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Marfim

Um leilão que não traz benefícios

Um leilão que não traz benefícios
Fonte: AP

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A Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (Cites) aprovou, em 1989, a proibição do comércio de marfim, que é retirado de elefantes.

No entanto, em 2008, África do Sul, Botsuana, Namíbia e Zimbábue foram autorizados a fazer essas vendas para a China e Japão. Durante a reunião da Cites em Doha, que está acontecendo desde o último dia 13, Tanzânia e Zâmbia disseram que querem fazer o mesmo.

Os defensores da venda do marfim, principalmente países que desejam comercializar, afirmam que apesar da exploração dos elefantes, existe um projeto de conservação e proteção destes animais.

Devido ao crescimento de 4% do número de elefantes na África, o pesquisador James MacGregor acredita que a medida para evitar a superpopulação nas reservas ambientais é aceitável, porque um grande número desses animais pode gerar transtorno para a população local.

No entanto, os opositores argumentam que a venda de marfim levará a um aumento da caça clandestina por estimular a procura, e que pouco do dinheiro arrecadado realmente vai para os elefantes.

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Fontes:
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