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Asteróides

Ameaça que vem do espaço

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Há dezenas de milhões de asteróides no sistema solar e milhares deles estão em órbitas que passam perto da Terra. Mais cedo ou mais tarde, um deles vai atingir o planeta.

As conseqüências podem ser enormes. O efeito de um impacto depende do tamanho e da velocidade do objeto. Um meteorito com poucos metros de largura pode destruir uma cidade.

O maior deles, com um quilômetro ou mais de diâmetro, pode provocar um desastre ecológico no mundo inteiro.

Fontes:
Economist - The threat from outer space

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3 Opiniões

  1. Henrique disse:

    Um destes bem pequeno, com capacidade para destruir um quarteirão, poderia cair em Brasília.. mais especificamente no congresso nacional.. talvez só assim (com a ajuda do espaço) consigamos extirpar esta corja de políticos que está entranhada neste país !

  2. Markut disse:

    Boa idéia, Henrique
    Com os avanços tecnológicos atuais, poder-se-ia induzir um meteorito com o tamanho e trajetória exatas .
    Mas seria desejavel que a ação fosse direcionada para as pessoas, pois é uma pena perder a beleza da arquitetura do Niemayer.
    Essa deposição do poder teria um cunho apocalíptico, extraterrestre, à semelhança de um castigo divino.

  3. EDVALDO TAVARES disse:

    ATÉ AGORA A TERRA CONSEGUIU AGÜENTAR OS BOMBARDEIOS VINDOS DO ESPAÇO – É difícil para os observadores instalados nos pontos de observação do programa de busca de asteróides predizer com garantia até quando o planeta poderá resistir com firmeza esses trancos siderais. No passado, há 65 milhões de anos, o K-T Killer fez um estrago danado. Em 1996, o planeta escapou, por sorte, do cometa Hyakutake. Para 2036, há uma possibilidade de encontro marcado com o Apophis, o Destruidor. Esse asteróide, não é nada mais, nada menos, do que um "tijolão" de 320 a 415 metros de diâmetro, que se aproxima com a velocidade de mais de 60 mil Km/h. O sistema solar é a moradia preferida dos asteróides. O cinturão principal de asteróides, entre as órbitas dos planetas Marte (quarta posição) e o Júpiter (quinta posição), está coalhado de asteróides dos mais diversos assustadores tamanhos. Além da órbita do planeta Netuno (oitava posição), fora do sistema solar, também existem asteróides, em menor quantidade. Tudo bem, sem problema, se eles ficassem rodando direitinho em suas órbitas. O azar é, que a coisa não funciona assim, desse jeito e, uma porção deles, desde miúdos, graúdos e até grandalhões, escapam de suas órbitas e vêem em nossa direção. Quando são queimados na atmosfera ou caem no mar…, sem problema! O negócio engrossa quando, há possibilidade de um encontrão do gigantão com o nosso querido planeta. O Apophis, tem um tamanhão que não faz graça a ninguém. Se ele nos acertar, a coisa ficará pretérrima. "BRASIL ACIMA DE TUDO". EDVALDO TAVARES. MÉDICO. BRASÍLIA/DF.

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