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Enquanto as ex-ditaduras respiram democracia, o país experimenta uma política inusitada. Por Claudio Carneiro.
No livro "The Case for Make Believe", a psicóloga Susan Linn defende que o faz-de-conta é mais do que uma brincadeira infantil, e ressalta que os pais deveriam estimular isto em seus filhos.
Segundo Susan, o faz-de-conta é fundamental para o desenvolvimento da criatividade, da empatia, do aprendizado e da capacidade de resolução de problemas, mas está sendo excluído da vida de muitas crianças.
A psicóloga diz que as crianças estão passando cerca de 40 horas semanais — fora da escola — utilizando mídias eletrônicas, e que este tempo é retirado dos jogos criativos. Segundo Susan, as crianças se valem das brincadeiras de faz-de-conta para explorar suas esperanças e sonhos.
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