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Nações Unidas proíbem produção e uso de bombas de fragmentação

Brasil está entre os países que se recusaram a assinar o tratado internacional

Nações Unidas proíbem produção e uso de bombas de fragmentação
98% das vítimas das bombas de fragmentação são civis (Fonte: AFP)

No dia 1º de agosto, a Convenção Internacional sobre as Bombas de Fragmentação entrou em vigor, proibindo a produção, o uso e o armazenamento de bombas de fragmentação. De acordo com estimativas das Nações Unidas, 98% das vítimas das bombas de fragmentação – artefatos explosivos que espalham projéteis por uma grande área – são civis.

A Convenção foi assinada por 107 governos e ratificada por 37 nações. Dos 87 países que mantiveram em algum momento arsenais de bombas de fragmentação, 38 assinaram o tratado. Mas muitos dos países que produzem e armazenam os artefatos (incluindo a China, os Estados Unidos, a Rússia e o Brasil) decidiram não assinar a convenção.

O gráfico abaixo mostra quais países assinaram, ratificaram ou decidiram não assinar a Convenção.

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Como proibir as bombas de fragmentação

Fontes:
Economist - Banning cluster munitions: Cluster duck

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2 Opiniões

  1. Nina (rio de janeiro) disse:

    Bonito voto da América do Sul, México, Europa, Austrália, Canadá, Africa e Japão.

    Feia a votação, a fabricação e armazenagem dessa bomba feita pelo Brasil, EUA, Venezuela, Russia, China e Oriente Médio

  2. Genivaldo disse:

    Sou contra guerra e armamentos de guerra, porem, a nossa nação não deve ficar exposta a qualquer inimigo oculto que nos venha atacar, precisa de uma força armada capaz de ataque e defesa do nosso territorio, esta muito defasada as forças armadas brasileiras.

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