Em grave crise financeira, a aérea de Portugal anunciou sua decisão de venda ano passado
Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Há algum tempo as principais gravadoras insistem em que as músicas vendidas na internet deveriam ser embaladas em pacotes virtuais para impedir que sejam repassadas.
No início deste mês, uma mulher norte-americana, mãe de dois filhos, cujo salário é de 36 mil dólares por ano, foi multada em 222 mil dólares por ter feito download, e disponibilizado na Internet, de músicas protegidas por direitos autorais. Logo em seguida, no dia 10 de outubro, uma das mais bem sucedidas bandas de rock do mundo, o Radiohead, prometeu colocar online seu novo álbum e, com isso, passou para os fãs a função de estabelecer o preço que eles estão dispostos a pagar.
O setor da música – unido em prol do "gerencialmento digital de direitos" (DRM) – está em queda acelerada. Em abril, a terceira maior gravadora do mundo, a EMI, anunciou que iria renunciar ao DRM. Em agosto, a Universal Music começou a autorizar downloads livres de músicas protegidas por DRM.