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Oriente médio

EUA vão fornecer US$ 20 bilhões em armas a países do Golfo Pérsico

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Apesar da preocupação israelense, Bush quer armar os países vizinhos para conter a influência crescente do Irã. A administração Bush deve anunciar uma grande série de acordos armamentícios no Oriente Médio, que são vistos como parte de uma ofensiva diplomática contra a influência iraniana na região.

 

De acordo com a mídia, o principal deles é um acordo entre os EUA e um grupo de nações do Golfo Pérsico, incluindo a Arábia Saudita, que estaria avaliado em pelo menos US$ 20 bilhões.

Fontes:
Guardian - America plans $20bn arms deals for allies in the Gulf

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10 Opiniões

  1. Redação disse:

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  2. Marcelo de Matos disse:

    Com esse pretexto, ou com outro qualquer, o que Bush pretende é aumentar a venda de armas. Lamentável.

  3. Beto/Gil SP/SC disse:

    A indústria armamentista demonstrando seu poder em uma economia que prega a democracia e paz mas na prática fomenta a corrida por armas, guerra e conseqüente destruição.

  4. Anônimo disse:

    Uma país como os EEUU precisa, de vez em quando, de uma guerrinha ou outra para escoar o excesso de recursos. Do contrário, o dólar iria se desvalorizar drasticamente, levando a nação ao caos e deixando à mostra a fragilidade de um sistema econômico que só se sustenta pela destruição do tudo que for periférico. Todos sabemos que um determinado produto, quando existe em excesso, perde o seu valor. Ora, a moeda também é um produto. Por isso os governos dos EEUU sempre se preocupam em gastar os seus excessos com as guerras, que, de quebra ainda lhes garantem o fortalecimento de sua hegemonia (principalmente sobre países que têm em abundância produtos estratégicos como petróleo. A água do Brasil pode ser o próximo alvo…).

  5. Durval disse:

    Obs: o texto das 16:06:45 é de minha autoria. Esqueci de deixar meu nome.

  6. Henrique disse:

    Acordos influenciados pela indústria bélica dos EUA a qual elegeu o Sr. Bush juntamente com a indústria do Petróleo. Os EUA continuam a cometer erros armando "supostos" aliados os quais amanhã serão seus inimigos.. vejam o caso do próprio Iraque. Mas… a osura da indústria bélica consegue deixar míope qualquer nação que tenha polícos comprometidos desde suas campanhas eleitorais (muitas vezes fraudulentas).

  7. EDVALDO TAVARES disse:

    OS EEUU PENSARIAM DUAS VEZES ANTES DE UM CONFLITO BÉLICO COM O BRASIL – Guerra na selva amazônica seria altamente contraproducente aos USA e, até mesmo, à sua coligação, OTAN. O CIGS (Centro de Instrução de Guerra na Selva) é superior a Escola das Américas, Panamá. As táticas de guerra intensamente treinadas pelas unidades militares de selva do Glorioso Exército Brasileiro não premia o confronto direto, prolongado, mas, guerra de guerrilha associada à estratégia da resistência. Envolve a aplicação da doutrina do General Giap, que derrotou os americanos na guerra do Vietnã. Pequenos efetivos com caçadores (atiradores de elite) com a finalidade de causar baixas desmoralizantes e inquietações em confrontos de curta duração são ostensivamente treinados. O ambiente da floresta da Amazônia é tremendamente inóspito, desgastante, profuso em doenças, animais peçonhentos, umidade elevadíssima com chuvas constantes e animais selvagens, inadequado aos americanos. Os guerreiros de selva do EB são caboclos e índios, grandes conhecedores da região e na Amazônia todo mundo é parente de todo mundo. Ataques dos grupos militares pequenos, empregando os mais diversos tipos de armamento não convencionais logo causariam no confronto desgastes e desmoralização em forças agressoras não ambientadas à região. Não, os EUA, não cometeriam essa tolice. Os yankees, generalizando a denominação, eles sabem a quem atacar. O Iraque, 25 milhões de habitantes, desgastado após a guerra com o Irã e do Golfo, está dando um trabalhão tremendo que os desmoraliza, o BRASIL, quase 190 milhões, com os seus recursos de guerra, mesmo defasados, espalhados por um gigantesco território é um péssimo negócio para quem pretende atacar. Guerra é ganha no chão, e, no chão da Amazônia, não dá para eles. Por isso, Bush ficará somente com o Irã e vai vender seu armamento para os árabes da vizinhaça. Naturalmente o que o Bush quer é, enquanto os árabes guerreiam contra o Irã, ele mete a mão no petróleo iraniano. "BRASIL ACIMA DE TUDO". EDVALDO TAVARES. MÉDICO. BRASÍLIA/DF.

  8. Henrique disse:

    Caro Edvaldo… esta é uma questão a se pensar… será que nosso pior inimigo seria os EUA ou os própríos políticos daqui… Eles não precisariam invadir e sim tentariam comprar ou transformar uma parte da Amazônia em "reserva" em nome da bio-diversidade e do aquecimento global. Com três porta-aviões nucleares estacionados em nossa costa os EUA fariam um estrago imenso na "infra-estrutura" do país", não seríamos páreo para eles e certamente levaríamos a pior (mesmo não sendo tomados). O que impede que alguma potência se confronte conosco é a nossa imagem de país pacífico, de equilíbrio perante as nações.. pois se não nos prestamos nem para invadir ou intimidar uma Bolívia ou um Paraguai .. que motivos alguém teria para nos atacar?
    Mas é bom que todas estas hipóteses ou teorias venham a tona para que nossos "estrategistas" (não sei se neste país tem isso) comecem a trabalhar elementos para defesa de nossa nação…seja perante às republiquetas vizinhas ou no futuro quando o objeto de desejo do mundo não for mais o petróleo e sim a "água".
    Grande abraço.

  9. EDVALDO TAVARES disse:

    TODA GUERRA PARA NÃO SER DESGASTANTE TEM QUE SER DE CURTA DURAÇÃO. O país mais forte ataca e invade, prontamente destruindo as forças oponentes, com baixa perdas em vida humanas e material, anunciando a vitória incontestável. As guerras do Iraque e do Afeganistão estão em nível de desmoralização. A vitória, há alguns anos atrás anunciada por Bush foi apenas teórica. Na época, o povo americano acreditou ter prestado um grande serviço ao mundo. Os americanos esbanjaram um poderio aéreo irresistível, com falsa impressão de vantagem, mas, tiveram que descer, pôr os pés no chão e, aí, a coisa empreteceu. Aos iraquianos, o anúncio da vitória americana soou como uma senha para o início da guerra e, o que vemos, a poderosa máquina de guerra americana emperrada nos desertos arenosos da Mesopotâmia. Em direção ao leste, do outro lado da fronteira iraniana, os exércitos de sua majestade e americanos estão perdidinhos nas montanhas do Afeganistão. Entre o Iraque e o Afeganistão, está o Irã a incomodar os descendentes desmotivados do Tio Sam. Os soldados americanos mal estão aguentando esses rojões e duvido que tenham gás para encarar os seguidores dos aiatolás. Caso eles viessem para as nossas bandas, o tipo de guerra estabelecida pelos nossos estrategistas do COTER (Centro de Operações Terrestres), Setor Militar Urbano (SMU), Brasília, é o empreendimento em um conflito demorado, com alto custo em vidas humanas e equipamentos para os agressores. Exercícios de guerra desenvolvidos pelo COTER simularam como aconteceria um ataque ao BRASIL, em tentativa de invasão e conquista. Até onde foi divulgado, seria maciço, aéreo, direcionado a Região Sudeste, ao Setor Militar Urbano (SMU), e Manaus. Por terra, o território dos ianomamis seria invadido, pela fronteira oeste. Para nós, brasileiros, não haveria a preocupação de rechaçar prontamente os inimigos, apenas, causar grandes prejuízos em vidas e material – estratégia da resistência. O prolongamento da guerra, da mesma maneira que no Afeganistão e Iraque, se encarregaria de trabalhar contra os invasores, colocando a opinião pública dos seus próprios países contra eles – diante do grande número de mortos que receberiam e o altíssimo desgaste econômico. Para aqueles interessados, existem os sites do Exército, Marinha e Aeronáutica que podem complementar as informações. O site do CIGS (Centro de Instrução de Guerra na Selva), Manaus, é um informativo bastante esclarecedor para aqueles que queiram conhecer o que o Glorioso Exército Brasileiro desenvolve em matéria de guerra na selva. "BRASIL ACIMA DE TUDO". EDVALDO TAVARES. MÉDICO. BRASÍLIA/DF.

  10. Henrique disse:

    Muito bem colocado.. porém a preocupação é com nossos estrategistas "políticos" os quais impetraram um processo de sucateamento e desmantelamento de nossa estrutura (forças) e indústria militar por décadas. Parece que há um plano de recomeçar os investimentos em desenvolvimento de tecnologias e tb da indústria bélica nacional (vamos ver..).
    Não adianta termos bons militares se estes estão "podados" de recursos até para treinamento – o CIGS é excessão.. se for observar o resto da estrutura que compõe o país, chegam a dispensar o pessoal na sexta pela manhã para não precisar dar almoço.

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