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Engano quase fatal

O doador de órgãos não estava morto

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Um transeunte caiu desmaiado na calçada em Paris, aparentemente vítima de um ataque cardíaco. Quando chegou ao hospital, os médicos o declararam morto, e chamaram as equipes de transplante para coletar seus órgãos para doação.

Quando se preparavam para retirar o seu fígado e outros órgãos o paciente acordou, começou a dar sinais de vida e a retirada de órgãos foi cancelada. Isso se passou no início deste ano e o paciente está vivo até hoje. O hospital não divulgou se a pessoa foi informada do perigo que correu.

Fontes:
Le Monde - Le donneur d'organes n'était pas mort

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5 Opiniões

  1. Dorival Silva disse:

    É bom saber os riscos que corremos nas mãos dos médicos — que loucura!

  2. Vasco A. Duval disse:

    Continuo sendo doador de todos meus orgãos, começando pela córnea, pele e tudo mais que poder (se poder) ser aproveitado. O que remanecer deverá ser usado pela faculdade de medicina mais próxima.

  3. Ademir disse:

    "Barbeiragem" não é "predicado" apenas dos "cucarachas" latrinoamericanos…ops!…digo, latinoamericanos. Os "desenvolvidos" também são tão (ou mais!) incompetentes quanto! Quero ver é um desses "pós-doutores" "se virar" e ter sucesso (e o mesmo médico atende desde parto complicado, até cirurgia neurológica… e também para os índios), por exemplo, no Hospital militar de São Gabriel da Cachoeira… localizado lá "onde o vento faz a curva", no interior do Amazonas, a 1000Km de Manaus…e com a "grana coada" que o Exército recebe do "genérico". Aí, sim, eu quero ver se seriam mesmo bons médicos (se fazem besteiras em Paris, Londres, etc… o quê não iriam fazer em São Gabriel!!!!).

  4. Adilson Rocha disse:

    Eu em. Quando eu dormir em público, vou dormir com um olho aberto, para não acordar na barriga de outros.

  5. EDVALDOTAVARES disse:

    O MÉDICO MILITAR BRASILEIRO NA AMAZÔNIA. Em Brasília atendi uma paciente que me contou o seguinte acontecimento: “quando gestante no Japão, o colega japonês recomendou que a brasileira tivesse o filho no Brasil devido à diferença entre a bacia (pélvis) da brasileira e a japonesa, portanto, ele não correria o risco de ser o parteiro, pois o neném poderia nascer de parto normal ou cesariano”. O colega missivista Ademir tem razão ao lembrar que os doutores militares na Amazônia se viram para solucionar os problemas médicos das mais diversas dificuldades com os exíguos recursos a disposição. Falo aqui com a convicção de quem viveu a experiência quando Primeiro-Tenente/Capitão na Colônia Militar do Oiapoque (CMO), AP, fronteira com a Guiana Francesa, quando além de ligar o gerador à manivela, de madrugada, e anestesiar a gestante, tendo por auxiliar na cirurgia o meu soldado-enfermeiro, fiz a operação cesariana, torcendo para que a quantidade de anestésico aplicado na raqui-anestesia fosse suficiente para concluir o procedimento cirúrgico. Cito também que quando Diretor do Hospital de Guarnição de Tabatinga (HGuTab), AM, levei a minha equipe cirúrgica, auxiliar e anestesista, medicamentos anestésicos, antibióticos e instrumental cirúrgico, para o Hospital Adventista em Tefé, administrado por americanos, por desconhecer os recursos médicos que encontraria para operar o garoto que tinha o intestino exposto há alguns dias, após sofre queda do pé de ingá. Lá, no hospital administrado por americanos, imediatamente, após preparo pré-operatório e aplicação de pré-anestésico, dissecção de veia umeral, o menino foi conduzido à sala de cirurgia onde fiz a extração de aproximadamente 20 cm de intestino delgado e reconstituição do trânsito intestinal em primeira intenção. Gostaria de saber se esses cirurgiões do “primeiro mundo” fariam cirurgia ortopédica, ginecológica, urológica, plástica, digestiva, proctológica, geral e de emergência, acrescentadas à medicina legal, todas associadas à função administrativa exigida pela direção hospitalar em plena adversidade da Amazônia. Falo de experiência própria, eu fiz isso tudo na Amazônia com médico militar do glorioso Exército Brasileiro. BRASIL ACIMA DE TUDO! SELVA! EDVALDOTAVARES. MÉDICO. BRASÍLIA/DF.

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