Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
Lucia Hippolito analisa a trajetória do PT da sua origem no sindicalismo ao governo Lula
Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
Veja o artigo de Paulo Rabello de Castro publicado no site do Instituto Millenium
Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
No livro "The Case for Make Believe", a psicóloga Susan Linn defende que o faz-de-conta é mais do que uma brincadeira infantil, e ressalta que os pais deveriam estimular isto em seus filhos.
Segundo Susan, o faz-de-conta é fundamental para o desenvolvimento da criatividade, da empatia, do aprendizado e da capacidade de resolução de problemas, mas está sendo excluído da vida de muitas crianças.
A psicóloga diz que as crianças estão passando cerca de 40 horas semanais — fora da escola — utilizando mídias eletrônicas, e que este tempo é retirado dos jogos criativos. Segundo Susan, as crianças se valem das brincadeiras de faz-de-conta para explorar suas esperanças e sonhos.