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Tendências e Debates

Uso do véu islâmico: conheça o que existe por trás da discussão

Prezados leitores, o Opinião e Notícia encerrará suas atividades em 31/12/2019.
Agradecemos a todos pela audiência durante os quinze anos de atuação do site.

É uma afronta, uma provocação; então deveriam proibir o top less, a nudez, e outras coisas que fazem mal a sociedade. Esta é a resposta de Salma David, que é muçulmana, quando questionada sobre o que acha da proibição do uso do véu islâmico em alguns países europeus.

A declaração da professora de Educação Física de 49 anos, Salma, é mais significativa do que parece. Mostra que, em meio à discussão sobre o uso do véu que tem aparecido com freqüência na mídia, talvez falte procurar saber por que essa vestimenta incomoda tanto, já que é um hábito de um grupo e talvez devesse ser apenas respeitado sem que isso gerasse grandes problemas e controvérsias. Por outro lado, vêm à tona também as razões alegadas pelos que acreditam que essa peça de roupa não deve ser usada fora do ambiente islâmico. Fala-se em integração dos muçulmanos, em preconceito, em preservação de raízes e da cultura muçulmana, e comenta-se o grande número de muçulmanos que vivem em países europeus hoje: cerca de 15 milhões.

Salma David

O debate ressurgiu com força recentemente, quando o líder da Câmara dos Comuns inglesa, Jack Straw, revelou que pedia às mulheres islâmicas que o procuravam que tirassem o véu. Apesar de afirmar ser contra leis que determinem a forma como os cidadãos ingleses se vestem, ele confirmou acreditar que os véus causariam interferência nas relações sociais e que sem eles ficaria mais fácil a relação entre a cultura ocidental e islâmica. Straw foi apoiado pelo primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair, que afirmou que o véu seria uma marca de separação que provoca nas pessoas que não fazem parte da comunidade um certo desconforto.

Ao se pronunciar dessa forma, Straw não parece levar em conta a opinião de uma muçulmana. O político trata o véu como um adereço, que se removido passa a eliminar as dificuldades de integração entre povos que vivem em uma mesma sociedade. No entanto, para muitas mulheres não se trata unicamente de um acessório, assim como outras partes das vestimentas características dos seguidores do Islamismo. Para elas, se o véu fosse removido, o problema não terminaria, e sim começaria, ou pelo menos se tornaria mais complicado. A muçulmana que usa o véu sente-se nua quando sai na rua sem ele. Imagine se fôssemos obrigados a sair nus nas ruas… É um constrangimento, analisa a estudante de Antropologia da USP Jamile Pinheiro, 22 anos, muçulmana.

É um sinal de respeito e recato, para que a mulher não seja vista como um objeto sexual, explica Salma David sobre o véu, que utiliza sempre que sai de casa. Ela esclarece que as roupas modestas não são para serem usadas apenas pelas mulheres. Os homens devem usar roupas discretas para que não haja ostentação, devem estar cobertos desde o umbigo até a parte baixa dos joelhos, complementa.

O prefeito de Londres, Ken Livingstone, mostrou posicionamento oposto ao de Jack Straw. Ele comparou a discussão sobre o uso do véu islâmico na Inglaterra à época do nazismo, quando os judeus eram sempre considerados culpados pelos problemas existentes na sociedade. Está claro que os problemas que temos na Inglaterra não são porque os muçulmanos querem viver separados… eu acho que todo o debate tem sido tendencioso, como se os muçulmanos tivessem culpa por isso, disse ao jornal The Guardian, em matéria intitulada Muslims being demonised, says Livingstone (Muçulmanos estão sendo demonizados, diz Livingstone) publicada em 24 de outubro último.

O prefeito é um político bastante popular e conhecido por não ter papas na língua. Ainda este ano, foi acusado por um repórter judeu de racismo. O jornalista tentou entrevistar Livingstone na saída de uma festa gay em Londres, ocasião em que o prefeito – que é homossexual assumido e diz ter lutado sempre contra o preconceito – fez um comentário comparando o repórter a um guarda de campo de concentração nazista. Livingstone ganhou o recurso em 19 de outubro último, quando um juiz do Tribunal Superior da Grã-Bretanha afirmou que o prefeito de Londres seria livre para manifestar suas opiniões, mesmo que elas sejam eventualmente ofensivas.

Leia mais: Discussões se estendem desde 2004

Preconceito também no Brasil e hábitos alterados pela vida em outro país

O uso do véu não é imposto às muçulmanas dentro da comunidade islâmica, mas, segundo Salma, é uma obrigação que elas acreditam ter com a religião que seguem. Ela acredita também que, caso uma muçulmana não utilize o véu, não sofrerá preconceito dentro da sociedade islâmica.

A estudante Jamile Pinheiro discorda: diz que há um certo preconceito também dentro da comunidade islâmica, apesar de não ser tão comum. Muitas vezes algumas dessas muçulmanas são consideradas muçulmanas incompletas, mas por uma pequena parcela da comunidade, explica.

Apesar de divergirem quanto à questão de dentro da comunidade islâmica, tanto Salma quanto Jamile já passaram por várias situações em que sofreram preconceito da parte dos que não as entendem e por isso as julgam sumariamente. Salma relata duas situações em que se lembra ter passado por esse constragimento. Uma delas ocorreu numa escola em que deu aula, de onde foi despedida e teve seu véu arrancado. Em outra ocasião, Salma estava num ônibus intermunicipal quando o motorista a tirou do veículo. Ela foi apoiada por algumas pessoas que a ajudaram a fazer uma denúncia, que originou na demissão do empregado da empresa de transportes.

Jamile costuma encarar as situações com muito bom-humor. Às vezes evangélicos ficam cantando músicas religiosas atrás de mim no ônibus oumetrô ou me ensinam o caminho da igreja mais próxima. Outros acham que eu sou freira, relata.

Para reunir meninas muçulmanas interessadas em compartilhar histórias que tenham vivido em função do uso do véu islâmico, a técnica em agropecuária Zahreen Adira, de 37 anos, também muçulmana, criou uma comunidade no site de relacionamentos Orkut chamada Se meu hijab falasse. Entre os casos contados, há aqueles que as participantes até consideram engraçados, mas outros que são demonstrações de preconceito e desinformação.

Zahreen Adira

Zahreen acredita que no Brasil o preconceito é diferente da Europa. Aqui o preconceito é pura ignorância, diz. As pessoas nem sabem que somos muçulmanas. Nós somos chamadas de Marroquinas, Jade, Palestina, Libanesa, porque eles associam ao que vêem na TV e nem sempre o que vêem é verdade ou é completo (…) Sempre associam o Islã ao oriente, aos conflitos e à opressão feminina, complementa, dizendo que, apesar de nunca ter passado por uma situação de preconceito violenta ou constrangedora, ela encontra dificuldade para arrumar emprego.

A estudante muçulmana Nadia Zaki, da Universidade de Toronto, no Canadá, tem 20 anos e é paquistanesa. Ela acredita que o fato de viver numa sociedade ocidental causa um certo impacto negativo sobre os códigos islâmicos de vida. Nadia acredita, por exemplo, que, como as vestimentas islâmicas não são bem interpretadas no ocidente, acabam perdendo o seu sentido principal. Eu acredito ser mais sensato evitar de cobrir meu cabelo, pela única razão de que isso não estaria me dando a proteção que eu quero e preciso, explica a estudante, que conta que se veste de forma modesta, para não se expor – o que considera importante -mas prefere não usar o véu.

Leia mais: Muçulmanos utilizam a internet para explicar o Islamismo

Este site acredita ser um absurdo obrigar as meninas estudantes de escolas francesas a se privarem do uso do véu islâmico em sala de aula. Você considera importante que aconteçam debates como o que se relaciona ao uso do véu islâmico? Acha que a simples proibição do uso pode resolver conflitos sociais ou, pelo contrário, promete somente piorá-los? O que acha que pode ser feito para diminuir o preconceito e o pré-julgamento sobre hábitos de certas sociedades em relação a outras?

Fontes:
UOL Notícias - Cientista turca de 92 anos é julgada por suas opiniões sobre o véu
Globo Online -- História em quadrinhos sobre véu islâmico é lançada na França

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

53 Opiniões

  1. Eduardo disse:

    Se as muçulmanas forem obrigadas a retirar o véu na europa, seja por força de lei ou por imposição social, então que as européias sejam obrigadas a usar a burca – aquela roupa escura e grossa que cobre da cabeça aos pés – em território muçulmano. Nada mais justo.

  2. Christiane Wolf disse:

    Respeito é a palavra-chave. Devemos sempre levar em conta a personalidade/individualidade de cada um, como também as características que nos fazem únicos – e que são impregnadas por nossas crenças, hábitos, criação e convicções… Num sentido maior, cada povo/religião/cultura tem seus hábitos próprios, mesmo que muitas vezes sejam vistos com preconceito. Creio que sobre aquilo que não conhecemos 'devemos' conhecer para falar algo ou 'no mínimo' respeitar o outro e suas particularidades: como é dito na matéia, o uso do véu “(…) é um hábito de um grupo e talvez devesse ser apenas respeitado sem que isso gerasse grandes problemas e controvérsias.” Entendo que há globalização, mas não se pode fazer isso com indivíduos também… No mais, parabéns a você, Camila, por ter respeitado e ouvido várias fontes para compor sua matéria, respeitando tanto os fatos como também aquelas que são o foco do texto.

  3. Tomás disse:

    Não é o parlamento britânico que tem o hábito de usar aquelas perucas brancas ridículas? A peruca também esconde detalhes importantes da fisionomia. Também deveria ser proibida.

  4. Arcanjo Mendes disse:

    Prezados Christiane e Tomas: o debate pode estar perdendo o rumo. Ninguém está proibido de usar o véu “em público”. O que existe de real é a proibição nas escolas PÚBLICAS francesas, porque são laicas e qualquer manifestação religiosa é proibida: por exemplo o yarmulk judaico ou um grande crucifíxo visível por fora das roupas. Já na Inglaterra ninguém falou em proibir nada, ali a democracia é plena. Dois ministros expressaram opinião pessoal de que o uso do véu é prejudicial para as relações entre os povos, só isso. Não querem proibir. Vamos manter o debate dentro da realidade: sou contra a proibição nas escolas francesas, mas não vamos dizer que é proibido “usar em público”.

  5. sheilla leite silva disse:

    Eu vivo em Londres há oito anos, vivo em um Bairro onde a maior parte e Mulcumana,NA MINHA OPINIAO, a maior parte deles nao gostam de misturar com pessoas de outras racas, muitas pessoas dizer que ele sofrem discriminacao, mas eles tambem descriminam, no ultimo verao eu me sentia mal cada vez que saia de casa, pois as mulheres me olhavam com despreso obviamente porque eu me vestia diferente delas, os homens nao respeitam sejam as suas mulheres ( as mulcumanas) sejam as mulheres de outra racas que para eles sao tidas como objeto sexual (quando digo isso nao quero generalizar, mas NA MINHA OPINIAO A GRANDE MAIORIA SE COMPORTA DESSA MANEIRA. Eles querem impor a cultura deles em paises que nao sao deles. Eu particularmente penso que quando voce vai viver em outro pais, mesmo que seja um pais democratico como a Inglaterra e certo respeitar as leis, a cultura, os habitos e modo de viver dos mesmos. Sempre segundo minha opiniao, as pessoas que nao se sentem felizes com os modo de viver e pensar dos britanicos deveriam voltar para seus paises. Eu nao concordo com muitas coisas que acontecem por aqui, mas dai a praticar terrorismo, tentar forcar os Britanicos que sao os donos dessa terra a seguirem as minhas crencas ou meu modo de viver, existe uma distancia infinita. Eu concerdo que quando as mulheres europeias forem ao pais deles devam respeitar o modo de viver dos islamicos, mesmo que isso queira dizer colocar os veus.

  6. ERONÍ BECKER disse:

    SHEILLA LEITE SILVA,foi ótima sua colocação, dispensa qualquer outro comentário!

  7. Markut disse:

    Tem toda a razão d. Sheilla
    Isso sem considerar a imensa dose de hipocrisia que há por trás de tudo isso. Recomendo-lhe a reportagem da revista Veja de 1 de nov/ 2006 : “Sexo por baixo dos panos no Islã”.

  8. Marcela disse:

    Concordo com a Sheila, mas tb acho que todos os seres humanos, independente do país que nasceram, da cultura, têm o direito de debater sobre os seus direitos aonde quer que estejam. Realmente a matéria não esclarece bem os limites desse suposta imposição dos ingleses, seria nas escolas laicas, nas ruas…?
    Bom, no mais isso realmente lembra o nazismo como disse o prefeito de londres.
    A questão da escola é muito delicada mas, nas ruas acho que as mulheres que escolheram usar o hijab têm todo o direito de faze-lo e em oposição uma ocidental em país muçalmano deveria tb ter o direito de andar como quiser. Deveria…num mundo perfeito

  9. Luciana Mares disse:

    O link “Discussões se estendem desde 2004” deixa bem claro que o que é proibido por lei é usar o véu em escolas e repartições públicas da França… de resto é discussão em cima do tema, usar ou não usar, em relação à integração da sociedade…

  10. Halima disse:

    Amei o fato da nossa opiniao ter sido colocada de forma tao idonia e sem deturpaçoes, como na maioria das vezes a midia faz.
    Quem dera (Inshallah) outros jornalistas pudessem passar a imagem correta do islam como vc fez
    Muito obrigada
    Parabens!

  11. Najat disse:

    Muito boa a reportagem. E bom saber q podemos dar nossa opiniao. Allah ma3k.

  12. Ana Paula disse:

    Sou muçulmana convertida há 7 anos. Gostaria de deixar claro que o uso do véu não é uma questão cultural, mas obrigação religiosa; portanto, independe se uma muçulmana mora em país não-muçulmano secular, em qualquer lugar o véu ainda seria obrigatório para ela. Obrigar uma muçulmana a tirar o véu configura desrespeito à liberdade religiosa o que é garantido por lei! Imagine se fosse proibido a um cristão usar a cruz, um judeu a estrela de Davi ou kipá? Isso já está ocorrendo na França e francamente acho ridículo.

    Quanto aos muçulmanos que discriminam (segundo a experiência da Sheila), é mais uma defesa do que discriminação, eu passei por isso. As mulheres muçulmanas andam constantemente em alerta, esperando serem agredidas, ofendidas e mal compreendidas, especialmente as que vivem no ocidente. Passo por isso quase todos os dias, portanto é natural levantar barreiras de proteção.

    E mais, porque um pedaço de pano incomoda tanto? Não consigo entender!

  13. Salma David disse:

    Com todo respeito ao jovem Arcanjo Mendes, quando diz que é a opiniao de dois ministros de que o uso do hijab é prejudicial para as relaçoes entre os povos,me perdoe amigo mas nao vejo isso como uma decisão para o bem das pessoas, pois tem coisa muito pior que é prejudicial para uma boa relaçao entre os seres humanos, e nem porisso as pessoas saem defendendo seu ideal ou sua propria opiniao, esta proibiçao do hijab tem por interesse muita coisa que muitos nao sabem, e uma decisão desta nao nos amedronta, pois o hijab para nos é de suma importancia q nada e ninguem nos impoe a uma ordem para retira-lo, vivemos numa democracia com liberdade de expressao e só esta faltando respeito para q possamos nos expressar.

  14. Arcanjo Mendes disse:

    Parce que a Salma não entendeu do que estamos falando. Ninguém proibiu nem vai proibir nada na Inglaterra, apenas dois ministros expressaram sua opinião pessoal.

  15. Abu Bakr Al faraj disse:

    O Quran foi revelado ao Profeta Mohammad, á toda humanidade, independente do conceito (erroneo) de “raça”. Um dos pilares do Islam é a crença nos Livros revelados por Allah,em seu contexto original, a saber:1) As escrituras reveladas a Ibrahim (Abraão), á Mussa (Moisés)-a Torá. As enviadas á Daud (David)-Os Salmos.,Á Issa (Jesus)-Envagelhos, e ao Profeta Muhammad, O QURAN( Corão), que veio sobretudo, confirmar a mensagem dos outros livros predecessores.A injução do QURAN para que asmulheres se cubram e para que ambos os sexos recatem seus olhares, é uma orientação de Allah, como também expressa na Bíblia em I Coríntios 11 versículo 13.

  16. Eduardo disse:

    Salma nem usou o termo proibir ou proibição. Ela cita “a ordem de retirar o hijab” – e opiniões pessoais de ministros ingleses quase têm a força de uma ordem, senão não estariam ricocheteando na mídia até agora. Políticos têm o rabo preso demais para terem opiniões pessoais.

  17. ana disse:

    lutamos contra pre-conceitos e criamos conceitos, como podemos obrigar pessoas a tirarem o colocarem os véu.Nossa imposições estão ridicular contra um povo…Eu não vejo mas a luta contra o véu, e sim uma imposição, passamos a encherga-los como diferêntes e isso nos incomoda, como eles não seguem nossos modimos…dizemos isso é o melhor e eles não querem por que querem do seu jeito mas não é deste jeito que queremos…violentamos tanto quanto o véu…Tiramos os cocares dos caciques…não podem ser diferêntes tem que ser do nosso jeito…Temos muito a aprender a respeitar as diferênças

  18. Pabla Alessandra disse:

    Que voltem para a pátria deles e lá façam o que quiserem. Viver em outra sociedade tem de repeitar as leis e regras dessa sociedade.Quando estive em países de crença mulçumana NÃO usei short, nem saia curta ou calça comprida. Respeitei meus anfitriões usando o véu para cobrir meus lindos cabelos.

  19. Andre Luiz disse:

    Antes de Tudo o uso do veu institucionalisado por uma religião ,coloca Deus como um ser ilogico e irracional .
    Sou a favor que sejam proibidos o seu uso ,pois o veu é usado ,porque nos paises mulçumanos ,as mulheres que não são mulçumanas não tem a liberdade de usar a vestimenta que desejar.
    Então se os muçulmanos não dão essa liberdade ,tambem não deve ter .

  20. Diana disse:

    Como diz o velho ditado: “quando se está em Roma, faça o que os romanos fazem” Só assim é que as muçulmanas poderão estar integradas na sociedade ocidental,caso contrário devem ficar nas suas próprias terras de origem. Usar o véu para cobrir a cabeça não deveria se proibido. O que deveria ser proibido é tapar o rosto, que não permite identificar a pessoa, tal como vai ser agora na Holanda. Quando eu visitei o Irã cobri a cabeça com o lenço e lá não se tapa a cara. O ministro ingles apenas sugeriu que as muçulmanas não deviam tapar a cara com o véu diante de um funcionário público.

  21. Mayara disse:

    bom dia, estou fazendo uma pesquisa sobre a mulher, incluindo a forma como a mulher islãmica é tratada dentro de sua sociedade! para descobrir se realmente existe opressão ou é preconceito ocidental!

  22. Suely disse:

    Bem, ateh q conhecesse uma muçulmana, e q atraves de observa-la resolvi ler e saber dela mesma de onde vinha aquela paz,na minha opinião ateh entaum era q ela como tantas outras eram o verdadeiro fruto de uma religião machista etc..etc..qual naum foi minha surpresa qdo vejo esse estigma de submissas e oprimidas se desfazer diante os preceitos do próprio Alcorão. O livro sagrado dos mulçumanos q garante direitos iguais entre homens e mulheres. Conquista a ser invejada por muitas ocidentais que lutam até hoje pelos seus direitos.Na minha modesta opiniao, q elas usem o véu se assim o desejarem, gente elas são livres pra optar,não acho justo essa questão ser levantada..alias é uma absurdo!!é essencial q respeitemos a personalidade/crenças/individualidade.Na verdade cada povo/comunidade tem seus habitos ..convicções..
    Definitivamente sou contra a proibição do uso do véu em qualquer lugar..Não posso deixar de dizer q a muçulmana a quem me referi é a Salma David q foi entrevistada aqui..

  23. nelson disse:

    O problema não é o véu. Não é o Islã. É o medo que o Islã tem causado ao mundo. Se continuar assim, temo que um dia o mundo reaja contra o Islã. E aí, só Deus sabe o que poderá acontecer. Certamente, tragédias

  24. allan kardec disse:

    Na medida em que queremos impor aos outros nossas idéias, costumes, nos contribuimos para discordia, conflitos, guerras. É um retrato do mundo atual.A imprensa mundial noticiou que a invasão do Afeganistão iria tb libertar a mulher do uso da burka. Hoje elas continuam usando. O que a humanidade precisa é de elevar sua consciência e as alterações virão naturalmente. A proibição é a ultima providência que deve ser tomada qdo afeta a humanidade como um todo.

  25. Fabio disse:

    Seria justo também proibir os punks europeus de adentrarem as escolas e repartições públicas com seus cortes de cabelo estilo “moicano”, as turistas brasileiras evangélicas de saia, os judeus de trancinhas e as indianas com um pingente na testa…
    O ideal é termos uma sociedade homogênea, todos vestindo a mesma roupa e seguindo maquinamente as mesmas instruções do ESTADO, como na China de Mao Tsé Tung ou na “Eurásia” de Aldous Huxley na obra “1984”

  26. Paulo Roberto Martins disse:

    Apesar de a maioria manifestar sua opinião de forma a defender o uso do véu pelas muçulmanas,alguns manifestaram de forma bem explicita e mal disfarçada seus preconceitos com espeito às diferenças culturais e religiosas.Se as brasileiras ficam bravas porque algumas vezes não são respeitadas no exterior isto se deve muito ao próprio estereótipo que anos a fio permitimos fosse divulgado sobre as brasileiras,terra do fio dental,do carnaval sem roupa,da “carne” barata,do turismo sexual e,pior das hordas de travestis e prostitutas brasileiras que enchem os prostíbulos de toda a Europa.Essa é a realidade.Em muitos paises estudantes e profissionais brasileiras escondem sua origem e se fazem passar por “portuguesas”,por vergonha.Portanto não fiquem julgando se é certo ou errado um hábito baseado em religiosidade e que é,em última instância,livre.Estive no Libano e Siria e lá as mulheres usam o véus por livre e espontânea vontade.Muitas das opiniões sobre o véu e a liberdade da mulher deixam de lado a discussão se a nossa “moderna” sociedade que expôe a mulher à exploração sexual permanentemente não é,para ela,mais escravizadora!

  27. Luiz Aguiar disse:

    Em que pese, reiteradas vezes, encontrarmos afirmações de que a proibição é restrita à máquina estatal, em prol de um Estado laico, o que vemos são alunas sendo constrangidas em salas de aula. Uma aluna dentro de uma sala de aula não é o Estado, apenas uma criança, e usa o véu porque heterogênea é a sociedade.
    Ainda, uma professora muçulmana usando véu durante a aula não fere o Estado laico. Uma professora muçulmana não respeitando um aluno judeu ou vice versa sim, isto fere um Estado laico. Como descendente de judeus, cristão adventista do sétimo dia, participante da ABLIRC, Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e de crença e aluno da pós graduação em Direitos Humanos da PUCSP, quero manifestar meu respeito às mulheres muçulmanas quanto à liberdade constitucional que têm em usar o véu e meu repúdio à intolerância manifestada nesta lei.

  28. naira disse:

    oi fiz uma peça de teatro inspirada ness site…

  29. ednea matos disse:

    Na minha opnião, existe aqui no Brasil muito preconceito pela ignorância e falta de interesse em saber o que é Islã(ccomo religião e o que é Arabismo), o hijab é uma escolha que qualquer muçulmana independente de sua nacionalidade faça, se ela se sentir segura que use o hijab se não que não use, é o mesmo que tal leitora chamada Pabla menciona que se elas não se sintam bem que vão para a Pátria delas!!á meu ver um absurdo, cadê a democracia a liberdade de expressar os seus direitos religiosos?Cada religião com os seus costumes e dogmas, pessoas que não conhecem absolutamente nada, só porque viajaram para algum País oriental vem aqui e falam quando fui para o país deles cobri meus lindos cabelos…O foco da reportagem foi perdido pois cada um(a) manifestaram suas opiniões pessoais com preconceito!Al handulilah, que nos instruíu ao uso de vestimentas coberta e modestas e não nos fez escravas de padrões de mulheres objetos e sexuais!!

  30. ednea matos disse:

    Na minha opnião, existe aqui no Brasil muito preconceito pela ignorância e falta de interesse em saber o que é Islã(ccomo religião e o que é Arabismo), o hijab é uma escolha que qualquer muçulmana independente de sua nacionalidade faça, se ela se sentir segura que use o hijab se não que não use, é o mesmo que tal leitora chamada Pabla menciona que se elas não se sintam bem que vão para a Pátria delas!!á meu ver um absurdo, cadê a democracia a liberdade de expressar os seus direitos religiosos?Cada religião com os seus costumes e dogmas, pessoas que não conhecem absolutamente nada, só porque viajaram para algum País oriental vem aqui e falam quando fui para o país deles cobri meus lindos cabelos…O foco da reportagem foi perdido pois cada um(a) manifestaram suas opiniões pessoais com preconceito!Al handulilah, que nos instruíu ao uso de vestimentas coberta e modestas e não nos fez escravas de padrões de mulheres objetos e sexuais!!

  31. Anônimo disse:

    A minha opiniao é que eu achei muito interessante essa “pesquisa”…

    Foi muito legal o que voces descobriram…
    Fiquei mais interessada sobre isso….!!!!!

  32. Anônimo disse:

    A minha opiniao é que eu achei muito interessante essa “pesquisa”…

    Foi muito legal o que voces descobriram…
    Fiquei mais interessada sobre isso….!!!!!

  33. Maria Moreira disse:

    Eu gostei muito da matéria e da forma como ela foi abordada e também achei muito interessante e animadores boa parte dos comentários que li. Eu gostaria apenas de comentar que também existem muçulmanos convertidos (ou revertidos) nos países ocidentais, e que nesse caso não se aplica a idéia de “se não se sentem felizes, que voltem para os seus países”. Essa afirmação demonstra o quanto as pessoas ainda associam o Islã com a comunidade árabe e estrangeira, de um modo geral. Eu sou brasileira, não tenho ascendência árabe e o meu país é aqui. Eu não tenho para onde “voltar” e ainda assim escolhi o Islã como religião. Eu não tenho o direito de praticá-la na íntegra? Quem pode estabelecer os limites dentro dos quais eu, como cidadã brasileira, posso praticar a minha religião em meu próprio país? O mesmo se aplica a muitas muçulmanas vivendo nos países onde essas proibições estão sendo implementadas.

  34. Cesar disse:

    Os índios, os autóctones, os antigos, os primeiros, os primitivos, os aborígenes viviam em paz sem penduricalhos nenhum. Viviam como os animais. O processo "civilizatório" da humanidade engalfinhou tudo…

  35. Patricia Ribeiro disse:

    Assalamu Alaikum.
    É uma pena ver que, apesar da reportagem acima relatar e explicar muitos dos fatores do uso véu (hijab), infelizmente, muitos do que deixaram suas opiniões aqui seguem a ignorância que vem acontecendo não só no Brasil, mas como no mundo todo. As pessoas não procuram informação, saber do assunto em questão, já partem para a idéia suposta por ela como certa. Explicações sobre o uso do hijab aqui, existem várias, mas as pessoas parecem não querer "absorver conhecimento". É engraçado como a questão de um véu na cabeça poça fazer tanto barulho. No mundo ocidental hoje, as mulheres estão nveladas em um nível tão baixo, que são estampdas semi-nuas em outdoors para satisfação masculina, não é isso submissão? Estampadas em capas de revistas como produtos de venda… pobres mulheres!!! Graças a Deus que sou Muçulmana!!!

  36. Celi de Souza Barreto disse:

    Para mim é pura ignorância o que veiculam na mídia sobre as muçulmanas. Existe aí a falta da leitura, a consciência social/cultural. Eu como cidadã brasileira respeito muito essas mulheres e as admiro por praticar a sua religião com puro respeito e afinco.
    Quizera eu me converter a muçulmana, iria fazê-lo com prazer e respeito, porque não sou uma pessoa sem cultura, não é de hoje que leio de tudo na internet sobre os povos muçulmanos.

  37. Erika Karolina Guimarães moraes disse:

    Homens e mulheres são totalmente iguaispois:tem o mesma quantidade de números de células no cérebro,comem,bem,então pra que essa perceguiçao tão inutil!!!!!!!!!!!!!!!!!

  38. Helen disse:

    Tudo bem que temos que respeitar todos. Mas uma coisa eu não concordo. Porque quando alguém que não é muculmano vai no país deles e tem que se vestir como eles. Se é assim aqui no Brasil eles deveriam se vestir como nós e não usar a roupa deles. Direitos são iguais. Se lá no país deles não podemos usar nossas roupas então que aqui nao usem as roupas deles.

  39. leandro disse:

    eu sou totalmente a favor do texto ao lado pois direitos sao iguais

  40. Luiz Joao Firmo disse:

    São costumes de uma cultura diferente penso que precisamos respeitar a cultura do outro. Acoexistencia é necessario entre os humanos. O respeito é simbolo de dignidade e de amor ao proximo.Se nós aprendemos em casa respeitar os outros com sua dignidade costumes e jeitos de ser de cada um não será dificil respeita. A alteridade é um dever de cada cidadão agora se não aprendeu a respeita no berço da familia dificilmente vai praticar este jeito de ser. Digo respeitar poque tolerar já é bastante diferente, temos mesmo é que respeitar e amor o nosso semelhante. Faça aos outros o que queres que te facam. Respeite para ser respeitado diz as regras de ouro.

  41. Ronaldo disse:

    Cuidado!!! Muito cuidado!

  42. Romana disse:

    Tudo bem que temos que respeitar todos. Mas uma coisa eu não concordo. Porque quando alguém que não é muculmano vai no país deles tem que se vestir como eles. Se é assim o processo aqui no Brasil eles deveriam se vestir como nós e não usar as vestes que eles usam lá. Direitos são iguais. Se lá no país deles não podemos usar nossas roupas então aqui eles nao podem usar as roupas deles !

  43. Cidadania contra desinformação disse:

    Aos que dizem que aqui deve ser proibido vestir o véu porque lá (?) é obrigação usar está IGNORANDO informações básicas:
    1) a MAIORIA dos países islâmicos toleram o NÃO uso do véu, inclusive convivem com cristãos e judeus, aliás historicamente, quando a Inquisição perseguia os judeus, eles tiveram abrigo nos países dominados por muçulmanos.
    2) cresci ouvindo dizer que meu amado BRASIL é LIVRE, LIVRE!!!!! isso que dizer que posso usar véu, cruz, minissaia, sari etc. se algum cidadão quiser viver numa ditadura, que saia do meu maravilhoso país.
    3) como é que vc critica um país por ser intolerante quanto às roupas e quer seguir o exemplo dele? Ou é democrático ou não é!
    4)quem diz “eles lá” não consegue raciocinar que existem muçulmanos AQUI no Brasil que não vieram “de lá”, mas se converteram aqui mesmo e que religião não pertence a um país, é uma escolha pessoal. Então, é legítimo defender o direito do cidadão brasileiro vivenciar a religião que ele escolher. Nunca estudaram com evangélicas que não PODEM usar calça e, por isso, vão de saia para a escola? Então, é direito delas!!!!E o direito se extende a todas as religiões.

  44. gerdson disse:

    o que é uma darga ?

  45. iris disse:

    isso é uma coisa muito sofrida e constragedora para essas mulheres isso deveria mudar mais como é uma religião e cultura fica dificil achar uma esperança para elas

  46. conceição martins disse:

    Eu acho que uma das piores coisas é a falta de liberdade em todos os sentidos e também o desrespeito ao ser humano em seu livre arbítrio.
    As pessoas tem o direito de seguir o seu próprio caminho e estamos aqui para respeitar as diferenças….
    um abraço

  47. Odiombar Rodrigues disse:

    Muito interessante o texto, bastante esclarecedor, mas continua com os mesmos preconceitos. Não podemos considerar “ignorante” quem não aceita o véu. Falar deste modo é considerar-se em posição superior.
    O grande problema dos costumes árabes (não só o véu) é a falta de respeito que têm com as demais culturas. No Brasil as mulheres muçulmanas circulam com ou sem véu sem restrições. Os casos apontados são isolados e lamentáveis e recebem punição exemplar.
    Vendo de outro ângulo, os árabes são totalmente intolerantes com o uso de vestimentas ocidentais em seus países. O reconhecimento e o respeito são construídos através de uma relação de mútua compreensão. Exijam o direito de vestir-se à moda árabe no Brasil e permitam a nós, não árabes, nos vestirmos segundo nossos costumes.
    Obrigado pelo espaço.
    Atenciosamente,
    Odiombar

  48. watson disse:

    o uso do véu dificulta a ação da polícia durante a sua revista, o que pode tornar um excelente instrumento de disfarce para bandidos. isso é claro, estamos referindo ao véu que cobre o rosto, não permitindo a identificação.

  49. sara disse:

    Me revolta até o estomago ver essas mulheres muçulmanas fazendo questão de carregar esse simbolo de opressão sobre suas cabeças, acho inacredidavel como ainda prefiram a barbarie das leis islamicas que apedrejam mulheres, as torturam com infubulações e mutilações genitais.
    O islã é uma vergonha para a civilização, barbarie total.

  50. jania disse:

    bom eu edorei e queria saber o motivo dessa ideia

  51. Dagmar Marie disse:

    Antes de mais nada, islamismo não é uma religião, mas, uma Seita Pedofílica e política, na qual a pedofilia é legalizada por lei do Islã.

    A realidade: os cristãos ou membros de outras religiões não enviam assassinos para matar no Oriente Médio.
    Porém, os muçulmanos enviam suas facções Terroristas, sob o pretexto que são “Fundamentalistas Islâmicos”, para matar no Ocidente.

    Muçulmanos recolhem dízimos nas Mesquitas, para o Terrorismo, então são cúmplices.

    No Oriente Médio, constantemente, estupram, mutilam e matam cristãos e membros de outras religiões.

    Por que então, temos que os tolerar na Europa e Ásia, se eles nos odeiam, e somente não nos matam, porque temem as conseqüências?

    Os islamitas seguem, rigorosamente, o que está escrito no CORÃO (escrito pelo pedófilo Maomé, que chamam de Profeta), por esse motivo a PEDOFILIA é legalizada pela lei do ISLÃ.

    Também, nesse livro satânico que chamam de sagrado, o CORÃO, está escrito que todos têm que serem convertidos ao islamismo ou assassinados, de acordo com a tal “Guerra Santa”, que de santa não tem nada.

    Nos noticiários, poderemos saber das atrocidades que praticam nas indefesas aldeias e pequenas cidades da África: estupram suas meninas e jovens, e matam todos os homens, para que não mais procriem: os “Cães Infiéis, ao Maomé” (como chamam todos que não são muçulmanos). Em seguida obrigam suas vítimas a colocar o véu, e as transformam em muçulmanas, contra a vontade delas.

    Depois alegam, decaradamente, que islamismo é a “religião” que mais cresce no mundo.

    Entre outras perversidades:: estupros de mais de seiscentas meninas e adolescentes, obviamente virgens, como foi amplamente divulgado na Itália. Na Inglaterra estupraram centenas de meninas, também amplamente divulgado. Assim como em todos os países europeus, onde estão infiltrados, acontece a mesma coisa.

    Ainda, picham todas as Igrejas nos países europeus, que os acolheram, onde podemos observar que apenas as Mesquitas não estão pichadas. Se fosse obra de pichadores, as Mesquitas também estariam.

    Depois reclamam da ISLAMOFOBIA?

    E, viva a ISLAMOFOBIA, que varrerá do Ocidente e Ásia, a chaga da humanidade, o islamismo, e suas perversões sexuais: a pedofilia

    Obs.; Quem teria que se adaptar aos costumes europeus, são os ilamitas, mas como estão como o tempo contado em países civilizados, então não precisamos discutir isso

  52. Dagmar Marie disse:

    A Suprema Corte da Espanha, revogou a lei que proibia o uso de véu e os devidos trajes das muçulmanas, porque recebeu ameaças da IRMANDADE MUÇULMANA!!!

    Assim como, todos os MOVIMENTOS contra os islamitas na Europa, logo são silenciados, porque as Organizações recebem ameaças de morte, pela IRMANDADE, nas quais estão incluindo os familiares.

    É terrorismo oculto, feito através do TELEFONE.

    Obs.: Também, sob ameaça de morte, forçam que se converta ao islamismo.

    Os muçulmanos se impõem na Europa, através de ameaças de morte ou ameaças de incêndios provocados, seja numa residência ou instituição pública, como foi o caso da Suprema Corte da Espanha.

    Exemplo claro: o caso do político holandês, que quer livrar seu país dos islamitas, e tem todos os motivos, e devido a isso, tem que andar com seguranças, usar carro blindado, para não ser assassinado pelos muçulmanos, em seu próprio país!

    Ainda, os islamitas pertencem a uma Seita Pedofílica e política, denominada islamismo, que se intitula religião, sem o ser, na qual a pedofilia é legalizada por lei do Islã.

    Em razão disso, se acham no direito de estuprar nossas crianças, podendo levá-las à morte, por hemorragia interna, e se sobreviverem, ficarão traumatizadas para o resto de suas vidas.

    Uma coisa é certa, eles também tem família, como nós!!!

    Então, vamos aplicar nos muçulmanos, a Lei de Talião:

    ‘OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE’.

    Assim, não poderão mais nos intimidar com ameaças, porque saberão que haverá o troco!!!

    No Oriente Médio, matam, estupram e mutilam cristãos e membros de outras religiões.

    Por que temos que os tolerar na Europa, Ásia ou em outros países civilizados, se eles nos odeiam e matam?

    VAMOS DAR UM BASTA!!! NÃO VAMOS CONTINUAR A SERMOS AMEAÇADOS, ASSASSINADOS OU DEIXAR NOSSAS MENINAS SEREM ESTUPRADAS PELOS PEDÓFILOS MUÇULMANOS, OU AINDA RECEBERMOS ORDENS PARA TIRAR CRUCIFIXOS DAS IGREJAS, ÁRVORES DE NATAL, E ASSIM POR DIANTE!!! EM NOSSOS PRÓPRIOS PAÍSES, ONDE SÃO INTRUSOS!!!

    E, viva a ISLAMOFOBIA, que varrerá do mundo a chaga da humanidade: o islamismo e suas perversões sexuais: a pedofilia

    Obs.: os muçulmanos sempre envolvem os judeus nas descriminações, sendo que os judeus nunca foram taxados como assassinos, estupradores ou terroristas. É uma jogada maquiavélica dos islamitas, tentando espalhar o anti-semitismo pelo mundo, com intenção de enfraquecer a ISLAMOFOBIA.

  53. joiceleni disse:

    Em primeiro lugar , eu como brasileira curto muito o uso do véu, mas parece que tem gente que ta se preocupando muito com coisas boba, eu até que gostaria de usar um, e também as roupas, a cultura é pra ser apreciada não ser um objeto de preconceito, bjsssssssssssssssssssssssssssssssss

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