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GRÁFICO

Estudo da Universidade de Stanford apresenta uma nova medida de padrões de vida

Experimento é baseado na expectativa dos entrevistados

Estudo da Universidade de Stanford apresenta uma nova medida de padrões de vida
A tendência é que as pessoas prefiram viver em sociedades mais igualitárias (Fonte: DenverInfill)

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Muitos reclamam que as medições convencionais do Produto Interno Bruto (PIB) não capturam os verdadeiros padrões de vida dos países. Mas as tentativas de melhorar esses índices também não convenceram o público. Em um estudo, Charles Jones e Peter Klenow, da Universidade de Stanford, propõem uma nova medida de padrões de vida, baseadas num experimento simples: se você nascesse de novo, em outro país, quanto esperaria consumir em bens e lazer?

Os Estados Unidos, por exemplo, têm um PIB individual maior que o da França, no entanto os norte-americanos costumam trabalhar por mais horas e viver menos. Eles também fazem parte de uma sociedade menos igualitária. Partindo do princípio que as pessoas não sabem que posição ocuparão na sociedade, e que preferem ser ricas a ser pobres, a tendência é que prefiram viver em sociedades mais igualitárias. Por essa razão, os autores calcularam que os Estados Unidos e a França têm padrões de vida semelhantes.

O gráfico abaixo apresenta o ranking do padrão de vida de acordo com o estudo de Jones e Klenow.

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Fontes:
Economist - Standards of living: Beyond GDP

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1 Opinião

  1. Markut disse:

    É preciso deixar claro o que se entende como sociedades “mais igualitárias”.
    Se o igualitário puder ser entendido como a menor distãncia entre a maior e menor remuneração, entre capacidades diferentes, tudo bem.
    Se o igualitário for entendido como a distribuição igualitária (exceto a nomenklatura, é claro) da miséria, então, nada feito.

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