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Ciência

Lua cheia volta a brilhar forte após 18 anos

Desde 1993 o fenômeno do perigeu não ocorre entre a Terra e seu satélite natural

Lua cheia volta a brilhar forte após 18 anos
A lua vai parecer 14% maior do que as outras luas cheias

Se o tempo permitir, ao olhar para o céu esta noite, estará lá a lua em seu formato mais brihante das últimas duas décadas. “A última lua cheia estará tão grande e perto da Terra como não ocorre desde março de 1993. Eu diria que vale a pena olhar”, explica Geoff Chester, do Observatório Naval dos Estados Unidos.

A lua hoje não será apenas uma lua cheia brilhante, mas estará muito perto do perigeu – ponto máximo de aproximação da Terra. A órbita que o satélite natural faz no entorno da Terra não se trata de uma circunferência perfeita, mas um trajeto semelhante a uma elipse. Portanto, a distância entre os astros não é constate, podendo variar cerca de 50 mil km.

Dezoito anos depois, a lua vai parecer 14% maior do que as outras luas cheias, talvez um tamanho muito pequeno para ser notado, mas por volta de 33% mais brilhante. A lua será tecnicamente uma super lua quando estiver a aproximadamente quatro horas do perigeu.

“O melhor momento para olha-la será quando a lua estiver perto do horizonte. Será quando a ilusão se mistura à realidade produzindo uma visão impressionante”, explica um artigo no Nasa Science News.

O fenômeno desta lua cheia também provocará a denominada “maré de perigeu”, marés mais altas que o normal. Mas não é motivo para pânico. Embora muitos associem a coincidência com desastres naturais, como o ocorrido no Japão, a Nasa afirmou que nas duas últimas superluas registradas, não ocorreu nenhum tipo de incidente. A altura da maré deve ser modificada em apenas alguns centímetros.

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