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Manifestações

Dia do Trabalho acaba em violência na Europa

Dia do Trabalho acaba em violência na Europa
Reuters - Istambul

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O aumento do desemprego em toda a Europa intensificou os protestos neste 1º de maio. Na Alemanha, Turquia e Grécia houve graves enfrentamentos entre a polícia e manifestantes. Na França e na Espanha, milhares de pessoas foram às ruas protestar contra a forma como os governos estão respondendo à crise econômica mundial.

Na Turquia, a polícia utilizou canhões de água, bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta para dispersar os manifestantes. Jovens atiraram pedras e coquetéis molotov, atingindo bancos e vitrines de lojas. Um porta-voz da polícia de Istambul disse que 68 pessoas foram detidas e 11 policiais ficaram feridos. Quase um em cada três jovens na Turquia está desempregado.

Em Berlim e Hamburgo, a violência eclodiu logo nas primeiras horas do feriado do Dia do Trabalho. Autoridades disseram que cerca de 200 manifestantes começaram a gritar slogans anticapitalistas e a atirar garrafas e pedras contra os policiais. Em Atenas, quase 6 mil manifestantes se reuniram sob a vigilância de 4 mil policiais. Muitos se mostraram irritados com os pacotes de socorro aos bancos.

Fontes:
Reuters - May Day turns violent in Turkey, Germany, Greece

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3 Opiniões

  1. Dorival Silva disse:

    A violência não leva a nada, mas os jovens na Europa estão frustrados e precisam descarregar sua raiva. É pena, deveria haver uma maneira menos destrutiva de descarregar.

  2. Markut disse:

    Com a crise global e a gripe suina, não há como não entender o descontentamento, em que os dois medos estão presentes; desemprego e pandemia.
    Para a pandemia já foi achada a solução: daquí por diante não é mais gripe suina e sim influenza A.
    Quanto ao desemprego dos sobreviventes , a coisa já é bem mais complexa.
    E lá vem outra vez a grita contra o capitalismo e não contra os abusos criminosos e irresponsaveis cometidos em seu nome.

  3. Alex Ander Javarotti Zumalde disse:

    Aos olhos de um espectador, algumas cenas de um mesmo fato lhe trazem um espasmo de lucidez diante de dois extremos: Europa, pessoas jogando garrafas de gasolina contra a polícia. Brasil, pessoas assistindo ao show com seus artistas e músicas preferidos. Europa, pessoas com cartazes que expressam vontade coletiva. Brasil, pessoas conferindo o número de um bilhete que lhe traria um carro novo, sorteado durante o evento de “protesto”. Europa, pessoas que saem de suas casas por um motivo. Brasil, pessoas que saem de casa para cortar o cabelo ou regularizar a própria documentação gratuitamente.
    Senhores, não me sinto bem sendo brasileiro neste dia; primeiro de maio. Nem em muitos outros. Que cheguem logo os dias de copa do mundo para que eu me sinta melhor sendo brasileiro.
    E não me digam que tenho baixa estima Tup

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