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Um museu da imagem e do som chamado YouTube

Pode-se dizer que tal qual uma biblioteca virtual ou um site de consultas, o YouTube reúne considerável porção da informação armazenada em todo o planeta

Um museu da imagem e do som chamado YouTube
YouTube é consulta necessária para estudantes, jornalistas e para todo e qualquer segmento profissional que requeira pesquisa e conhecimento (Reprodução/Internet)

Não existe um museu especializado na guarda de imagens e sons que tenha acervo compatível com o site criado em 2005 pelo americano Chad Hurley Meredith, por Steve Chen (de Taiwan ou Formosa – como queira) e pelo alemão Jawed Karim. O portal YouTube tinha o objetivo de abrigar e reproduzir imagem e som das mais variadas origens e acabou se transformando numa das sete maravilhas da comunicação virtual.

O sucesso foi tão estrondoso que, logo, a empresa recém-criada acabou adquirida pelo Google pela cifra de US$ 1,65 bilhão, assim que sanadas algumas questões relativas a direitos autorais e de imagem.

Hoje, o YouTube é consulta necessária para estudantes, jornalistas e para todo e qualquer segmento profissional que requeira pesquisa e conhecimento. São mais de um bilhão de visitantes únicos por mês distribuídos em 61 países e, neste mesmo período, estes usuários assistem a 6 bilhões de horas de vídeo – o que daria uma hora para cada habitante do planeta. A cada minuto, são compartilhadas nesta rede cerca de 100 horas de vídeo, ou seja, 144 mil horas de novo conteúdo a cada dia.

Pode-se dizer que tal qual uma biblioteca virtual ou um site de consultas, o Youtube reúne considerável porção da informação armazenada em todo o planeta.

Uma busca selecionada levará o usuário a imagens e falas de Freud, a cenas filmadas dos voos de Santos Dumont, aos discursos de Hitler – com som e imagem do enfurecido Führer, ao sobrevoo do dirigível Zepelim no Rio de Janeiro, à inusitada fronteira entre as Coreias e à possível – acredite – travessia a pé entre a Sibéria e o Alaska, como se houvesse terra – e diálogo – unindo Estados Unidos e Rússia. É certo também que o “beijinho no ombro” de Valesca Popozuda também está lá – com mais de 100 milhões de visualizações.

A cada visita, a ferramenta reconhece os interesses do usuário e oferece um refinado cardápio de opções que facilitam sua busca em listas de música, entretenimento ou ciência. A viabilidade financeira do produto está garantida pela publicidade que antecede a maioria dos vídeos.

Uma bela ferramenta. Um grande negócio.

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