Início » Sem categoria » Com Dilma, América Latina terá quatro mulheres no poder
Comando feminino

Com Dilma, América Latina terá quatro mulheres no poder

Até hoje, apenas 11 mulheres haviam chegado ao cargo máximo do poder público em seus países na América Latina

Com Dilma, América Latina terá quatro mulheres no poder
Dilma será a 12ª mulher no exercício do poder na América Latina (Fonte: Wikimedia Commons)

Além de se tornar a primeira mulher eleita para a presidência do Brasil, Dilma Rousseff (PT) será a quarta mulher no poder na América Latina quando assumir o cargo no dia 1º de janeiro de 2011.

As outras mulheres no cargo máximo do poder público em seus países são as presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, e da Costa Rica, Laura Chinchila, além da primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar.

Até hoje, apenas 11 mulheres haviam chegado ao comando do poder executivo da América Latina. Dilma entrará para este grupo como a 12ª mulher no exercício do poder no continente.

Isabelita Perón (Fonte: Wikimedia Commons)

A argentina María Estela Martínez de Perón, terceira mulher do general Juan Domingo Perón, foi a primeira mulher no comando na América Latina. Mais conhecida como Isabelita Perón, a então vice-presidente da Argentina esteve à frente do país entre 1974 e 1976, assumindo o cargo após a morte do marido.

Violeta Chamorro (Fonte: Divulgação)

Violeta Chamorro, da Nicarágua, foi a primeira a chegar ao cargo máximo do poder na América Latina por meio de eleições, governando o país entre 1990 e 1997.

Entre as demais mulheres que já estiveram na presidência na América Latina estão Janet Jagan, norte-americana de origem judaica que esteve no comando da Guiana entre 1997 e 1999, Mireya Moscoso, do Panamá, eleita em 1999 e que permaneceu no poder até 2004, Michelle Bachelet, que esteve no comando do Chile entre 2006 e 2010, Lidia Gueiler, que assumiu a presidência da Bolívia em novembro de 1979 durante um período de instabilidade política no país, Ertha Pascal-Trouillot, que foi a primeira mulher a ocupar a presidência no Haiti, e Rosalía Arteaga, que ficou apenas 48 horas no cargo de presidente do Equador.

Leia mais:

Confira o que a imprensa internacional disse sobre a vitória de Dilma

Fontes:
Portal Exame - Dilma será a 12ª mulher no comando na América Latina

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião deste site

1 Opinião

  1. André Vinícius Vieites disse:

    Eu não votei na Dilma, mas ela tem se saído muito bem até o presente momento, fico lisongeado em trazer à luz dos conhecimentos discurssivos a tal desapropriação por zona “Excess Condemnation” ; – A prática que leva aos memorizadores a desapropiar-se à faixa marginal, que envolve especulação imobiliária, que exige da Administração o faro comercial, o espírito de aventura (mercadologia) e o ânimo de assumir riscos (venda direta) e as qualidades boas e más dos que se entregaram aos geneses dos negócios. Segundo depoimento de “Munro!” – essa técnica é expressamente germinação de negociatas à margem dos poderes públicos e têm ocasionado prejuízos frequentes as cidades brasileiras e norte-americanas, casualmente hoje se fala mais de 64 vezes por hora no tal trem-bala brasileiro. Bom não difere a opinião européia, que reputa magro os resultados de Carlos Onsderkj e que vieram na evolução do termo através de Haussmann quando realizou os melhoramentos urbanísticos de Paris no meado do século XIX. No Brasil, a mais importante experiência, em matéria de excess condemnation foi a do prefeito Henrique Dodsworth quando abriu a Avenida Presidente Vargas. E segue nos dias atuais a discussão e possível ou impossível implementação do trem-bala, no senado federal atual não se fala em outra coisa.

Sua Opinião

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *