Cerca de 12 milhões de animais são utilizados em procedimentos científicos em toda a Europa. Em alguns países há mais restrições do que em outros.
Hoje o número de animais utilizados em pesquisas é muito maior do que o considerado aceitável por um modelo proposto há 50 anos. Mas isso pode mudar. No dia 5 de maio, o Parlamento Europeu votou novas regras para o uso de animais em procedimentos científicos. A atual diretiva europeia sobre o assunto data de 1986.
O Parlamento Europeu votou contra a proibição do uso de grandes primatas em pesquisas, permitindo-o apenas quando visarem a preservação de chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos, ou quando a intenção for combater doenças que ameacem os humanos.
Os políticos também votaram contra o uso em laboratório de primatas selvagens. Além disso, todas as experiências terão que ser classificadas de acordo com o grau de dor e estresse que causam nos animais.

Esse ratinho é tão fofinho!
Ciência, esse conjunto de determinado conhecimento está sujeito a valer-se de qualquer coisa para chegar, às vezes, em lugar nenhum. A coordenação aplicada às pesquisas seria de grande utilidade; o emprego da tecnologia, informática e comunicação, formal e informal, filtraria repetições de pesquisas; e o motivo da pesquisa adaptado à necessidade real da vida, eliminaria processos estranhos à ciência. O importante é os centros de pesquisas observarem o momento, evitanto que a ciência venha a vagar em discursos oportunistas, demagógicos e hipócritas.