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Brasil aprendeu a amar o setor

Brasil aprendeu a amar o setor
Demanda por carne não vai diminuir, e o Brasil é um grande produtor

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O Brasil já passou por diversas fases de crescimento no setor de commodities. No século XVII foram os metais precisos e no século XVIII e XIX o açúcar e o café foram os produtos de destaque.

O Brasil é o maior exportador de café, açúcar, frango, carne bovina e suco de laranja, e é um dos grandes em soja, minério de ferro e outros minerais e metais. Suas florestas fornecem grande parte da celulose do mundo. Se outros países abrirem seus mercados, o Brasil seria capaz de exportar etanol para abastecer os carros. O Brasil é marcado por períodos de altos e baixos nos mercados de matérias-primas.

No entanto, o país não valorizou todas essa abundância. Muitos intelectuais brasileiros argumentam que o papel permanente de produtor de matéria-prima tornou-se secundário na economia mundial. Mudanças como a melhora do sistema financeiro e maior estabilidade econômica permitiu que as empresas passassem a investir sem medo de que alguma catástrofe pudesse acontecer no país. Isso se reflete em grande parte no setor de commodities.

O crescimento mundial de commodities tornou-se mais rentável provocando uma grande mudança no comércio. Pode se afirmar que a demanda por carne no mundo não irá diminuir. As pessoas costumam consumir carne quando atingem um rendimento de cerca de US$ 10 mil por pessoa. Cerca de 80% da população mundial ainda não atingiu esse ponto, mas assim que conseguirem, utilizar mais terras e aumentar a eficiência da agricultura será importante. O cultivo costuma ser feito por pequenas empresas, que poderiam utilizar capital para aumentar a produção e melhorar a gestão.

Leiaos outros artigos da série especial sobre o Brasil:

O estado autodestrutivo

Commodities – Brasil aprendeu a amar o setor

Estrangeiros investem, empresas brasileiras investem fora

Finanças no Brasil – Abandonando o vício

Especial – O Brasil decola

Fontes:
Economist - Condemned to prosperity

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4 Opiniões

  1. Alfredo Sloane disse:

    É claro que o ideal é exportar produtos manufaturados, com mais valor agregado. Mas dá orgulho sermos o maior do mundo em café, açúcar, frangos, carne bovina e suco de laranja. E dos maiores em soja e minério de ferro.

  2. luiz antonio vieira barbi disse:

    LA VEM OS INTELECTUAIS DAR PALPITE, POIS EM SUA MAIORIA SAO UNS DESOCUPADOS ABOLETADOS EM SERVICOS PUBLICOS!!! ESTIVESSEM TRABALHANDO NA INICIATIVA PRIVADA NAO TERIAM TEMPO E NEM ESTABILIDADE PARA FICAR A TOA PALPITANDO!! EXCELENTE O BRASIL ESTAR CESCENDO!! ESTAR PROGREDINDO!!

  3. CORDEIRO VARGAS disse:

    O Brasil, mesmo em menor escala que outros países exporta hoje tecnologias, aviões, carros, armas, maquinas e equipamentos, e muito em breve exportará navios, plataformas marítimas e muitas outras coisas mais, as commodities não representam hoje nas exportações os percentuais que representavam outrora, o Brasil avançou muito na modernização de seu parque industrial, diversificou e se qualificou, e é esta eficiência que permite ao país conquistar novos mercados. O país do futuro passou a ser o país do presente, o primeiro mundo agora será aqui, o velho mundo se deteriora dia a dia. Sds. a todos.

  4. jaderdavila thesmallshareholder disse:

    a vocaçao do brasil é fazer comida pro mundo.
    nisso somos imbativeis, a melhor agricultura do planeta.
    coisa fabricada, ninguem pode competir com a china.
    o melhor que o brasileiro pode fazer, é acrescentar valor na coisa basica chinesa.
    graças à mae brasileira ter começado a fazer um filho, maximo dois, as familias tem dinheiro pra comprar, por exemplo, uma calça chinesa com um bordado brasileiro por cima.

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