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Streaming online: a nova aposta dos executivos da música

Nos EUA, o maior mercado musical, 21% das receitas já se devem ao streaming, depois de uma alta de 28% no faturamento de rádios online em relação a 2012

Streaming online: a nova aposta dos executivos da música
Spotfy, Deezer e Youtube estão se tornando cada vez mais plataformas rentáveis (Reprodução/Internet)

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A Pandora, uma empresa de rádio online, está na vanguarda da revolução na qual cada vez mais clientes estão acessando músicas pela internet sem a necessidade de baixá-las (método chamado de streaming) através de smartphones ou computadores em vez de acumular uma coleção de músicas. Pela primeira vez desde que a Apple popularizou o download pago em 2003, o setor musical está mudando de tom novamente. De cilindros de cera até o vinil, fitas cassetes, CDs e MP3s, o setor está passando por outra mudança de formato – talvez, especulam analistas da área, a sua última.

Serviços de streaming dão aos amantes da música acesso a milhões de canções, mas os serviços não são todos iguais. Versões de rádio online, que incluem a Pandora e o iTunes Radio, da Apple, escolhem o que os usuários ouvem, gerando receita por meio de anúncios. Outros, como o Spotify e o Deezer, permite que os clientes façam suas escolhas em um catálogo que inclui de 20 a 30 milhões de músicas, cobrando aos assinantes premium uma taxa mensal. Serviços gratuitos que fornecem streaming de videoclipes, tais como YouTube, também são muito acessados. Todas as variantes pagam às gravadoras alguma fração de centavo toda vez que alguém clica em uma música.

A ascensão do streaming está atordoando os chefões do setor musical. Os serviços de streaming estão começando a trazer o setor de volta para o azul em países nos quais houve um declínio acentuado. Os usuários pagantes de streaming já somam 28 milhões hoje em dia, e muito outros usam as versões gratuitas.

No ano passado, versões baseadas em assinaturas como o Spotify tiveram uma receita total de mais de US$ 1 bilhão, uma alta de mais de 50% em relação a 2012. Esse número não inclui empresas de rádio on-line, que no ano passado faturaram US$ 590 milhões apenas nos EUA, uma alta de 28% em relação ao ano anterior. Nos EUA, o maior mercado da música, 21% das receitas de 2013 do setor se devem ao streaming, cujo crescimento superou as perdas causadas pela queda da venda de CDs.

Fontes:
The Economist-Beliebing in streaming

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