. COMO NÃO SOU PRECONCEITUOSO, TIREI UM SARRINHO NA CARA DELE SOBRE RACISMO.ENTÃO AFIRMO NO BRASIL EXISTE RACISTAS, E NÃO RACISMO.
Primeira resposta:ainda é um país racista
Segunda resposta: o preconceito é social
Terceira resposta: não tem nem o que perguntar devem ser presos e pagar pelo ato de racismo.
Era eu gerente das Ind. Met. Samuel Fraiman Giverts e o dono de uma grande empresa pernambucana que não me conhecia pois era eu novato chegou e disse: Por favor quero falar com o gerente então lhe respondí pois não esteja a vontade, o cidadão por uma tres vezes fez a mesma pergunta e eu retrucava com a mesma resposta e em dado momento eu lhe respondí: O SENHOR QUER FALAR COM UM GERENTE ALTO LOURO DOS OLHOS AZUIS E CABELOS BOM ESTÁ ENGANADO, O GERENTE SOU EU MAGRO, PRÊTO E UM METRO E OITENTA E UM DE ALTURA QUER MAIS OU ESTÁ BOM; o citado parou ,pensou e disse o que desejava, resolví seu problema e quando ia saindo disse para mim: no dia que o senhor sair daqui me procure pois tenho uma vaga em minha empresa, descupe. Isso acontece sempre em repartições públicas, em delegacias e outros orgãos e tem outras passagens que já ocorreram comigo. Graças a Deus sou NEGRO sou formado, hoje aposentado não tenho preconceito com qualquer ser humano pois somos a semelhança de Deus
Áuireo – Recife – PE.
Em primeiro lugar somos sim um País racista, tanto pela cor das pessoas, quanto pela classe social, esta estimulada pelo “metalúrgico lulla da çilva”. Em segundo lugar os espanhóis não podem reclamar de preconceito pois os Brasileiros são discriminados em seu País, a começar no desembarque aéreo.
HÁ TEMPO,NO BAILE DE GALA DA POSSE DE UM GOVERNADOR DE UM ESTADO EXPORTADOR DE CARNE PARA O MERCADO COMUM EUROPEU,UMA DAMA DA ALTA SOCIEDADE PAULISTA PUXOU DISCRETAMENTE O PALETÓ DO MARIDO E PERGUNTOU-LHE: QUEM É AQUELE “NEGRINHO” QUE TIROU NOSSA FILHA PRA DANÇAR.
O GRANDE INDUSTRIAL TOCOU-LHE SUAVEMENTE O SAPATO E SUSSURROU: É FILHO DO GOVERNADOR, DONO DE DOIS TERÇO DO GADO NELORE DESTE PAÍS.
A MADAME REAVALIOU E DISSE: QUE “MORENINHO JEITOSO!!!”.
ESTE É UM RETRATO SEM RETOQUE DA SITUAÇÃO DESTE PAÍS EM RELAÇÃO A ESTE ASSUNTO.
O que de melhor poderia acontecer ao “racista” era morrer, ir pro céu e, ao chegar descobrir que Deus
é Velho Senhor Negro e este nosso Deus, abrindo o LIVRO verificasse quanta discriminação o individuo
praticou cá na terra e dissesse:
–Moço, seu lugar é lá embaixo (no inferno)…
E no inferno o capeta fosse também negro, para o cara pagar as maldades ‘na pele’…
Negros ou Brancos somos todos iguais, todos irmãos!
Quantas opiniões, mas não fica claro um racismo explícito. Parece mesmo que a questão é mais social que racial.
Concordo que o Brasil não é um país racista, mas que contém pessoas racistas.
Também acho que o preconceito é mais social que racial.
Deve-se fazer uma séria investigação no caso do restaurante e, se ficar provado que infringiu a lei, as pessoas envolvidas devem ser punidas.
Samuel
Somos um país com racistas,apesar das leis que condenam o racismo,ainda temos pessoas que tratam,principalmente os negros de forma diferenciada.O gerente do restaurante é um fruto do meio em que vive ,ambiente cheio de ricaços que pensam que cor da pele é defeito,mas defeito é o ser humano ser racista,pois creio eu que Deus não escolhe quem entrará em seu reino pela cor mas pelas boas ações.Este é o nosso Brasil cheio de contradiçoes.
O Brasil não é um pais racista.
O preconceito existe, ele é social.
Sabemos que a grande maioria é negros, e de baixa renda, isso gera baixa escolaridade, aumento da violência.
O fato ocorrido no restaurante, foi um erro em pro da segurança, não é um rotina garotos negros acompanhados de seus pais ricos em restaurante.
Mais todo erro tem que ser apurado, para que fatos como esse não se repita.
Não concordo que o país é racista. Existem sim, pessoas que são racistas como em qualquer parte do mundo. Na África por exemplo existe o racismo, por parte de alguns,em relação ao branco. Não creio que deva haver diferenças e facilidades para os negros pois somos todos exatamente iguais. A vida é dura para qualquer um de nós. Nada de fazer diferenças facilitando estudo ou trabalho, ou assento em ônibus… ai o racismo passa a ser contra o branco. O esforço e facilidades deve ser exatamente igual, ao branco, ao negro, aos homens, às mulheres…. Não importa. Então o que devemos dizer das diferenças que ainda existem contra a mulher? Somente no século XX é que pudemos estudar, trabalhar, nos tornamos independentes…. Portanto, racismo no Brasil é inexistente, o que existe é o preconceito de alguns por diferentes coisas que fazem parte do mundo !
O Brasil é um país racista, os donos no restaurante deveriam ser punidos e no Brasil o preconceito existe também na área social.
As diferenças surgem de várias formas. Pela cor da pele, pelo grau de instrução, pelo local da residência; etc, etc, etc. Todos os dias, estamos vivenciando algum tipo de intolerância. Se a pessoa mora na zona leste, é o que é porque mora lá. Se a gente vê algum veículo com placa do interior circulando por São Paulo cometendo as vezes algum erro por desconhecer as placas confusas da Marginal Tietê, logo falamos: só podia ser caipira mesmo! Se é milionário brasileiro e vai para fora do país, também sofre discriminação lá. Enfim, isso ocorre sempre e com todo mundo de alguma forma. Mas devemos combater sim esse tipo de intolerância. Elevar o grau de instrução é necessário. A cultura também pois ambos farão com que as pessoas sejam mais tolerantes umas com as outras. Se não houver cultura, tolerância, compreensão e solidariedade, seja em casa, no ambiente de trabalho, nas escolas, universidades, nas ruas, a discriminação surgirá de alguma forma.
O restaurante deve ser punido sim porque nenhuma criança deve ser tratada dessa forma, seja negra ou branca, moradora de rua ou nao. Segundo a sócia do restaurante a criança foi “confundida com um menino de rua”. Caso fosse mesmo um menino de rua os responsáveis pelo restaurante deverian acudir aos serviços sociais da cidade para levar a criança a algum abrigo e nao jogar a criança na rua. Tanto a atitude irresponsável e infame do restaurante quanto a do Brasil em dar as costas a milhares e milhares de crianças nas ruas me decepcionan. Uma coisa leva a outra. O preconceito é primeiramente social. Nao moro no Brasil e sinceramente tenho vergonha de dizer que sou brasileira. Agora ainda mais.
Na verdade no Brasil o cidadão não é julgado raça, ou pela cor da pele, mas sim pelo cargo que ocupa, ou por seu poder aquisitivo!
Duvido se garoto tivesse chegado no restaurante de limousine, rodeado de seguranças teria tido este tratamento!
E as leis no Brasil são feitas em conchavos, para acobertar bandidos, malandros endinheirados, desviadores e corruptos do colarinho branco, como a lei de imunidade, e o fórum privilegiado, a imunidade serve para acobertar bandidos do colarinho branco,e o fórum privilegiado só serve para facilitar as vendas de sentenças!
E enquanto a população é explorada com as maiores cargas tributarias do mundo para dar mordomias, as cadeias continuam superlotadas de pobres sem traquejos!
Sera que só os pobres são bandidos neste país?
Os políticos e os três poderes só BUSCAM vantagens pessoais e mordomias, confundindo demagogia e hipocrisia, com DEMOCRACIA!
Esta é a justiça social, nesta republiqueta de bananas!
Essa história do Nonno Paolo não está bem contada. Não me convenci – nem do pai da criança, nem da dona, e nem do gerente que DIZ ter confundido o guri com um piá de rua. Ah! quer dizer que se fosse, mesmo, um menino de rua, PODIA ser expulso de lá?!
Outra cousa: 1) as tais cotas para negros e idosos na escola, na casa aprópria etal, são, NA VERDADE forma oficial de proteger a discriminação. Se um idoso vai entrar no programa MINHA CASA, só pode participar na tal quota de 3% – e, porque não nos demais 97%? ISSO É QUE É EXCLUSÃO, ssim como nas quotas universitárias, e quetais.
deveriam sim ser punidos por racismo.Esta e a minha opinião.
As pessoas são preconceituosas não só com a cor da pele, também, pelas profissões, locais de moradia, roupas, e esse tipo de gente tem no mundo inteiro. A punição deve existir ao estabelecimento e aos funcionários também, pois quando lidamos com o público não podemos fazer pré-julgamentos ou será que é mais fácil persuadir de forma ríspida uma criança ou indagar aos clientes que o mesmo está com eles. Se fosse branquinho talvez não ofendesse a quem fosse indagado.
Somos um país com racistas. Nos paises da Europa, os EUA, eles existem, mas, no entanto, não fazem dos seus paises, paises racistas. Não considero de maneira alguma que sejamos um país racista. Isso seria doentio demais, já que ultrapassamos os 190 milhões de habitantes. Seria barra pesada.
Vou opinar focando nas cotas raciais das universidades.
Concordo plenamente com a ideia das cotas para aqueles que estudaram em escolas públicas. É uma forma de diminuir as distâncias sociais e econômicas e um indício que o poder público reconhece a “qualidade” das escolas públicas.
Porém discordo totalmente da ideia das cotas raciais. Creio que se configura racismo você escolher esse ou aquele pela cor da pele e não pelo seu potencial. Isso só distancia as etnias.
É preciso mudar muita coisa e a questão das cotas necessitam de revisão, mas creio que estamos no caminho certo. Maior inclusão de pessoas carentes às universidades através dos programas sociais ou financiamentos estudantis é uma prova disso.
Eu não diria que somos uma sociedade racista, mas convivemos com pessoas que tem o comportamento racista.E é mais comum o racismo social que étnico. Pudemos ver com clareza durante o governo Lula.É comum até hoje se houvir que ele foi ruim devido sua condição de escolaridade.
No Brasil existe sim preconceito racial contra os negros e pardos. Falo com a experiência de quem é negro e sente na pele a forma diferente com que a parcela “branca” (praticamente eslava) trata os negros: com desconfiaça como se fóssemos roubá-los. As frescas e pobres mulheres escondem as bolsas quando nos aproximamos. Isso é particularmente irritante para mim, que tenho formação superior, dois empregos e ganho muito, muito mais dinheiro que a maioria dessas pessoas, pobres de dinheiro e de espírito.
O negro é sempre preterido no emprego, na hora de receber promoção, no tratamento recebido da sociedade e das instituições (em especial a polícia).
Quem nega essa realidade são os brancos metidos a entendedores da questão racial nacional.
É verdade que a maioria da população não é racista e que a maioria esmagadora dos brancos são boas pessoas que não discriminam ninguém, mas ainda assim o preconceito existe, negá-lo é ingenuidade ou má-fé.
* Somos um Pais RAÇUDO… Eu diria..
A pergunta acima deve ser respondida assim: Não, não somos e nunca fomos um país racista. Somos um país miscigenado e com preconceitos (mas não só de cor, pois o preconceito no Brasil é generalizado). O que está acontecendo é um ressurgimento do racismo pelas mãos de certos movimentos ditos negros, que pleiteiam através da inversão de valores, uma série de privilégios para eles, independente da condição social. Trata-se de um apêndice da marcha ao totalitarismo que neste século XXI virá como um novo fundamentalismo, cujos valores estão diariamente sensibilizados pela imprensa como uma câmera de eco da frivolidade que tomou conta na erosão dos valores morais, notadamente depois da ascensão de um partido que inverteu o discurso, e de um mandatário sem escrúpulos que abriu as portas para a transformação da carência afetiva em significado político. Com isso, as patrulhas raciais se instalaram no Poder e na mídia, constrangendo estabelecimentos comerciais e cidadãos, reverberando imbecilidades e oportunisticamente procurando tirar proveito material pela extorsão ou execração moral em nome de um pretenso racismo. Está na hora de por um basta nessa panacéia de que repreender uma pessoa de cor significa racismo. Os donos do restaurante deveriam provar que nunca praticaram tal ato, pelo depoimento de seus clientes de cor, e processar os acusadores, em vez de ficarem meramente se desculpando.
Somos um pais? Ou um esculachado amontoado de pessoas, descendentes dos milhões de miseráveis despejados numa rica área geográfica, gente tipo aqueles do filme, A Arvore dos Tamancos. Burros sem visão da maravilha que nos envolve generosamente. Procuramos caricaturar os hábitos mesquinhos de culturas moribundas, um deles é o apartheid mixo, praticado pelos condôminos balofos.
digo hipocritas e nao impocritas. falha nossa. fuii
na minha opiniao, o Pior racista e o proprio negro e seus descendetes;pardos, mulatos e cafusos. a vergonha de nossas origens e a falta de valores faz do povo brasileiro uma nacao de impocritas, um tipo de racismo disfarcado. por exemplo, um menino de rua, e somente um menino da rua. brincamos com ele, damos esmola pra ele, mas nao reconhecemos nele um ser humano desprotegido, fragio e improrando por ajuda. o preconceito de que menino negro e sozinho e da rua e nao pode entrar no meu restourante existe no Brazil de norte a sul. eu mesmo ja tive esta experiencia muitas e muitas vezes na decada de 80.
A expulsão de garotos e garotas que aparentam meninos de rua é comum no Brasil e em especial na Bahia. A tarefa dos seguranças, em sua maioria negros e moradores de áreas onde predomina as pessoas com este esteriótipo é manter os shoppings, grandes lojas e restaurantes, sem a presença de pessoas negras ou vestidas fora do padrão aceito como normal. Não conheço nenhuma ação prática contra este tipo de preconceito, que é justificado como “pensei que”. Na verdade, a sociedade sente aliviada com este tipo de ação. O restaurante deve ser punido e o seu exemplo divulgado para que em outros espaços a aparência não se torne motivo de intolerância.
O racismo em nosso país e flagrante e transparente.
* Basta pararmos diante a uma banca de jornais e ver quantos negros e negras estão estampados na maioria das revistas. Exeto, é claro, em revistas voltadas as etnias raciais.
* Em seu banco quantos negros existem nos caixas, nas gerencias, nas diretorias e nas presidencias ?
* Quanto é que tivemos um Papa negro ?
RESUMO
Existem racistas sim no brasil,não muitos
Quem mais sofre racismo é a MULHER AFRO, dos próprios HOMENS AFRO… De resto é o racismo que existe em qualquer lugar do mundo…
Por exemplo AFROs americanos não se misturam com brancos e vice-versa , no brasil um Homem AFRO só se sente realizado ficando com uma BRANCA…
Fora isso o racismo que tanto falamos é só uma ferramenta de conquistas de votos e manipulação do povão …
No Brasil não só existe racismo de cor como tambem recismo regional , como muitos casos aconteceram em 2011 , com o jovem do restart sobre o amazonia ,e o proprio prefeito de manaus, perdeu a compostura e
mandou uma moradora de área de risco morrer por ser uma Paraense e muito outros casos.
É hipocrisia afirmar que no Brasil,todos gostam de negros.
Não sou racista, tanto que casei com um. Mas mesmo, quando namorava, ouvi muita piada, até nas ruas e não sou branca, e sim, morena.
Acho que cada um gosta do que lhe convém, mas o que não pode existir é falta de respeito porque o outro tem cor de pele diferente. Isto é ignorância.
Quanto ao fato que aconteceu com o menino, terá que ser bem apurado, porque aqui em nosso país há muitas crianças pobres que entram em estabelecimentos comerciais para pedir esmolas e num restaurante, os funcionários podem entender que estão causando incômodos aos frequeses. Pode ser que não tenha sido um caso de racismo.
O racismo, que é um sentimento nojento e exclusivo dos seres auto-denominados “racionais”, os humanos (jamais vi um outro animal apresentar comportamento que possa ser identificado como racista!), sobrevive no Brasil com prevalência no Estado de São Paulo (principalmente na Capital) e nos Estados da região Sul, com mais intensidade em Santa Catarina.
Em toda a Amazônia e na região Nordeste não existe racismo.
Para os “curiosos”, exclareço que não sou branco, nem negro, e nem amarelo, sou BRASILEIRO!
Claro que o Brasil não é um país racista, nos moldes daqueles dos paises loiros e olhos azuis.
A miscigenação aquí é um bendito sinal de que somos um país COM racistas ,mas não DE racistas.
Não podemos esquecer que, por questões meramente mercantís, o europeu se acostumou a ver o negro, não como ser humano, mas como mercadoria e, disto, os reflexos estão ainda presentes.
Disso não escaparam nem portugueses, nem espanhóis, nem franceses, nem ingleses, nem holandeses.
O preconceito no Brasil, nem poderia ser chamado de preconceito, mas de um fato social em que, infelizmente, o negro se situa, majoritariamente, na escala da mais baixa capacitação profissional.
Uma política educacional adequada deveria abranger o cidadão brasileiro, independente da tonalidade da pele. Esse desleixo com o capital humano, no Brasil, se extende a todos os tons da epiderme.
Negritude, Black is beautiful, cotas raciais são todas estupidezes sem tamanho, culpa, em parte, dos próprios negros, mulatos, pardos brasileiros que deveriam se integrar ao resto da comunidade e clamar, em uníssono, pelos seus direitos cidadãos.
O lamentavel episódio da pizzaria e do menino etíope,não pode ser debitado aos donos do restaurante. A região está infestada de famílias desclassificadas, negras ou não, cujas crianças são utilizadas como ponta de lança para roubos e assaltos, levando, compreensivelmente, a esse lamentavel malentendido.
