Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Tão importante para as ciências quanto Charles Darwin, o matemático italiano mudou para sempre a compreensão que o ser humano tinha do universo.
Promovida por Galileu há 400 anos, a ruptura com a ideia de um universo girando em torno da Terra e formado por esferas de cristal foi — ao lado da descoberta da evolução por seleção natural feita por Darwin — a maior revolução de autoconhecimento que a humanidade já experimentou.
Hoje em dia, é difícil pensar nos herdeiros intelectuais de Galileu Galilei — reunidos na 27ª Assembleia da União Astronômica Internacional, que termina nesta sexta-feira, 14, no Rio de Janeiro — como cientistas revolucionários. Mas suas descobertas, desde novos planetas que podem abrigar vida extraterrestre até a matéria escura, também são potencialmente transformadoras.