Oportuno o blog da Petrobrás, que deveria ser seguido por outras empresas que muitas vezes ficam reféns da imprensa podre e capitalista.
Liberdade de imprensa se justifica quando minorias são contempladas e a transparencia é o alvo a ser alcançado.Fora disso é picaretagem.
É patente (melhor, patético) como destrambelha-se a soberba das máfias tutoriais que se apoderaram de vez do Brasil.
Pergunta a) Porque o inclinamento da plataforma no RJ esteve tão perto do “irsso num é bão pú Básil”?;
Pergunta b) Porque um jornalista citando um escrachado fato suficiente pra ‘estouro da bôca’ do governo, foi instado a ’si eu fosse vc num farlava irsso’?
As perguntas c, d, … z, vão ficar pra outras; apenas é bom que se saiba que a Rede Blogueira não é um grupo pequeno de meninas que se destrói facilmente com TODO o Podrer do Socialismo-Pulhítico Divino.
“Desde a invasão intempestiva do brio civil na Rede Bloguista contrafazendo a estória de que 80% dos brasileiros estão abestalhados por uma mídia tutelada sob a vigente teo-pulhítica até à depredatória intromissão nociva na Língua Brasileira, e, até aos posts-denúncias do Pensador Haddammann que resultou em atenção ao site Sintrascoopa, realçando milhares de ações e clicks,de grandes e pequenos, mostrando que muitos (estando absortos em encantos e enganos e distrações arranjadas às pressas e/ou ‘bem’ forjadas) não vêem uma farsa gritante, e outros muitos vêem; desde esses convulsivos acontecimentos que estão prestes a revirar a Sociedade do pé à cabeça; está todo o Sistema sentindo o engulho do que o mata sem pena a si mesmo. É um momento de transição da Evolução; a “esperteza” sabe que o tempo terminou. Nós, brasileiros, entre tantos povos, conseguiremos desfazer os conluios de máfias que tomaram o poder, empresas, e educação, em nosso País.”
À disposição dos pulhas está aí um e-mail pra intrometerem um pouco mais seu devasso terrorismo: haddammann@bol.com.br.
Apenas ressalto que maior riqueza do que a da Petrobrás é a que estão ávidos para obter (mais o que vão morder vai ser meio amargoso); esses canalhas estão impedindo o que é imprescindível à todas nossas iniciativas eco-ambientais.
Em tempo: Alguém acaba de dizer que enquanto pessoas viajam como burros socados dentro de conduções esfrangueladas estão aí ‘lindas’ kombis ‘doadas’ para tão ‘pobrezinhas’ igrejas para desfilar prá lá e pra cá ostentando o ‘bem’ dos ‘caridosos escorados’ pelos bairros miseráveis. Tudo lama lá!
Apenas para lembrar: Talvez o Super-Homem das Américas sempre tenha sido a Imprensa; e a fibra dos repórteres não se acanha e nem se acovarda (Watergate); Tim Lopes viu além da ‘transparência’. E nós TODOS BRASILEIROS estamos vendo o correrio dos fantochinhos pra ‘debaixo das asas’ da Vadia Parasita e suas crias garrada em Brasília.
@Christiane Teixeira, então, graças à Você, marquei meu ‘gol’ de honra. Outros dois não gostaram, mas não se deram ao trabalho de debater…
Chris, aonde Você escreve?
Abraço, Edu
- ah, visite o Blog do Varejo…
Em nome da coerência com a transparência e o espírito público, volto para acrescentar:
1- Oportuno o questionamento feito pelo jornalista Cláudio Abramo em seu blog: que o petroblog divulgue também as entrevistas pra a imprensa internacional, como o Financial Times e outros.
2- Em que pese a sua importância estratégica, nenhuma empresa pública pode estar acima da Lei. Em face das denúncias de irregularidades, portanto, e da alegada inoportunidade de uma CPI, pelos desvios e eventual uso político, devia-se constituir uma grande auditoria, externa e independente, monitorada por entidades da sociedade civil, como OAB, ABI, Conselhos, etc. E que o blog dê publicidade também aos relatórios das auditorias que a empresa alega serem realizadas periódicamente.
3- Que o blog sirva também de mais um instrumento para que a sociedade esteja atenta e mobilizada, no sentido de que o produto destas riquezas exploradas pela empresa reverta de fato em benefício para a maioria do povo.
Apenas pelo debate que desencadeou, a criação do blog da Petrobrás já está plenamente justificada. Há muito tempo se questiona o papel da mídia no Brasil sem que essa discussão produza algum efeito concreto na relação entre o objeto da notícia, as fontes, a informação que é veiculada e o receptor, o público leitor.
Mesmo tão decantado – e às vezes superestimado – papel democratizante da internet é discutível, pelo caráter caótico, confuso e a frequente carência de embasamento no modo pelo qual as informações circulam na rede; sem contar o acesso ainda minoritário e excludente – no atual estágio de desenvolvimento econonômico e educacional da maioria da população brasileira. O que não poderia ser diferente pela sua própria natureza, e não diminui o seu valor e a sua importância.
No caso do petroblog, foi importante a decisão de não antecipar a divulgação das entrevistas, e disponibilizá-las simultâneamente à data da sua publicação, garantindo assim o ineditismo do enfoque de cada órgão de comunicação. Ineditismo esse que se constrói pela consulta às fontes em off, e a essas os internautas não terão acesso mesmo; ficando claro, portanto, que a tão proclamada – e desejável – transparência não será assim tão ampla. Mas não sejamos ingênuos: por questões de estratégia da empresa, nas suas relações com o mercado, um transparência total e absoluta não seria mesmo possível.
De qualquer forma, nesse momento em que grandes interêsses e olhares de cobiça se voltam para a Petrobrás – pela sua posição e a descoberta do pré-sal – temos que saudar esse gesto de reação da empresa.
O jornalismo brasileiro realmente precisa de uma revolução. Entre as matérias publicadas nos veiculos de informações, sempre há aquela que foge um pouco da realidade. Como exemplo podemos citar uma plublicação do Globo no dia 11/6, que diz: “Petrobras dá verbas a entidade com irregularidades”.
A mesma foi replicada pelo blog da petrobrás – por ser mentira – em seu blog: http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/2009/06/11/carta-ao-jornal-o-globo-sobre-petrobras-biocombustivies/
Sempre há jornais brasileiro que trabalha com segundas intenções. E há também aqueles (a maioria) que colocam “fogo na gasolina”, fazendo “tempestade em copo de agua”. E a vezes compromentem a veracidade da reportagem. Portanto é um direito do cidadão de ter acesso as informações direto da empresa.
Entretanto, fica claro o interesse da petrobrás em se defender dos ataques da mídia. Contudo está briga entre Petrobra X Mídia, favorece a sociedade uma vez que ficará mais nutrida com um acervo de informações cada vez maior.
Portanto a atitude da Petrobrás, nao tem como principal objetivo A chamada ” Revolução no jornalismo”, mas sim – como disse a Heloisa em sua opinião – uma prática entre advogados e profissionais de marketing. Porém, como dito a cima, a sociedade esta sendo beneficiada com a diversidades de informações.
Na minha opinião como foi dito a responsabilidade do blog é de quem o faz;mas contudo os jornalistas não devem ficar de fora com suas opiniões;pois neste País muita coisa podre foi denunciado pela imprensa escrita e pela midia.Ainda precisamos desses mecanismos em defesa de nosso povo.
A meu ver esta atitude da Petrobrás, não tem nada de democrático e inovação em jornalismo, trata-se de um golpe sujo para intimidar jornalistas sérios que estão investigando a estatal, é claro que o que fizeram com a Petrobrás foi também politicagem e jogo sujo por parte de partidos que se tivessem compromisso com a ética e coma defesa da moral e da sociedade como um todo já teriam denunciado falcatruas na estatal a mais tempo, isto é puro jogo de cena para atacar o presidente Lula, não que ele seja inocente e que não haja nenhuma irregularidade na estatal, mas a intenção deles não é nada nobre e estão pensando nas próximas eleições presidenciais, e atacar a Petrobrás é uma forma de prejudicar o atual presidente, visto a importância dela para o governo e o país a ponto do próprio presidente alegar que quando deixar de ser presidente da república, ele quer ser presidente da Petrobrás, pois, se hoje o presidente da república escolhe o presidente da Petrobrás no futuro próximo o presidente da Petrobrás é que vai escolher o presidente do Brasil.
Eu acredito que independente das motivações eleitorais existentes se foi justo ou não o que fizeram com a Petrobrás, a verdade é que sabemos que deve mesmo ter irregularidades na estatal e que estas devem ser investigadas de fato, isto é importante para inclusive não haver injustiças contra a empresa, agora o que esta errado deve ser investigado e corrigido independente da imagem dela e de possíveis perdas no mercado financeiro como baixa no valor de suas ações na bolsa de valores, ou em agências internacionais de classificação de risco, ou coisas do gênero, pena que estão atacando a maior empresa brasileira, sendo que este tipo de problema existe infelizmente em diversas outras grandes empresas, muitas delas estatais também e que deveriam a priori serem também investigadas da mesma forma mas que por questões politiqueiras não são focos no momento.
A atitude da Petrobrás não se justifica e os jornalistas têm o direito de trabalhar sem nenhum tipo de ataque a suas investigações, afinal quem não deve não teme, liberdade de expressão é bem diferente do que estão fazendo atrapalhando os serviços de jornalistas sérios e competentes só para intimidá-los visando no fim atrapalhar e indiretamente impedir este serviço tão importante para a sociedade, que é a apuração dos fatos, aliás, ultimamente os jornalistas têm conseguido um serviço de investigação tão bom como a policia, muitas vezes até superior e com muito mais comprometimento com a verdade, que os deixe trabalhar em paz para o bem da nação.
Celso Rodrigo Branicio – Barretos-SP
A atitude da Petrobras eu não chamaria de atitude e,sim,de um pretenso golpe baixo, maroto e prenhe de uma postura mental de quem acha que a opinião pública poderá ser engessada, ao sabor de outros interesses.
É notavel o sincronismo entre a instalação da CPI da Petrobrás e o genial anúncio dessa “revolução do jornalismo brasileiro”, provinda do lugar menos plausivel para se preocupar com esse assunto.
A pretensa transparência, passa a ser o vocábulo mais utilizado, ultimamente, e o menos aplicado.
Ao que se saiba, é a primeira vez , ao longo de mais de meio século de existência ,que uma entidade poderosa como essa se aventura a invadir uma seara, que não é a dela. Que sentido faz a Petrobrás anunciar , com toda a força dos seus recursos, uma revolução
” no jornalismo brasileiro”???
Porque jornalismo brasileiro só ?
A função jornalística deve guardar postulados éticos e comportamentais, que são válidos para todo o mundo e não só para o Brasil e não será ,certamente,a Petrobrás, a melhor fonte de inspiração.
Por outro lado, assusta constatar ,se não tiver sido manipulada, que, até o momento,mais de 70% das respostas ,da enquete proposta pela companhia, tenham opinado favoravelmente.
Chegamos, pois, à conclusão que é a mesma anomia e desinformação da sociedade, que coloca o nosso presidente com mais de 80% de ótimo e bom.
Assusta ainda a interdição do programa do Jo,quando algumas incômodas, porem intrigantes ,questões foram levantadas.
Veja-se nisso ainda mais uma discreta tentativa de amordaçamento do livre pensar.
É o avanço do populismo , no pior sentido da palavra, cujos efeitos nefastos estão aí para quem quiser ver.
O Blog da Petrobras e o novo Jornalismo
por Sylvio Micelli
Semana curta com feriadão na ponta. Corpos, infelizmente, sendo resgatados do acidente da Air France de quinze dias atrás. Lula não soltou nenhuma piada nova. O Supremo postergou, mais uma vez, a votação do diploma de Jornalismo (aliás, sai neste ano?). Button venceu mais um GP. Nem o Corinthians jogou nesta semana (foi no sábado)! Enfim, um período chato para quem tem a árdua missão de informar.
Eis que surge a questão do Blog da Petrobras, o Fatos e Dados. Um assunto, assim, meia-boca mas que gerou e vem gerando discussões lá e cá sobre a decisão da estatal que passa por um dos momentos políticos mais tensos da sua história, por conta da instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso Nacional. Se bem que, ter medo de CPI é quase igual a ter medo do lobo mau…
Vamos, pois, aos fatos.
A Petrobras tem todo o direito – e digamos até o dever – de montar um Blog e participar de quantas redes sociais quiser. Trata-se de um processo de transparência. Vejam o exemplo do Twitter que cresce diariamente, em proporções geométricas, e já abriga uma gama de instituições públicas e de políticos que almejam ser o novo Barack Obama, cuja eleição teve inegável participação do aparato tecnológico. Tanto é, que o Tribunal Superior Eleitoral já liberou a Internet para as eleições de 2010. Definitivamente, enfim, um caminho sem volta.
É óbvio que a Petrobras não deverá divulgar coisas ruins, mas que devem ser procuradas, escavadas e devidamente informadas. Sobre isso, o então ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, Rubens Ricúpero já criou até jurisprudência: “Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, esconde”. E isso acontecerá na maioria dos blogs institucionais.
Tanta discussão faz-me lembrar uma outra, antiga, cheirando à naftalina e que tenta analisar as pretensas diferenças (que não existem) entre o trabalho do jornalista e do assessor de Imprensa. Há muito “coleguinha” (não suporto o termo, mas é comesinho em nossa categoria), que ainda não se antenou para o futuro da Comunicação. Se alguém acha que existe jornalismo isento, que pare a leitura por aqui. Se for jornalista, que busque outra colocação profissional.
A rixa assessor X jornalista é algo besta e abstrato. Cada um está no seu papel. O assessor de Imprensa está lá para vender um produto, sim! Divulgar, mandar releases, fazer o follow up, enfim, conquistar um centímetro que seja do veículo alheio. O jornalista está lá também para vender um produto! Ele vende credibilidade, competência, capacidade. E, pelo amor de Deus, não vejam o vender aqui, como prostituir-se. Conheço um bom número de colegas que, ao trocarem os papéis – ora assessor, ora jornalista – descobriram que, no fundo, tudo é Jornalismo e, se possível, com J maiúsculo.
O futuro do Jornalismo será esse mesmo. A Petrobras dará a sua versão do fato. O jornalista fará o contraponto. Cabe ao leitor formar opinião sobre qual lado está certo ou não. Aquela antiga mística do Jornalismo de que nós somos os donos da informação, elaboramos a matéria e que o leitor nos engula, é coisa do passado. O leitor já sabe o que cada veículo oferece, ou seja, de qual lado estamos. O próprio crescimento dos Blogs e das redes sociais é fruto deste processo. Elas concedem maior democratização da informação.
Vejo a criação do Fatos e Dados como uma inovação e não tenho dúvida de que muitas outras instituições já adotaram e vão aderir ao modelo. Claro que não se trata de uma revolução no jornalismo brasileiro como disse o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli mas cria um novo desafio à profissão do jornalista. Quem for bom mesmo, que não perde tempo com perguntas evasivas ou óbvias, e que conhecer do negócio poderá usar este e outros blogs como munição. E nada melhor, para o bom Jornalismo, que você redigir algo para derrubar seu “inimigo” com as armas que ele mesmo ofertou.
Do muito que li e ouvi resta a certeza de que um novo Jornalismo está aí. E quem não estiver preparado vai perder o melhor da festa.
Existe uma confusão. O Blog da Petrobrás se enquadra mais na área de Marketing do que na área de Jornalismo. E certamente em nenhuma das áreas citadas está sendo revolucionário. O blog usa uma prática comum entre advogados e profissionais de marketing: de forma ágil e esperta, se antecipa às notícias do jornal e se defende de possíveis interpretações sobre assunto ligado às investigação da CPI. É um blog limitado porque, segundo o artigo, não publica os comentários negativos dos leitores. O futuro dirá se a atitude paranóica da Petrobrás se justifica frente à investigação anunciada da CPI. Como, segundo a titular de Comunicação da UFF, nas novas técnicas do jornalismo o indivíduo é que constrói a notícia, a maior empresa do Brasil constrói a sua. Blog feito pelos departamentos jurídico e de comunicação, comuns a todas as empresas, e seguindo os critérios mais de defesa do que de informação. A Petrobrás está no seu direito, porém tenho dúvidas se este blog lhe será de grande ajuda neste momento difícil.
Não está revolucionando muito. As pessoas vão continuar a procurar as notícias pelos jornais e não pelo blog da Petrobrás.
Bom a atitude da petrobrás foi bom no tocante a esclarcimentos mais não deixa de forma alguma de ser já uma pequena estrátegia.A reforma é boa porque quer com isso que as pessoas se esclareçam e que tirem dúvidas com a própria empresa. O jornalismo tem que er verdadeiro e não comandado por terceiros que de algum forma fazem a notícia a próprio gosto.
Todo o Blog criado, seja ele, por estatal, empresa, ou até mesmo pessoal é valido para expressar o conteúdo verdadeiro daquilo que está sendo realizado pelo mesmo. O direito de expressão de cada um não pode ser questionado.
Vínculo informativo é válido em todos os sentidos. Uma Estatal com a referida nesta mátéria não criaria um Blog para divulgar mentira ou omissão de fatos. Os meios de comunicação já existentes não podem se sentir
fora do contexto em seus meios de divulgação só
porque a Estatal referida segue esta tendência de inovação. Isto é um direito, liberdade de expressão, um espaço que a Mídia Virtual concedeu a todo aquele que deseja se expressar.
Penso que não seja proíbido, que seja lá quem for, tenha direito de divulgar um Blog na Mídia Virtual.
Notícia, a Petrobrás não apresentou além da tendência tecnológica; não afrontou o jornalismo; e, não é fato para revolucinar o jornalismo. A notícia traz seu próprio imã, encanto e realidade. A informação geralmente é corporativada, diz do interesse da corporação ou de conformidade com outro poder, é restrita ao seu grupo. Sendo uma notícia “quente” o mercado sendento por fatos se mexe em direção a informes, independetemente de publicação corporativa, jornalística ou via internet – o mercado corre atrás da notícia. Nem sempre chega a um acordo com o fato, mas é o envolvimento com a notícia. Sendo insossa não existe “mágica no escuro”, a notícia passa despercebida, publicada simultaneamente, no dia seguinte ou na próxima edição. No mercado apertado pela crise, epidemia e inquietude, a notícia – enquanto produto – não poderia deixar de entrar na penúria. É a hora de repensar a notícia.
Tudo que é novo assusta, pois tememos o que não conhecemos e novas atitudes podem parecer ameaças aos padrões estabelecidos. A meu ver, é o que está acontecendo com a iniciativa da Petrobras que, acredito, venha de encontro a necesidade cada vez maior de “velocidade” nas informações, tanto em razão da concorrência, quanto em razão da transparência e detenção das informações em qualquer lugar e em qualquer setor. O “furo de reportagem”, a “detenção da informação”, como forma de poder aos olhos dos concorrentes, já não tem mais razão de ser. Precisamos, cada vez mais, de rapidez, pois o mundo está se tornando cada vez mais transparente com relação aos fatos que ocorrem.
Não que eu concorde com esta rapidez desenfreada, esta concorrência exagerada, onde temos que, inclusive, pensar em um futuro distante, cada vez mais inimaginável até mesmo para nossos filhos e netos. Acredito que o papel do jornalista não está sendo desafiado, ele tem que ser revisto. Lembro-me que na última sexta-feira, discutimos a Web 2.0, onde a troca de informações entre leitores e jornalistas ou colunistas, sugere também uma nova forma de se encarar o jornalismo, portanto, não sei se a Petrobras está revolucionando o jornalismo brasileiro, mas que está tentando, está.
E podem ter certeza de que isso é só o começo para novas idéias e ações diferenciadas, tanto no meio jornalístico, quanto em outros meios. Já não importará mais que um ou dois detenham o “poder da informação”, mas sim que ela seja divulgada e absorvida o mais rápido possível por diversas pessoas e em todos os cantos do mundo.
A Petrobras usa tática americana.Os americanos nunca mostra seu lado podre. O objetivo é iludir o mundo todo, dando a impressão de que lá tudo é uma maravilha. A petrobras talvez esteja tentando colocar uma cortina em tudo para que o povo ou o jornalismo, não descubra o lado oposto. Tem que haver transparencia numa empresa quer quer ter destaque no mundo.
Avalio a iniciativa como mais uma “bagunçação” criativa do governo “transparente” que acaba só provocando polêmica ao invés de avanço.
Tanto assim que tiveram de dar uma rezinha no impensado revolucionário imprensado.
Entre as funções da Petrobras não se inclui a de “revolucionar imprensa” nenhuma!!
Mas, afinal, a ideia foi dos abilolados criativos do Delúbio, ou é de um novo grupo moluscular ousado abusado???
Vivemos sob uma nova conjuntura da realidade onde o ineditismo dos fatos é a cada dia menos recorrente. Dia após dia percebemos a reprodução de acontecimentos similares em todos os setores da sociedade e, talvez por isso, exista tamanha banalização da percepção subjetiva. Rediscutir a divulgação dos fatos – transformados em notícia – é salutar. Não aceitar passivamente a desconfiança pública imposta como conseqüência das reportagens é uma atitude acertada e coerente com esta nova realidade que vivemos. Mesmo porque o espaço virtual além de democrático é urgente.
Cabe ao jornalista avaliar o reflexo social desta mudança e posicionar-se de um ou de outro lado. É na sensibilidade das análises que identificamos o diferencial de cada profissional, portanto, grosso modo, é dela que resulta a nossa identificação por este ou aquele veiculo de comunicação. Assim, mesmo que carregada de ideologias, a assertiva de Gabrielli se mostra feliz, pois trará, ao menos, alguma evolução nesta relação.
Parabéns ao Presidente da Petrobrás por demonstrar interesse em dar total transparência às suas ações! BRAVO!!!
@Eduardo Buys, gostei muito do seu comentário e mencionei a definicao dada por você ao poder da blogsfera.
tenha um lindo final de semana.
Paz e Bem!
Chris
Ao ler os comentários percebo claramente que estamos diante de um tempo de profundas mudanças numa área especialíssima dos homens a Comunicação e nesse contexto a atitude da Petrobrás vem nos lembrar que não importa o tamanho que você tem e sim a contribuição que se pode dar. A criação do blog pela maior empresa do país serve para fortalecer ainda mais o movimento poderoso na internet que é a blogsfera que foi muito bem definida pelo Eduardo Buys “um novo universo ainda em exploração, e seu alcance e possiblidades ainda estão indeterminados, não há fronteiras à vista.”
E que venham mais mudanças afim de que todos nós possamos ganhar o que urge nos dias de hoje TRANSPARÊNCIA.
Espero que essa reforma não inclua só a Petrobrás. Eu não aguento mais essa NOVELA de tráfico que tomou conta do jornalismo principalmente no Rio de Janeiro!!! Ainda bem que não moro no Rio. Onde a criatividade? Eu SEI que tem pessoas que gostam; será que é a maioria? Não quero acreditar nisso…
Acredito em duas coisas que esta atitude acabou por levar: PRIMEIRO, desmobilizou aquelas informaçãoes que antes acreditávamos serem verdadeiras a respeito de fatos sobre tudo… A mídia no fundo levou um golpe daqueles, pois suas informações agora são contestadas, antes, durante e depois de publicadas informações pertinentes aos fatos. No caso a Petrobrás, a defesa das informações gera uma opinião dupla sobre as coisas: a da petrobrás e a da Mídia (Globo, SBT, Record, Band, Rede TV)…
SEGUNDO, isso significa que aqueles que tiverem acesso aos outros meios de informação, serão sempre mais politizados, e nunca serão mais enganados pela mídia tradicional,ou seja, o que está acontecendo, é que o Brasil pode estar inaugurando uma nova maneira de informar, de expor idéias, de saber sobre as coisas…
Era comum falar que ler te deixa mais informado, agora posso afirmar, ler mais, ler as duas versões, te deixa melhor, e mais politizado.
É um novo tempo, não há como segurar o relógio da modernidade. Não se pode impedir a evolução, que se use em pleno potencial, todos as novas ferramentas disponibilizadas pela internet. A blogsfera é um novo universo ainda em exploração, e seu alcance e possiblidades ainda estão indeterminados, não há fronteiras à vista. Um Blog Corporativo, como o Fatos e Dados da Petrobrás pode ser uma revolução, sim, como diz Gabriele, seu Presidente, mas muito mais pelo inusual do que por outro motivo. A ferramenta é nova, e isto, por sí só, gera desconforto. A própria democratização da fonte gera uma nivelação pela base da pirâmede, juntando na mesma panela pequenos e grandes, com desconforto para estes últimos. Com o estabelecimento de regras e procedimentos, afinação que sempre os novos instrumentos requerem, sem partir para o engessamento, serão suficientes para acomodar as posições.
No ‘frigir dos ovos’, é a cidadania é que ganha, com o avanço ‘cristalinidade’ da coisa pública.
ps- vamos públicar este comentário no Blog do Varejo -www,varejototal.zip.net – e linkar o texto principal, sempre apontando a fonte Opinião e Notícia.
Eduardo Buys
Blog do Varejo
-se navegar é preciso, então…
http://www.varejototal.zip.net
Um cartório que cai!
Meu castelo ruiu, foi assim, eu pensava que os meus encontros na antesala do PODER me trariam por séculos a manutençao da exclusividade da fofoca da CORTE ,mas a princesa se rebelou, chutou o balde, agora quer TRANSPARÊNCIA NA RELAÇÃO.
Oras amigos, ECÔNOMIA de mercado , de bolsa, com acionistas minoritários tendo o mesmo peso de um bilionário majoritário, é ISSO, TRANSPARÊNCIA!!!!!!!!
Uma EMPRESA com essa visão, só tem a ganhar, dizer que isso vai na contamão da liberdade de imprensa é no minimo loucura, visão completamente cega de que todos nós leitores tenhamos cérebro.
Pensamos , logo existimos! A frase tem cerca de 3500 anos, pra existir mercado livre , e olha que não to falando aqui do mercado jornalístico, to falando do mercado como um todo e do mercado de capitais específicamente, necessitamos de clareza para a tomada de decisões de investimentos e ações como esta vem na vanguarda.E todos nós sabemos como uma notícia pode ser veiculado com estigmas e desvios, isso vem pra homogeinizar a informação do lado de quem a fornece, impedindo abusos daqules que a interpreta e pensa que fala pela sociedade como um todo.Vem para colocar no seu devido lugar a imprensa , pelo menos no que diz respeito a uma empresa nas suas informações,quantos não foram destruidos por esse que se diz o quarto poder?Lembrem-se da Escola base e de muitos outros.
A informação e a internet vem na direção da liberdade , muito mais do que de imprensa tão somente, vem pra trocamos idéias como estou fazendo aqui, vem pra afirmar de vez a IDÉIA DE DEMOCRÁCIA que teremos que construir impelindo de volta para o passado cada ação como esta de criticar uma empresa livre de publicar seu lado de uma noticía para não ser refém de uma imprensa tendênciosa e marrom , como é a que temos em nosso ´PAÍS.
Isso não se refere a este meio que estou utilizando , pois mesmo lhe sendo contrário este já publicou inumeros artigos e pela net tem sido um meio de fortalecimento do jornalismo livre, responsável e democrático,
por isso :
PARABÉNS PETROBRÁS E OPINIÃO E NOTÍCIA
REGINALDO NUNES BARBOSA
Era só o que faltava, com certeza a Petrobras está usando essa tática para intimidar a immprensa brasileira! O Blog vai servir para eles conduzirem os assuntos da melhor maneira possível para eles…
Acredito que esta não é a melhor forma de “comunicar”…
Creio ser o blog uma das ferramentas de comunicação mais democráticas e de inteira responsabilidade de quem o faz.Portanto, a atitude da Petrobás é pertinente e adequada e de acordo com a tendência atual em comunicação.A professora Marialva Barbosa justifica muito adequadamente esta tendência.
“É uma vanguarda, é uma visão moderna da comunicação. Com o jornalismo de hoje, a pessoa que constrói a informação a seu bel prazer.” aponta que o blog da estatal “vai na mão do jornalismo da contemporaneidade”. “Exclusividade é algo antigo. O jornalismo não é mais isso. É um conjunto. As novas técnicas permitem que o indivíduo seja o próprio construtor da informação.”
Não creio que a proposta desafia o papel do jornalista, é preciso quebrar paradigmas.Desta forma podemos estar abertos a novos conceitos, a novas formas de saber fazer ou até quem sabe recriar velhas formas e descobrir nelas um valor maior e melhor de viver e de se comunicar.