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O risco de acidentes aéreos

O risco de acidentes aéreos
Alviño

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O Advanced Air-Data Equipment for Airliners (Adeline) — um programa europeu de desenvolvimento tecnológico no qual a fabricante de tubos de pitot, a Thales Avionics S.A., tinha participação– produziu um documento em 2006 em que admitia que havia risco de queda de aeronaves caso ocorresse perda das informações de velocidade durante um voo. No acidente com o Airbus A330 da Air France, há exatos dois meses — em 31 de maio –, esta foi a primeira falha indicada por mensagens automáticas enviadas pelo avião.

O objetivo do documento era desenvolver pesquisas que ajudassem a reduzir em 50% o valor de produção de equipamentos, como sensores de velocidade, e era copatrocinado pela Comissão Europeia. A Thales, que assinou o relatório junto com outras organizações. “Esses equipamentos geram parâmetros vitais para a segurança de voos, como velocidade do ar, ângulo de ataque e altitude. A perda desses dados pode causar a queda de um avião, em especial em caso de congelamento das sondas.”

Dirigentes da Air France e peritos do Escritório de Investigações e Análises para a Aviação Civil (BEA) argumentam que desde a tragédia do voo 447 a perda das informações de velocidade foi verificada, mas ela poderia não ser a causa da queda. O diretor de Comunicação da Agência Europeia de Segurança da Aviação, Daniel Hoeltgen, confirmou nesta quinta, 30, que caso a investigação determine uma ordem de substituição de todos os sensores pode ser publicada.

A Thales não se pronunciou sobre o assunto e nunca havia admitido riscos de pane em seus produtos.

Fontes:
Estadão - Relatório de 2006 liga sensor a risco de acidente aéreo

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1 Opinião

  1. Evandro Correia disse:

    Para mim não há dúvida de que houve esse problema no voo da Air France. E esta tem culpa no cartório, para economizar uns trocados não trocou todos os tubos até hoje!

    Faz lembrar a culpa da Tam no caso do Airbus em Congonhas. A empresa decidiu continuar voando com o reverso quebrado. São criminosos!

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