Para reduzir as emissões de carbono, algumas universidades nos Estados Unidos estão recorrendo ao aquecimento geotérmico e ao aquecimento subterrâneo, muitas vezes com financiamento federal.
A Ball State University, no estado de Indiana, espera conseguir eliminar uma usina de carvão e substituí-la por uma bomba de calor. O sistema, que levará de cinco a dez anos para ser concluído, envolve a perfuração de furos profundos em diversas áreas, utilizando o calor natural da terra para fazer a sua calefação e refrigeração funcionar de forma mais eficiente.
A Boise State University e a cidade de Boise anunciaram recentemente que US$ 2 milhões do fundo federal serão utilizados em um projeto para aumentar o uso de aquecimento geotérmico da cidade, que puxa a água aquecida de fontes geotérmicas subterrâneas para edifícios universitários. É esperado que o projeto reduza os custos anuais de aquecimento em pelo menos US$ 80 mil.
O New México Tech recentemente recebeu mais de US$ 2 milhões em subsídios do Departamento de Energia para explorar também o aquecimento geotérmico. A universidade percebeu que seu sistema de água quente tem problemas e exige reparos. Um professor planeja usar o projeto para criar um novo curso em exploração geotérmica. Outro tipo de utilização do aquecimento geotérmico está sendo explorada no Oregon Institute of Technology. O plano é construir uma usina geotérmica de US$ 4,5 milhões e tornar-se a primeira universidade do mundo a ser abastecida inteiramente por energia geotérmica.

Interessante essa busca de energia no subsolo. Todos podíamos fazer o mesmo.