Presidente da GOL acaba de comprar a Passaredo Linhas Aéreas. Por Leandro Mazzini
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
No mundo desenvolvido, atualmente, uma em cada quatro residências utiliza apenas telefones celulares.
No ritmo atual, a última linha de telefone fixo restante nos EUA será desligada em 2025. A Economist diz que essa é uma boa notícia. Afinal, os celulares dão mais liberdade às pessoas. O problema é que, em vários aspectos, a rede de telefonia fixa ainda é um serviço essencial nos EUA.
A manutenção dessa rede gera milhares de empregos no país, e esta é a plataforma utilizada por muitos serviços públicos, como os de emergência. Além disso, os impostos sobre a telefonia fixa são a base do complexo sistema norte-americano de subsídios para garantir um serviço universal, isto é, uma linha telefônica acessível para todos.
Nos EUA, portanto, a rede de telefonia fixa não tem implicações apenas técnicas, mas também socioeconômicas.