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Um novo estudo afirma que um programa de educação sexual que proponha apenas a abstinência é a forma mais eficiente de retardar o sexo entre jovens. A pesquisa mostrou que os estudantes que ouviram seminários enfocando só a abstinência demoraram dois anos para fazer sexo. No caso de estudantes que ouviram palestras ensinando métodos contraceptivos, 40% fizeram sexo dentro de dois anos.
Nos Estados Unidos, onde foi realizada a pesquisa, os dados mudam a forma de se pensar educação sexual. Seria a primeira evidência de que um programa focando apenas na abstinência funcionaria.
Os cientistas afirmam que a intenção do estudo não é provar a eficiência da abstinência. Para eles, a abstinência não é eficiente a longo prazo. Uma ONG dedicada a combater a gravidez na adolescência concorda com os cientistas. Outros grupos afirmam que a pesquisa é uma mostra do que se poderia fazer com mais recursos para programas de abstinência sexual.