Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Um relatório do Barclays Wealth revelou que, mesmo com a crise econômica mundial, muitas pessoas ricas aumentaram suas contribuições para caridade.
Entre os 500 indivíduos britânicos e norte-americanos com pelo menos US$ 1 milhão em ativos de investimento, apenas a educação é considerada uma despesa mais importante do que os compromissos filantrópicos.
Cerca de 28% dos norte-americanos ricos dizem que estão doando menos dinheiro do que há 18 meses, enquanto 26% aumentaram suas doações. Um padrão semelhante é observado entre os filantropos britânicos e norte-americanos que herdaram sua fortuna.
Já 31% dos empresários afirmam que aumentaram suas contribuições para caridade, e apenas 17% diminuíram suas doações.