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Depois da Tunísia, Egito é tomado por protestos

O povo egípcio tem problemas em comum com os tunisianos, como o alto índice de desemprego, descontentamento com a corrupção do governo e com o aumento nos preços dos alimentos

Depois da Tunísia, Egito é tomado por protestos
A população do Egito tem alta taxa de analfabetismo e pouco acesso à internet

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Inspirados nos protestos ocorridas na Tunísia, que levaram à renuncia de Zine Al-Abidine Ben Ali, centenas de manifestantes tomaram as ruas do Cairo, Egito, reivindicando reformas políticas nesta terça-feira, 25. O grande movimento popular foi batizado na internet como ‘dia da revolta’.

A polícia interveio na tentativa de conter os protestos, que começavam a envolver atos de violência, respondendo com canhões de água e bombas de gás de efeito moral. Desde 1981, as manifestações são proibidas no Egito. Também houve manifestações em outras partes do país, como em Alexandria, no norte.

Algumas das reivindicações dos populares são: suspensão da lei de emergência que vigora permanentemente no país e que restringe liberdades civis; a saída do ministro do Interior, e a adoção de um limite de tempo ao mandato presidencial – o que poderia levar ao fim do governo do atual presidente.

O povo egípcio tem problemas em comum com os tunisianos, como o alto índice de desemprego, descontentamento com a corrupção do governo e com o aumento nos preços dos alimentos.

Leia mais:

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Qual será o legado da revolução tunisiana?

Fontes:
BBC Brasil - Polícia enfrenta manifestantes em ‘dia da revolta’ no Egito

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